Cuba

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ricardonunes

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« Responder #15 em: Agosto 02, 2006, 10:02:13 am »
Talvez queira dizer, os argumentos utilizados pelo ricardonunes, não são os argumentos que correspondem á minha realidade.
Isso sim é um facto.
Em relação á situação de Cuba, volto a dizer, o povo que decida caso tenha oportunidade, é que o Sr. Fidel ainda não morreu.
Potius mori quam foedari
 

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ricardonunes

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« Responder #16 em: Agosto 02, 2006, 11:12:47 am »
Rumores sobre Fidel Castro tomam conta de blogs
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Por Amand Beck

WASHINTON (Reuters) - Enquanto os cubanos esperavam por notícias sobre o estado do presidente Fidel Castro, o mundo virtual borbulhava com especulações sobre a cirurgia, sobre sua saúde e sobre o próprio ambiente na ilha.

Um dos rumores falava de alguém que já havia visto Fidel Castro morto. Outros garantiam que o afastamento era apenas uma manobra para expurgar membros infiéis do Partido Comunista.

"Há rumores e mais rumores", disse o blogueiro Valentin Prieto, lembrando que o acesso à Internet em Cuba é limitado por causa do controle do governo.

Isso deixa o restante do mundo, inclusive os exilados em Miami, ávidos por migalhas catadas em telefonemas, fóruns da Internet e blogs.

As histórias são variadas: os militares cubanos foram mobilizados para conterem distúrbios; que militares de alta patente deram um golpe; que a imprensa foi afastada dos órgãos públicos.

Um blog dizia que "fidelistas" estavam patrulhando as ruas com barras de ferro enquanto os moradores gritavam "Abaixo Fidel".

Acima de tudo, os blogs questionavam a veracidade da "proclama à nação" por meio da qual Fidel transferiu interinamente o poder a Raúl Castro, devido a uma cirurgia intestinal.

"Ocorre que ele já está morto. Do contrário, não haveria nenhuma transmissão de poder", disse Charlie Bravo no blog Killcastro (Matem Castro).

Outros, mais cautelosos, lembravam que Fidel já desmentiu muitos boatos. "A verdade é que ele já morreu muitas vezes", disse Luis Garcia no seu blog, Child of the Revolution (Filho da Revolução), onde lembrou os recentes rumores de um ataque cardíaco.

"Essa sensação de nunca saber o que está acontecendo nos altos escalões do regime é uma constante na vida cubana há quase meio século", disse Garcia. "Mas desta vez pode ser diferente." REUTERS MPP

http://br.today.reuters.com/news/newsAr ... ived=False
Potius mori quam foedari
 

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ricardonunes

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« Responder #17 em: Agosto 03, 2006, 12:21:43 pm »
Cuba: Exilados apelam a golpe de Estado

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Os exilados cubanos de Miami apelam aos militares que levem a cabo um golpe de Estado em Havana, aproveitando a doença de Fidel Castro.
A organização mais influente do exílio nos Estados Unidos pede às Forças Armadas Cubanas, que estabeleçam o que chama de Governo de transição cívico-militar e que não apoiem a transferência de poder de Fidel para o seu irmão Raúl Castro.

A sugestão foi avançada pelo presidente da Fundação Nacional Cubana Americana: "O apelo que a fundação está a fazer é direccionada aos militares e civis dentro da Cuba para a criação de um governo transitório cívico e militar".  

Jorge Más Santos assegurou que existem integrantes da cúpula de poder, em Havana, que não querem aceitar Raúl Castro como sucessor de Fidel.

Quanto ao estado de saúde do líder cubano, embora não tenha surgido novo comunicado, a última indicação parte de uma irmã, Juanita Castro que anunciou que Fidel  já saiu dos cuidados intensivos.

Juanita, que abandonou Cuba em 1964, afirmou que um contacto da família em Havana lhe teria dado essa informação relativa à evolução do estado de saúde do irmão.



http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=172027
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Azraael

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« Responder #18 em: Agosto 03, 2006, 07:54:43 pm »
 

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Pantera

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« Responder #19 em: Agosto 03, 2006, 08:56:14 pm »
Penso que já é altura de uma democracia ser instaurada em Cuba.
o irmão segundo dizem é pior que castro,mas não sei em quê.Acho que já tem 75 anos ou algo do genero,pode ser que morra também a seguir ao Fidel.

Gostaria imenso ver uma Cuba livre de comunismo e com liberdade para evoluir.O povo cubano merece isso!!!

