A Brigada Mecanizada (-) (-) .

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #30 em: Maio 08, 2019, 05:44:32 pm »
Então, já que é impossível encontrar uma alternativa melhor posicionada estrategicamente que SM, então a solução para garantir a sobrevivência das forças neste quartel é de facto aumentar a capacidade defensiva, nomeadamente em termos de defesas anti-aéreas. Se bem que isto é uma prioridade de longa data e que abrange todas as principais bases militares dos três ramos.

A base de São Jacinto, não seria uma boa base também para albergar doca/s para navios da Marinha? Com uma ligação directa ao mar, uma pista e regimento de para-quedistas tudo no mesmo local, parece-me uma base de muito valor estratégico. Assumo que desse uma boa base logística.
 

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tenente

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #31 em: Maio 08, 2019, 05:59:21 pm »
"Foi por isso mesmo que o titulo deste tópico é A Brigada mecanizada (-) (-) que significa que está abaixo do efectivo em dois batalhões/Grupos, cerca de 1200 efectivos !!"

E eu a pensar que era um "Brigada mecanizada" com um par de mamas.
Perdoem a ironia mas por bastante inteligente e acertadas que sejam as vossas opiniões estão a ir contra uma muralha de interesses instalados e isso, para a generalidade da oficialidade é inconcebível! Há que deixar tudo como está porque o ordenado é razoável e o trabalho é pouco.
Desculpem o pessimismo.



Epá se fosse com um par de mamas para mim seria " Brigada mecanizada ^ ^ ", acho que ficava um pouco melhor, assim tipo mamas de Sofia lá p'ros lados do CIOE/CTOE  ;)
Pessimismo???
É mais realismo, Zawevo !!!!!

Abraços
« Última modificação: Maio 08, 2019, 06:05:37 pm por tenente »
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #32 em: Maio 08, 2019, 06:02:52 pm »
Então, já que é impossível encontrar uma alternativa melhor posicionada estrategicamente que SM, então a solução para garantir a sobrevivência das forças neste quartel é de facto aumentar a capacidade defensiva, nomeadamente em termos de defesas anti-aéreas. Se bem que isto é uma prioridade de longa data e que abrange todas as principais bases militares dos três ramos.

Se estás a falar em termos de defesa territorial, Santa Margarida é uma péssima escolha. Em caso de ameaça ao TN o melhor a ser feito seria usá-la como unidade para formar/treinar unidades.

Citar
A base de São Jacinto, não seria uma boa base também para albergar doca/s para navios da Marinha? Com uma ligação directa ao mar, uma pista e regimento de para-quedistas tudo no mesmo local, parece-me uma base de muito valor estratégico. Assumo que desse uma boa base logística.

São Jacinto na minha opinião dá para muito mais do que é neste momento usada, se dá para isso tudo é que já não sei.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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PereiraMarques

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #33 em: Maio 08, 2019, 08:52:48 pm »


Se estás a falar em termos de defesa territorial, Santa Margarida é uma péssima escolha. Em caso de ameaça ao TN o melhor a ser feito seria usá-la como unidade para formar/treinar unidades.


No centro geodésico do país é uma péssima escolha?  :-P

É pela questão de ficar a sul do Tejo e se as pontes estiverem destruídas não pode deslocar-se para norte? Qual potencial invasão espanhola ou marroquina ocorreria preferencialmente a sul, portanto a questão nem se coloca...
 

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Stalker79

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #34 em: Maio 08, 2019, 09:09:32 pm »
Por acaso o sistema de ter tudo em apenas uma mão cheia de unidades só faz que num cenario hipotetico, a maioria das nossas capacidades podiam ser destruidas sem grande esforço.
Especialmente a marinha na NBL e o exercito em Santa Margarida.
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #35 em: Maio 08, 2019, 10:00:23 pm »
Acho que nos tempos que correm só seria viável economicamente ter forças espalhadas pelo território em caso de hostilidade por parte de algum país próximo.

