A Brigada Mecanizada (-) (-) .

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #105 em: Junho 15, 2019, 11:53:46 pm »
Ou em vez desses cenários  de guerilha podiamos nos armar em israel,assim tipo guerra dos 6 dias, e usar o ataque como defesa,com ataques de baixa altitude com os f16 destruindo as base aereas dos espanhois,equilibrando o balanço no que diz respeito a meios aereos e avancar com tropas rapidamente para territorio inimigo ,colocando os subs em gibraltar e as fragatas no norte do país sempre junto à costa!mas isto sou a falar à toa sem perceber nada disto !

Se a defender temos poucas hipóteses no estado actual das FA, a atacar ainda menos! Uma coisa era obrigar os espanhóis a lutar através de camadas e camadas de defesas, com militares no activo, e depois com reservistas, e depois com forças "rebeldes". Outra era ir atacar no território deles, e ser capaz de manter linhas de abastecimento para uma invasão. E eles estão muito mais preparados para serem atacados, do que nós para atacar.

Num contexto de causar danos internos às forças espanholas, é mais do género, usar os subs para dizimar as fragatas deles, e bloquear o acesso ao nosso território por mar. Usar F-16 com JASSM ou equivalente para atacar alvos importantes, P-3 com SLAM-ER, e usar UCAVs stealth para ataques de penetração no território inimigo a pontos cirúrgicos. Mas lá está, estes seriam os dissuasores mais ou menos realistas, além de uma capacidade defensiva decente, algo que praticamente não existe.

Outro aspecto que não foi mencionado, era a artilharia. Servindo-nos da mobilidade aérea que os M-777 proporcionariam, seria relativamente fácil colocar baterias destes sistemas em praticamente qualquer ponto do país, inclusive por helicóptero. Para fogo indirecto ou até fogo directo contra a arma blindada, seria uma mais valia.

Depois já quando o inimigo estivesse no nosso território, se tal fosse inevitável, era cortar todas as linhas de abastecimento, dividir as tropas e isolá-las. Sem abastecimento não conseguem lutar para sempre.

Outro factor importante, são os arquipélagos. Ora, se tivéssemos 2 aeronaves de abastecimento aéreo, seria perfeitamente possível realizar a maioria das operações de contra-ataque, a partir das bases/aeroportos nas ilhas. Dada a distância, teriam muito mais trabalho em lidar com estas de forma eficaz. Mas mais uma vez, é crucial a capacidade AA, que tem sido o denominador comum em todas estas nossas hipóteses e devaneios.
 

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PereiraMarques

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #106 em: Junho 15, 2019, 11:56:51 pm »
Concordo que é mais fácil virem os pérfidos castelhanos do que as centenas de manpads, mísseis acar, baterias himad e outros meios, que "só custam umas centenas de milhões de euros" e que estão disponíveis amanhã e ao virar da esquina... Quem tiver paciência que vá ler os posts aqui do FD de à 10 ou 15 anos, tirando uma ou outra evolução tecnológica / de sistemas de armas é sempre o mesmo...
 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #107 em: Junho 16, 2019, 12:12:53 am »
Eu pessoalmente acho mais provável uma ofensiva marroquina ou argelina que espanhola. E qualquer ataque a Portugal seria causado ou pela cobiça do arquipélago da madeira, ou por futuras fontes de riqueza que viesse com o extensão da plataforma continental e a respectiva exploração de recursos.
No entanto não é de descurar os movimentos extremistas. Se temos o azar de ser eleito em Espanha um partido de extrema, com intenções de nos invadir, estamos bem tramados.

A nossa safa, e de muitos países por esse mundo fora, é a permanência dos EUA como maior potencia militar do mundo. O dia em que isso mudar, vejo muitos países a mudarem de "gerência". Muitos Iraques/Kuwaits. Podem fazer muita asneira, mas está presente que qualquer invasão de um país aliado dos EUA, estaria sujeito a algum tipo de retaliação.
 

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diogo13350

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #108 em: Junho 16, 2019, 11:32:19 am »
Ou em vez desses cenários  de guerilha podiamos nos armar em israel,assim tipo guerra dos 6 dias, e usar o ataque como defesa,com ataques de baixa altitude com os f16 destruindo as base aereas dos espanhois,equilibrando o balanço no que diz respeito a meios aereos e avancar com tropas rapidamente para territorio inimigo ,colocando os subs em gibraltar e as fragatas no norte do país sempre junto à costa!mas isto sou a falar à toa sem perceber nada disto !

Se a defender temos poucas hipóteses no estado actual das FA, a atacar ainda menos! Uma coisa era obrigar os espanhóis a lutar através de camadas e camadas de defesas, com militares no activo, e depois com reservistas, e depois com forças "rebeldes". Outra era ir atacar no território deles, e ser capaz de manter linhas de abastecimento para uma invasão. E eles estão muito mais preparados para serem atacados, do que nós para atacar.

