Substituição dos Allouette III

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #705 em: Janeiro 06, 2019, 12:34:53 pm »
On/Off-topic: ninguém quer ir às compras à Jordânia?  ;D

https://www.ainonline.com/aviation-news/defense/2019-01-05/gunships-sale-part-mass-jordanian-sell

Andava a procura do link, pois já tinha visto no Scramble.

Temos lá uns UH-60L, que poderiam vir para a FAP, para transporte médio, e combate a IF por exemplo, assim como SAR na costa, baseando 1 no AM1 e deixando os 5 AW-119 mais para as tarefas de treino etc.

Quanto aos litte bird e AC-235, acho que vão acabar nas Filipinas...
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #706 em: Janeiro 06, 2019, 02:59:45 pm »
On/Off-topic: ninguém quer ir às compras à Jordânia?  ;D

https://www.ainonline.com/aviation-news/defense/2019-01-05/gunships-sale-part-mass-jordanian-sell

Andava a procura do link, pois já tinha visto no Scramble.

Temos lá uns UH-60L, que poderiam vir para a FAP, para transporte médio, e combate a IF por exemplo, assim como SAR na costa, baseando 1 no AM1 e deixando os 5 AW-119 mais para as tarefas de treino etc.

Quanto aos litte bird e AC-235, acho que vão acabar nas Filipinas...

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/42678/sikorsky-to-build-8-uh_60ls-for-jordan-%28july-21%29.html

Os UH-60 jordanos têm 12 anos, por isso devem estar em boas condições, acho que seria de aproveitar, já que o UALE morreu, ao menos equipar a FAP com helis médios, e que possam ser envolvidos em op internacionais. ( podem ser transportados em KC-390) por exemplo.


Cumprimentos,
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #707 em: Janeiro 06, 2019, 05:50:26 pm »
On/Off-topic: ninguém quer ir às compras à Jordânia?  ;D

https://www.ainonline.com/aviation-news/defense/2019-01-05/gunships-sale-part-mass-jordanian-sell

Andava a procura do link, pois já tinha visto no Scramble.

Temos lá uns UH-60L, que poderiam vir para a FAP, para transporte médio, e combate a IF por exemplo, assim como SAR na costa, baseando 1 no AM1 e deixando os 5 AW-119 mais para as tarefas de treino etc.

Quanto aos litte bird e AC-235, acho que vão acabar nas Filipinas...

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/42678/sikorsky-to-build-8-uh_60ls-for-jordan-%28july-21%29.html

Os UH-60 jordanos têm 12 anos, por isso devem estar em boas condições, acho que seria de aproveitar, já que o UALE morreu, ao menos equipar a FAP com helis médios, e que possam ser envolvidos em op internacionais. ( podem ser transportados em KC-390) por exemplo.


Cumprimentos,

A noticia é de JUN16.

Abraços
 

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PMFM

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #708 em: Janeiro 16, 2019, 08:18:13 pm »
Aparentemente os 3 Allouette's da FAP ainda vão voar, se tudo correr bem, até ao final de 2019 (eventualmente até ao 1º semestre de 2020).

Os dois primeiros AW-119 estão previstos chegar no dia 14 de Fevereiro.

Relativamente aos helis armados, que já se falou recentemente, devido à situação na RCA há a expectativa de que possam ser adquiridos antes do previsto. Já se fala inclusive na aquisição de aparelhos usados para acelerar o processo.
 
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #709 em: Janeiro 16, 2019, 08:55:17 pm »
Aparentemente os 3 Allouette's da FAP ainda vão voar, se tudo correr bem, até ao final de 2019 (eventualmente até ao 1º semestre de 2020).

Os dois primeiros AW-119 estão previstos chegar no dia 14 de Fevereiro.

Relativamente aos helis armados, que já se falou recentemente, devido à situação na RCA há a expectativa de que possam ser adquiridos antes do previsto. Já se fala inclusive na aquisição de aparelhos usados para acelerar o processo.
É ir buscar ao surplus dos americanos uns Bell AH-1w SuperCobra.  ;)
 

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #710 em: Janeiro 16, 2019, 09:51:16 pm »
Aparentemente os 3 Allouette's da FAP ainda vão voar, se tudo correr bem, até ao final de 2019 (eventualmente até ao 1º semestre de 2020).