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ricardonunes

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« Responder #20 em: Agosto 03, 2006, 09:06:44 pm »
Concordo consigo Pantera, mas que seja uma democracia decidida e escolhida pelos Cubanos, mesmo governada por comunistas, desde que o povo escolha e seja livre de escolher.
Pois as democracias escolhidas pelos Americanos dão no que dão (vejam o caso do democrático Iraque).
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Marauder

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« Responder #21 em: Agosto 04, 2006, 06:08:13 am »
Citação de: "ricardonunes"
Pois as democracias escolhidas pelos Americanos dão no que dão (vejam o caso do democrático Iraque).


Não podemos ser assim tão simplistas. O Iraque tem as suas especificidades, como diferentes comunidades xiitas, sunitas e também alguns curdos ao norte (que a Turquia está a tencionar invadir para destruir as bases do rebeldes curdos). O que se passa é uma situação de quase guerra civil. Na realidade é uma guerra civil não convencional.

Os americanos são culpados de simplesmente não terem pensado nisso. "Deem-lhes democracia e tudo fica bem"...pois...Saddam poderia ser um ditador, mas era a sua repressão que mantinha o país em sentido. Com a sua liderança associada aos sunitas, quando a democracia veio, a maioria, isto é, os xiitas, tinham contas a ajustas.

Foi o mesmo em Ruanda, mas com resultados muito piores.
 

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TOMKAT

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« Responder #22 em: Agosto 04, 2006, 12:11:13 pm »
Curiosas as "democráticas" sucessões dinásticas nesses grandes arautos da "democracia popular"...

Cuba "negócio" de irmãos... (tudo aponta para isso)

Coreia do Norte... morre o pai... entra o filho.

Síria.... idem...

Espero que a transição para uma verdadeira democracia em Cuba, a acontecer, seja pacífica.

Se acontecer uma mudança de regime em Cuba, haverá muito "santo" que cairá do pedestal.
Será natural que a nomenclatura do partido e todos os que gravitam na esfera dos interesses construídos durante o regime de Fidel ofereçam resistência a uma transição pacífica.
IMPROVISAR, LUSITANA PAIXÃO.....
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«O meu ideal político é a democracia, para que cada homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado»... Albert Einstein
 

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Azraael

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« Responder #23 em: Agosto 04, 2006, 08:20:28 pm »
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Cuba Perks Up as Venezuelan Foils Embargo


As Raúl Castro takes up the task of leading Cuba in place of his brother Fidel, there is, surprisingly, one less thing he may have to worry about: the state of Cuba’s economy.

The credit goes, in large part, to the economic lifeline thrown to Cuba by the Venezuelan president, Hugo Chávez, who is using his country’s tremendous oil reserves to prop up the Castro government and counter Bush administration policy in Latin America.

To the exasperation of American officials, long determined to force a change of government by choking off the Cuban economy with an embargo, Venezuela’s patronage may take some pressure off Raúl Castro at what is otherwise a time of great uncertainty.

The Cuban government released no new information on Thursday on the health of Fidel Castro, 79, who is recuperating from a still-unexplained abdominal surgery. Raúl Castro, 75, who was named provisional leader on Monday by his brother, has yet to make an appearance.

In his first public comment on Fidel Castro’s illness, President Bush issued a statement on Thursday saying, “I urge the Cuban people to work for democratic change on the island.”

“We will support you in your effort to build a transitional government in Cuba committed to democracy, and we will take note of those, in the current Cuban regime, who obstruct your desire for a free Cuba,” Mr. Bush added.

The government made it clear Thursday that it intended to continue to rule the country, and reprinted in the party-run newspaper Granma a speech by Raúl Castro saying the party would carry on ruling no matter what happened to Fidel Castro. A report issued last month for President Bush said, “The current regime in Havana is working with like-minded governments, particularly Venezuela, to build a network of political and financial support designed to forestall any external pressure to change.” It was issued by the Commission for Assistance to a Free Cuba, which is chaired by Secretary of State Condoleezza Rice.

Wayne Smith, a former American diplomat in Havana, said that in recent years the Bush administration has shifted policy from openly working to undermine Fidel Castro’s government to trying to ensure that he is not replaced by his brother Raúl or another Communist figure.

“Getting in the way is Chávez and Venezuela, giving assistance to Cuba — and not only giving assistance but forming an alliance with Cuba,” said Mr. Smith, who is a senior fellow at the Center for International Policy in Washington. “It just drives the Bush people crazy.”

One of the world’s last Communist countries, Cuba’s economy is far from healthy, but it is also a world away from the one left destitute and marooned when Cuba’s long-time benefactor, the Soviet Union, collapsed, beginning in about 1989.