Num contexto de causar danos internos às forças espanholas, é mais do género, usar os subs para dizimar as fragatas deles, e bloquear o acesso ao nosso território por mar. Usar F-16 com JASSM ou equivalente para atacar alvos importantes, P-3 com SLAM-ER, e usar UCAVs stealth para ataques de penetração no território inimigo a pontos cirúrgicos. Mas lá está, estes seriam os dissuasores mais ou menos realistas, além de uma capacidade defensiva decente, algo que praticamente não existe.

Outro aspecto que não foi mencionado, era a artilharia. Servindo-nos da mobilidade aérea que os M-777 proporcionariam, seria relativamente fácil colocar baterias destes sistemas em praticamente qualquer ponto do país, inclusive por helicóptero. Para fogo indirecto ou até fogo directo contra a arma blindada, seria uma mais valia.

Depois já quando o inimigo estivesse no nosso território, se tal fosse inevitável, era cortar todas as linhas de abastecimento, dividir as tropas e isolá-las. Sem abastecimento não conseguem lutar para sempre.

Outro factor importante, são os arquipélagos. Ora, se tivéssemos 2 aeronaves de abastecimento aéreo, seria perfeitamente possível realizar a maioria das operações de contra-ataque, a partir das bases/aeroportos nas ilhas. Dada a distância, teriam muito mais trabalho em lidar com estas de forma eficaz. Mas mais uma vez, é crucial a capacidade AA, que tem sido o denominador comum em todas estas nossas hipóteses e devaneios.
Agora surgiu-me uma dúvida que já nem deveria ser colocado neste tópico, já que num futuro muito próximo as fragatas serão substituídas e as FA não possuem importantes meios como misseis de cruzeiros e sistemas AA, porque não comprar por exemplo de fragatas AA com radares capazes de vigiar todo o nosso espaço aéreo e dezenas de misseis de longo ,médio alcance e outras 3 com lançadores verticais dando-nos a capacidade de lançar misseis de cruzeiro ,dando novas valências à marinha mas em especial acabávamos com 2 grandes problemas nas FA??
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #109 em: Junho 16, 2019, 12:35:16 pm »
Agora surgiu-me uma dúvida que já nem deveria ser colocado neste tópico, já que num futuro muito próximo as fragatas serão substituídas e as FA não possuem importantes meios como misseis de cruzeiros e sistemas AA, porque não comprar por exemplo de fragatas AA com radares capazes de vigiar todo o nosso espaço aéreo e dezenas de misseis de longo ,médio alcance e outras 3 com lançadores verticais dando-nos a capacidade de lançar misseis de cruzeiro ,dando novas valências à marinha mas em especial acabávamos com 2 grandes problemas nas FA??

O tópico em sim já está bastante desviado, portanto não é por aí.  ::)

Seria claramente uma vantagem ter navios com radares de longo alcance, até porque complementavam muito bem os radares fixos. Também acrescia-lhes a capacidade anti-aérea consoante os mísseis que recebessem, mas apenas 2 navios destes não cobriam todo o território, muito menos se contarmos com os arquipélagos. No entanto, entra perfeitamente na estratégia de complementaridade de sistemas. 5 fragatas com capacidade AA superior à actual, F-16 bem equipados, e defesas AA em terra modernas e de curto, médio e longo alcance. Infelizmente não existe vontade para isso.

Quanto aos mísseis de cruzeiro, seriam obviamente uma mais valia. No mundo "ideal", teríamos fragatas com capacidade de lançar este tipo de mísseis, sejam Tomahawk, Scalp Naval, etc. Ainda assim, a capacidade de mísseis de cruzeiro como dissuasor, podia não estar limitado a fragatas, sendo até mais fácil equipar caças e os P-3 com mísseis deste tipo. No caso dos P-3 os SLAM-ER, e no caso dos F-16 SLAM-ER, JASSM, Delilah.
 

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Stalker79

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #110 em: Junho 16, 2019, 02:09:20 pm »
Já que falaram no Delilah, só queria dizer que armamento Israelita por mim é tudo 5 estrelas,não só é testado em combate como maioritariamente compativél com F-16.
E a parte mais importante é que Israelitas não se põe com me***s ou termos e condições, ou restrições de uso e afins como os americas.
Eles é só "Tem dinheiro!? Voçê paga voçê manda!". Mais nada. Seja drones, misseis, rockets, radares, etc.

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #111 em: Junho 16, 2019, 02:48:48 pm »
O Delilah é um excelente míssil, especialmente pela variedade de plataformas de lançamento. Pode ser lançado por aviões, navios e até de sistemas em terra e por helicóptero. Se algum dia tivéssemos SH-60s, seria uma mais valia.

