Substituição da G3

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Yosy

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« Responder #30 em: Dezembro 19, 2004, 10:11:39 pm »
Notepad, o que é o rescom? É a unidade CSAR da Força Aerea? Alguém tem mais informação sobre ela?
 

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Ricardo Nunes

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« Responder #31 em: Dezembro 19, 2004, 10:18:03 pm »
Citação de: "Yosy"
Notepad, o que é o rescom? É a unidade CSAR da Força Aerea? Alguém tem mais informação sobre ela?


Correcto Yosy.
O RESCOM ( RESgate em COMbate ) é a unidade CSAR da Força Aérea constituída por sargentos e oficiais da Polícia Aérea.

Foto Sarg. Catroga - CAVFAP ( 2002 ):
Ricardo Nunes
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Major Alvega

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Substituição da G3
« Responder #32 em: Dezembro 19, 2004, 11:11:54 pm »
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?
 

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Miguel

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« Responder #33 em: Dezembro 20, 2004, 10:47:41 am »
As minhas armas favoritas são uma AK47 e um "revolver", isso é que nunca avaria :lol:
 

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Nuno

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Rescom
« Responder #34 em: Dezembro 20, 2004, 11:22:21 pm »
Já agora, por quantos elementos +/-é constituido o RESCOM ?
 

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Ricardo Nunes

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« Responder #35 em: Dezembro 20, 2004, 11:33:19 pm »
Cada equipa é constituída por 8 homes, 1 oficial e 7 sargentos ( normalmente ). Desconheço o número total de elementos do RESCOM.
Ricardo Nunes
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P44

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Re: Substituição da G3
« Responder #36 em: Dezembro 22, 2004, 12:22:14 pm »
Citação de: "Major Alvega"
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?


Li no Jornal que a MD-2 da Brasileira IMBEL tb era uma das candidatas.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Yosy

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« Responder #37 em: Dezembro 22, 2004, 09:37:28 pm »
Citação de: "miguel"
As minhas armas favoritas são uma AK47 e um "revolver", isso é que nunca avaria :lol:


E que tal a Galil? É usada nas forças especiais da Africa do Sul (os famosos "recces"), e na BAI. Os comandos da Marinha Israelita (Shayetet 13) antes usavam a AK-47 e agoram também usam a Galil.
 

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JNSA

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Re: Substituição da G3
« Responder #38 em: Dezembro 23, 2004, 11:12:26 am »
Citação de: "Major Alvega"
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?

De acordo com o Correio da Manhã as candidatas são a G36, a M16 e/ou a M4, a C7 e/ou a C8, a Steyr AUG, a TAR 21, a MD-2 e a SAR-80 e/ou SAR-21  e a F2000.

Parece-me ainda que a SIG também se deve apresentar a concurso com a SG550 e, eventualmente, a Beretta também o deve fazer com a AR70/90.

Já agora, aqui fica o artigo:

Citar
Forças Armadas recebem uma arma nova no final de 2005

G3, arma minha que partiste
Está ao serviço das Forças Armadas há mais de 40 anos. Serviu na Guerra Colonial e ajudou a abrir as portas da Democracia. Com ela se mantém ainda hoje a paz e segurança internacional em muitos cenários de conflito. Mas está obsoleta e o seu ciclo de vida prestes a chegar ao fim. A velhinha G3 vai finalmente ser substituída por uma arma ligeira mais moderna e tecnologicamente mais avançada.

Apesar de não se conhecer ainda qual a arma que irá servir as Forças Armadas nas próximas décadas, espera-se que as primeiras remessas comecem a chegar no final próximo ano.

O concurso internacional para a substituição da espingarda automática G3 foi ontem lançados em Lisboa pelo ministro da Defesa Nacional, Paulo Portas, e prevê o fornecimento de um total de 31 mil espingardas automáticas, 1700 metralhadoras ligeiras e 6800 pistolas.