Compared with the grim early 1990’s, when imports — the vast majority from Eastern Europe — plunged nearly 75 percent in three years, Cuba’s economy has shown important signs of renewal in recent years.

At the Farmers Market on 19th Street in Havana on Thursday, stalls were brimming with super-sized avocados and mangoes. String beans were almost a foot long. Rolls came out warm from the oven. Vendors offered lobster and shrimp caught fresh that morning. And the place was bustling with paying customers.

For vendors, the money is so good that some abandoned government posts to sell produce. “I used to make about $5 a month,” said José Antonio Milanés Vasco, once employed in a state food warehouse. “Now I make $3 a day. My life has been totally transformed.”

Philip Peters, an expert on the Cuban economy at the Virginia-based Lexington Institute, said that such experiments with open-market reforms have helped lift the island’s economy. Such farmers markets, Mr. Peters noted, were supported by Raúl Castro in the early 1990’s, when the government first allowed farmers to sell their surplus crops after the state found itself unable to pay farm subsidies.

Today, Mr. Peters said, there are 300 such markets across the country. And while the state continues to provide families with monthly allowances of rice, beans, cooking oil, milk and other basic items, the so-called “free markets,” have turned some farmers into venture capitalists and revitalized the agricultural sector.

“Clearly Cuba has moved far beyond the crisis that affected it in the 1990’s,” Mr. Peters said. “Back then, the question was whether the economy would survive. That is not a question anymore.”

Instead, the question for any government after Fidel Castro, particularly for one headed by his brother Raúl, is whether those economic openings will widen.

While the political realm would in all likelihood remain tightly controlled under Raúl Castro, he has in recent years sent signals that Cuba could dabble with the kind of economic reforms that have been embraced by other authoritarian governments, like those in China and Vietnam.

Though he is the head of the army and state security apparatus, he has also run the island’s tourism industries, which were one of Cuba’s first experiments with allowing controlled pockets of economic liberalization. Today they generate about $2 billion a year in foreign earnings.

The government says economic growth topped 10 percent last year. The figure is doubtful to many economists, but even the C.I.A. put growth at 8 percent in 2005.

Cuban resources, like nickel, are selling at record highs, and the island may in the future benefit from plans to turn sugar cane into ethanol.

Havana has also signed important economic deals with countries like China, Canada and Spain, whose companies are interested in everything from selling transportation equipment and machinery to investing in tourism and oil exploration.

But no country has been more important to Cuba than Venezuela.

Mr. Chávez, who often meets with Mr. Castro and speaks of the elder president as Latin America’s most important statesman, has provided Cuba with 100,000 barrels of oil a day at a cut rate.

Venezuela provides credits, pays for more than 20,000 Cuban doctors who offer services to the poor in Venezuela and bankrolls programs like Mission Miracle, whereby tens of thousands of Latin Americans are flown to Havana for eye surgeries that raise hundreds of million of dollars annually for the Cuban state.

“Without a doubt, Cuba was able to come back and it’s because of Venezuela’s help, not just the oil accord but many other types of assistance,” said José Toro Hardy, an oil economist in Caracas, Venezuela.

The Cuba Transition Project, a University of Miami team of researchers who study Cuba’s economy, say Venezuela has provided more than $2 billion in financing, most of it in crude oil and refined petroleum products.

Indeed, the Venezuelan oil accounts for half Cuba’s total consumption — a windfall for a nation that, until recently, was mostly surviving on tourism dollars.

Venezuela has also become a major buyer of otherwise uncompetitive Cuban goods, like aging parts from old sugar mills and battered medical equipment. Exports from the island to Venezuela rose from just $25 million in 2002 to $300 million by 2004.

All together, Caracas and Havana have signed dozens, perhaps hundreds, of economic accords, the most important being a recent trade pact with Bolivia’s president, Evo Morales, that is aimed at countering Washington’s efforts to create a hemispheric trade agreement.

Among the most important of the Chávez government’s projects in Cuba is the restoration of the Cienfuegos oil refinery on the island, a plan that could cost Venezuela hundreds of millions of dollars. The Venezuelans are talking not just of reactivating the long-dormant facility, but also of upgrading it to refine the heavy, tar-like Venezuelan oil.

Raúl Castro, as his brother’s chosen successor, would benefit greatly from continued Venezuelan largess, which could give him the comfort to experiment with other parts of the economy.