Os dois primeiros AW-119 estão previstos chegar no dia 14 de Fevereiro.

Relativamente aos helis armados, que já se falou recentemente, devido à situação na RCA há a expectativa de que possam ser adquiridos antes do previsto. Já se fala inclusive na aquisição de aparelhos usados para acelerar o processo.

Espero que seja algo utilitário e com capacidade de apoio fogo, tipo Gunship B-214 ou UH-60L armados.
Artigo 308º

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #711 em: Janeiro 16, 2019, 10:11:42 pm »
Aparentemente os 3 Allouette's da FAP ainda vão voar, se tudo correr bem, até ao final de 2019 (eventualmente até ao 1º semestre de 2020).

Os dois primeiros AW-119 estão previstos chegar no dia 14 de Fevereiro.

Relativamente aos helis armados, que já se falou recentemente, devido à situação na RCA há a expectativa de que possam ser adquiridos antes do previsto. Já se fala inclusive na aquisição de aparelhos usados para acelerar o processo.

Espero que seja algo utilitário e com capacidade de apoio fogo, tipo Gunship B-214 ou UH-60L armados.

pelo que sei serão aw169 .

Abraços
 
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #712 em: Janeiro 18, 2019, 11:48:14 pm »
Aparentemente os 3 Allouette's da FAP ainda vão voar, se tudo correr bem, até ao final de 2019 (eventualmente até ao 1º semestre de 2020).

Os dois primeiros AW-119 estão previstos chegar no dia 14 de Fevereiro.

Relativamente aos helis armados, que já se falou recentemente, devido à situação na RCA há a expectativa de que possam ser adquiridos antes do previsto. Já se fala inclusive na aquisição de aparelhos usados para acelerar o processo.

Espero que seja algo utilitário e com capacidade de apoio fogo, tipo Gunship B-214 ou UH-60L armados.

pelo que sei serão aw169 .

Abraços

E usados, há alguma opção ?

Abraço
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #713 em: Janeiro 22, 2019, 09:53:16 pm »
Esta notícia devia era ser colocada no tópico "Substituição dos Allouette III", é a preparação para os políticos orçamentarem verbas para novo modelo de helicópteros  :mrgreen:

‘Páras’ sem apoio de helicópteros na República Centro-Africana

Risco acrescido para militares que estão sem meios aéreos.

 Os paraquedistas portugueses em operação militar das Nações Unidas na República Centro-Africana não contam, desde meados de dezembro, com apoio de helicópteros de ataque, meios fornecidos pela MINUSCA (missão da ONU) e que são cruciais para os operacionais que combatem no terreno. O risco é acrescido. Os três hélis de ataque que apoiavam toda a MINUSCA ficaram inoperacionais num incidente bizarro no aeroporto de Bangui, capital da RCA. Uma manobra fora da norma de um avião a jato russo fez projetar pedras contra os aparelhos MI-35 senegaleses. Resultado: vidros do cockpit partidos e outros danos, que levaram a que as tropas ficassem sem apoio dos hélis que disparam rockets e têm um canhão de 20 mm. Os paraquedistas portugueses, apoiados no terreno por dois controladores aéreos avançados da Força Aérea, procuraram contornar a falha adaptando uma metralhadora à porta de um helicóptero de transporte MI-17 paquistanês. A solução permitiu fazer fogo de supressão, por atiradores especiais, mas no dia 17, numa operação que o CM acompanhou no terreno, em Bambari, esse héli foi atingido por dois disparos. Por não ser blindado sofreu danos e aterrou de emergência. Ficou inoperacional e quase que obrigou à suspensão do combate em curso para expulsar da cidade os grupos armados.

Meia dúzia de Whiskey Cobras ex-Marines é que era antes de ir boa parte deles parar muito provavelmente ao Exército Brasileiro. Com canhão, foguetes e Hellfires os bandidos até dançavam!  :diabo:




Se estão a pensar como heli de apoio armado no AW119Kx é melhor preparem-se para más surpresas ou então retirarmo-nos da MINUSCA.  ::)

Que é que sabes sobre o heli CAS que iremos, provavelmente, adquirir, que o pessoal do Forum não sabe ???
Vá lá, CJ chega á frente.
Uns Lobo Mau davam cá um jeitaço !!










