Armada Espanhola

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Rui Elias

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« Responder #75 em: Agosto 01, 2005, 12:10:42 pm »
Alfsapt:

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NPO´s com hangar seria o mesmo que ter f16 sem pilotos, fuzos sem LPD, missões NATO sem blindados, GALE sem helis...


 :lol:  :roll:

Podem custar muito mais que os nossos NPO's construidos em Viana, mas parecem representar maiores potencialidades para a sua rentabilização ao nível de investimento.

O que acham?
 

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Luso

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« Responder #76 em: Agosto 01, 2005, 12:30:20 pm »
O que acho?
Concordo contigo.

De que adianta ter-se muitos meios baratos com capacidades mínimas?
Já se sabe: o barato sai caro.
Pergunto-me se o elevado número destas traineiras não servirá apenas para dar lugares a novos oficiais...
Lembrem-se: a III República não existe para prestar reais serviços à Nação, mas para alimentar clientelas.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Rui Elias

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« Responder #77 em: Agosto 01, 2005, 12:47:06 pm »
Luso:

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Já se sabe: o barato sai caro.

Esse pricípio alica-o á opssa opção pela aquisição de 2 Perry com 26 anos de idade? :mrgreen:

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Pergunto-me se o elevado número destas traineiras não servirá apenas para dar lugares a novos oficiais...
Lembrem-se: a III República não existe para prestar reais serviços à Nação, mas para alimentar clientelas.


Eu assinaria por baixo.

O grande problema das nossa FA's são as clientelas que se formam ao redor dos Estados-Maiores.

Os grandes sorvedouros de verbas que poderiam ser melhor aplicadas em aquisição e operação de equipamentos.
 

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smaerd

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« Responder #78 em: Agosto 01, 2005, 03:56:40 pm »
Luso:
"Apoiado Papatango !! Finalmente uma análise séria a provar que é possivel criticar sem cair no exagero da autoflagelação. Tanto deita abaixo chega a ser ridiculo !!! O que me pareçe a mim é que alguns colegas aqui do forum devem ter algum complexo de inferioridade em relação aos Espanhois...sinceramente gostava de perceber porquê....e já agora uma pergunta : será que os Espanhois têm algum complexo de inferioridade em relação aos Franceses ????"

Yo creo que en España no se esta tan pendiente de las fuerzas armadas Francesas como lo estan Vd de las nuestras.

Quiza sea que no hay tanto desequilibrio en relacion a como pueda haberlo entre los vecinos Ibericos, o quiza sea que simplemente "pasamos" de lo que hagan los franceses.

De todas formas siempre e pensado que Espanha y Portugal deberia de ser mas socios en temas militares. Imaginense unas fantasticas Corbetas
diseñadas y construidas entre los dos paises  :wink:
 

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emarques

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« Responder #79 em: Agosto 01, 2005, 07:42:33 pm »
Citação de: "smaerd"
De todas formas siempre e pensado que Espanha y Portugal deberia de ser mas socios en temas militares. Imaginense unas fantasticas Corbetas
diseñadas y construidas entre los dos paises  :mrgreen:
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Rui Elias

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« Responder #80 em: Agosto 02, 2005, 05:01:19 pm »
Pessoalmente não me repugnariam projectos conjuntos com Espanha (que pena que Portugal não se tivesse associado ao projecto que deu origenm às F-100 e às LCF).

Mas creio que da parte das chefias militares há ainda anti-corpos em relação a um estreitamento nessa cooperação.

Creio que sem cooperação Portugal estará condenado num horizonte de 15 anos a comprar usado e pouco, ao contrário de outros.

As F-310 da Noruega, as F-100 de Espanha...

Portugal a seu tempio não se poderia ter asociado para a aquisição de pelo menos 2 unidades?
 

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papatango

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« Responder #81 em: Agosto 02, 2005, 05:14:51 pm »
Ainda bem que há anti-corpos

Se não fossem os anti-corpos, já nos haviam convencido a não ter marinha.
Cair na dependência espanhola em termos de armamentos é a mesma coisa que ficar completamente desarmado.

Para ficarmos dependentes dos espanhois, que são objectivamente o nosso unico inimigo directo, então mais vale não ter exército, porque em caso de conflito, não podemos ficar à espera que os espanhois nos ataquem e que enviem peças de reposição ao mesmo tempo.

