Notícias da Marinha

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JLRC

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Notícias da Marinha
« em: Novembro 28, 2004, 04:43:13 pm »
Caros companheiros

Vou abrir este tópico para nele centralizarmos todas as notícias referentes à Armada portuguesa.

Cumptos
 

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Miguel

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OHP
« Responder #1 em: Novembro 29, 2004, 06:49:54 pm »
Caros amigos

Há rumores de negociações, de cedencia de uma terceira fragata OHP para portugal?
 

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JLRC

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O Sistema “AIP”
« Responder #2 em: Novembro 29, 2004, 07:14:19 pm »
O Sistema “AIP” dos Novos Submarinos da Armada


INTRODUÇÃO
A energia, sob a forma de corrente eléctrica, produzida a bordo dos submarinos convencionais, destina-se a alimentar o motor eléctrico de propulsão e os outros utentes desta energia (conversores, auxiliares, equipamentos electrónicos, iluminação etc).
O seu armazenamento em baterias permite que o submarino navegue em imersão durante um determinado período de tempo dependente do consumo e da capacidade das baterias. Esgotada a energia armazenada, o submarino tem de carregar as baterias para o que terá de produzir energia.
 

Nos submarinos sem sistema “AIP” (Air Independent Propulsion) a energia é produzida por geradores accionados por motores diesel o que exige a aspiração de ar atmosférico para o seu funcionamento. Este  condicionamento determina que o submarino tenha de permanecer imerso, mas muito perto da superfície de modo a poder aspirar através do mastro “snorkel” o ar indispensável ao funcionamento dos seus motores diesel.  A parte emersa e esteira do “snorkel”, os gases de evacuação e o ruído irradiado na água pelo funcionamento dos motores diesel inerentes a esta situação, constituem indiscrições que podem originar a detecção de submarino, pelos seus opositores.

Para anular esta vulnerabilidade têm sido desenvolvidos esforços no sentido de dotar os submarinos convencionais de um sistema que possibilite gerar energia em imersão, sem depender do ar atmosférico (sistema AIP), aumentando assim a sua autonomia em imersão.

Dos vários sistemas desenvolvidos, apenas o motor Stirling utilizado pelos submarinos suecos e as células de combustível, recentemente em uso nos submarinos alemães, tiveram até agora aplicação prática.
 


As vantagens e desvantagens dos vários sistemas foram tema de discussão apaixonada e obrigatória em todos os congressos e exposições da especialidade.

As características das células de combustível impuseram este sistema como o mais adequado para aplicação nos submarinos. Destas destaca-se nomeadamente:
 

• Assinatura acústica e térmica favorável

-  funcionamento silencioso

- inexistência de produtos de evacuação

- reduzida transferência térmica para a água

• Sem limitação de profundidade de operação

• Concepção modular

• Alto rendimento, especialmente a cargas parciais

• Poucos requisitos de manutenção

• Facilidade da sua automação e integração no sistema de controlo da plataforma.
 

O FUNCIONAMENTO DAS CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL
Nas células de combustível a produção de energia é conseguida por conversão electroquímica em que o hidrogénio e o oxigénio reagem através de uma membrana, produzindo electricidade e água.
 

Célula de combustível. Módulo de 30-40 Kw sem envólucro.


Princípio de funcionamento da célula de combustível.

As células de combustível dos novos submarinos são do tipo PEM (Polymer Electrolyte Membrane), dispondo, como a designação indica, de um electrólito sólido que actua como uma membrana separadora de electrões e protões.

Assim, no lado anódico da membrana, o hidrogénio é decomposto nos seus electrões e protões. Os electrões constituem a energia produzida que passa para os circuitos de bordo, enquanto os protões atravessam a membrana.

No lado catódico da membrana, os electrões que regressam à célula, vindos dos circuitos de bordo, reagem com os protões que atravessaram a membrana, produzindo água, o único produto da conversão electroquímica.
 
 

 De um modo mais simples pode dizer-se que a conversão electroquímica mais não é do que o inverso da electrólise pois nesta quando se aplica energia aos eléctrodos, produz-se hidrogénio no ânodo e oxigénio no cátodo.
 