Cá estou.  ;)

Bem, não têm havido muitos desenvolvimentos até porque este novo MDN está ainda a aprender o ofício, e embora tanto ele como a Secretária de Estado sejam da minha área, o Ministro sabe tanto de Defesa como eu de programação para computadores em mandarim. Lá dizem os militares em surdina: leva-se quatro anos a ensinar o titular da pasta e depois quando este sai ou é substituído volta tudo à estaca zero. Adiante.  ::)

O que sei é o seguinte: o AW169M já esteve mais perto do que está neste momento; por esta altura o que está em cima da mesa é a compra de mais uns quantos Koalas com blindagem e armamento, e talvez mais tarde dotar os aparelhos do primeiro lote vindo de Filadélfia com a mesma capacidade. É a opção mais barata, porém a mais perigosa e cara em termos de riscos para as nossas tropas pois uma RPG ou MANPADS acaba logo ali com o assunto. Como referi anteriormente, quer seja na República Centro-Africana ou no Mali, já não estamos a lidar com heli-assaltos a tabancas com insurgentes equipados com armamento rudimentar, e o MDN já foi avisado que o barato sai caro porém é no pé que as coisas estão neste momento.

Que vai haver compra de mais helicópteros isso é um dado praticamente adquirido. Quais serão? Para já tudo aponta para a forte possibilidade de serem mais Koalas, leves demais para esse função e consequentemente deficitários na capacidade de combate, transporte e evacuação. Já que o programa de contrapartidas dos C-295M está a ser renegociado, ficava muito mais descansado se viessem então vários H145M equipados com o HForce. Aí sim teríamos pelo menos helicópteros de escolta mais dignos desse nome.
« Última modificação: Janeiro 22, 2019, 09:55:59 pm por Charlie Jaguar »
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #714 em: Janeiro 22, 2019, 10:33:13 pm »
Se está ainda nesse pé ainda mantenho alguma, esperança que prevaleça o bom senso e se escolha pelo menos um bimotor e que possua maior capacidade de transporte porque, tanto para o heli assalto em si, transporte, como para o CAS, o 119 é muito, mas muito fraquinho, com muita falta de capacidade de transporte logo de ser equipado com blindagem e armamento e, a falta da 2ª turbina, bem essa limitação que para mim ainda é a maior essa nem se deveria colocar logo na escolha da aeronave.

Se estivéssemos num país com responsáveis políticos, refiro-me aos Ministros responsáveis pelas pastas, logo decisores, no mesmo patamar, qualitativo, que os nossos Militares, de certeza que imperaria o Profissionalismo e a Competência na altura da decisão da compra.

Não só se deveria proibir o 119 de ser utilizado em operações Militares, combates, e restringi-lo ás suas missões primárias de instrução e, e, porventura de SAR Costeiro, muito costeirinho como o aparelho a ser adquirido deveria na sua versão de transporte ser no mínimo capaz de levar uma secção de infantes, no mínimo nove a dez homens equipados para combate, a somar a dois pilotos e um tripulante que implicaria um payload de 1500 kgs !

No que concerne as missões para evacuação, será que alguém pensou nisso ??
Este tipo de aeronave, com MTOW na ordem das 5 tons, deveria poder ser equipado com 2 ou até 3 macas e respectivos médicos/enfermeiros.

Para as missões CAS, tal aeronave ao ser convertida, deveria ser capaz de carregar já um arsenal muito jeitoso, rockets, misseis, canhões ou HMG's, e um ou até dois artilheiros laterais com as respectivas 7,62/12,7.

Estes deveriam ser os requisitos mínimos para as FFAA Portuguesas adquirirem um heli de transporte/combate/sanitário, será que estou enganado quando penso assim ??
Será que o 119 reúne alguma destas premissas ??
Que não se cometam mais erros quando da escolha dos equipamentos militares, e que as Altas Chefias Militares comecem de uma vez por todas a fazer prevalecer os seus pontos de vista, no que diz respeito ás aquisições, pois penso, rpt, penso serem os mais correctos.

