A SCAR da FN Herstal no Exército

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #90 em: Outubro 04, 2019, 03:44:42 pm »
Percebo-te, de facto flat dark earth soa a ganza new age.  :mrgreen:
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #91 em: Outubro 04, 2019, 06:03:26 pm »
E deduziste isso do video? É que as únicas espingardas que se conseguiam ver eram HK416. Se lá pelo meio haviam FNs, sinceramente, não deu para perceber.

 :o ... se calhar vou começar a meter mais tabaco na mistura  :mrgreen: ... eu agora sempre que vejo espingardas em "flat dark earth" são sempre FN SCAR...

PM, a mistura inicial, sem mais tabaco, é da boa ! ;)

Abraço
 
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #92 em: Outubro 04, 2019, 11:57:34 pm »

São todas HK416 e as pistolas as velhas Sig P228 dos Rangers. Eles agora mesmo na 3'FND estão equipados da mesma forma, e há lá quem ande também com G36.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2256664501248902&id=1981081602140528&anchor_composer=false

2 com G36 a 1:28 e outra dentro de uma das viaturas a 2:55.
 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #94 em: Outubro 23, 2019, 03:49:53 pm »

Até porque - 2ª questão - vai haver algum tipo de material (5,56mm, ML 5,56mm, armas suficientes para "atiradores designados", etc) que não existia na nossa organização... já se sabe quais as alterações na distribuição (doutrina?) equipamento a nível companhia / pelotão / secção / esquadra? vai ser igual para BIPara vs Comandos vs BI Pandur?

Lamento mas vou voltar a insistir, talvez já se saiba algo... e, já agora: qual a diferenças de uso operacional (e de distribuição) entre as (300un) espingardas automáticas (7,62 mm) e as (550un) 450 espingardas de precisão (7,62 mm)...?
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #95 em: Outubro 23, 2019, 04:05:05 pm »
Parece-me razoável supor que as 300 espingardas automáticas em 7,62 mm sejam para utilizar preferencialmente pelas FND em cenários de "maior intensidade" em que o uso do calibre 7,62 mm seja uma clara mais valia face ao 5,56 mm.

Aliás 300 unidades dá para equipar uma companhia como FND e outra companhia em território nacional a treinar com as restantes armas, mantendo algumas (poucas) dezenas (20, 30?) como reserva.
 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #96 em: Outubro 23, 2019, 04:30:48 pm »
Não me parece que seja esse o emprego previsto para essas armas. Mas posso estar enganado.
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #97 em: Outubro 23, 2019, 04:54:30 pm »
Penso que a resposta a essa questão esta no fundo deste post

Ou seja, nas secções PARA a ML (2x) seria 5,56mm mas teria Atirador Especial (2x) equipado com 7,62mm...? Ou seria o 5,56mm com um cano (mira, etc) diferentes?

Há várias questões em aberto, porque:

-Adquire-se 300 Espingardas Automáticas SCAR H;
-Adquire-se 550 (quinhentas e cinquenta) Espingardas de Precisão (7,62 mm).

Porquê a diferença de designação?

Será que alguma unidade de escalão Batalhão vai ser armada integralmente com SCAR H? Será que as primeiras serão distribuídas a unidades de pequeno escalão e as segundas a unidades de escalão superior? Não faria sentido, já que 300 das primeiras e 550 das segundas.

Secções de Paraquedistas constituídas por oito militares, o comandante da Equipa ou Esquadra armado com SCAR L, Atiradores Granadeiro com SCAR L e FN40GL MK2, 2 Atiradores Especiais com SCAR L/H (?) e Atiradores de ML com a Minimi 5,56 Mk3?

Já agora, penso que as SCAR L são todas com canos de 368mm.

"The SCAR-H STD comes with a 16 inch barrel and will be outfitted for use as a designated marksman rifle, bolstering platoon-sized infantry elements. Snipers at the company level will be issued the SCAR-H PR, which uses a 20 inch barrel, a two-stage match trigger, and comes with an optional folding buttstock. Both the SCAR-H and the H PR are built to fire the 7.62 NATO round."

