Que futuro queremos para Portugal?

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pedro

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« Responder #15 em: Março 03, 2006, 06:08:37 pm »
Tem razao dremanu.
Cumprimentos :lol:
 

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sierra002

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« Responder #16 em: Março 04, 2006, 12:00:38 pm »
Los paises del sur de Europa tenemos que hacer una inversión brutal en educación, aunque subir los niveles puedan ser doloroso.

Tengamos cuidado y cuidemonos, porque el futuro para Portugal (y para España) que muchos en los paises del norte desean, es un país de vacaciones donde solo haya trabajo de camarero o dependiente de tienda de suovenir con productos fabricados en China.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #17 em: Março 04, 2006, 12:31:33 pm »
Citação de: "sierra002"
Los paises del sur de Europa tenemos que hacer una inversión brutal en educación, aunque subir los niveles puedan ser doloroso.

Tengamos cuidado y cuidemonos, porque el futuro para Portugal (y para España) que muchos en los paises del norte desean, es un país de vacaciones donde solo haya trabajo de camarero o dependiente de tienda de suovenir con productos fabricados en China.


Concordo totalmente com o que acabaste de dizer!
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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dremanu

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« Responder #18 em: Março 05, 2006, 05:51:24 pm »
Citação de: "sierra002"
Los paises del sur de Europa tenemos que hacer una inversión brutal en educación, aunque subir los niveles puedan ser doloroso.

Tengamos cuidado y cuidemonos, porque el futuro para Portugal (y para España) que muchos en los paises del norte desean, es un país de vacaciones donde solo haya trabajo de camarero o dependiente de tienda de suovenir con productos fabricados en China.


Sierra002:

Também eu concordo contigo.

É uma triste realidade que Portugal, e Espanha(na realidade Castela), outrora compartilharam o mundo entre eles, e hoje em dia são países seguidores.
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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C. E. Borges

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« Responder #19 em: Abril 19, 2006, 11:26:52 am »
Com a intenção de partilhar por quem não conheça e possa interessar-se, encontrei no "site" que abaixo referencio o texto (pdf) de uma Conferência muito interessante, pronunciada pelo Professor Ernâni Lopes na Academia da Marinha em Outubro de 2003 e subordinada ao tema :
- «O Mar no futuro de Portugal. Uma abordagem estratégica».

Passaram entretanto quase três anos.
Como é que um cidadão-comum pode informar-se acerca do «andamento» das grandes linhas de orientação ali descritas, analisadas e veementemente sugeridas ? Terá sido "pérolas a porcos" ? Não acredito ...

Saudações a todos

http://www.angelfire.com/pq/unica/europ ... _lopes.pdf
 

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Marauder

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« Responder #20 em: Abril 19, 2006, 01:16:46 pm »
Citação de: "C. E. Borges"
Com a intenção de partilhar por quem não conheça e possa interessar-se, encontrei no "site" que abaixo referencio o texto (pdf) de uma Conferência muito interessante, pronunciada pelo Professor Ernâni Lopes na Academia da Marinha em Outubro de 2003 e subordinada ao tema :
- «O Mar no futuro de Portugal. Uma abordagem estratégica».

Passaram entretanto quase três anos.
Como é que um cidadão-comum pode informar-se acerca do «andamento» das grandes linhas de orientação ali descritas, analisadas e veementemente sugeridas ? Terá sido "pérolas a porcos" ? Não acredito ...

Saudações a todos

http://www.angelfire.com/pq/unica/europ ... _lopes.pdf



Realmente um bom texto.

Mas quero salientar que nesses três anos que se passaram, as coisas não estão iguais...mas também não estão diferentes. Por exemplo, este ano a Refer completou a ligação ferroviária ao Porto de Aveiro, e a ligação ao Porto de Sines também está prevista ser terminada num futuro próximo. A construção naval também...militar para ser mais precisa está a sofrer um forte boost....esperemos é que não morra no fim, tal como em 1968..

 Falta é empresários portugueses "com eles no sítio" para apostar no sector marítimo....mas não...vai tudo para "atrás do bolo"....turismo..construção civil.....quando o bolo acabar e se decidirem virar para outros mercados aqui mesmo em Portugal...já não haverá espaço..."Olha tantos espanhóis!!!"...

  O governo também não ajuda muito, mas os sectores críticos a intervir pelo governo são tantos que a sua inactividade neste sector é aceite e tolerada pelos portugueses. Isso e o facto de não ser sector muito aliciante quando comparado com as novas tecnologias da informação etc..

  Penso que ao contrário do combate estúpido entre AgriculturaVsIndústria do Estado Novo (que só atrasou aquilo que já vinha tarde), penso que deve tentar SEMPRE criar ligações entre as novas tecnologias e todos os sectores da economia, continuando a apoiar todas......não se pode apostar tudo num cavalo chamado "Plano Tecnológico"..
 