Abraços
« Última modificação: Janeiro 23, 2019, 12:42:12 am por tenente »
 
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #715 em: Janeiro 23, 2019, 12:08:15 pm »
Se está ainda nesse pé ainda mantenho alguma, esperança que prevaleça o bom senso e se escolha pelo menos um bimotor e que possua maior capacidade de transporte porque, tanto para o heli assalto em si, transporte, como para o CAS, o 119 é muito, mas muito fraquinho, com muita falta de capacidade de transporte logo de ser equipado com blindagem e armamento e, a falta da 2ª turbina, bem essa limitação que para mim ainda é a maior essa nem se deveria colocar logo na escolha da aeronave.

A verba está inscrita na LPM, 53 milhões de euros. É mais do dobro dos 20 milhões para os 5 Koalas, portanto ainda mantenho também a esperança de não se cair no erro de adquirir mais AW119 para a missão de evacuação e que pelo menos venha o AW169M.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #716 em: Janeiro 26, 2019, 06:38:22 pm »
Bom, já há dados mais concretos: 5 helicópteros por 53M€. Resta saber qual será o escolhido.

Citar
Exército procura helicópteros para apoiarem militares na República Centro-Africana
Chefe do Estado-Maior do Exército reuniu pela primeira vez com a Comissão parlamentar de Defesa, onde falou sobre a revisão da Lei de Programação Militar.

Manuel Carlos Freire
23 Janeiro 2019 — 16:05

O general Nunes da Fonseca informou o Parlamento que o Exército está a "fazer esforços" para os militares destacados na República Centro-Africana (RCA) terem apoio de helicópteros armados de "outros países" nas suas operações de combate. A informação doi dada pelo chefe do Estado-Maior do Exército na sua primeira audição com a Comissão parlamentar de Defesa, centrada na discussão da proposta de revisão da Lei de Programação Militar (LPM) e que também serviu para o general apresentar a diretiva estratégica do seu mandato. Os helicópteros "são fundamentais e há um défice" desses aparelhos na RCA, sendo "muito útil" que estivessem a dar apoio aos capacetes azuis portugueses e que "viessem quanto antes" aqueles que Portugal vai adquirir, disse o CEME.

Mas como tão depressa não virão, pois "não há" aeronaves de asa rotativa disponíveis no mercado ou para construir "no prazo de dois anos", a opção passa por tentar que alguns dos países com esses meios no terreno os possam destacar para as missões que os portugueses são chamados a cumprir enquanto força de reação rápida da ONU. Portugal vai adquirir cinco helicópteros para apoiar as operações das forças terrestres, cabendo à Força Aérea operá-los e mantê-los - algo que até há pouco tempo era visto no Exército como uma linha vermelha, mas que o atual CEME disse "não se traduzir num grande desconforto se, no momento exato, estiverem disponibilizados [pela Força Aérea] para intervirem" com as tropas no terreno. "Entendemos que, mais do que gerir os helicópteros ou ter na nossa posse, [o importante] é dispor dos mesmos no momento e quantidade necessária", destacou o general Nunes da Fonseca.

Esta posição do CEME, quando questionado diretamente pelo PSD sobre o facto de o Exército não adquirir nem operar helicópteros próprios, acabou por ser um exemplo do que foi a sua audição de três horas: evitar respostas que suscitassem polémica. Daí que Ascenso Simões (PS) tivesse observado que Nunes da Fonseca recorreu à "tática dos três Pês, paciência, prudência e perseverança" - a que poderia ter juntado "a letra E, de energia".

A proposta de Lei de Programação Militar (LPM) destina 762,5 milhões de euros para o Exército ao longo dos próximos 12 anos, privilegiando a modernização e reequipamento da sua componente ligeira. O Exército votou inicialmente contra a proposta em Conselho de Chefes de Estado-Maior, por entender que estava a ser prejudicado - embora, como lembrou o PCP, o custo de cada um dos seus programas seja muito inferior aos da Força Aérea ou da Marinha - mas, agora e tudo somado, considera que he permite cumprir as suas missões em território nacional e no exterior.

https://www.dn.pt/poder/interior/exercito-procura-helicopteros-para-apoiarem-militares-na-republica-centro-africana-10477519.html
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #717 em: Janeiro 26, 2019, 06:52:57 pm »
Bom, já há dados mais concretos: 5 helicópteros por 53M€. Resta saber qual será o escolhido.

