NATO diz que Portugal não precisa de submarinos

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emarques

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NATO diz que Portugal não precisa de submarinos
« em: Março 06, 2004, 11:59:29 pm »
Não sei muito mais sobre o assunto, mas foi algo que ouvi no Jornal 2 desta noite.

Falaram dos Albacora, e de que quando o último navio da classe for abatido ao serviço será o submarino mais antigo do planeta, com a idade de 42 anos. Entrevistaram um espanhol que dizia que os Daphné deles eram religiosamente abatidos quando completavam 30 anos por razões de segurança. Depois entrevistaram um oficial da Armada que defendeu que as condições de segurança seriam sempre respeitadas, mas que enquanto o navio fosse seguro continuavam a usá-lo.

Depois um almirante comentou a notícia de a NATO dizer que Portugal não precisa de submarinos. Segundo ele, em primeiro lugar Portugal não tem submarinos só para agradar à NATO (ele não disse isto exactamente por estas palavras, mas...). Depois, atribuiu a verdadeira razão do comunicado às necessidades da NATO de ter uma relação de forças fiável, e como Portugal já anda a dançar o vira dos submarinos há 12 anos (outra expressão que não foi usada, claro) os comandos da NATO decidiram dizer a Portugal que se não quer ter submarinos que não tenha, mas que faça qualquer coisa.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Pedro Monteiro

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Re: NATO diz que Portugal não precisa de submarinos
« Responder #1 em: Março 07, 2004, 12:29:41 pm »
Vi a entrevista, uma excelente entrevista a um dos militares mais sérios e respeitados que a Armada já teve. Aliás, o mesmo já tinha dado uma excelente entrevista ao simpático programa Por Outro Lado do mesmo canal. O que o Alm. Vieira Matias - antigo CEMA - disse foi que o atraso exagerado por parte de Portugal e as promessas vazias levaram a uma describilidade perante a NATO, não da arma submarina em si, mas das promessas feitas pela classe política. Assim, passaram a não contar com tal componente. Ainda assim, devo referir que se espera já para Março a assinatura do contracto, o que seria no mínimo incoerente, quase uma triste coincidência... ou talvez não...   :roll:
Contudo, refira-se que faz parte da NATO a França, que ficou bastante afectada - economicamente não, claro (se bem que um país da NATO a operar o Scorpéne da DCNI, seja publicidade sem preço  :wink:) com a não escolha do seu produto, pelo que não seria supreendente vê-la a boicotar a compra do produto alemão. No entanto, é apenas uma especulação, se bem que não seja improvável que haja na NATO um lobby contra essa aquisição. Basta, aliás, lembrar que o Secretário-Geral é holandês, tal como um dos submarinos que saiu derrotado de uma das fases do concurso.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro


Citação de: "emarques"
Não sei muito mais sobre o assunto, mas foi algo que ouvi no Jornal 2 desta noite.

Falaram dos Albacora, e de que quando o último navio da classe for abatido ao serviço será o submarino mais antigo do planeta, com a idade de 42 anos. Entrevistaram um espanhol que dizia que os Daphné deles eram religiosamente abatidos quando completavam 30 anos por razões de segurança. Depois entrevistaram um oficial da Armada que defendeu que as condições de segurança seriam sempre respeitadas, mas que enquanto o navio fosse seguro continuavam a usá-lo.

Depois um almirante comentou a notícia de a NATO dizer que Portugal não precisa de submarinos. Segundo ele, em primeiro lugar Portugal não tem submarinos só para agradar à NATO (ele não disse isto exactamente por estas palavras, mas...). Depois, atribuiu a verdadeira razão do comunicado às necessidades da NATO de ter uma relação de forças fiável, e como Portugal já anda a dançar o vira dos submarinos há 12 anos (outra expressão que não foi usada, claro) os comandos da NATO decidiram dizer a Portugal que se não quer ter submarinos que não tenha, mas que faça qualquer coisa.
 

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filcharana

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Re:
« Responder #2 em: Março 08, 2004, 03:00:23 am »
A França faz parte da Aliança Atlântica, não da NATO propriamente dita.