Muito embora não tenha referido os custos inerentes à aquisição do novo armamento, Paulo Portas lembrou que o programa de substituição da arma ligeira tem inscrita uma verba de 75,247 milhões de euros, constituindo um dos 50 programas mais importantes da Lei de Programação Militar.

Devido a problemas de orçamento, as forças de segurança suspenderam a sua participação neste concurso. Porém, quer a PSP quer a GNR, podem vir a beneficiar deste programa mais à frente.

A espingarda automática G3 começou a ser produzida em Portugal em 1962 tendo entrado ao serviço do Exército em 1963. Quatro décadas depois, continua ao serviço dos três ramos das Forças Armadas – Exército, Marinha e Força Aérea – da GNR, PSP, SEF e Guarda Prisional.

A ultima recepção de armamento – um lote de 3958 armas – foi feito em 1983.

A substituição da G3 por uma arma ligeira mais moderna tem-se revelado um processo longo e penoso, tal como recordou ontem Paulo Portas.

“A G3 começou a ser fabricada em 1962. De acordo com as previsões na altura, devia ter tido uma vida útil de cerca de 25 a 30 anos. Significa que por volta de 1990 se deveria ter tratado da sua substituição”, referiu, sublinhando o esforço conjunto dos três ramos das Forças Armadas no último ano.

Na sua intervenção, o ainda ministro deixou cair algumas provocações políticas ao sublinhar que “em defesa, em segurança, o preço de não decidir é elevadíssimo”. “Na disciplina da urgência houve quem considerasse que havia matérias mais importantes”, disse.

Estima-se que se apresentem a concurso oito empresas fabricantes de armas ligeiras. O prazo de apresentação das propostas termina 60 dias após a publicação do anúncio referente ao concurso – o que deverá acontecer até domingo.

De acordo com Paulo Portas só serão adquiridas as armas necessárias e que sirvam os três ramos das Forças Armadas.

CANDIDATAS À SUCESSÃO

Na linha de sucessão da velha G3 estão oito concorrentes de oito países, que já tiveram a oportunidade de vir a Portugal mostrar as suas propostas de arma ligeira. Os candidatos são: a alemã HK (Heckler und Koch), com a G36; a norte-americana Colt, com a M16 e M4; a canadiana Diemaco C7 (ou C8); a austríaca Styer- Mannlicher, com Stg.77 AUG; a belga FN (Fabrique National de Herstal), com a F200; a Israelita IMI (Israel Military Industries), com a Tavor TAR 21; a brasileira Inbel, com a M2; e, finalmente, Singapura (Singapore Thecnologies Engineering), com as SAR-80 e/ou a SAR-21. É claro será crucial para a decisão do vencedor o preço e a oferta de contrapartidas, nomeadamente eventual transferência de tecnologia para Portugal.

HK, G36 - ALEMANHA

A HK G36 é uma grande candidata à substituição da G3 (também alemã). A G36 ganhou o concurso para substituição da G3 em Espanha, porque instalou lá uma fábrica. Caso a G36 ganhe, Portugal poderá ser fornecido pela fábrica em Espanha.

COLT, M16/M4 - EUA

A Colt, EUA, oferece a famosa M16 e a M4, que já foram utilizadas no Vietname. Estas armas já deram provas mas, na verdade, não são suficientemente inovadoras e Portugal precisa de uma arma pelo menos para os próximos 20 anos.

DIEMACO, C7/C8 - CANADÁ

A canadiana Diemaco propõe a C7 e/ou C8, que são, no fundo, uma versão da Colt M16 dos EUA. A C7 está ao serviço das Forças Armadas desde 1984, tendo sido também adoptada pelas Forças Armadas dinamarquesas e holandesas.

STEYER, AUG A1 - AÚSTRIA

A austríaca Steyr propõe a AUG A1, considerada de grande qualidade e revolucionária em alguns aspectos. O seu custo parece ser elevado. Foi adoptada pelas Forças Armadas da Austrália, Nova Zelândia, Omã, Malásia, Irlanda e Arábia Saudita.