O SISTEMA AIP NOS NOVOS SUBMARINOS
As células de combustível são associadas em módulos de modo a produzirem a potência necessária, constituindo conjuntos extraordinariamente densos. Esta característica é também favorável para aplicação em submarinos, dada a conhecida exiguidade do espaço.

Por razões de segurança os módulos são montados em invólucros cheios de azoto: a monitorização deste gás permite detectar a existência de qualquer fuga de hidrogénio.

Para além dos módulos referidos, o sistema AIP é constituído pelos reservatórios de armazenamento dos reagentes (H2 e O2), um tanque para a água produzida na reacção electroquímica, ligações ao sistema de controlo do submarino e vários auxiliares.

A capacidade dos reservatórios de armazenamento dos reagentes determina naturalmente a autonomia do sistema, estabelecida em função dos requisitos operacionais. Constituindo no entanto a parte mais volumosa do sistema, está limitada pelos constrangimentos de espaço.

O oxigénio é armazenado no estado líquido num tanque instalado no interior do submarino, de parede dupla, com isolamento a vácuo de modo a conservar o estado criogénico pelo maior período de tempo possível.

O hidrogénio é armazenado em reservatórios instalados no exterior do submarino e especialmente desenvolvidos para esta aplicação.

A segurança do armazenamento e a elevada densidade volumétrica foram conseguidas enchendo os reservatórios com uma liga metálica especial  denominada hidretos metálicos. Consegue-se assim armazenar maior quantidade de hidrogénio do que o correspondente ao volume interno do reservatório; os hidretos actuam como uma esponja: reagem quimicamente diminuindo de volume à medida que o hidrogénio é armazenado, voltando às dimensões originais quando o hidrogénio for totalmente consumido.

Os requisitos de resistência ao choque bem como a segurança de todo o sistema foram, naturalmente, extensivamente testados e certificados.

Aumentando em cerca de três vezes a autonomia em imersão à velocidade de patrulha, até agora conseguida com recurso à energia armazenada nas baterias, o sistema AIP veio tornar o submarino indetectável durante semanas, reforçando de modo significativo a sua principal característica – a discrição.

Com o aumento significativo dos períodos em que o submarino permanece em imersão, sem contacto com a atmosfera, tornou-se necessário dotá-lo de um sistema de monitorização e regeneração do ar ambiente, adaptado às novas exigências: o ar ambiente tem de manter-se dentro dos padrões de respirabilidade  durante semanas em vez de apenas durante uns dias.

As condições de habitabilidade tiveram naturalmente em conta esta nova realidade: uma cama para cada elemento da guarnição em vez do regime de “cama quente” dos submarinos classe “Albacora”, em que há apenas cama para dois terços da guarnição; possibilidade de tomar duche, visto que existe capacidade de produção de água doce por osmose inversa.
 


A  utilização operacional de um submarino com AIP será necessariamente diferente, não só pela necessidade de optimizar as novas possibilidades que o sistema oferece, mas também pelos constrangimentos que as leis da física determinam relativamente ao armazenamento de um dos gases, – o oxigénio.
 

Efectivamente a conservação deste gás no estado líquido a temperatura criogénicas só é possível durante cerca de mês e meio. À medida que o tempo passa a temperatura vai subindo e o oxigénio vai passando ao estado gasoso, aumentando a pressão e perdendo-se através de válvulas de segurança. Isto significa que o submarino deverá abastecer para realizar determinadas operações e gastar todo o oxigénio armazenado, limitação que não existe com as instalações de produção de energia até agora utilizadas a bordo.

Através deste sistema a Marinha irá tomar contacto com uma nova forma de gerar energia, situando-se mais uma vez na vanguarda da introdução de novas tecnologias em Portugal. A industria automóvel vem dando também crescente importância às células de combustível que, provavelmente irão substituir no futuro os motores actuais. Na cidade do Porto alguns autocarros circulam já, a título experimental, com energia produzida por este processo.

