URO Vamtac ST5 no Exército

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dc

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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #75 em: Maio 16, 2019, 04:10:18 pm »
E a versão IFV que ia para os fuzos com a torre da Rafael? Tenho ideia que tinha uma maior capacidade de transporte por não requerer perfuração da carroçaria para a torre, como acontece com a torre SP30.

A torre da Rafael RCWS-30 (30mm + 2SPIKE) que equipa as versões checas tambem não faz penetração da carroçaria, não sei se por ventura seria essa.





E engraçado que ela "agacha-se"!!!



 :)

É essa mesmo, penso que foi esta a seleccionada para os Pandur IFV dos fuzos, mais os mísseis Spike.

Quanto a não ser adquirida esta versão também para o Exército, só me ocorre a questão do preço que poderá ser superior a uma torre convencional. Fora isso, apenas assumo que a torre convencional blindada seja mais robusta e resistente a danos causados por disparos do inimigo, nomeadamente por a RCWS ter "tudo à mostra". Além de que todo o processo de reloading da arma é feito internamente na IFV convencional, enquanto que na RCWS deverá ter que se expor um militar para carregar novamente.

No entanto, esta IFV, seria a solução perfeita para um veículo de duplo uso, ou triplo, sendo versão de reconhecimento, combate de infantaria e anti-tanque. A meu ver compensa os custos acrescidos. A outra torre que estava em equação era da Elbit se não estou em erro.
 

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dc

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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #76 em: Maio 16, 2019, 04:21:51 pm »
Quanto a veículos de lagartas, antes prefiro ter 100 IFVs modernos e totalmente equipados e com o TROPHY, do que ter ter 300 blindados de lagartas para equipar unidades fantasma. Ainda para mais se um número elevado de veículos exigir um veículo mais barato e pior.

Quanto ao TROPHY, este pode ser removido de um veículo para outro? Ou seja, digamos que um dia instalamos este sistema nos Leopard 2, e daqui a 20 anos substituímos os Leo por um Leopard 3 digamos, seria possível retirar os TROPHY do antigo para o novo?

PS: A torre RCWS tem também a vantagem de ser retráctil, ou "agachar-se" como foi dito antes, o que facilita o transporte caso haja alguma limitação de altura.
Honestamente não percebo a obsessão por uma versão anti-carro específica, que se bem me recordo estava a dar problemas o modelo que ia para os nossos Pandur (?), havendo uma versão com uma torre com provas dadas igualmente capaz de desempenhar a dita função, e outras.
 

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Stalker79

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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #77 em: Maio 16, 2019, 04:36:01 pm »
Quanto a veículos de lagartas, antes prefiro ter 100 IFVs modernos e totalmente equipados e com o TROPHY, do que ter ter 300 blindados de lagartas para equipar unidades fantasma. Ainda para mais se um número elevado de veículos exigir um veículo mais barato e pior.

Quanto ao TROPHY, este pode ser removido de um veículo para outro? Ou seja, digamos que um dia instalamos este sistema nos Leopard 2, e daqui a 20 anos substituímos os Leo por um Leopard 3 digamos, seria possível retirar os TROPHY do antigo para o novo?

PS: A torre RCWS tem também a vantagem de ser retráctil, ou "agachar-se" como foi dito antes, o que facilita o transporte caso haja alguma limitação de altura.
Honestamente não percebo a obsessão por uma versão anti-carro específica, que se bem me recordo estava a dar problemas o modelo que ia para os nossos Pandur (?), havendo uma versão com uma torre com provas dadas igualmente capaz de desempenhar a dita função, e outras.

Pelo que sei, o Trophy pode ser removido de uma viatura para outra perfeitamente desde que haja providencia para a sua instalação na viatura nova.
Quanto as versões anti-carro das Pandur, se essa oportunidade já passou e se não estava totalmente conforme sempre poderiamos adquirir uns Centauro aos italianos que estão a susbstitui-los pelo Centauro II com arma de 120mm.
 :-P
 

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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #78 em: Maio 16, 2019, 05:38:20 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #79 em: Maio 16, 2019, 11:02:59 pm »
Por um lado salta à vista a vantagem de, com o sistema RCWS o operador da arma poder disparar o míssil protegido dentro da viatura. Por outro, o Spike não é superior ao TOW? Ou depende das versões e da situação me que é usado?
 

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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #80 em: Maio 17, 2019, 12:05:17 am »
O Spike é um míssil da nova geração desenvolvido há 15 anos, enquanto o TOW foi desenvolvido há 40 anos. A maior diferença é que o Spike é fire and forget, enquanto o TOW é guiado pelo operador durante toda a fase de voo — o que aumenta o risco para o operador exposto nos carros portugueses. O Spike tem múltiplas versões, com alcances máximos entre os 1,5 km e os 25 km.
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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #81 em: Maio 17, 2019, 01:49:12 am »
O Spike é um míssil da nova geração desenvolvido há 15 anos, enquanto o TOW foi desenvolvido há 40 anos. A maior diferença é que o Spike é fire and forget, enquanto o TOW é guiado pelo operador durante toda a fase de voo — o que aumenta o risco para o operador exposto nos carros portugueses. O Spike tem múltiplas versões, com alcances máximos entre os 1,5 km e os 25 km.