Uma SCAR-H STD por Esquadra de Atiradores?
6 SCAR-H PR por Companhia de Atiradores?


ou seja : 18 SCAR-H STD/CAt ou 54 SCAR-H STD/BInf;
                06 SCAR-H PR/CAt ou 18 SCAR-H PR/BInf


Abraços
« Última modificação: Outubro 23, 2019, 05:01:59 pm por tenente »
 
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #98 em: Outubro 23, 2019, 05:34:45 pm »

ou seja : 18 SCAR-H STD/CAt ou 54 SCAR-H STD/BInf;
                06 SCAR-H PR/CAt ou 18 SCAR-H PR/BInf


Ou seja - manter 2 calibres nas secções e "criar" ao nível de companhia (ou talvez no batalhão, na CCS - julgo que não há algo tipo "Support Company"...) um grupo de "atiradores especiais" (os nossos "designated marksman") com melhor equipamento que os das secções...? E será uma organização apenas para CCmds / BIPara ou também para BI "Pandur"?
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #99 em: Outubro 23, 2019, 05:48:17 pm »

ou seja : 18 SCAR-H STD/CAt ou 54 SCAR-H STD/BInf;
                06 SCAR-H PR/CAt ou 18 SCAR-H PR/BInf


Ou seja - manter 2 calibres nas secções e "criar" ao nível de companhia (ou talvez no batalhão, na CCS - julgo que não há algo tipo "Support Company"...) um grupo de "atiradores especiais" (os nossos "designated marksman") com melhor equipamento que os das secções...? E será uma organização apenas para CCmds / BIPara ou também para BI "Pandur"?

eu penso que as CCS dos Bat não terão nunca a distribuição das 7,62 que as CAt terão.
a distribuição das 7,62, se os números que coloquei estiver correcta será de 54 SCAR-H STD por batalhão, o que significa que as 300 darão para cinco batalhões, o BICmds, os dois BIPara, os dois BIPandur e sobrarão umas três dezenas.
Já a SCAR-H PR com 18 armas por batalhão para os cinco batalhões acima referidos são necessárias 90 espingardas, o que significa que ficam mais 460 armas por alocar.
A meu ver deveria haver mais SCAR-H STD e menos SCAR-H PR, se as quantidades fossem de 550 para as STD e de 300 para as PR, seria muito mais equilibrado.

Abraços
« Última modificação: Outubro 23, 2019, 05:53:36 pm por tenente »
 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #100 em: Outubro 23, 2019, 06:04:34 pm »
São detalhes, mas estou curioso... porque novos calibres e a existência de novos "tipos" de armas ligeiras obrigam a alterações na estrutura / doutrina.

O que eu queria dizer, com base na ideia apresentada, era que ao nível de secção (à ordem do seu responsável) haveria "atiradores especiais" (não são "snipers", são o nosso equivalente aos "designated marksman") equipados com 7,62mm (as SCAR-H STD) - ou seja 2 calibres ao nível de secção, o que talvez seja discutível (as ML 7,62mm ficam nos pelotão ou na CAt)?

Depois haverá uma 2ª "equipa" de "atiradores especiais", equipados com SCAR-H PR... ficarão distribuídos pelas CAt (ou seja à ordem directa do capitão) ou serão colocados à ordem do Batalhão (na CCS, visto não termos "Support Company"), podendo obviamente ser distribuídos às CAt "temporariamente", conforme operacionalmente o comando do Batalhão decida?   
« Última modificação: Outubro 23, 2019, 06:06:35 pm por LM »
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #101 em: Outubro 23, 2019, 06:33:48 pm »
São detalhes, mas estou curioso... porque novos calibres e a existência de novos "tipos" de armas ligeiras obrigam a alterações na estrutura / doutrina.