Como acontece com todas as novas tecnologias, vai exigir apetrechamento específico e formação adequada, o que constitui um dos desafios a vencer para o integral aproveitamento das capacidades dos submarinos da V Esquadrilha.  

 

L. Cardoso Caravana

CALM
 
Nota: Artigo saído na Revista da Armada de Novembro de 2004
 

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lf2a

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« Responder #3 em: Novembro 29, 2004, 08:13:09 pm »
Citar
Caros companheiros

Vou abrir este tópico para nele centralizarmos todas as notícias referentes à Armada portuguesa.

Cumptos


Caro JLRC,

Não me parece uma boa ideia essa de centralizar toda a informação acerca da Armada portuguesa neste tópico.
É que existem tantos, possíveis, subtópicos diferentes referentes à nossa Marinha Portuguesa (NPO, NPL, OHP, Helis, Fuzileiros, etc...) que se os colocar todos aqui vai ser uma grande "salganhada" (principalmente se posteriormente quisermos procurar alguma info específica). :?
Quanto às outras Marinhas não me oponho, mas em relação às notícias/assuntos que dizem respeito à Armada Portuguesa parece me melhor deixar como está (1 Tópico por cada assunto).

Cmpts,
 :wink: LF2A
 

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JLRC

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Portugal vai construir 8 NPO e 2 NPC
« Responder #4 em: Novembro 29, 2004, 10:30:03 pm »
No último prós e contras emitido na RTP 1 na segunda-feira passada, foi dito que tinha sido assinado um contrato para 2 NPO e 2 NCP e recentemente um contrato para mais 6 NPO. Sendo assim, vai manter-se o número inicialmente previsto de navios a construir, 10 (8 NPO + 2 NCP) e não 12 como já foi aqui referido.
Cumptos
 

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Lynx

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« Responder #5 em: Janeiro 15, 2005, 08:16:18 pm »
Fonte: RTP
http://www.rtp.pt/index.php?article=147431&visual=16

Citar
Marinha disponibiliza velhas fragatas e submarinos para servirem de Museus

Gostaria de ver uma velha fragata ou submarino servir de Museu em pleno centro da sua cidade ou na zona ribeirinha? Se esse desejo partir de uma entidade pública reconhecida, bastará entrar em contacto com a Marinha.


Segundo um artigo publicado na última edição da "Revista da Armada", a Marinha de Guerra portuguesa está disposta a ceder à sociedade civil os navios das suas frotas que brevemente vão ser abatidos ao serviço.

Como "a Marinha não possui nem recursos financeiros, nem humanos e nem sequer espaços disponíveis para manter unidades navais que tenham deixado o serviço, poderá quanto muito o Museu expor fracções de navios, como por exemplo: a ponte, o centro de comunicações, o centro de operações, a botica ou alojamentos, põe-se a hipótese de ser a Sociedade Civil dinamizadora da iniciativa de preservar parte do património da construção naval", diz o artigo, assinado pelo almirante Leiria Pinto.

Aquele oficial incentiva as câmaras municipais, fundações, empresas e associações "a seguir o exemplo de algumas autarquias de cidades ribeirinhas que formalmente já solicitaram, para fins museológicos, a aquisição de navios que a curto prazo serão abatidos".

O projecto insere-se numa "nova concepção" da preservação do património histórico.

"Constata-se que, tradicionalmente, o património histórico é apresentado de um modo estático, situação que está ultrapassada", sustenta o almirante Leiria Pinto, defendendo que "actualmente o material museológico deve ser exposto de uma forma dinâmica de modo a permitir que o visitante seja integrado no espaço em que esse material estava instalado e assim poder conhecer, no caso em questão, o que era a vida a bordo".

Segundo Leiria Pinto, "é imprescindível pois que se proceda à musealização do espaço em que se localiza a exposição do património, facto que o tornará mais apelativo e didáctico".