Enquanto não houver um inimigo palpável, e para umas forças armadas com orçamento tão curto e que sofre constantes cortes, incluindo nas horas de voo, só se torna ainda mais dispendioso operar forças espalhadas pelo país. O que se devia fazer era sim, planear e treinar movimentações em caso de se avizinhar um potencial conflito. Ter também bases, nomeadamente bases aéreas e navais, em condições para receber diversos tipos de meios e forças.
Para isto, é essencial pensar na capacidade de transporte estratégico. Até lá, e como forma de resposta imediata a alguma tentativa de violação da soberania nacional, há que investir em defesas aéreas e por exemplo baterias de mísseis costeiros.
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #36 em: Maio 08, 2019, 11:45:11 pm »
Ok, mas julgo que a filosofia ligeiramente diferente - os GTIA franceses parecem-me que são mais "armas combinadas" que os nossos agrupamentos, mas isso também é possivelmente devido à missão de cada um.

Isso tem a ver como tipo de companhias que queres agrupar para uma missão, é verdade que nós é muito raro enviar um agrupamento com infantaria, cavalaria, artilharia para qualquer lugar, ou uma outra qualquer combinação, quase sempre é só infantaria mas já tivemos forças parecidas, já tivemos um agrupamento na NRF com 1 BIMec e 1 Esquadrão de Leopard 2 na NRF, uma das missões dos Balcãs um dos agrupamentos tinha infantaria e um esquadrão de cavalaria do RC3 (só não sei se foram como cavalaria ou se foram "transformados" em infantaria) e isoladamente já projectamos unidades de cavalaria e de artilharia para a Lituânia.

Citar
Mas que os Franceses estão a apoiar-se muito no conceito GTIA, a enquadra-lo no seu sistema de forças estão.
Eles não tem Batalhões dentro dos Regimentos, tem logo as Companhias, por isso o GTIA é um comando de escalão Batalhão que eles criam quando tem que cumprir missões expedicionárias com as as várias companhias que entenderem agruparem.
 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #37 em: Maio 08, 2019, 11:53:31 pm »
Seria viável transferir a BM para Beja, ficando lá estacionada em permanência, com vantagens devido à proximidade da BA11?

Acho que quase nada, vais projectar carros de combate por via aérea? Só de C-17 e mesmo assim só leva um de cada vez. Qualquer movimentação tem que ser via terrestre/marítima.

Citar
Tornando Santa Margarida numa espécie de reserva de veículos blindados e centro de treino? Há espaço dentro da própria BA11 para albergar toda a Brigada Mecanizada?

A BA11 é muito grande, mas também está ocupada, e se o aeroporto do Montijo avançar ainda pode ficar mais, se me dissesses um Batalhão de Infantaria, até arriscava que sim, agora uma Brigada?? E o material todo, é que tem que se construir locais de armazenamento para isso tudo.

Citar
Se a resposta for não, há margem de expansão da base aérea? Que outra/s alternativas haverá para a BIMec?
Então queres construir um Campo Militar de Santa Margarida dentro da BA11... Mas já temos um Campo Militar de Santa Margarida que iria ficar desocupado porquê?
« Última modificação: Maio 08, 2019, 11:54:46 pm por Lightning »
 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #38 em: Maio 09, 2019, 12:04:01 am »
Dos restantes, os mais interessantes para manter em funcionamento são os que têm uma pista de aviação militar própria, é o caso de Beja e São Jacinto.

Beja não tem pista de aviação própria, o RI1 fica num local (a sul da cidade) e a BA11 ficam noutro local (a norte da cidade).

Sáo Jacinto é que sim tem uma pista mesmo ao lado.

Mas nem toda a gente precisa de pistas de aviação, os Páras precisam para os seus treinos, mas os restantes nem por isso, afinal as projecções do Exército para fora do país até são feitas quase sempre a partir do AT1 Lisboa, usando a pista do aeroporto de lisboa.
« Última modificação: Maio 09, 2019, 12:05:49 am por Lightning »
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #39 em: Maio 09, 2019, 12:12:42 am »
A base de São Jacinto, não seria uma boa base também para albergar doca/s para navios da Marinha?