Citar
Exército procura helicópteros para apoiarem militares na República Centro-Africana
Chefe do Estado-Maior do Exército reuniu pela primeira vez com a Comissão parlamentar de Defesa, onde falou sobre a revisão da Lei de Programação Militar.

Manuel Carlos Freire
23 Janeiro 2019 — 16:05

O general Nunes da Fonseca informou o Parlamento que o Exército está a "fazer esforços" para os militares destacados na República Centro-Africana (RCA) terem apoio de helicópteros armados de "outros países" nas suas operações de combate. A informação doi dada pelo chefe do Estado-Maior do Exército na sua primeira audição com a Comissão parlamentar de Defesa, centrada na discussão da proposta de revisão da Lei de Programação Militar (LPM) e que também serviu para o general apresentar a diretiva estratégica do seu mandato. Os helicópteros "são fundamentais e há um défice" desses aparelhos na RCA, sendo "muito útil" que estivessem a dar apoio aos capacetes azuis portugueses e que "viessem quanto antes" aqueles que Portugal vai adquirir, disse o CEME.

Mas como tão depressa não virão, pois "não há" aeronaves de asa rotativa disponíveis no mercado ou para construir "no prazo de dois anos", a opção passa por tentar que alguns dos países com esses meios no terreno os possam destacar para as missões que os portugueses são chamados a cumprir enquanto força de reação rápida da ONU. Portugal vai adquirir cinco helicópteros para apoiar as operações das forças terrestres, cabendo à Força Aérea operá-los e mantê-los - algo que até há pouco tempo era visto no Exército como uma linha vermelha, mas que o atual CEME disse "não se traduzir num grande desconforto se, no momento exato, estiverem disponibilizados [pela Força Aérea] para intervirem" com as tropas no terreno. "Entendemos que, mais do que gerir os helicópteros ou ter na nossa posse, [o importante] é dispor dos mesmos no momento e quantidade necessária", destacou o general Nunes da Fonseca.

Esta posição do CEME, quando questionado diretamente pelo PSD sobre o facto de o Exército não adquirir nem operar helicópteros próprios, acabou por ser um exemplo do que foi a sua audição de três horas: evitar respostas que suscitassem polémica. Daí que Ascenso Simões (PS) tivesse observado que Nunes da Fonseca recorreu à "tática dos três Pês, paciência, prudência e perseverança" - a que poderia ter juntado "a letra E, de energia".

A proposta de Lei de Programação Militar (LPM) destina 762,5 milhões de euros para o Exército ao longo dos próximos 12 anos, privilegiando a modernização e reequipamento da sua componente ligeira. O Exército votou inicialmente contra a proposta em Conselho de Chefes de Estado-Maior, por entender que estava a ser prejudicado - embora, como lembrou o PCP, o custo de cada um dos seus programas seja muito inferior aos da Força Aérea ou da Marinha - mas, agora e tudo somado, considera que he permite cumprir as suas missões em território nacional e no exterior.

https://www.dn.pt/poder/interior/exercito-procura-helicopteros-para-apoiarem-militares-na-republica-centro-africana-10477519.html

53 milhões/5= 10,6 milhões por unidade..

Aposto em AW-139/169 ou UH-60L usados.

Vamos esperar para ver.
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #718 em: Janeiro 26, 2019, 07:12:17 pm »
A minha aposta é nenhum. Mais tarde ou mais cedo vai ser cancelado devido à falta de verbas. No entanto, sempre vai ser interessante seguir e discutir esta novela aqui no fórum.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #719 em: Janeiro 26, 2019, 07:12:59 pm »
Bom, já há dados mais concretos: 5 helicópteros por 53M€. Resta saber qual será o escolhido.

Citar
Exército procura helicópteros para apoiarem militares na República Centro-Africana
Chefe do Estado-Maior do Exército reuniu pela primeira vez com a Comissão parlamentar de Defesa, onde falou sobre a revisão da Lei de Programação Militar.