"Cada ser humano deverá assim transmitir, aos que lhe sucedem, quer a História que recebeu, quer a relativa aos acontecimentos da sua época, com risco de, se não o fizer, a memória do passado poder ser deturpada e incorrectamente reescrita", acrescenta Leiria Pinto.

E isto porque, refere, "todo o verdadeiro conhecimento histórico é principalmente baseado nas denominadas fontes, documentais ou materiais, que são concebidas por aqueles que participam nos acontecimentos ou deles tiveram conhecimento directo".

Os navios que "marcaram uma época" - sustenta o almirante - devem continuar a ser memória histórica, evitando a sua transformação em "simples sucata" e que se percam "irremediavelmente" como património histórico visível, apreciado e estudado.
 
 

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JLRC

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« Responder #6 em: Março 24, 2005, 11:29:49 pm »
Citar
Portugal selects ECPINS for smart navigation
The latest navy to sign up for the Electronic Chart Precise Integrated Navigation System (ECPINS) devised by Canada's Offshore Systems International (OSI) is that of Portugal.
[Jane's International Defence Review - first posted to http://idr.janes.com - 15 March 2005]
 

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Miguel

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« Responder #7 em: Março 27, 2005, 08:42:28 pm »
A cidade de Viana do Castelo, comprou o "NRP Delfim" por 50 000 Euros :D

Seria possivel a um particular como eu por exemplo 8)  comprar o Barracuda?
 

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ferrol

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« Responder #8 em: Abril 05, 2005, 04:41:35 pm »
Unha máis do LPd, sacada de navyleage e posteada por "kielland" en warships:
http://www.navyleague.org/sea_power/apr_05_44.php
Citar
The Portuguese Ministry of Defense has signed a contract with ENVC shipyard for the construction of one Schelde Enforcer-class landing platform, dock (LPD). The project, worth $277.9 million, calls for the new ship to be in service by 2010 and includes an estimated six landing craft, utility (LCU) as part of the contract.

The contract, as well as the design for the Enforcer class, is part of the offset agreement from the April 2004 submarine contract in which the Portuguese Navy (PN) signed a construction contract with the German Submarine Consortium for two Type-U209PN submarines, with an option for a third. The contract included provisions for an LPD design to meet the PN’s specifications.

Preliminary information states that the LPD will be the Enforcer 1300 design, but with a full-size deck. Specifications of the Enforcer 1300 include:
Length: 544.6 feet;
Beam: 82 feet;
Displacement: 12,750 tons (full load);
Military lift: 555 combat troops, 400 headquarters personnel and 30 main battle tanks or 90 armored personnel carriers;
Two Thales Naval Nederland Goalkeeper Close-in Weapon Systems;
Thales Naval Nederland DA08 air/surface search radar.
En resumo, aló polo 2010, Portugal terá un LPD de 13.000 toneladas por 277 millóns.

Saúdos.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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papatango

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« Responder #9 em: Abril 05, 2005, 06:55:57 pm »
Temos que aguardar que a marinha diga algo.
Todas estas noticias parecem ser eco umas das outras.

Numa olhada apenas superficial para esta noticia, temos que a "largura" do navio é de 82 pés.
82 pés, é a largura máxima do modelo da Schelde, que só chega a 11.000 toneladas de deslocamento máximo.

Portanto, 82 pés, não combina com 12.750 T.
Neste caso, a largura indicada devería ser de  90 pés e não 82.

Além disso, os valores indicados não têm nada a ver com a especificação da marinha, que precisa de lugar para 600 militares.

Estamos no país, onde os submarinos  U-209 são, como todos sabemos, U-214 :)

O projecto do Navpol, não está feito, e, neste momento, não há na marinha ninguém que possa dizer exactamente como vai ficar.

Cumprimentos
 

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me163

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« Responder #10 em: Abril 06, 2005, 11:14:43 am »
Citação de: "papatango"
Numa olhada apenas superficial para esta noticia, temos que a "largura" do navio é de 82 pés.
82 pés, é a largura máxima do modelo da Schelde, que só chega a 11.000 toneladas de deslocamento máximo.