“The Cuban government has made statements lately that if Raúl is in power, one of his main concerns is going to be dealing with the basic needs of the Cuban population,” said Eric Driggs, a researcher at the Institute for Cuban and Cuban-American Studies at University of Miami. “If that means giving some measure of a better life or putting more food on the table, I think he’ll take it.”

Mr. Driggs and others, like Mauricio A. Font, a Cuban-born expert on the Castro government at the City University of New York, caution that while the Venezuelan aid is vital to propping up the economy, it does little to help Cuba be self-sufficient.

The importance of tourism is everywhere in Cuba, from its elegant hotels to the costly renovation of Havana’s historic center, which have attracted tourists like Mieke Zee, a nurse from the Netherlands, and her husband, Jeroen.

She said they had been to Africa several times. “Poverty does not seem so bad here,” she said. “I mean, I have been to countries where children do not have enough to eat. Here children eat, they go to school and they have health care.”



http://www.nytimes.com/2006/08/04/world/americas/04cuba.html?_r=1&oref=slogin
 

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Azraael

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« Responder #24 em: Agosto 07, 2006, 11:42:25 pm »
 

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TOMKAT

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« Responder #25 em: Agosto 08, 2006, 02:09:48 am »
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Cuba dificulta entrada de jornalistas

A prestigiada organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) mostrou-se consternada com a atitude das autoridades cubanas que, em 2 de Agosto último, negaram a entrada de seis jornalistas e aumentaram os obstáculos para entrega de visto à imprensa.

Em comunicado, a RSF refere que após serem submetidos a um interrogatório por agentes do Ministério do Interior, os jornalistas viram-se obrigados a subir para o mesmo avião que os levou a saírem da ilha, com a desculpa de que não possuíam o visto de trabalho necessário para exercer no no território. Foram expulsos após uma hora de espera e submetidos a interrogatório sobre os motivos da sua visita quando explicaram que estavam ali para cobrir a situação criada com o estado de saúde de Fidel Castro. Fidel delegou o poder ao seu irmão.

"O governo cubano, acostumado a vigiar a imprensa estrangeira, reforçou o controle de acesso à ilha. Não será de estranhar que os jornalistas tentem entrar no país com vistos de turistas - para cumprir com o seu dever de informar - pois tornou-se muito difícil conseguir vistos de imprensa. A situação que se vive actualmente no país merece que se autorize que a imprensa estrangeira entre livremente no país", declarou a RSF.

A organização diz-se preocupada com a sorte dos jornalistas independentes, ameaçados indirectamente por altos responsáveis do exército; também permanece vigilante pela actuação das autoridades com respeito a 23 jornalistas presos em Cuba.

Entre diversos jornalistas estrangeiros que tentaram entrar em Cuba no passado dia 2, estão Alvaro Ugaz, da rádio peruana RPP, Mario Antonio Guzman, da chilena Radio Cooperativa, bem como os jornalistas dos jornais americanos "Washington Post" e "Miami Herald". O director do "Miami Herald", contou que um dos seus profissionais foi expulso, via Panamá, depois de apresentar o visto de turista e de ter explicado que fora a Cuba para fazer trabalho de jornalista.


http://jn.sapo.pt/2006/08/08/televisao/cuba_dificulta_entrada_jornalistas.html

Exemplar "democracia"...
Estão com medo de quê?.... quem não deve não teme.

Esses perigosos e subversivos jornalistas....  :roll:
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« Responder #26 em: Agosto 08, 2006, 02:13:53 am »
Citação de: "TOMKAT"
Exemplar "democracia"...
Estão com medo de quê?.... quem não deve não teme.

Esses perigosos e subversivos jornalistas....  :roll:
"Democracias" de mao no ar tem destas coisas...
 

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TOMKAT

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« Responder #27 em: Agosto 09, 2006, 10:12:04 pm »
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Cuba ameaça multar quem vir TV estrangeira por satélite

O Governo cubano ameaçou quarta-feira, através da imprensa, com uma multa que pode ascender a mais de sete anos de ordenados, todos os cidadãos do país que tenham aparelhos ilegais para captar televisões estrangeiras por satélite.
Numa altura em que a Administração norte-americana pretende reforçar as emissões da TV Martí, o canal de televisão criado para transmitir informação pró-norte-americana para Cuba, as autoridades da ilha aumentam o controlo sobre os equipamentos ilegais de captação das emissões por satélite.

De acordo com o diário oficial Granma, as autoridades cubanas consideram que «grande parte da programação que se recebe por essa via é de conteúdo destabilizador, intrometido, subversivo, e apela, cada vez mais, à realização de actividades terroristas».