Manuel Carlos Freire
23 Janeiro 2019 — 16:05

O general Nunes da Fonseca informou o Parlamento que o Exército está a "fazer esforços" para os militares destacados na República Centro-Africana (RCA) terem apoio de helicópteros armados de "outros países" nas suas operações de combate. A informação doi dada pelo chefe do Estado-Maior do Exército na sua primeira audição com a Comissão parlamentar de Defesa, centrada na discussão da proposta de revisão da Lei de Programação Militar (LPM) e que também serviu para o general apresentar a diretiva estratégica do seu mandato. Os helicópteros "são fundamentais e há um défice" desses aparelhos na RCA, sendo "muito útil" que estivessem a dar apoio aos capacetes azuis portugueses e que "viessem quanto antes" aqueles que Portugal vai adquirir, disse o CEME.

Mas como tão depressa não virão, pois "não há" aeronaves de asa rotativa disponíveis no mercado ou para construir "no prazo de dois anos", a opção passa por tentar que alguns dos países com esses meios no terreno os possam destacar para as missões que os portugueses são chamados a cumprir enquanto força de reação rápida da ONU. Portugal vai adquirir cinco helicópteros para apoiar as operações das forças terrestres, cabendo à Força Aérea operá-los e mantê-los - algo que até há pouco tempo era visto no Exército como uma linha vermelha, mas que o atual CEME disse "não se traduzir num grande desconforto se, no momento exato, estiverem disponibilizados [pela Força Aérea] para intervirem" com as tropas no terreno. "Entendemos que, mais do que gerir os helicópteros ou ter na nossa posse, [o importante] é dispor dos mesmos no momento e quantidade necessária", destacou o general Nunes da Fonseca.

Esta posição do CEME, quando questionado diretamente pelo PSD sobre o facto de o Exército não adquirir nem operar helicópteros próprios, acabou por ser um exemplo do que foi a sua audição de três horas: evitar respostas que suscitassem polémica. Daí que Ascenso Simões (PS) tivesse observado que Nunes da Fonseca recorreu à "tática dos três Pês, paciência, prudência e perseverança" - a que poderia ter juntado "a letra E, de energia".

A proposta de Lei de Programação Militar (LPM) destina 762,5 milhões de euros para o Exército ao longo dos próximos 12 anos, privilegiando a modernização e reequipamento da sua componente ligeira. O Exército votou inicialmente contra a proposta em Conselho de Chefes de Estado-Maior, por entender que estava a ser prejudicado - embora, como lembrou o PCP, o custo de cada um dos seus programas seja muito inferior aos da Força Aérea ou da Marinha - mas, agora e tudo somado, considera que he permite cumprir as suas missões em território nacional e no exterior.

https://www.dn.pt/poder/interior/exercito-procura-helicopteros-para-apoiarem-militares-na-republica-centro-africana-10477519.html

CJ, Lembras-te disto ???

É só mais uma prova de como os nossos decisores políticos gerem as aquisições dos equipamentos militares.
Se tivessem sido adquiridos nove por 35 milhões, agora os nossos Militares na RCA estariam muito melhor apoiados !
E já agora por acaso, até são aeronaves Bimotor mas que coincidência........ ::).
 




The Eurocopter EC635 was developed to meet a Portuguese Army requirement for a light fire support and medical evacuation helicopter, as part of its programme for the raise of a specialist army aviation unit, the UALE. The EC635 was first revealed at the Aviation Africa exhibition in May 1998 and the Portuguese Ministry of Defence subsequently signed an agreement for nine EC635 T2 helicopters equipped with Turbomeca Arrius 2B2 engines, at a cost of €35 million in October 1999.[2] Delivery of the first Portuguese aircraft was expected to begin in 2001; however, continual delays in production led to the Portuguese Ministry of Defence canceling the contract in August 2002, citing Eurocopter's failure to deliver all aircraft between August 2001 and April 2002 as the reason. Eurocopter claimed that disagreements over the integration of weapons systems on the helicopter were the reason for the cancellation.[3]

The Royal Jordanian Air Force agreed to purchase the 9 Portuguese helicopters in October 2002 and the first aircraft was delivered in July 2003. Jordan ordered a further 4 helicopters in January 2006 and deliveries of all machines were completed in 2007.

https://en.wikipedia.org/wiki/Eurocopter_EC635

https://www.helis.com/news/1999/aeec635.htm

https://www.helis.com/database/news/ec635-portugal

Abraços
« Última modificação: Janeiro 26, 2019, 07:17:19 pm por tenente »
 

 

Governo entrega substituição do Aviocar à espanhola CASA

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