Tirando este pequeno reparo concordo 100% com o Pedro Monteiro: isto é mais uma tentativa francesa para destabilizar, tanto lá fora como cá dentro..... e no estado em que as coisas estão até nem é muito difícil de o conseguir!
Quer dizer, já andamos há 12 anos para comprar submarinos mas tinha que ser agora, que estamos a poucas semanas do contrato de aquisição dos mesmos, que a NATO se iria preocupar com a situação !!!!! Pois pois........


Cumptos
 

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Pedro Monteiro

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Re:
« Responder #3 em: Março 08, 2004, 04:41:15 pm »
Citação de: "filcharana"
A França faz parte da Aliança Atlântica, não da NATO propriamente dita.


--> Ao que sei, a França não faz parte da estrutura militar da NATO por opção própria, contribuindo, contudo, com fundos. A paga por esta decisão: o comando passou de Paris para Bruxelas.
Um caso interessante, diga-se.  :roll:
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
 

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Ricardo Nunes

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« Responder #4 em: Março 08, 2004, 05:05:36 pm »
A França "retirou-se" consequência da condenação por parte dos EUA e outros países membros da NATO da sua guerra colonial na Argélia.
Ricardo Nunes
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Pedro Monteiro

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« Responder #5 em: Março 08, 2004, 10:01:14 pm »
Citação de: "Ricardo Nunes"
A França "retirou-se" consequência da condenação por parte dos EUA e outros países membros da NATO da sua guerra colonial na Argélia.


Obrigado pelo esclarecimento, Ricardo!
Um abraço,
Pedro Monteiro
 

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Ricardo Nunes

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Nato considera compra de submarinos inútil
« Responder #6 em: Abril 21, 2004, 02:45:24 pm »
Citar
NATO considera compra de submarinos um desperdício

A NATO considerou um desperdício o investimento de centenas de milhões de euros gastos na compra de novos submarinos para a Armada portuguesa, adianta a edição desta quarta-feira do Diário de Notícias.

A posição da NATO acompanhou a recusa de um pedido da Marinha portuguesa para que a organização apoiasse o programa de compra destes equipamentos, que será assinado esta quarta-feira, e que envolve cerca de 770 milhões de euros.
Em comunicado, a NATO deu a conhecer que não ajudará o País nesta questão, considerando que «Portugal tem pouco dinheiro e o pouco que tem será desperdiçado na compra de submarinos».

Segundo fontes da NATO, a Marinha pretendia obter apoio para ultrapassar as reservas da opinião pública, fortemente atingida pela política praticada pelo actual Governo.

Deste modo, aquele organismo aconselhou Portugal a reorientar os milhões de euros que vão ser gastos nos submarinos para outros equipamentos e sistemas de armas ligados a outras capacidades navais.

21-04-2004 8:32:55

A notícia do DN:


Citar
Marinha pediu à NATO para apoiar submarinos
MANUEL CARLOS FREIRE
A NATO considerou um desperdício o investimento de centenas de milhões de euros na compra de submarinos novos para a Armada portuguesa, revelaram ao DN fontes aliadas.

A posição da NATO acompanhou a recusa, em Novembro passado, de um pedido da Marinha portuguesa para que a organização aliada apoiasse e justificasse a existência daquele programa - que é assinado hoje e vai custar apenas 770 milhões de euros - com as suas necessidades operacionais, adiantaram as fontes.

"Portugal tem pouco dinheiro e o pouco que tem será desperdiçado na compra de submarinos, tendo--nos pedido que justificásemos tal opção. Não o faremos", escreveu a NATO num dos documentos classificados acerca dessa matéria e citado pelas fontes.

A Marinha, de acordo com as fontes, pretendia obter - de uma forma que, no mínimo, deve ter suscitado grande preplexidade numa organização com a cultura, responsabilidades e procedimentos da NATO - apoio para ultrapassar as reservas da opinião pública, fortemente atingida pela necessária política de austeridade do Governo PSD/PP.

Embora mantendo o programa de submarinos na sua lista de necessidades operacionais, a NATO reduziu acentuadamente a prioridade da sua concretização face à importância de outras missões decorrentes do actual contexto geoestratégico. Nesse sentido, a Aliança aconselhou Portugal a reorientar os milhões dos submarinos para outros equipamentos e sistemas de armas ligados a outras capacidades navais - que vão desde a projecção de forças (necessárias às operações de paz, por exemplo) ao controlo do mar em águas oceânicas e costeiras ou à fiscalização.