A ria de Aveiro tem profundidade para navegar uma Fragata? Eu não sei, por isso é que pergunto, é que quando a unidade foi da Marinha era para Hidroaviões.
 

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PereiraMarques

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #40 em: Maio 09, 2019, 12:22:35 am »
Numa lógica de treinos conjuntos e combinados, nomeadamente com forças estrangeiras parece-me que a proximidade a pistas de aviação será algo útil. Paralelamente, a manutenção em funcionamento das unidades de Beja (Sul) e São Jacinto (Norte) seria também um pequeno contraponto à concentração "excessiva" de unidades na área do Ribatejo (Santa Margarida, Tancos, Tomar, Abrantes, Entroncamento, Benavente, etc.).
 
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Stalker79

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #41 em: Maio 09, 2019, 12:25:02 am »
A base de São Jacinto, não seria uma boa base também para albergar doca/s para navios da Marinha?

A ria de Aveiro tem profundidade para navegar uma Fragata? Eu não sei, por isso é que pergunto, é que quando a unidade foi da Marinha era para Hidroaviões.

Isso da profundidade tambem não é algo que não se desobstrua. Era bom ter algo mais deslocalizado, nem que fosse pelas ilhas.
É daquelas situações que leva muita gente a pensar duas vezes visto que na marinha e na maior parte da força aérea o pessoal tem de ir pra Lisboa.
E isso não agrada a toda a gente. E não estou a botar abaixo por ser do Porto, mas Lisboa é grande, confusa e especialmente muito cara.
Agora imaginem-se com o salario base de soldado/marinheiro/"aviador"  a dar para alguma coisa de jeito.
 :-\
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #42 em: Maio 09, 2019, 12:56:41 am »
Permitam-me fazer, em linhas gerais, uma pequena resenha histórica;

1 – Inicio do Sec. XXI – Exército profissional sem SMO
Traduzindo a decisão de constituir um Exército profissional a sua constituição base era de 3 brigadas de manobra + as forças de apoio geral + as forças das regiões autónomas.
Estas forças traduziam-se numa força operacional de 12 a 14 mil homens.
Outra referência era que 50% a 60% dos efetivos estariam na componente operacional, com isto o Exército deveria ter um efetivo total de 22 a 25 mil homens.
No início o valor mínimo total de 22 mil homens com 12 mil praças foi conseguido.
Com o passar dos anos as dificuldades de recrutamento foram aumentando, entre vários motivos saliento o fim do SMO, que permitia obter muitos voluntários e a instabilidade de recrutamento com adiamentos e cancelamentos de incorporações.
Ficaram também na história os orçamentos absorvidos pelos custos com pessoal e a não execução das Leis de programação com adiamentos e cancelamentos de aquisições de equipamentos.

2- O País entrou em bancarrota e tivemos a Troika….
O que estava inicialmente previsto era a redução de 10% do efetivo das Forças Armadas que se situava nos 40 - 42 mil homens.
Neste raciocínio o efetivo global deveria baixar para os 36 – 38 mil homens, no entanto, a diretiva do governo ‘Defesa 2020’ apontou para os 30 – 32 mil homens.
Ainda não chegamos ao ano 2020 e estamos abaixo do limite inferior de 30 mil!
Nesta encruzilhada a instituição, Forças Armadas, defendeu-se como pode, tentando manter o máximo de capacidades.

3 – Efetivos no Exército e na Brigada Mecanizada;
O Exército foi o ramo mais penalizado nesta redução de efetivos, implicou reduções generalizadas nas unidades e a extinção de algumas delas (exemplo: 2º BIMec).
Aqui entronco a Brigada Mecanizada e os seus efetivos de apenas 1400Homens.
Esta realidade não é apenas de esta brigada, as outras estão iguais, a BRR e a BInt têm um efetivo superior apenas porque a sua componente territorial é maior devido á dispersão de Unidades pelo País.
Com a diretiva ‘2020’ o Exército alterou o conceito das brigadas, se até essa diretiva as brigadas eram unidades que deveriam constituir-se de forma independente para combate, após esta diretiva as brigadas passaram a estar dependentes umas das outras.
Como exemplo, a BRR inclui a Unidade que tem a responsabilidade de ISR, Agrupamento ISR do RC 3, trata-se de uma força de apoio geral de emprego em todas as brigadas e não apenas na BRR.
Outro exemplo é a existência no Exército de apenas um Batalhão de Apoio e Serviços na Brigada Mecanizada, as restantes brigadas têm ‘Núcleos permanentes’.