O que os espanhois querem é que primeiro caiamos na esfera de influência deles. Depois, poderão controlas as nossas Forças Armadas. Depois disso, passaremos a ser uma especie de Guarda Pretoriana que os espanhois mandam para onde lhes aprouver.
Com alguma capacidade de controlo político sobre Portugal os espanhois podem mandar os portugueses para locais onde a probabilidade de haver baixas seja elevada, e não têm que responder perante a opinião pública, porque quem fica na mó debaixo é o governo fantoche de Lisboa. Em termos mundiais, serão sempre os espanhois a decidir. Esse é o grande problema do iberismo.

Vejamos o que aconteceu na guerra civil de espanha, onde os voluntários portugueses foram colocados nas frentes mais violentas, onde a probabilidade de morrerem era maior. Atrás dos portugueses estavam as tropas favoritas de Franco, os moiros/muçulmanos da "Legion", como ordens para matar os portugueses se eles vacilassem. (vide o último programa da TVE sobre la raia quebrada já aqui referido anteriormente, já que antes de passar na TVE, se eu dissesse isto era logo acusado de mentiroso)

Infelizmente tenho que admitir que os nossos governantes têm feito tudo para parecerem fantoches.

Cumprimentos
 

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komet

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« Responder #82 em: Agosto 02, 2005, 05:31:34 pm »
Citar
governo fantoche de Lisboa.


Tal realidade me estremeceu... não é o que temos agora?
"History is always written by who wins the war..."
 

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ferrol

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« Responder #83 em: Agosto 02, 2005, 06:01:47 pm »
Citação de: "Rui Elias"
Pessoalmente não me repugnariam projectos conjuntos com Espanha (que pena que Portugal não se tivesse associado ao projecto que deu origenm às F-100 e às LCF).
Hola Rui: Benvido de novo ó foro e á participación nel. Leva pouco tempo pero veu con forza, que xa intervíu en varios fíos. Noraboa  :Palmas:

En fin, eu quixera apoiar esta idea súa da coparticipación en proxectos, de xeito tal que, igual que por exemplo se fai coa EADS cada un puxera a súa experiencia nun aspecto da construcción nunha porcentaxe equivalente á da porcentaxe de participación do proxecto, para que así ninguén gañase ou perdese diñeiro.  

Así se fixesemos o deseño dunha fragata xuntos, por exemplo, e Portugal participase co 30% da inversión, pois levaría o 30% do total do proxecto.

Por eso lle pregunto:
¿Cales son os aspectos constructivos do sector naval, xa que estamos no fío naval, que mellor se lle da a Portugal, para repartir responsabilidades na hora dun posible proxecto común?

En fin, está claro que Portugal non contou con España no deseño do seu LPD, nin encargou Scorpenes, senón U-212, e polo tanto coido que esa favorable colaboración que propón aínda queda lonxe.

Pero imaxínese por un momento que gracias ás economías de escala, Portugal tivese dentro dun quinquenio 3 S-80 con AIP e tubos lanzadores de TLAM, por exemplo, ou que compartise o uso do LHD español en pé de igualdade coa Armada. Ou un par de F-310 aproveitando o pedido noruegués a Izar...

Ou que unha ducia de Typhons do Exército do Aire armados cos famosos Taurus-350 estivesen prontos á defensa do Algarve...

Aínda nos queda moito por andar na nosa arelada Unión Ibérica, pero agardemos que agora que os nosos presidentes xa saben cales son as prioridades respectivas, se poida avanzar rápido.

De momento, os alcaldes da eurorrexión de Galicia-Norte de Portugal, xa loitan xuntos en Bruxelas polos fondos para a Alta Velocidade.

Un saúdo, Rui.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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papatango

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« Responder #84 em: Agosto 02, 2005, 06:39:17 pm »
Citação de: "Ferrol"
Aínda nos queda moito por andar na nosa arelada Unión Ibérica,

Calculo que a provocação seja propositada, mas enfim.

Antes de vermos essa união ibérica, ainda veremos a independência da República Federal da Catalunha, A independência mais que inevitável do Estado Basco, ou até mesmo da República Galega, e claro, dos Emirados Castelhanos Unidos.