FN, F2000 - BÉLGICA

A Belga FN tem uma grande vantagem, porque tem uma fábrica em Viana do Castelo. Contudo, a arma que propõe, a F2000, introduzida em 2001, nunca foi testada em combate. É considerada uma arma muito sensível à sujidade.

IMI, TAVOR 21 - ISRAEL

Israel aposta forte na Tavor. A TAR 21 foi concebida em 1990 e fez a sua aparição em 1998. Foi testada em combate (1999-2000) por três pelotões operacionais. Os israelitas propõe-se, se for exigido, instalar uma fábrica em Portugal.

INBEL, MD-2 - BRASIL

A Inbel do Brasil candidata-se à substituição da G3 com a MD2. É uma arma desenvolvida em 1982, com o nome de MD-1, e fez o seu aparecimento em 1983 com o nome de MD-2, tendo sido adoptada pelas Forças Armadas em 1985.

STE, SAR-21 - SINGAPURA

Singapura tem duas armas a considerar, a SAR-80 e SAR-21. A primeira foi desenvolvida (para substituir a M16A1, dos EUA) e adoptada pelo Exército em 1984. A SR-21 foi a última criação. Surgiu em 99 e gradualmente substituiu a M16S1, EUA.

REACÇÕES

LOUREIRO DOS SANTOS (General)

Como oficial da repartição de operações do Quartel-General acompanhei algumas operações no terreno, mas nunca tive necessidade de usar a arma. Um comandante só faz fogo em último recurso. Aos meus soldados recomendava que usassem a arma como se fosse um prolongamento do corpo.

ANTÓNIO BASTOS (Ex-alferes)

Durante a guerra colonial o inimigo já possuía armas mais rápidas e com uma cadência de tiro superior, como a Kalashnicov, mas a G3 foi a grande companheira do soldado português, aquela que se encontrava na mesa-de-cabeceira, ao lado das fotografias dos pais e da namorada. A mudança já era necessária.

JOSÉ ARRUDA (Antigo combatente)

Combati em Moçambique em 68/70 e a G3 foi uma das melhores armas que apareceu na guerra colonial. Era o nosso anjo da guarda, a arma que mais segurança nos dava e aquela que tinha um melhor campo visual de tiro. Era tratada como um filho, com todos os cuidados, para que não nos deixasse ficar mal depois.

VIATURAS BLINDADAS VENCERAM POR MÉRITO

A viatura vencedora do concurso para equipar a Marinha e o Exército com novos blindados de rodas “passou 243 requisitos técnicos”. A garantia foi dada ontem pelo ministro Paulo Portas, no final da cerimónia de lançamento do programa de substituição da G3, como resposta a notícias que referem ter sido a empresa classificada em segundo lugar a ficar com o fabrico dos novos blindados.

Segundo o ministro demissionário, a viatura escolhida “foi a única que passou os testes até ao fim, sem precisar de fazer manutenções a meio”.

“Quando há concursos, há pessoas que tinham comissões a ganhar e que as perdem. E ficam uma bocadinho maçadas. Mas isso não leva o Estado português a preferir gastar mais 14 milhões de euros e a comprar viaturas que seriam fabricadas na Suíça”.

A escolha, reafirmou Portas, baseou-se, no facto das viaturas serem construídas em Portugal. “Significa que 220 blindados vão ser industrialmente fabricados cá. E como estão entre os mais sofisticados do mundo isso dá a portugueses – a técnicos e operários – uma capacidade tecnológica para podermos usar para exportação”. Na ocasião, o ministro esclareceu igualmente a polémica em torno do local de fabrico das viaturas: “De preferência serão feitas nas instalações da Bombardier. Se houver alguma dificuldade serão construídas noutro local, o que também sempre esteve previsto”.

Uma última palavra para as Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) que o ministro garante terminarem o ano com resultados positivos.
Manuela Guerreiro / José Rodrigues com C.E.


fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=143372&idselect=9&idCanal=9&p=94
 

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JNSA

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« Responder #39 em: Dezembro 23, 2004, 11:20:41 am »
Já agora, alguém pode esclarecer uma dúvida que tenho?

