Substituição dos Allouette III

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Lightning

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #780 em: Janeiro 29, 2019, 02:31:34 pm »
Faz parte do upgrade standard das M. Mas como optámos pelo pacote do Lidl, nem capacidade para helis médios, nem Sea Watcher 100 e ESSM só os suficientes para meia fragata. Parece a guerra do Solnado.

Das M eu sei, mas e as Vasco da Gama? Ficam sem helicóptero?

Onde eu quero chegar é saber se as Vasco da Gama podem operar esses helis, porque senão temos sempre que ter helis mais ligeiros para operar de lá, para não perdemos capacidades nesses navios.
« Última modificação: Janeiro 29, 2019, 02:35:26 pm por Lightning »
 

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NVF

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #781 em: Janeiro 29, 2019, 04:15:06 pm »
Isso já foi discutido por aqui. Assim de repente, acho que só Portugal, Africa do Sul, Argélia e a NZ operam helis 5 toneladas a partir das suas Meko 200. Todos os outros países operam SH-60/MH-60, ou seja helis de 10 toneladas. As modificações poderiam passar por algo tão simples como a substituição das portas do hangar (passar de duas para uma). Mas agora a sério, ainda pensas nas VdG, quando é mais que óbvio que a própria Marinha já as deixou cair? Não passam de uns NPO's musculados.
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raphael

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #782 em: Janeiro 29, 2019, 04:56:27 pm »
AH-1W SuperCobra...? Era preciso um excelente RP para "vender" aquisição como de uso duplo, muito especialmente para os famosos fogos florestais... por isso é esquecer.

Como já disse talvez a escolha do monomotor "Koala" tenha efeitos positivos, pois é muito limitado e talvez permita vir algo tipo AW169M (infelizmente em 2ª mão ou para entrega imediata não vejo como)... porque se tivéssemos adquirido AW109 era este modelo para tudo.

Claro que nunca pensei ser possível considerarem o "Koala" com esteróides e...  ::)

O AH-1W consegue operar um balde de 1000 litros na boa. ;D

Podemos sempre fazer como os suecos e bombardear os fogos florestais  :mrgreen:

Bem sugerido, tendo em conta que com o aeroporto do montijo a operação de tiro ar-solo no campo de tiro fica seriamente condicionada...aí está uma solução para darmos treino às tripulações de caça.

Olhe que não, sr Raphael, olhe que não !!



Abraços

Tenente todos temos direito à nossa opinião...Obrigado pelo display gráfico...por acaso conheço bem as duas unidades e particularmente bem os 7650hectares (ou 7540hect como está na foto) do campo de tiro.

E a forma, altitude, velocidade e direcção para onde é feito o lançamento de bombas reais...colide com o tráfego de aeronaves civis na área do Montijo, além da zona de fogo de canhão ar-solo.

Dito por um piloto de F-16...que para mim é o expert por excelência.
« Última modificação: Janeiro 29, 2019, 04:57:19 pm por raphael »
Um abraço
Raphael
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Lightning

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #783 em: Janeiro 29, 2019, 05:56:06 pm »
Mas agora a sério, ainda pensas nas VdG, quando é mais que óbvio que a própria Marinha já as deixou cair? Não passam de uns NPO's musculados.

Desse modo passamos a ter apenas dois navios com capacidade de embarcar heli quando podíamos ter cinco. E para missões como combate à pirataria o heli dá muito jeito. Com esta conversa pretendia chamar à atenção que nestas coisas há que tomar atenção a certos pormenores, não é só quero isto ou aquilo, mesmo que seja para melhor, neste caso para a Marinha ter um heli novo tem que ver se ele se adequa às plataformas que possuímos. Mas para mim só vamos ter heli novo com fragatas novas, vai ser pacote completo.
 

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tenente

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #784 em: Janeiro 29, 2019, 07:04:25 pm »
AH-1W SuperCobra...? Era preciso um excelente RP para "vender" aquisição como de uso duplo, muito especialmente para os famosos fogos florestais... por isso é esquecer.

Como já disse talvez a escolha do monomotor "Koala" tenha efeitos positivos, pois é muito limitado e talvez permita vir algo tipo AW169M (infelizmente em 2ª mão ou para entrega imediata não vejo como)... porque se tivéssemos adquirido AW109 era este modelo para tudo.

Claro que nunca pensei ser possível considerarem o "Koala" com esteróides e...  ::)

O AH-1W consegue operar um balde de 1000 litros na boa. ;D

Podemos sempre fazer como os suecos e bombardear os fogos florestais  :mrgreen:

Bem sugerido, tendo em conta que com o aeroporto do montijo a operação de tiro ar-solo no campo de tiro fica seriamente condicionada...aí está uma solução para darmos treino às tripulações de caça.

Olhe que não, sr Raphael, olhe que não !!



Abraços

Tenente todos temos direito à nossa opinião...Obrigado pelo display gráfico...por acaso conheço bem as duas unidades e particularmente bem os 7650hectares (ou 7540hect como está na foto) do campo de tiro.

E a forma, altitude, velocidade e direcção para onde é feito o lançamento de bombas reais...colide com o tráfego de aeronaves civis na área do Montijo, além da zona de fogo de canhão ar-solo.

