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Qual a solução mais sensata?

Sou a favor da construção dos dois.
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Sou a favor apenas do TGV.
11 (8.1%)
Sou a favor apenas do aeroporto.
25 (18.4%)
Nenhum, há outras prioridades.
63 (46.3%)

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Votação encerrada: Julho 05, 2005, 08:14:28 pm

Aeroporto da Ota e TGV... prioridades?

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comanche

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« Responder #105 em: Março 27, 2007, 12:42:32 pm »
Professor do IST defende novo aeroporto a sul do Tejo


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O professor do Instituto Superior Técnico (IST), José Manuel Viegas, propôs na segunda-feira as zonas do Poceirão e de Faias como alternativas na margem sul do Tejo para a construção do novo aeroporto de Lisboa, projectado para a Ota.
José Manuel Viegas, que falou durante o programa televisivo «Prós e Contras» da RTP 1 sobre a construção do novo aeroporto de Lisboa na Ota, defendeu que a escolha do Poceirão ou de Faias tornaria a obra mais barata e com maior capacidade.

Viegas diz que os estudos preliminares que fez, em 15 dias, mostram que as duas localizações que propõe estão «fora dos corredores ambientais», minimizando o impacto ambiental da obra, e que têm espaço para que possa ser construída uma cidade aeroportuária.

«Não se pode construir uma cidade aeroportuária na Ota», afirmou.

Fernando Nunes da Silva e Luís Leite Pinto, também do IST, concordam com esta afirmação e sustentam que a Ota não tem capacidade para ali ser criada uma cidade aeroportuária.

Responsável pela coordenação dos estudos de impacto ambiental na Ota e em Rio Frio, Fernando Santana, contestou as localizações apontadas por Viegas, por se encontrarem a «três ou quatro quilómetros» da localização que já tinha sido rejeitada devido aos custos ambientais.

«É a mesma coisa que Rio Frio», afirmou Santana, acrescentando que se trata de um «contínuo ambiental», com as mesmas questões relacionadas com a existência de um «aquífero, proximidade dos estuários do Tejo e do Sado e com as rotas das aves migratórias».

No estudo preliminar, que a Lusa noticiou a 23 de Março, Viegas identifica quatro atributos favoráveis ao Poceirão e Faias.

A localização em terrenos de «orografia suave, sem restrições especiais de protecção ambiental e com reduzida presença de sobreiros»; estar «mais afastado» do que Rio Frio das zonas húmidas do Tejo e do Sado, o que diminui «riscos de interferência com a fauna avícola»; a proximidade ao traçado previsto para a linha de Alta Velocidade Ferroviária Lisboa - Madrid; e ser uma «localização favorável face ao sistema de auto-estradas existente».


Diário Digital / Lusa
 

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Lancero

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« Responder #106 em: Março 27, 2007, 12:48:51 pm »
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Ota: Força Aérea sai da Ota em 2010

Lisboa, 27 Mar (Lusa) - O centro de instrução da Força Aérea Portuguesa (FAP) vai deixar a Ota dentro de três anos, em 2010, ano em que está previsto o início das obras do novo aeroporto, e passar para a base de Ovar.

        Um porta-voz da FAP disse à Agência Lusa que a decisão de transferir as instalações do Centro de Formação Militar e Técnica para Ovar foi tomada, no início do mês, pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Luís Araújo.

        De acordo com o despacho do CEMFA, citado na edição de hoje do Jornal de Notícias, o general Luís Araújo argumenta com o facto de a localização do aeroporto ter sido "decidida em 2000 e corroborada pelo actual Governo".

        "O processo de transferência será longo e coincidirá com o início das obras na Ota do novo aeroporto", disse a mesma fonte.

        As obras do novo aeroporto internacional da Ota, orçamentado em três mil milhões de euros, estão programadas pelo Governo para arrancarem em 2010 e a inauguração poderá acontecer sete anos depois, em 2017.

        A mesma fonte explicou que "o que conta" para a Força Aérea é que a decisão está tomada pelo Executivo e não o debate e a polémica em torno da localização do novo aeroporto na Ota, que PSD, CDS-PP, técnicos e especialistas querem que seja repensada.

        Anualmente, passam pelo Centro de Formação Militar e Técnica da FAP mais de 1.500 militares, para receber formação técnica em várias áreas, desde controladores aéreos a técnicos de meteorologia e é lá que existem os simuladores de voo para os pilotos.

