Northrop F-5 Tiger II (F-5EM)

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J.Ricardo

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Northrop F-5 Tiger II (F-5EM) Novo
« em: Dezembro 30, 2004, 01:40:09 pm »
Novidades sobre o programa de modernização dos caçcas F-5 Tiger II do Brasil.
 
http://www.defesanet.com.br/fx/f5br/

Só tenho medo deles se empolgarem muito e desistirem do programa F-x (se já não desisitiram) e colocarem definitivamente os F-5 para substituirem os M-III!
« Última modificação: Junho 25, 2019, 09:29:28 pm por Vitor Santos »
 

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papatango

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« Responder #1 em: Dezembro 30, 2004, 10:00:00 pm »
Eu acho que a substituição do Mirage-III pelo F-5 BR será um facto consumado.

Aliás, entre F-5BR e Mirage-III, qual é o melhor?

Não é uma questão de opção, é uma questão de necessidade. O F5BR é o mais sofisticado avião Brasileiro.

Outra coisa é não fazer a substituição de forma oficial, para não dar a impressão de que o F-5 pode, de alguma forma substituir o Mirage.

Mas se para o ano de 2005, houvesse necessidade, entre Mirage-III e F-5BR, qual o Brasil utilizaria preferencialmente?

Cumprimentos
 

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J.Ricardo

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(sem assunto)
« Responder #2 em: Janeiro 03, 2005, 01:16:04 pm »
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Mas se para o ano de 2005, houvesse necessidade, entre Mirage-III e F-5BR, qual o Brasil utilizaria preferencialmente?


A questão que proponho não é imediata e sim futura, em 2005 e nos próximos anos é mais que correta a utilização dos F5-BR, mas meu "medo" é que essa substituição seja definitiva, pois a desculpa e até já prevejo qual seja: "Utilizaremos os F5-Br até que termine sua vida útil e assim substituiremos todos os aviões de uma só vez, ao invéz de comprar uma parte para subsituir os MIII agora e outra para substituir os F5-BR e AMX daqui 15 anos!"
 

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Paisano

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« Responder #3 em: Janeiro 03, 2005, 06:03:04 pm »
Novo F-5BR é o caça que vai defender espaço aéreo*

Fonte: www.defesanet.com.br

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O caça supersônico que vai defender o espaço aéreo brasileiro, em substituição aos Mirage IIIE que foram desativados no dia 31, é o novo F-5BR, versão avançada do velho F-5E americano modernizada pela Embraer. Não é a solução definitiva para a concorrência FX, destinada a escolher 12 aviões de alta tecnologia para a elite da aviação militar do País.

Especialistas da área técnica do Comando da Aeronáutica entendem que a alocação do F-5BR "é apenas lógica: ele fará o trabalho temporariamente, sob certas restrições, sim, mas ainda assim fará o que é necessário". A licitação, resultado de estudo iniciado há 10 anos, teve cinco concorrentes internacionais. Em outubro de 2003 as propostas foram atualizadas. Há dois dias - à meia-noite de sexta-feira - perderam a validade, sem que nenhuma decisão fosse tomada.

Assessores da Presidência consideram a questão protocolar. "Basta o governo revelar interesse e todo mundo volta a negociar", afirma um dos articuladores do presidente Lula.

A FAB opera o F-5 desde 1974 e contratou por US$ 420 milhões a revitalização de toda a frota de 46 jatos. As primeiras 18 unidades serão entregues este ano. Dois protótipos já saíram da linha de montagem na fábrica da Embraer de Gavião Peixoto, na região de Araraquara. O modelo original foi produzido nos Estados Unidos pela Northrop Corporation até meados dos anos 80.

O F-5BR Tigre será um reserva temporário, para atuar no trabalho de superioridade aérea até que o governo compre novos caças de alto desempenho. No projeto da Embraer para o supersônico, que pode voar a 2.100 km/hora, o novo radar Grifo F, italiano, é destaque: detecta quatro alvos independentes a longa distância, prioriza dois pelo grau de ameaça e realiza os procedimentos de disparo de mísseis. O data link permite a integração com toda a frota de combate, grandes aviões de alerta avançado e a linha de comando da FAB. O F-5BR lança bombas inteligentes, guiadas por laser, e mísseis de alcance além do horizonte visual. Tem um canhão de 20mm. A carga de ataque é de 3,8 toneladas.