A título de exemplo, a NATO assinalou que a Marinha apenas pode satisfazer actualmente três dos 19 compromissos com forças navais que a NATO espera de Portugal, observaram as fontes. Um desequilíbrio que levou a Aliança a classificar a Armada portuguesa de forma particularmente negativa, enfatizaram as fontes.

Por isso, os responsáveis da NATO foram alertando Portugal para a necessidade de aplicar aquelas centenas de milhões de euros noutros programas de reequipamento nacional mais necessários à actividade operacional da Marinha e de que a Aliança precisa, referiram as fontes aliadas.

Responsáveis da NATO e de Portugal estiveram reunidos em Novembro passado, no quadro das consultas destinadas à revisão das propostas de forças militares dos países aliados para 2004.

MARINHA A Armada condicionou nos últimos anos o seu reequipamento - nomeadamente a aquisição do navio polivalente logístico, que foi integrado nas contrapartidas a dar pelo fabricante dos submarinos - à manutenção da capacidade submarina.

O facto de outros países costeiros europeus estarem a adquirir submarinos e de Portugal ter uma enorme zona económica exclusiva a proteger foram duas das razões que levaram o Governo português a assumir a opção de compra dos novos aparelhos alemães.

Ricardo Nunes
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« Responder #7 em: Abril 21, 2004, 04:28:29 pm »
Não sei se é dinheiro mal gasto ou não, nem se é mau negócio para o Estado Português, nem se há outras prioridades (quanto a isto há outro pessoal neste fórum mais habilitado para responder a estas questões), mas fico fulo é que estas notícias surgem precisamente no dia da assinatura do contrato com o consórcio alemão GSC. Porque é que as discussões não se fazem antes das decisões, porque é que a NATO não fala antes, ou se já falou, porque é que as notícias só aparecem agora? Fico doente com esta porcaria... :crit:
"If you don't have losses, you're not doing enough" - Rear Admiral Richard K. Turner
 

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Ricardo Nunes

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« Responder #8 em: Abril 24, 2004, 11:41:27 pm »
Afinal de contas tal notícia não é totalmente verdadeira.

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Cada país é livre de comprar submarinos», diz NATO
23-04-2004 11:57
Carmo Só


Mas a Marinha portuguesa acusou movimentações para Portugal não ter este equipamento. Aliança Atlântica poderá querer privilegiar o ramo da Força Aérea

«A NATO não pode interferir nos assuntos internos da defesa de cada país». Foi desta forma que o comando da organização, em Bruxelas, reagiu às notícias que dão conta de alegadas críticas da Aliança Atlântica à compra dos submarinos, como um desperdício de um país com poucos recursos financeiros como Portugal.

Fonte oficial do comando da NATO em Bruxelas adiantou, ao PortugalDiário, que «não há nenhum parecer ou documento oficial que demonstre quaisquer reservas da NATO à compra dos submarinos ou de qualquer material por parte dos 26 países membros».

A notícia avançada quinta-feira pelo Diário de Notícias, que citava fontes anónimas e indicava as reservas da NATO sobre a compra dos submarinos, foi desmentida ao PortugalDiário por fontes oficiais da organização que asseguram não existir qualquer documento que indique tais posições.

«É da competência de cada país tomar as decisões necessárias para as suas Forças Armadas», explicou Jorge Soares, porta-voz em Bruxelas.

A posição oficial da NATO vai assim ao encontro das declarações do almirante Mendes Cabeçadas, chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas que, na passada quarta-feira, afirmava que «Portugal não é a NATO. A NATO não é um país, é um conjunto de países e Portugal tem o direito e o dever de definir as suas próprias prioridades».

No entanto, esta posição agora divulgada contraria as declarações proferidas pelo chefe de Estado-Maior da Armada, Vidal Abreu que, em entrevista à RTP, adiantava que «a NATO defende que Portugal não precisa de submarinos».

O PortugalDiário sabe que, com aquelas palavras, Vidal Abreu quis apontar o dedo à existência de movimentações internas na NATO, por parte dos grandes países, que pretendiam pressionar os países com menos recursos a investir numa só força militar e a não dispersar capacidades.

De acordo com as informações recolhidas pelo PortugalDiário, a NATO estaria assim interessada em fazer com que Portugal apostasse mais na Força Aérea, o que beneficiaria a Aliança Atlântica e deixaria Portugal mais enfraquecido nos ramos da Marinha e Exército.