        A transferência do centro para Ovar implicará, segundo a mesma fonte, a adaptação do Aeródromo de Manobra nº 1, uma base NATO, às novas funções, provavelmente com a construção de novas instalações.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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ricardonunes

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« Responder #107 em: Março 27, 2007, 03:34:31 pm »












Diário Económico
Potius mori quam foedari
 

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ricardonunes

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« Responder #108 em: Abril 01, 2007, 05:03:02 pm »
Governo não aceita discutir novo aeroporto a sul do Tejo

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Para fazer face às dúvidas que se têm avolumado, no próprio PS, quanto à localização do novo aeroporto de Lisboa na Ota, o Acção Socialista - jornal oficial do partido, que é distribuído por todos os militantes - publicou ontem uma entrevista a Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas, para deixar bem vincada a mensagem de que este "é o tempo de agir e de construir o futuro aeroporto da Ota".

Paulo Campos é assertivo sobre a "acalorada discussão" - como é classificada pelo próprio jornal. "Até este preciso momento, que se saiba, não existe qualquer dado novo que justifique ou que nos aconselhe a reanalisar o que quer que seja, em relação à Ota". Ou seja, nem o estudo da Naer (recentemente divulgado), nem as opiniões dos técnicos que, nas últimas semanas, têm arrasado a localização, são argumentos suficientes.

A resposta surge, aliás, face às últimas declarações de João Cravinho, o ex-ministro socialista que decidiu a localização. Cravinho admitiu que, surgindo novos dados que coloquem em causa a viabilidade ou a segurança da Ota, se deve reanalisar a localização. Paulo Campos considera a posição "sensata" "Se houvesse aqui algum dado novo que de algum modo pusesse em causa algum dos valores que referiu [segurança ou viabilidade], nenhum Governo responsável o poderia ignorar". Simplesmente, segundo o Governo, não há.

A entrevista serve, aliás, para rebater todos os argumentos avançados pelos críticos nestas últimas semanas e para justificar que se lance "o concurso o mais rapidamente possível". Primeiro, o governante lembra que foram estudadas 15 localizações "e a Ota foi escolhida"; depois diz também que um novo atraso colocaria Portugal "definitivamente como um país periférico" face à Europa.

Mais ainda, Paulo Campos rebate o argumento da Naer de que a Ota se esgotará em breve prazo. "Em todo o mundo existem apenas oito aeroportos, repito, oito, com um tráfego superior a 50 milhões de passageiros", precisamente o previsto no projecto do Governo. "Todos eles com muito mais população que Portugal".

Algumas linhas depois, vem a crítica final. "Ninguém seriamente pode defender a localização do novo aeroporto a sul do Tejo". A razão é "ambiental". "Todos os estudos de que dispomos apontam para a construção do novo aeroporto a Norte do estuário do Tejo. As razões [ambientais] foram as mais determinantes para que não se tivesse apostado quer em Rio Frio, quer noutra qualquer das áreas envolventes". Uma mensagem que contradiz a ex-ministra do Ambiente de Guterres, Elisa Ferreira, que negou ontem que as questões ambientais tivessem vetado Rio Frio (ver caixa), apontando antes uma "decisão política".

A fechar a página, que chegará às caixas de correio socialistas amanhã, dia da conferência do PSD para discutir a nova localização, um deputado do PS, Nelson Baltazar, sublinha a pressa do PS "O tempo da escolha já passou há quatro anos. Estudar nova localização atrasa o novo aeroporto em mais três anos".

JN
Potius mori quam foedari
 

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tenente

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« Responder #109 em: Abril 13, 2007, 02:03:05 pm »
Boas P44,

Concordo em absoluto mas neste País  " temos " de ter obras em muito grande estilo para se puder desviar mais um pouquito.

Trabalho no ALS já há alguns anitos, quase 20, e já na década de 80 e/ou 90 se devia ter impedido a construção em redor deste aeroporto preparando assim o caminho para uma ampliação. Claro como nada foi feito nesse sentido, pois temos sido governados por muito bons técnicos, agora temos esse problema por resolver com a agravante que nesta área qualquer erro cometido se paga muito caro !!!
Estas cabeçinhas pensadoras que se lembrem do que aconteceu com o novo aeroporto de Monteral no Canadá, depois de feito operou durante quatro anos, pois a distância era tal, da cidade cerca de 50 K's que pura e simplesmente o tráfego baixou para níveis que não se justificava a operação deste segundo aeroporto. :roll:

Abraços/Ten

Citação de: "P44"
claro claro, e o Mário Lino não puxa nada á sardinha "dele" (e dos amigos...)