O que eu queria dizer, com base na ideia apresentada, era que ao nível de secção (à ordem do seu responsável) haveria "atiradores especiais" (não são "snipers", são o nosso equivalente aos "designated marksman") equipados com 7,62mm (as SCAR-H STD) - ou seja 2 calibres ao nível de secção, o que talvez seja discutível (as ML 7,62mm ficam nos pelotão ou na CAt)?

Depois haverá uma 2ª "equipa" de "atiradores especiais", equipados com SCAR-H PR... ficarão distribuídos pelas CAt (ou seja à ordem directa do capitão) ou serão colocados à ordem do Batalhão (na CCS, visto não termos "Support Company"), podendo obviamente ser distribuídos às CAt "temporariamente", conforme operacionalmente o comando do Batalhão decida?

A meu ver as LMG's 7,62 estarão a nível de CAt os Pel terão apenas as LMG's 5,56.

O que acho é que cada pelotão terá uma esquadra de snipers, é a esse nível que fazem falta, não no comando da companhia, o que dá os tais 06/CAt.
A utilidade dos Snipers não se pode compadecer com a alocação pelo cmd do batalhão mas sim do seu emprego imediato nas diversas zonas de acção em que os pelotões estão distribuídos.
O poder psicológico/paralizador infligido ao IN quando da intervenção de um sniper é na maioria dos casos bem maior que a intervenção de um pelotão de infantaria.

Eu nunca colocaria as 7,62 SCAR-H STD a nível de equipa/secção dois calibres numa equipa de quatro homens não vai dar grande resultado em termos de munições, mas enfim manda quem pode obedece quem deve, mas, e quem é que sabe ???

Abraços
 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #102 em: Outubro 24, 2019, 02:23:18 pm »
Sobre a necessidade de alterar "doutrina e organização" com a chegada das novas armas:

Citar
Existe uma distinção entre os BI do Exército Português e os do Exército dos EUA, como iremos apresentar. Verifica-se ainda que as UEC de Infantaria que integram os BI também não dispõem de AtEsp nos seus Pelotões / Secções, como se verifica nas unidades equivalentes do Exército dos EUA.

Em termos de definição e apresentação do estado da arte, de acordo com a Escola Prática de Infantaria (EPI, 2008), na Brigada Mecanizada (BrigMec) um Batalhão de Infantaria Mecanizado de Lagartas (BIMec(L)) não está dotado organicamente quer da capacidade sniper quer de AtEsp. A capacidade sniper apenas está prevista nos Quadros Orgânicos (QO) do EME (2009a), com o reforço de Equipas sniper atribuídas pelas Forças de Operações Especiais (FOEsp) quando necessário.

Em relação às unidades pertencentes à Brigada de Reação Rápida, o Batalhão de Comandos (BCmds) (EME, 2009b), como descrito no respetivo QO, prevê a utilização da capacidade sniper, materializada por uma Secção sniper por cada Companhia de Comandos, no entanto, esta não está constituída e é garantida pelas FOEsp. Está ainda previsto a utilização de um AtEsp por cada Grupo de Combate.

Os Batalhões de Infantaria Paraquedista (BIPara) (EME, 2009c), como descrito nos respetivos QO, também preveem a utilização da capacidade sniper, materializada por uma Secção sniper na Companhia de Comando e Apoio, não estando também constituída, sendo garantida pelas FOEsp quando necessário. Está ainda previsto o emprego de dois AtEsp por SecAt.

Podemos assim verificar que as unidades da BrigInt e da BrigMec do Exército Português não possuem na sua estrutura a capacidade sniper e sempre que necessitam da mesma para desempenhar as suas missões é-lhes atribuída esta capacidade pelas FOEsp. Deste modo, esta capacidade está atualmente dependente das FOEsp e de acordo com o descrito pelo EME (2009d) no respetivo QO, está constituído um Pelotão sniper, organicamente a quatro Equipas sniper ligeiras e duas Equipas sniper pesadas, estando as Equipas ligeiras orientadas para o pessoal e as Equipas pesadas para a destruição ou neutralização de material e equipamento.