4 – Opções – constituição das forças, recursos humanos
A existência de unidades incompletas tem vários inconvenientes e pelo que leio não são do agrado de muitos dos que escrevem no fórum, mas também existem vantagens, uma delas e na minha opinião a mais importante é permitir aos quadros experiência, ou seja, um oficial deve ter a experiência profissional e humana de efetivamente comandar, o mesmo se aplica aos sargentos.
Com uma estrutura concentrada não existe margem para dar experiência aos quadros, apenas um pequeno número teria essa oportunidade.
Exemplo; se temos 10 batalhões podemos dar a oportunidade a 10 oficiais de comandar um batalhão, se concentrarmos os efetivos existentes em 5 batalhões, apenas 5 passarão por essa realização profissional.
Não nos podemos esquecer que a raiz do Exército são os seus quadros permanentes (oficiais e sargentos) que necessitam de oportunidades e estímulos.
Não confundir uma estrutura que dê oportunidades com uma de ‘tachos’.

5 – Opções – constituição das forças, instalações e equipamentos
Acredito que o princípio deve ser aproveitar as instalações e os equipamentos em melhor estado e com maior potencialidade independentemente da sua localização.
Santa Margarida é nevrálgica para o Exército tal como a presença de unidades por todo o País pois permite uma proximidade ás populações com claro benefício para ambos.
Uma boa gestão dos recursos existentes deve ser prática constante e não apenas porque existe uma redução de efetivos.
Aqui deixo alguns exemplos que na minha opinião merecem reflexão;
A Academia Militar deveria estar concentrada na Amadora!
Os vários comandos superiores do Exército poderiam estar concentrados em duas ou três instalações, e não em múltiplos locais!
Alguns dos nossos aliados têm sistemas de armas em armazém que são melhores, e por vezes soluções que não temos, que poderíamos adquirir.
Como exemplo; o BIMec que continua a utilizar os veneráveis M113 quando existem centenas de verdadeiras VCI em armazém em vários países aliados.
Muitas destas VCI são antigas, no entanto, existem vários programas de modernização em curso que as mantêm e manterão na linha da frente por mais duas décadas.

Termino salientando a importância da Brigada Mecanizada.
O seu futuro passa por maior clarividência estratégica e não pelos recursos que atualmente não tem.
Eis aqui
quase cume da cabeça da Europa toda
O Reino Lusitano
onde a Terra se acaba
e o Mar começa.

Versos de Camões
 
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nelson38899

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #43 em: Maio 09, 2019, 10:23:30 am »
Numa lógica de treinos conjuntos e combinados, nomeadamente com forças estrangeiras parece-me que a proximidade a pistas de aviação será algo útil. Paralelamente, a manutenção em funcionamento das unidades de Beja (Sul) e São Jacinto (Norte) seria também um pequeno contraponto à concentração "excessiva" de unidades na área do Ribatejo (Santa Margarida, Tancos, Tomar, Abrantes, Entroncamento, Benavente, etc.).

Essa Zona é denominada de proteção a Lisboa.

pelo que sei só existem planos para uma guerra convencional à volta de Lisboa, o resto do país tem que ir para o monte.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Srgdoido

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #44 em: Maio 09, 2019, 11:35:40 am »
Se der na cabeça de alguém para nos invadir nem terão que se preocupar com o envio de forças para resto do país, isto realmente é uma tristeza
 

 

Devia a Brigada Intervençao, mudar de nome?

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