Estes movimentos internos na NATO têm como pano de fundo as pressões de países com indústrias militares mais desenvolvidas exercidas sobre países que precisam e querem comprar material militar.

A aquisição de dois novos submarinos para a Marinha portuguesa, no valor de 770 milhões de euros, foi justificada pelo Governo português como sendo uma «decisão soberana» de cada país.

Durão Barroso lembrou que tanto a Espanha como a Dinamarca estão coincidentemente em fase de aquisição de submarinos, salientando que «Portugal é que define as suas propriedades estratégicas e como nação marítima que é deve ter capacidade submarina».

Também o ministro da Defesa, Paulo Portas, sublinhou que se trata de uma «decisão de soberania», aproveitando para recordar que «todos os países europeus estão a renovar a sua capacidade submarina».

A aquisição de dois novos submarinos implicará para Portugal um encargo de 770 milhões de euros, valor que fica abaixo dos 840 milhões previstos na Lei de Programação Militar. Portugal só terá novos submarinos em 2009.
Ricardo Nunes
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Guilherme

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« Responder #9 em: Abril 25, 2004, 12:49:02 am »
Eu acho até que 2 submarinos é pouco, dado os territórios que Portugal possui no Atlântico. Deveria ter 4, no mínimo.
 

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Rui Elias

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« Responder #10 em: Abril 26, 2004, 02:53:00 pm »
Guilherme: parece que concordamos nisso.

Os 2 submarinos, por muito bons que sejam não servem para nada dada a extenção das nossas águas territoriais.

Parece que servem apenas para fazer o frete ao lobbie da Marinha que não quer perder (se calhar com razão) a escola de submarinos que já é bem antiga (tal como os actuais submarinos :lol:  :lol: )

Mas agora é tarde...
 

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Rui Elias

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« Responder #11 em: Abril 26, 2004, 02:58:07 pm »
Sempre é verdade que os fornecedores dos dois submarinos nos irão emprestar dois aparelhos para que os Albacora possam ser abatidos, e enquanto aguardamos a entrega dos novos?

Se for, seria bom que o fornecedor, depois de nos entregar os novos aparelhos se "esquecesse" cá dos que nos havia emprestado :wink:

Assim, passaríamos a ter 4 submarinos, o que já não seria mau, e viria ao encontro que eu sempre preconizei.
 

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foxtrot

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2 ou nenhum?
« Responder #12 em: Abril 26, 2004, 05:19:09 pm »
Caro Rui Elias

Concordo consigo quando diz que dois submarinos não são suficientes dada a dimensão das nossas águas territoriais. Agora há que distinguir as coisas, 2 submarinos é pouco, mas mais vale termos 2 que nenhum. A existência de capacidade submarina é absolutamente essencial, pois proporciona uma capacidade dissuasora muito significativa.  :wink:

Cumptos
 

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emarques

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« Responder #13 em: Abril 26, 2004, 05:27:53 pm »
Uma vez vi um oficial da marinha a defender os submarinos com uma lógica muito interessante. Uma vez que a escola de submarinos portuguesa é bem considerada, é frequente que outras marinhas da NATO peçam a ajuda de Portugal para exercícios de luta anti-submarina. (incluindo certos membros que não têm submarinos convencionais) Muito do treino que as unidades de superfície portuguesas recebem seriam como forma de "pagamento" por essa ajuda prestada.

Segundo esta teoria, a manutenção da capacidade submarina é essencial para a manutenção das capacidade operacionais dos restantes meios da armada.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Spectral

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« Responder #14 em: Abril 26, 2004, 09:06:26 pm »
Citar
Sempre é verdade que os fornecedores dos dois submarinos nos irão emprestar dois aparelhos para que os Albacora possam ser abatidos, e enquanto aguardamos a entrega dos novos?

Se for, seria bom que o fornecedor, depois de nos entregar os novos aparelhos se "esquecesse" cá dos que nos havia emprestado  

Assim, passaríamos a ter 4 submarinos, o que já não seria mau, e viria ao encontro que eu sempre preconizei.


Parece que esse plano foi abandonado, e a Marinha vai avançar para uma remodelação parcial de um dos submarinos ( apenas para mantê-lo em condições de navegar), de modo a manter a capacidde submarina até lá.
I hope that you accept Nature as It is - absurd.

R.P. Feynman
 

 

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