Para já Rio Frio conta com muitas mais acessilbidades do que a Ota, é uma zona de terreno plana ao contrário da Ota onde terão de ser movimentados milhões de metros cúbicos de terreno para aplainar o "pantano"

Não fica na conchichina como a Ota, está já servida por 2 AutoEstradas, a A2 e a A12, seria fácil acrescentar um ramal ao comboio da Fertagus, etc

Mas como nem vale a pena discutir, que este governo é o quero,posso e mando, lá iremos nós dormir de véspera para a Ota para apanhar um vôo que saia de manhã cedo.... :roll:
 

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TOMKAT

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« Responder #110 em: Abril 19, 2007, 01:32:59 pm »
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Governo fará segundo aeroporto antes da Ota

O Governo está a equacionar o investimento numa solução provisória que compense o esgotamento de capacidade da Portela, mesmo antes de a Ota entrar em funcionamento, caso o aumento da procura do actual aeroporto assim o justifique.

O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, em declarações ao "Diário Económico" afirmou que se "a Portela esgotar em 2014 ou 2015 pode ter que se arranjar uma solução provisória, ainda que dispendiosa, mesmo depois de realizado o investimento de 350 milhões de euros", em curso, para a expansão da capacidade da Portela.

Segundo o "DE", esta solução tem de se basear em estudos que confirmem o esgotamento da capacidade da Portela antes da data de inauguração da Ota, prevista para 2017, mas que Mário Lino gostaria de ver antecipada para 2016 ou 2015. Segundo Mário Lino, esta alternativa passaria, por exemplo, por "usar uma base aérea qualquer", acrescentou.

A optar por uma base aérea provisória na Grande Lisboa para superar os constrangimentos da Portela, as alternativas mais faladas são Montijo ou Alverca. A consequência desta opção é que o investimento de 350 milhões de euros em curso na Portela – além de ser desmantelado após 2017 – poderá não ser suficiente para combater a subida do número dos passageiros, obrigando a novo e avultado investimento público.  

Fora de questão está também uma outra localização para o novo aeroporto, mas Mário Lino adianta que "se aparecer uma coisa [alternativa] perfeita, perfeita, terei de olhar para ela".

http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&SqlPage=Content_Economia&CpContentId=294375


Espantosa a facilidade com que esta classe política dirigente se presta a desbaratar milhões dos contribuintes em obras sem futuro.

Qual será o tacho alternativo que espera este ministro depois de deixar as funções (des)governativas?

Citando o próprio... "se aparecer uma coisa [alternativa] perfeita, perfeita, terei de olhar para ela".
IMPROVISAR, LUSITANA PAIXÃO.....
ALEA JACTA EST.....
«O meu ideal político é a democracia, para que cada homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado»... Albert Einstein
 

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comanche

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« Responder #111 em: Abril 23, 2007, 02:14:27 pm »
Depois da Ota virá outro


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Antes da Ota ser escolhida, os especialistas já criticavam a opção. Debateram o tema mas não foram ouvidos. Dizem que a «margem sul é a melhor opção» e pedem ao Governo para «guardar terrenos»
 
MAIS:
  Ota: aqui só «mexe» o Governo

Sabia que as primeiras vozes contra a Ota ouviram-se antes desta ser eleita para receber o Novo Aeroporto de Lisboa (NAL)? E sabia também que diversos especialistas já alertaram o executivo, se avançarem as obras na Ota, para a necessidade de «reservar terrenos» para outro futuro NAL, perante o curto período de tempo de vida que este terá?

Uma edição especial da revista FER XXI - sobre transportes - totalmente dedicada à Ota, foi entregue esta semana aos grupos parlamentares da Assembleia da República. Este número reúne uma compilação de vários encontros de especialista e as suas conclusões.

O Portugaldiário teve acesso à edição e descobriu, por exemplo, que um engenheiro ligado ao Partido Socialista enviou uma carta ao primeiro-ministro em 1999, António Guterres, avisando que «a escolha da Ota era uma decisão em absoluto errada, altamente gravosa para o país, o que com o tempo se tornará cada vez mais evidente». A missiva de António Brotas, professor jubilado do Departamento de Física do Técnico, começava com «Caro António Guterres».

Capacidade de expansão

O PortugalDiário deixa-lhe aqui algumas excertos da revista.

Costa Lobo, professor no Instituto Superior Técnico (IST) considera essencial num «aeroporto competitivo, funcional e tecnologicamente moderno (¿) um sistema interfaces entre os principais meios de circulação e transportes: aéreos, marítimos e terrestres».

António Brotas, professor no IST, organizou três encontros de técnicos quando foi anunciado que o NAL ficaria na Ota ou em Rio Frio (1998 e 99). Porque foi o seu impacto nulo na decisão política? «Porque nenhum deputado assistiu aos encontros e a imprensa praticamente não falou neles» concluiu.