Depois pensaremos em disparates de uniões contra-natura.

Além do mais já andámos tudo o que tinhamos a andar no sentido da União Ibérica. Ela acabou, quando pusemos os Castelhanos a andar de aqui para fora.

Você Ferrol, como a maioria dos espanhóis, ainda não entendeu, que o povo espanhol, é dos menos estimados em Portugal, exactamente por causa dessa União Ibérica. Essa União absurda, provocou guerras e ainda hoje as regiões fronteiriças sofrem dos problemas causados pelas tentativas falhadas de anexação.

Por amor de Deus, escolha outros temas, porque esse tema já deu o que tinha a dar. Poupe-nos com essa retórica absurda, essa canção do ceguinho, de que estariamos melhor se fossemos castelhanos.

Qual sería a quota de portugueses mortos na Guerra Civil de 1936-1939 que fez quase um milão de mortos ?
200.000, 300.000?
Infelizmente, só costumamos olhar para as coisas boas, e muitas vezes esquecemo-nos das coisas más.

Saludos
 

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Rui Elias

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« Responder #85 em: Agosto 03, 2005, 02:20:53 pm »
Ò Papatango:

Eu não sou iberista, hombre!!!

Coño!!!

Mas quando defendo projectos conjuntos, com Espanha ou com outros é porque só assim posso vislumbrar a possibilidade de dentro de 15 anos podermos ter marinha ocânica que se apresente, e não um imenso Museu de Marinha ao vivo.

Ao participarmos no projecto do A-400M, isso não que dizer que se esse participação tivesse continuado, ficássemos sob domínio militar de Madrid, para efeitos de reposição de peças.

Mas há outros projectos em curso, como o das Horizon, onde a Espanha não entrou.

Por exemplo a Noruega não teve esse tipo de complexos nem tem medo de que a Espanha lhe negue peças de reposição.

Julgo que é bom que hajam cautelas, que hajam precauções e alguma calma nessa cooperação militar, mas nunca rejeitar à partida possibilidades para nos equiparmos melhor.

Repare que as F-100 são semelhantes às LCF e no entanto umas têm o americano AEGIS e as LCF têm outro sistema.

O que nos poderia ter impedido de optar pelo outro sistema, em vez do AEGIS?

O que interessa é a plataforma e os sistemas básicos.

Depois, podemos sempre ir catando nos mercados o que mais nos convém ao nível de sistemas de armas.

Pelo caminho actual, nem plataformas para daqui a 20 anos, nem o resto, e nessa altura, acredite que cairemos automáticamente nas mãos de Madrid.

Se não arripiarmos caminho desde já.

Imagine que com os 60 Tomahawks, os espanhois lhes colocam na ponta umas ogivas nucleares.

Tecnologia nuclear já a têm por força das suas centrais para produção de energia.

O que lhe garante que dentro de 3 ou 5 anos Espanha não desenvolve uma ogiva para colocar nos mísseis de cruzero de que diz tanto precisar, para se defender da moirama?
 

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alfsapt

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« Responder #86 em: Agosto 03, 2005, 02:30:03 pm »
Citação de: "Rui Elias"
Ò Papatango:

Eu não sou iberista, hombre!!!

Coño!!!


Iberista? o que é isso? ...deixem estar, não faço questão de usar "estrangeirismos"...
"Se serviste a patria e ela te foi ingrata, tu fizestes o que devias, ela o que costuma."
Padre Antonio Vieira
 

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Rui Elias

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« Responder #87 em: Agosto 03, 2005, 02:34:08 pm »
Alfsapt:

Normalmente chamam-se "iberistas" aos que defendem uma "união ibérica" (fusão dos dois estados).

Esse termo já remonta aos tempos da monarquia.

Mas o Migueis de Vasconcelos nunca tiveram um futuro muito brilhante do lado de cá da fronteira.

Historicamente falando... :?
 

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alfsapt

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« Responder #88 em: Agosto 03, 2005, 02:47:57 pm »
...pois, logo vi que não era Português; um estrangeirismo portanto...
"Se serviste a patria e ela te foi ingrata, tu fizestes o que devias, ela o que costuma."
Padre Antonio Vieira
 

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papatango

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« Responder #89 em: Agosto 03, 2005, 03:35:53 pm »
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Eu não sou iberista, hombre!!!
Rui Elias, ninguém lhe está a chamar ibérista.