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Marauder

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« Responder #21 em: Abril 19, 2006, 01:17:16 pm »
Citação de: "C. E. Borges"
Com a intenção de partilhar por quem não conheça e possa interessar-se, encontrei no "site" que abaixo referencio o texto (pdf) de uma Conferência muito interessante, pronunciada pelo Professor Ernâni Lopes na Academia da Marinha em Outubro de 2003 e subordinada ao tema :
- «O Mar no futuro de Portugal. Uma abordagem estratégica».

Passaram entretanto quase três anos.
Como é que um cidadão-comum pode informar-se acerca do «andamento» das grandes linhas de orientação ali descritas, analisadas e veementemente sugeridas ? Terá sido "pérolas a porcos" ? Não acredito ...

Saudações a todos

http://www.angelfire.com/pq/unica/europ ... _lopes.pdf



Realmente um bom texto.

Mas quero salientar que nesses três anos que se passaram, as coisas não estão iguais...mas também não estão diferentes. Por exemplo, este ano a Refer completou a ligação ferroviária ao Porto de Aveiro, e a ligação ao Porto de Sines também está prevista ser terminada num futuro próximo. A construção naval também...militar para ser mais preciso está a sofrer um forte boost....esperemos é que não morra no fim, tal como em 1968..

 Falta é empresários portugueses "com eles no sítio" para apostar no sector marítimo....mas não...vai tudo para "atrás do bolo"....turismo..construção civil.....quando o bolo acabar e se decidirem virar para outros mercados aqui mesmo em Portugal...já não haverá espaço..."Olha tantos espanhóis!!!"...

  O governo também não ajuda muito, mas os sectores críticos a intervir pelo governo são tantos que a sua inactividade neste sector é aceite e tolerada pelos portugueses. Isso e o facto de não ser sector muito aliciante quando comparado com as novas tecnologias da informação etc..

  Penso que ao contrário do combate estúpido entre AgriculturaVsIndústria do Estado Novo (que só atrasou aquilo que já vinha tarde), penso que deve tentar SEMPRE criar ligações entre as novas tecnologias e todos os sectores da economia, continuando a apoiar todas......não se pode apostar tudo num cavalo chamado "Plano Tecnológico"..
« Última modificação: Abril 19, 2006, 04:36:26 pm por Marauder »
 

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Luso

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« Responder #22 em: Abril 19, 2006, 03:48:07 pm »
As observações do marauder são interessantes e fazem sentido.
Todavia vejo que se fala demasiado em macroeconomia e quase nada em microeconomia.
Critica-se os empresários e certamente também há motivos para isso mas quantas empresas inovadoras ou de base tecnológica não surgem devido a problemas com o licenciamento industrial, falta de infraestruturas (por falta de interesse ou de dinheiro, já que esse foi estoirado em investimentos não produtivos), impedidmentos colocados pelos burocratas que querem ser mais papistas que o papa e técnicos que no fundo ambicionam ser advogados?
Há muitos assuntos mesquinhos que por isso mesmo não merecem ser discutidos pelas liminárias com responsabilidade porque... nunca tiveram de lidar com eles no dia-a-dia.
E são essas pedrinhas (esses calhaus) que atrapalham - e muito - a engrenagem.

Nas televisões e jornais só vemos os comentários e indignações de políticos e ex-políticos ou candidatos a tal, geralmente professores universitários que se limitam a debitar generalidades e a descrever grandes cenários abstractos. Raramente falam dos problemas do dia-a-dia que fazem a diferença. Só ouços alguns empresários (como o director/presidente da FRESITE, por exemplo), os que estão fora das organizações empresariais que não pretendem fazer muita mossa aos governos, que são muito directos na identificação dos problemas que afectam a nossa economia.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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antoninho

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« Responder #23 em: Abril 24, 2006, 05:25:44 pm »
Só agora li este dialogo e meus amigos isto resume-se a um breves palavras:

NÃO PERGUNTES O QUE O PAÍS PODE FAZER POR TI MAS SIM O QUE PODES FAZER POR ELE!- JFK

gostava de ver os nossos governantes a fazer tal apologia, de terem ao peito no estrangeiro o simbolo de portugal e quando muda um governo que a luta politica partidaria não fosse para lá levada,  pois ali só interessa o dever nacional, pois o que fazem é meter as ideias governamentais na gaveta do anterior governo e imporem as suas como se este país fosse um clube de futebol tem sido assim desde o 25 de abril de 74, não é o dito que está errado mas as atitudes de quem se serve da nação para impor as suas ambições pessoais, meter os amigos nos sectores chaves do estado, em italia onde chegou a estarem governos a ritmos alucinantes tal nunca foi feito e a economia italiana nunca sofreu o que a nossa sofre.
  ESTADO É ESTADO E NÃO CLUBE DE ELITES PESSOAIS UM POLITICO COM RESPONSABILIDADES TEM QUE SE LEMBRAR QUE O PRIMEIRO CARTÃO QUE RECEBEU FOI O DE CIDADÃO NACIONAL E NÃO O PARTIDÁRIO....ISTO É CIDADANIA...
 

 

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