O concurso é do género "winner takes all", ou seja, o fabricante apresenta uma proposta para espingarda de assalto, metralhadora ligeira e pistola automática em bloco, e ganha ou perde também em bloco, ou cada fabricante pode apresentar propostas para cada um dos equipamentos individualmente?
 

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FinkenHeinle

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Re: Substituição da G3
« Responder #40 em: Dezembro 24, 2004, 07:45:55 pm »
Citação de: "P44"
Citação de: "Major Alvega"
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?

Li no Jornal que a MD-2 da Brasileira IMBEL tb era uma das candidatas.


Os amigos portugueses que não me entendam mal, mas enquanto aqui também debatemos a substituição das FAL e MD-2 (que são totalmente ultrapassadas), no Além-Mar vocês pensam em comprá-la?!

Espero que a Imbel MD-2 não vença, para o bem dos amigos... :wink:
Um Forte Abraço.
André Finken Heinle
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"Em condições normais, corro para vencer e venço. Em situações adversas, também posso vencer. E, mesmo em condições muito desfavoráveis, ainda sou páreo." (AYRTON SENNA)
 

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J.Ricardo

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« Responder #41 em: Dezembro 29, 2004, 11:45:47 am »
Não entendi a atitude da Imbel, no mínimo para um concurso como este, ela deveria ter oferecido o modelo MD-97L, que é o fuzil mais avançado fabricado no Brasil, não um modelo totalmente ultrapassado como a MD-2!
 

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komet

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« Responder #42 em: Dezembro 29, 2004, 03:23:43 pm »
Deve ser um lote que está em stock, e como somos portugueses devem ter pensado q somos burros o suficiente para as comprar  :D
"History is always written by who wins the war..."
 

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Janus

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« Responder #43 em: Dezembro 29, 2004, 08:43:20 pm »
Na minha opinião, o G36 não é assim tão revolucionário, nem a M-16/C7, FAL, Kalashnikov e outros sistemas tão ultrapassados.  Por exemplo, o sistema de travamento do G36 é similar ao da M16/C7; o ferrolho (bolt carrier) é do tipo da AR-18; e a coronha dobrável é, com poucas diferenças, similar ao da FAL ou SIG 550.  É relativamente leve, isso é verdade, mas também não é muito pequeno, sendo comparável à G3.  Não deixa de ser um bom sistema, e a sua construção em polímeros e modularidade são talvez as suas características mais “avançadas.”  (Se bem que a AUG, por exemplo, também faz bom uso do plástico e é uma arma bastante modular; a M16, essa também, é uma arma supreendemente modular.)  A Kalashnikov, apesar de ser uma arma de baixa tecnologia, tem um “pedigree” de combate invejável--e é barata, uma característica muito importante para exercítos menos bem financiados.  Também os sistemas FAL e M16 são sistemas duramente testados em combate, e com successo.  Na minha opinião ainda não chegaram ao fim dos seus dias, e o entusiasmo pela G36 tem tanto a ver com a vontade humana de ter algo de novo, de mais “moderno,” do que com as (muitas) qualidades da arma em si.  Mas para a maioria de exércitos do mundo, qualquer dos outros sistemas principais de hoje em dia é mais do que adequado.  Em minha humilde opinião.
 

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Luso

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« Responder #44 em: Dezembro 29, 2004, 11:22:21 pm »
Correcto, Janus.
Nenhum destes sistemas é mecânicamente revolucionário, já que podemos encontrar os seus pioneiros no fim do século XIX e início do Sec.XX.

O que a G36 pode trazer de novo são algumas melhorias ao nível da construção, peso e ergonomia. São melhorias progressivas e não saltos radicais como o G11. Face a realidade das coisas direi mesmo que o próximo passo será eliminar o invólucro de latão do cartucho por algum polímero. E é como diz: a G36 é uma AR18 plastificada (mecânicamente, claro).
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

 

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