Dito por um piloto de F-16...que para mim é o expert por excelência.



Claro que todos temos direito a opiniões diferentes, por isso os temas são debatidos no fórum como são, digo eu.

Quanto ao CTA.

A aproximação á zona dos alvos/objectivos quando feita pelo mar é praticamente paralela á aproximação da 01, e a cerca de 18 milhas náuticas de distãncia, não me parece que haja qq interferência com as aproximações/descolagens, mas se a aproximação fosse diferente seria porque a orientação da zona dos alvos assim o obrigaria, ou estarei enganado??

Se o problema, das ditas aproximações para as largadas de bombas ou uso dos canhões, fosse esse então a reorientação da zona de seria a solução para que o CTA se mantivesse onde está, pois seria o menor custo.

Estou-te a responder assim pois ainda á pouco estive com dois pilotos, EX FAP, O Major Machado que foi dos A7 e, o TCor Gonçalves dos F16 e em conversas em separado as respostas foram as mesmas e também que...... não nos podemos esquecer é que a FAP/estado recebem contrapartidas monetárias, quando o CTA é usado por aeronaves extra FAP, por isso convêm manter esta fonte de receitas, mesmo que não sejam grandes quantias.

Abraços
« Última modificação: Janeiro 29, 2019, 07:06:20 pm por tenente »
 
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #785 em: Janeiro 29, 2019, 08:03:04 pm »
Mas agora a sério, ainda pensas nas VdG, quando é mais que óbvio que a própria Marinha já as deixou cair? Não passam de uns NPO's musculados.

Desse modo passamos a ter apenas dois navios com capacidade de embarcar heli quando podíamos ter cinco. E para missões como combate à pirataria o heli dá muito jeito. Com esta conversa pretendia chamar à atenção que nestas coisas há que tomar atenção a certos pormenores, não é só quero isto ou aquilo, mesmo que seja para melhor, neste caso para a Marinha ter um heli novo tem que ver se ele se adequa às plataformas que possuímos. Mas para mim só vamos ter heli novo com fragatas novas, vai ser pacote completo.

Eu não quero nada meu caro. E foi tendo em atenção os pormenores é que mencionei um heli da classe de 10 toneladas, que a maioria das marinhas que operam MEKO 200 utilizam. Se não tivesse em atenção os pormenores, vinha para aqui defender a aquisição de AW101 versão naval que, esses sim, não podem aterrar nos decks de nenhuma das nossas fragatas. Quanto a missões de combate à pirataria, ASW, ASuW, SAR, etc., também ficaríamos melhor com um SeaHawk que tem componentes blindados e maior alcance que os nossos Lynx.

O que escrevi antes foi um rant, porque também sei que nada vai acontecer, como deves ter percebido pelo teor do poste. No entanto, não acredito em pacotes, porque simplesmente não vai haver dinheiro para fazer todas as aquisições em 2035. Nem os países ricos cometem tais disparates dos pacotes (se calhar é por isso que são ricos); normalmente adquirem os helis entre a construção de classes.

Mas estar aqui a discutir helis para umas FFAA que não parecem ter interesse em operá-los não passa de um exercício simultaneamente fútil e cómico.
« Última modificação: Janeiro 29, 2019, 08:07:11 pm por NVF »
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nelson38899

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #786 em: Janeiro 30, 2019, 09:41:24 am »
Stalker, esses preços para o Black Hawk, são muito baixos, mesmo usados aponto para os 9 ou 10 milhões EUR.


Na minha opinião é o verdadeiro heli médio "faz tudo", "cavalo de batalha", e que está mais em conta para o nosso país, mesmo em 2ºmão.


Podem levar:


- 7.62 mm


- 12.7 mm


-Foguetes CRV7 ou Hydra


-Mísseis Spike ou Hellfire;


-Tanques Suplementares


10 a 12 soldados equipados


-fazer medevac


-transporte de veículos por via aérea e artilharia,




Cumprimentos

Citar
Poland signed a PLN683 million (USD182 million) contract with Lockheed Martin’s Polish subsidiary Polskie Zakłady Lotnicze (PZL) Mielec on 25 January for four Sikorsky S-70i Black Hawk helicopters for special forces.

https://www.janes.com/article/86030/poland-orders-four-sikorsky-s-70i-helicopters
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
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mafets

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #787 em: Janeiro 30, 2019, 10:50:25 am »
https://www.verticalmag.com/features/black-hawks-new-life/

Citar
Type Certificate Woes
Originally costing around $5 million, the stripped down surplus UH-60A aircraft sells for between $400,000 and $800,000 depending on its state of mechanical repair. All military equipment, avionics and even some systems are removed.


Citar
This Black Hawk was brought to HAI Heli-Expo 2016 in Louisville, Kentucky, through the partnership between Brainerd Helicopters Inc. and Brown Helicopter under the BHI2 Helicopters branding. It was a specially-equipped research and development platform to support flight test programs. Skip Robinson Photo

Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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alphaiate

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #788 em: Fevereiro 14, 2019, 12:26:30 pm »
 
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