Mas a maior vantagem operacional e a característica mais diferenciadora do SPIKE em relação aos TOW e outros similares. É a capacidade "top-attack". Em que o missil ao aproximar-se do alvo final, neste caso um MBT ou AIFV, descreve uma trajectória ascendente, descendo logo a pique em seguida e atinge o blindado na zona do veículo menos protegida que é a da escotilha.
 
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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #82 em: Maio 17, 2019, 12:47:42 pm »
La nueva torre Escribano, que dotará a muchas unidades en el Ejército y la Armada, estabiilizada y con una 12,70


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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #83 em: Maio 17, 2019, 04:16:53 pm »
O Spike é um míssil da nova geração desenvolvido há 15 anos, enquanto o TOW foi desenvolvido há 40 anos. A maior diferença é que o Spike é fire and forget, enquanto o TOW é guiado pelo operador durante toda a fase de voo — o que aumenta o risco para o operador exposto nos carros portugueses. O Spike tem múltiplas versões, com alcances máximos entre os 1,5 km e os 25 km.

Mas a maior vantagem operacional e a característica mais diferenciadora do SPIKE em relação aos TOW e outros similares. É a capacidade "top-attack". Em que o missil ao aproximar-se do alvo final, neste caso um MBT ou AIFV, descreve uma trajectória ascendente, descendo logo a pique em seguida e atinge o blindado na zona do veículo menos protegida que é a da escotilha.

Não seja por isso, os Spike tem mais alcance, mas o MMP é "novo" e tambem tem função Top-attack.
E podia bem substituir toda a tralha da idade da pedra que temos por ai,TOW´s, SPIKE, MILAN e dessa maneira facilitar não só em termos de manutenção e logistica e treinamento, mas tambem em termos de preço comprando em volume para substituir todos os antigos.

Porque isto:
"BGM-71 TOW - 152 mm - United States -    45 Launchers with 216 Missiles
Spike - Israel - 20 Spike LR & MR Launchers
MILAN - 115 mm   - France   - 755 Missiles 55 Milan+ 700 Milan-2-T"
Já é material VCC.

 :P
 
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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #84 em: Maio 17, 2019, 06:04:22 pm »
Esses Spike nunca existiram em paióis nacionais. Era a compra que estava prevista para equipar os Pandur dos Fuzos que nunca se concretizou.
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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #85 em: Maio 17, 2019, 06:42:32 pm »
Mas, algo "fora do tópico", a nossa fraca capacidade em ATGM e em algo tipo "Carl Gustaf" é algo que se devia resolver, até porque custo / beneficio deve ser dos sistemas mais interessantes para forças pequenas e "sem recursos" como as nossas...       
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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #86 em: Maio 17, 2019, 07:04:31 pm »
Esses Spike nunca existiram em paióis nacionais. Era a compra que estava prevista para equipar os Pandur dos Fuzos que nunca se concretizou.

Ok, mesmo assim ainda ficamos com mais de 1500 misseis da idade da pedra sabe-se lá já com quantos anos.
 :-\
 

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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #87 em: Maio 17, 2019, 07:05:00 pm »
Devíamos ter centenas de Carl Gustaf e AT4 (ou algo semelhante). E Spike SR (50 a 1.500 m) que pode ser lançado de dentro de edifícios (em caso de invasão grande parte dos confrontos ocorreriam em áreas habitadas), Spike MR (200 a 2.500 m), Spike LR II (200 a 5.500 m) e Spike ER II (40 a 10.000m). O novo MMP (5.000m), que também pode ser disparado de dentro de edifícios, também seria uma boa opção, mas o Spike parece-me ter uma gama mais variada e versátil.

@Stalker79, muitos desses mísseis já devem ter sido disparados, ou passado do prazo (os compostos químicos dos explosivos e combustível não duram para sempre), pelo que duvido que tenhamos um número tão grande de mísseis à disposição.
« Última modificação: Maio 18, 2019, 12:33:05 am por NVF »
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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #88 em: Maio 18, 2019, 12:13:26 am »
Mais uma razão para um substituto. E pelo que sei, as Carl Gustav ainda se aguentam, agora ainda usarmos o M72 LAW, que já em 98 era uma bosta que fará agora!
Era bom termos uns AT4 e bastantes, e há outras opções por ai, por exemplo o missil descartavél brasileiro o ALAC, que é bastante parecido ao AT4 menos o preço.

https://pt.wikipedia.org/wiki/ALAC


 :)
 
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Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Responder #89 em: Maio 18, 2019, 12:42:51 am »
O LAW teve um ressurgimento nas guerras do Iraque e Afeganistão, não como arma anti-carro mas para destruição de posições defensivas urbanas, porque oferecia maior poder de fogo que um lança-granadas de 40 mm, sem grande acréscimo de peso. O CG também tem versões mais modernas -- a nova M4 pesa metade da M2 que equipa as nossas FFAA. Quanto ao AT4, o que não falta por aí são armas semelhantes, desde israelitas a espanholas -- o ALAC parece interessante e era capaz de ser melhor compra que o Ká-Cê  :mrgreen:
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