No entanto apresenta um alcance inferior (pelo menos o que é dado como oficial pelo fabricante) ao JASSM, e muito menos que o JASSM-ER. Mas calculo que seja mais barato que o equivalente norte-americano.
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #112 em: Junho 16, 2019, 03:01:48 pm »
O Delilah é um excelente míssil, especialmente pela variedade de plataformas de lançamento. Pode ser lançado por aviões, navios e até de sistemas em terra e por helicóptero. Se algum dia tivéssemos SH-60s, seria uma mais valia.

No entanto apresenta um alcance inferior (pelo menos o que é dado como oficial pelo fabricante) ao JASSM, e muito menos que o JASSM-ER. Mas calculo que seja mais barato que o equivalente norte-americano.

Apresenta é uma ogiva bastante pequena!
30 kg comparado com os congeneres não é muito, mas é melhor que não ter nada.
 :-P
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #113 em: Junho 16, 2019, 03:15:04 pm »
Para apontar ao Rei de Espanha chega.  :mrgreen:

Fora de brincadeiras, outra vantagem do JASSM face ao Delilah e SLAM-ER, além do alcance, é ter características furtivas.
 
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« Responder #114 em: Junho 19, 2019, 03:09:16 pm »
Voces sonham e muito rapazes 🎼🔕🙄 deixem se disso.
Abraços
 

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« Responder #115 em: Setembro 19, 2019, 06:42:33 pm »
Enquanto que as BRR e BrigInt lá vão recebendo algumas dezenas de viaturas recentes, na BriMec, a situação permanece inalterada.

Como se não bastasse que das três Brig existentes a BriMec é a que em termos de efectivos está mais desfalcada, esta Brigada em termos de viaturas de combate, conta com apenas 37 CC's, 18 Obuses AP de 15,5, outras tantas viaturas de comando e transporte de munições, e ainda, cerca de 150 M113 ainda +/- operacionais, mas com enormes limitações em termos de capacidades de combate, pois já tem mais de 35 anos de serviço, sem nunca terem sido alvo de qualquer upgrade, ou seja viaturas VCC!!! :bang:

para quando a substituição da frota dos M113, por um IFV(L) que seja eficaz?
para quando a aquisição de Viats Lança Pontes (L)?
para quando a aquisição de Viats Blindadas de recuperação (L) ?
para quando o reforço do numero de CC's existente, de modo a levantar o 3º ECC do Grupo ??

PS : O reino da Holanda ainda possui cerca de 20, lança pontes Leopard, depois de ter vendido duas unidades á Estónia, A Holanda também ainda possui umas quantas, 16, viat de recuperação Leopard.




https://en.wikipedia.org/wiki/Equipment_of_the_Royal_Netherlands_Army

Abraços
« Última modificação: Setembro 19, 2019, 06:58:53 pm por tenente »
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #116 em: Setembro 19, 2019, 07:49:01 pm »
 Vocês estão a falar de "delilás" parece que não vivem neste país.
 Que ainda há muito pouco tempo num "exercício" naval da marinha em que estava 2 fragatas e uma corveta. Uma das fragatas que tinha um canhão de 76mm não estava autorizado a disparar fogo real para poupar nas munições. Só quem estava autorizado a disparar eram os navios com canhão de 100mm.

 Sei que a FFG esteve cá em tempos a apresentar o Wisent 2 ao Exército por causa da obsolescência e incapacidade do M-88 operar com o Leopard 2.

 Os M113 foram recebidos dos EUA e nunca lhes tocaram. Foi só canibalizar peças de uns para os outros. Muito menos o tal kit de modernização que era comercializado por vários fornecedores turcos, israelitas ou alemães a um preço quase irrisório. Ainda me recordo há 10 anos de ver na SIC em pleno séc. XXI os "caramelos" lá das oficinas do exército a fabricar blocos de alumínio de forma artesanal para o M113. E aqueles broncos das chefias do exército nem se dignaram em mudar o depósito de combustivel do interior para o exterior da viatura. Pois com um "azar" e sem protecção blindada, aquilo tornava-se facilmente numa incineradora ambulante.

 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #118 em: Novembro 08, 2019, 09:45:59 pm »
Qual seria o substituo preferido para o M-113 aqui do forum?
« Última modificação: Novembro 08, 2019, 09:46:29 pm por Red Baron »
 

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« Responder #119 em: Novembro 08, 2019, 11:52:39 pm »
Para ser honesto, qualquer IFV minimamente moderno assentava que nem uma luva. Desde o Dardo ou Marder em segunda mão, ao CV-90 ou ASCOD novos.

Acho que depende sobretudo se a ideia é limitar a aquisição à versão IFV apenas, ou se se pretende outras variantes (AA, porta-morteiros, medevac, recuperação, anti-carro).
 

 

Devia a Brigada Intervençao, mudar de nome?

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