Cheetah E Falcon

Há outras opções em avaliação fora do contexto da FX. O Ministério da Defesa estaria estudando a possibilidade de comprar, por US$ 2 milhões a peça, caças sul-africanos Cheetah usados. Produzidos na África do Sul pelo grupo Denel Aerospace, esses supersônicos são reconfigurações do Mirage IIIE francês, equipados com a turbina do modelo Mirage F-1, de concepção mais recente embora da mesma geração tecnológica. Bem recebido há 10 anos o Cheetah foi superado pelo tempo. A força aérea sul-africana relaciona só 16 unidades em sua frota de combate e espera a troca por caças mais novos.

Os americanos da Lockheed-Martin (cuja proposta com a série 50/52 do F-16 na disputa FX esbarrou no veto da Casa Branca à transferência de tecnologia) trabalham com a oferta de jatos usados. A proposta envolveria um número em aberto de aviões F-16A Falcon da série 10, fabricados há 25 anos. Desmobilizados na Holanda e talvez nos EUA, sairiam a US$ 5 milhões cada. O pacote de atualização incluiria boa parte da eletrônica dos modelos 50/52. A atualização seria feita no Brasil.

* Roberto Godoy
As pessoas te pesam? Não as carregue nos ombros. Leva-as no coração. (Dom Hélder Câmara)
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Volta Redonda
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J.Ricardo

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« Responder #4 em: Janeiro 19, 2005, 12:28:39 pm »
FAB testa em segredo caça F-5 Tigre

Desde o final de dezembro, novo avião de combate da Força Aérea
faz vôos de estréia no pólo aeroespacial da Embraer


Roberto Godoy



Terminaram as dúvidas e os temores do agricultor Carlito Gino. Os trovões em manhãs de sol, às vezes também nas tardes sem nuvens, que nesses últimos dias preocupavam o plantador de cana roxa no município de Gavião Peixoto, a 300 quilômetros ao norte de São Paulo, têm sido provocados pelos vôos de estréia do mais novo avião de combate da Força Aérea Brasileira (FAB). Preocupado, Gino foi à Prefeitura pedir informações sobre os estrondos.

Os testes do primeiro caça supersônico F-5BR Tigre de série, versão de ataque, foram iniciados em regime de grande segredo em 29 de dezembro de 2004, no espaço aéreo protegido da área de testes da fábrica que a Embraer construiu nos arredores da cidade e inaugurou em junho de 2002.

Há dois dias, o jato de matrícula FAB-4856 realizou, sem imprevistos, os ensaios em condições operacionais plenas - como se estivesse pronto para entrar em ação.

O Comando da Aeronáutica contratou junto à Embraer a modernização tecnológica da toda a frota de 46 caças F-5E da FAB. Por aproximadamente US$ 420 milhões, os jatos, comprados em lotes diversos a partir de 1973, vão passar por um extenso programa de modernização.

A empresa brasileira tem a Elbit israelense como parceira nesse empreendimento. O F-5BR monoposto (para um só piloto) é a terceira unidade concluída. Antes dela foram entregues dois protótipos de pré-série. Até dezembro, a FAB terá recebido 18 caças.

O Tigre será empregado temporariamente nas missões de defesa aérea, em substituição aos velhos MirageIIIE/Br que serão desativados no dia 31 de dezembro.

O F-5BR voa a 2 mil km/ hora e pode ser reabastecido em vôo. O radar Grifo monitora 4 alvos e planeja o disparo de mísseis contra 2 deles. Lança bombas inteligentes e mísseis com alcance além do horizonte. O peso total das cargas externas é de 3,8 toneladas. Tem um canhão de 20 mm.
 

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« Última modificação: Abril 19, 2019, 09:22:09 pm por HSMW »
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