Este professor lembra que foram surgindo «novos inconvenientes da localização Ota: problemas de navegabilidade aérea, alagamento de terrenos, consolidação de solos argilosos, difíceis acessos e problemas ambientais».

José Manuel Viegas, catedrático de Transportes, considera que a apresentação feita pelo Governo em 2005 indicava debilidades, destacando «a operação simultânea das duas pistas com limitações» e a incapacidade de «expansão além de duas pistas previstas». Este professor lembra ainda os problemas de «nevoeiro» que podem limitar o número de aterragens e descolagens por hora.

O TGV

Fernando Nunes da Silva, docente no IST, alerta para os elevados custos da obra na Ota, lembra que a ligação Lisboa-Madrid - TGV - vai passar pela margem sul do Tejo. E ainda que o Governo vai construir uma grande plataforma logística no Poceirão com ligações aos portos de Lisboa, Sines e Setúbal.

Jorge Paulino Pereira, consultor e professor no IST, considera «escasso» o tempo de vida do aeroporto na Ota. Para a pista militar da base da Ota estão assinaladas as seguintes obstruções: «a serra de Montejunto, o Monte Redondo, uma chaminé no Carregado e uma antena em Castanheira do Ribatejo». Obstáculos válidos para o futuro aeroporto.

Margem Sul mais favorável

A revista FER XXI dedica a edição de Abril ao Novo Aeroporto de Lisboa, esta publicação propriedade da Associação Portuguesa para o Transporte Ferroviário (ADFER), compilou o resultado de três encontros de especialistas realizados em Maio de 2006.

Nenhum dos convidados defendeu a localização Ota para receber o novo aeroporto e todos consideraram a margem sul como «mais favorável» em todos os debates. Apesar dos oradores reconheceram a necessidade de um novo aeroporto. Tiveram presentes oradores contra e a favor da Ota. A ANA e a NAER, apesar de convidadas nunca se fizeram representar.

Como conclusão dos encontros os técnicos recomendam a «criação de uma zona de reserva para infra-estruturas aeronáuticas e logísticas na península de Setúbal». A Ota terá uma vida curta, e se o projecto avançar, é preciso pensar o futuro e guardar espaço para outro aeroporto depois da Ota esgotar «ao fim de 25/30 anos».



http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=800600&div_id=291
 

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P44

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« Responder #112 em: Maio 25, 2007, 11:39:17 am »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Luso

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« Responder #113 em: Maio 25, 2007, 11:56:49 am »
Citar
Sou apenas mais um CAMELO, no Deserto da Margem Sul...


Um momento de introspecção, P44? :wink:

Mas parece que as coisas por aí são mais divertidas...

http://www.youtube.com/watch?v=ld2DMsyy0go

Hummmmmm... Shai-Hulud!
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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P44

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« Responder #114 em: Maio 25, 2007, 12:10:13 pm »
:twisted:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Miguel

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« Responder #115 em: Maio 25, 2007, 02:00:36 pm »
Citação de: "P44"
:twisted: nem queiras saber , quando a Jihad começar!!!

Primeiro dinamitaremos as pontes, seguindo os mandamentos do Sheik Al-Meihda Sa-Hantus..... :lol:
 

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Rui Conceicao

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« Responder #116 em: Maio 25, 2007, 06:45:40 pm »
Será que o ministro disse isso por causa da feira islamica aqui em Mértola? :oops:
Hoje dia 12 de Junho de 2006, dois F 18 Espanhois
faziam exercicios sobre territorio Portugues(concelho de Mértola, entre 8am e 9am)
 

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Yosy

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« Responder #117 em: Maio 25, 2007, 07:31:53 pm »
Citação de: "P44"
:twisted: nem queiras saber , quando a Jihad começar!!!

Primeiro dinamitaremos as pontes, seguindo os mandamentos do Sheik Al-Meihda Sa-Hantus..... :lol:
 

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JLRC

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« Responder #118 em: Maio 25, 2007, 10:33:12 pm »
Citação de: "Yosy"
Citação de: "P44"
:twisted: nem queiras saber , quando a Jihad começar!!!

Primeiro dinamitaremos as pontes, seguindo os mandamentos do Sheik Al-Meihda Sa-Hantus..... :lol:


Eu também quero ir :lol:
 

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papatango

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« Responder #119 em: Maio 25, 2007, 11:22:11 pm »
Onde é que a gente dá o nome :mrgreen: ?
 

 

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