Portanto, 82 pés, não combina com 12.750 T.
Neste caso, a largura indicada devería ser de  90 pés e não 82.

Além disso, os valores indicados não têm nada a ver com a especificação da marinha, que precisa de lugar para 600 militares.



Olá Papatango,

não estará a fazer confusão com as contas?

1 feet = 30,48cm

82 feet = 2499,36 cm (ou seja 25m)

Segundo o site www.naval-technology.com:

"(...)The overall length of the hull of the Rotterdam class is 162.2m, its breadth is 25m and its maximum draught is 5.9m. The maximum displacement is 14,000t(...)"

No que toca a soldados a transportar:

"(...)   fully equipped marine battalion or up to 613 troops. (...)"

Aquela noticia deve ter algum engano...


cumprimentos
Si vis pacem parabellum
 

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tsahal

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LPD.
« Responder #11 em: Abril 06, 2005, 01:06:31 pm »
O novo LPD da Marinha nao vai ser parecido com o Enforcer 1300, como foi divulgado pela AMI International. Sao noticias erradas, baseadas em informacoes erradas de algumas chefias da Marinha. Tenho o numero da AMI International onde foi publicada a noticia completa, que me deixou sem palavras. O pior, foi que varias publicacoes de defesa, publicaram noticias baseadas nessa noticia da AMI International.
 

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papatango

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« Responder #12 em: Abril 06, 2005, 03:46:04 pm »
Citação de: "me163"
Olá Papatango,

não estará a fazer confusão com as contas?

1 feet = 30,48cm

82 feet = 2499,36 cm (ou seja 25m)

Eu refiro-me às medidas do site da Royal Schelde, onde a versão de 25 metros, só vai até 11.000 toneladas.

Mas conforme o Tsahal disse, a especulação parece estar na ordem do dia. As noticias propagam-se desta forma e os orgãos de comunicação social, dão noticias uns dos outros, criando muitas vezes factos sem grande sentido.

Em Portugal, não existem publicações especializadas e as que há são publicações dos ramos das forças armadas, que normalmente não pautam a sua acção pela noticia de última hora...

Até ao momento, o que se sabe, é que nada se sabe, embora exista quem saiba o que quer.

De qualquer forma, há que ficar atento, porque se a opção fosse para uma das versões de LPD mais pequenas, estariamos a gastar demasiado dinheiro, mesmo sendo tal LPD, uma boa compra.

Acho que a primeira coisa a fazer será acertar no valor do deslocamento máximo (que não é o peso do navio).

Tentarei manter a ficha do Navpol, actualizada, conforme os dados conhecidos foram fazendo sentido:
http://www.areamilitar.net/marinha/Navpol.asp?tp=FUT&rm=Marinha&pa=Portugal

Cumprimentos
 

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tsahal

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LPD & PANDUR 2.
« Responder #13 em: Abril 06, 2005, 04:03:53 pm »
O LPD Portugues vai ser desenvolvido a partir de uma parceria da Marinha, ENVC e HDW (Joint Project Team). Especificaçoes da Marinha, projecto da HDW, construçao dos ENVC. Como disse no meu primeiro post, tratou-se de um erro da publicacao. Agora falta saber se foi de proposito ou se foi devido a imformacao errada e proveniente de algumas chefias. Para acabar, gostaria de informar os amigos do forum que os nossos PANDUR 2, vao ser equipados com equipamentos do melhor que existe. Estive a ver a lista oficial das versoes e equipamentos existentes nas VBRs e fiquei surpreendido pela positiva. Segundo a GOM, caso a Steyr obtenha encomendas do estrangeiro e solicite encomendas a GOM, poderemos exportar VBRs.
 

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papatango

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« Responder #14 em: Abril 06, 2005, 11:44:37 pm »
Citar
Para acabar, gostaria de informar os amigos do forum que os nossos PANDUR 2, vao ser equipados com equipamentos do melhor que existe. Estive a ver a lista oficial das versoes e equipamentos existentes nas VBRs e fiquei surpreendido pela positiva.

Eh eh :mrgreen:

Cumprimentos
 

 

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