A multa imposta a quem «instalar ou manter instalados ilegalmente equipamentos, antenas ou outro dispositivos para serviços de telecomunicações de carácter limitado« pode chegar aos 30.000 pesos cubanos (1.052 euros), acrescenta o órgão oficial do Partido Comunista Cubano.

Tendo em conta que o ordenado médio em Cuba ronda os 12 euros mensais, um cubano arrisca-se a ter de juntar os rendimentos de sete anos e quatro meses para pagar a multa.

No raciocínio do Governo cubano, ver a TV Martí, ou qualquer dos canais de televisão que emitem dos Estados Unidos, é pactuar com «as recomendações contidas no primeiro capítulo do plano de anexação de (George W.) Bush que pretende destruir a Revolução cubana».

Esse plano «inclui a distribuição de computadores, rádios de onda curta, antenas de satélite, descodificadores, faxes e fotocopiadoras aos seus mercenários aqui (Cuba)» e o aumento do financiamento de «emissoras radiofónicas e televisivas que insolentemente portam o nome do Herói Nacional José Martí».

O Governo cubano está preocupado com a «avalancha de propaganda comercial que mostra a aparência do capitalismo» que os cidadãos cubanos podem ver nos canais de televisão captados sem controlo, mas também «as mensagens anti-cubanas e até pornografia com crianças, adolescentes e adultos».

Mensagens e imagens que estão a anos-luz «dos valores culturais, educativos e patrióticos que predominam nos nossos programas televisivos», acrescentou o Granma.

A multa para os prevaricadores, estabelecida pelo Decreto-Lei 157 de 1995, situa-se entre os 10.000 e os 20.000 pesos cubanos, «mas os inspectores têm poder para aumentar a multa até metade da quantia máxima (mais 10.000 pesos), o que poderá levar à imposição de sanções pecuniárias de até 30.000 pesos», explica o jornal.

As autoridades cubanas já começaram a confiscar antenas de satélite em vários municípios da Velha Havana, mas, apesar dos avisos, milhares de cubanos continuam a usar antenas e receptores camuflados das formas mais surpreendentes, diz o correspondente da agência EFE na capital cubana.

Dezenas de pessoas podem aceder ao mesmo serviço pagando a um vizinho com receptor que lhe dá acesso às emissões através de um cabo, às vezes com centenas de metros de comprimento, criando uma mini-rede popularmente conhecida como «rede aranha».

Até agora a TV Martí emitia apenas quatro horas ao sábado através de um avião C-130, forma usada pelo Governo norte-americano para impedir que as autoridades cubanas interferissem no sinal enviado para Cuba.

No entanto, o Gabinete de Telecomunicações para Cuba, organismo oficial norte-americano responsável pelas emissões da Rádio e da Televisão Martí, enviou uma carta na semana passada ao Pentágono solicitando um aumento das horas de transmissão, revelou o diário El Nuevo Heraldo de Miami.

Diário Digital / Lusa

09-08-2006 20:41:02


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=239133

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« Responder #28 em: Agosto 10, 2006, 10:05:07 pm »
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Venezuela's president: Fidel Castro is in a battle for life


Venezuela's president says Fidel Castro's in a "great battle for life."

The two leaders are close friends and allies. And Hugo Chavez says he remains optimistic about the Cuban leader's recovery.

Chavez says he received a message from Castro Wednesday that filled him with optimism and faith.

Late last month Castro granted his powers to his brother Raul so he could recover from intestinal surgery. Neither brother has been seen in public since. Details of Castro's condition are being treated as a "state secret."



http://www.wistv.com/Global/story.asp?S=5266227

Para bem do povo cubano esperemos que a perca...
 

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Pantera

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« Responder #29 em: Agosto 12, 2006, 10:28:53 am »
Citação de: "Azraael"
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Venezuela's president: Fidel Castro is in a battle for life


Venezuela's president says Fidel Castro's in a "great battle for life."

The two leaders are close friends and allies. And Hugo Chavez says he remains optimistic about the Cuban leader's recovery.

Chavez says he received a message from Castro Wednesday that filled him with optimism and faith.

Late last month Castro granted his powers to his brother Raul so he could recover from intestinal surgery. Neither brother has been seen in public since. Details of Castro's condition are being treated as a "state secret."


http://www.wistv.com/Global/story.asp?S=5266227

Para bem do povo cubano esperemos que a perca...


nem mais,o problema é que quando ele morrer possivelmente o irmão assume o poder.
à de ser um "vira o disco e toca o mesmo"