Abordando agora com maior pormenor os BIMec(R) da BrigInt, objeto de análise em termos de comparação com um Batalhão Stryker, o 1º e 2º BIMec(R)34 têm com missão preparar-se “para executar operações em todo o espectro das operações militares, no âmbito nacional ou internacional, de acordo com a sua natureza” (EME, 2012b, p. 1-4) na PDE 3-52-05.

De acordo com o EME (2009e), através do QO do 1º BIMec(R) da BrigInt, o BI têm a possibilidade de conduzir toda a tipologia de operações em todo o espectro de operações, em que destacamos as operações ofensivas e defensivas, em qualquer tipo de terreno e condições meteorológicas. Caracteriza-se como uma força de elevada prontidão, sendo o seu emprego preferencial em ambientes onde é necessário poder de fogo, proteção e uma fácil projeção, podendo ser uma força de projeção inicial.

Entre as capacidades reconhecidas aos BI da BrigInt, referidas pelo EME (2009e), no respetivo QO do 1º BIMec(R) da BrigInt, destacamos: a capacidade de atuar de forma autónoma até ao escalão Secção; conduzir operações em áreas edificadas; conduzir ações ofensivas executando fogos diretos em movimento ou apeado, apoiadas por fogos indiretos, empenhando as forças inimigas pela concentração de fogos; conduzir ações de combate próximo recorrendo a armamento portátil; pode também cumprir diversas tarefas táticas, definidas superiormente.

Das principais limitações, referidas no QO do 1º BIMec(R) da BrigInt, pelo EME (2009e), destacam-se: a sobrevivência face a ameaças blindadas; emprego limitado em terreno impeditivo, quando montado; e reduzida capacidade de comando e controlo quando apeado.

De acordo com o EME (2012b), através da PDE 3-52-05, os BI não dispõem na sua estrutura orgânica de elementos sniper, nem de AtEsp, como representado pela figura seguinte. Apenas nos respetivos QO se prevê, no conceito de emprego, o reforço com Equipas sniper por parte das FOEsp, para desempenharem missões de snipers convencionais.

Constitui-se como terreno impeditivo áreas edificadas com diâmetro ≥ 500m; intensidade de corrente ≥ 1,20m; declives ≥ 45%; campos de minas; entre outros (EME, 2010c) na PDE 2-09-00.

O sniper convencional é um elemento que se constitui como um multiplicador de força que permite aos Pelotões e Companhias focarem-se noutros objetivos durante as operações, pois estes mantêm o controlo da situação e providenciam informações em tempo real para os comandantes (Glancy, 2005). São exemplos de possíveis missões, patrulhas de combate, emboscadas, operações contra sniper, observação, entre outras (EME, 2009e) no QO do 1º BIMec(R) da BrigInt.

O emprego de AtEsp nos BIMec(R) é feita referência pelo EME (2012c), na PDE 3-52-16, referente aos baixos escalões (Pelotão e Secção) dos BIMec(R) referidos anteriormente, como mostra a figura seguinte (Ver Figura n.º 3). O AtEsp é referido como um elemento que aumenta o potencial de uma unidade e está integrado na SecAt. Este possui uma Espingarda Automática (EspAut) G3 equipada com bipé e alça, atuando como um membro da Esquadra de manobra, sob a responsabilidade do comandante de Secção, tendo a capacidade de bater alvos com precisão a distâncias superiores aos restantes atiradores. Refere ainda a utilização do AtEsp em operações em áreas edificadas de modo a minimizar os danos colaterais.

=> A integração de atiradores especiais num batalhão de Infantaria
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 


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Cabeça de Martelo

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #104 em: Outubro 29, 2019, 03:39:03 pm »


Fonte: site do Exército
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

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