As minhas palavras foram relativas às expressões utilizadas pelo Ferrol.
O problema da cooperação com os espanhóis, é que onde quer que seja que estejamos metidos com os espanhóis, há uma tendência natural, quase genética destes em tomarem as posições de liderança, colocando os portugueses numa posição de subserviência e normalmente falando por nós.
Os espanhóis assumem por definição como normal que havendo situações em que Portugal e Espanha estejam juntos, os espanhóis devem liderar, o que significa que Portugal pura e simplesmente desaparece.

Isto ocorre hoje, em Agosto do ano de dois mil e cinco. Ha inúmeras empresas espanholas que se apresentam a concursos, públicos e privados, com o estatuto de “Representante para Espanha e Portugal”. Depois ficamos a saber que têm um sub-representante em Portugal. Normalmente estas empresas espanholas compram na China ou em Taiwan e depois vendem para Portugal.
Claro que o preço em Portugal é sempre mais caro, porque os espanhóis querem o lucro deles.

Muitas empresas portuguesas, por serem mais pequenas têm sido forçadas a esta posição de submissão. Isto ocorre nas empresas privadas e ocorre nas parcerias.

Essa é a razão de não ser possível e ser absolutamente contraproducente qualquer cooperação com os espanhóis, nomeadamente do ponto de vista militar.
Por isso é perigosa a aquisição de radares e aviões aos espanhóis. Na Espanha, não se pode confiar.
Não por causa de Aljubarrotas perdidas no tempo, mas por causa do comportamento criminoso de muitas empresas espanholas.

= = =

Relativamente às F-100, Rui Elias, hoje em dia, com a sofisticação dos sistemas, são cada vez mais os sistemas de armas, radares, sistemas de combate e armamentos que contam. O casco, é só metal.
Aliás, o que acontece hoje, com os radares 3D e sistemas como o AEGIS, é que o navio é construído à volta do sistema de armas e não o sistema de armas que se aplica a qualquer navio.

Portanto, a nossa cooperação com os espanhóis acabaría na inevitável submissão dos navios portugueses à vontade dos espanhóis, pouco importando o que precisamos ou não. Os espanhóis têm mais o que fazer que preocupar-se com lo que los “portuguesitos” piensan.

Portanto, com uma F-100, o que nos tinha impedido de optar por outro sistema além do AEGIS, é porque as F-100 foram feitas para o AEGIS. Para ter uma F-100 com outros sistemas de combate Rui Elias, você tinha que reconstruir a F-100.

Ou seja, tinha que voltar à prancheta e desenhar o LCF ou o Horizon.
Citar
Tecnologia nuclear já a têm por força das suas centrais para produção de energia.
O que lhe garante que dentro de 3 ou 5 anos Espanha não desenvolve uma ogiva para colocar nos mísseis de cruzeiro de que diz tanto precisar, para se defender da moirama?


Para já o que me garante isso são os americanos.

= = =
Voltando à questão acima (iberismo) lembro que os espanhóis não concebem a possibilidade de qualquer cooperação com Portugal de igual para igual. Isso ocorre porque para a Espanha-Castelhana que já expliquei mil vezes, continua a existir disfarçada de Estado-Espanhol, continua e continuará a ver-nos como uma provincia “rebelde” e não deixará de nos ver assim, até ao dia em que a verdade Histórica seja reposta, o que corresponde ao fim do actual Estado Franco-Espanhol, como o conhecemos.

Por isso, Rui Elias, quando você fala em cooperação com os espanhóis, eles entendem isso como cooperação do estilo “Gostava de ver os Eurofighters a defender o Algarve”.
Este é o tipo de cooperação Portugal-Espanha que está na cabeça dos espanhóis, e isto vem ao de cima em cada conversa, cada frase, cada comportamento, cada expressão.
Faz-me lembrar a expressão “Por a raposa a guardar o galinheiro”.
A seguir o Ferrol vai propor que o Bin Laden seja designado para chefe dos guarda costas do George Bush. :mrgreen:

Cumprimentos
 

 

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