Mulheres no Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Mulheres no Exército Brasileiro
« em: Junho 24, 2017, 04:39:34 pm »
No Brasil, cerca de 28 mil mulheres servem às Forças Armadas


Mulheres estão isentas do serviço militar obrigatório, previsto pela Constituição, mas podem ingressar nas Forças Armadas por meio de concurso público

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Entre 2015 e 2017, o número de mulheres nas Forças Armadas passou de 25,9 mil para 28 mil. Esse número tende a aumentar em consequência de mudanças ocorridas no sistema de ingresso nas carreiras militares.

Atualmente, a Força Aérea Brasileira é a campeã de participação feminina, com 10,8 mil mulheres na corporação. O ingresso delas no Quadro de Oficiais Intendentes foi autorizado em 1995 e, oito anos depois, em 2003, a instituição recebeu as primeiras mulheres para o Curso de Formação de Oficiais Aviadores. Da Academia da Força Aérea (AFA), saíram as 36 aviadoras formadas no centro de ensino e que estão aptas a pilotar caças.

Já a Marinha do Brasil foi a primeira das três Forças a aceitar o ingresso das mulheres e é a única a ter uma oficial general, a Contra-Almirante médica Dalva Mendes. Hoje, possui 8,1 mil integrantes do sexo feminino no efetivo.

Em fevereiro de 2014, recebeu a primeira turma de aspirantes mulheres na Escola Naval do Rio de Janeiro. A participação das mulheres na Marinha do Brasil começou em 1980, quando a legislação permitiu o ingresso feminino na Força. À época, elas integravam um corpo auxiliar e sua participação era restrita a alguns cargos e ao serviço em terra.

O Exército Brasileiro conta com 9,1 mil mulheres. A Lei nº 12.705, sancionada em agosto de 2012, permite que militares do sexo feminino atuem como combatentes do Exército Brasileiro em áreas antes restritas aos homens.

Para ser militar de carreira no Exército, a mulher precisa ingressar, após aprovação em concurso público, em um dos seguintes estabelecimentos de ensino: Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx); Escola de Saúde do Exército – EsSEx; Instituto Militar de Engenharia (IME); e Escola de Sargentos de Logística (EsSlog).

A mulher que deseja ingressar no Exército como oficial ou sargento temporário deverá participar da seleção realizada pelas Regiões Militares. O militar temporário não faz carreira no Exército, e sua permanência máxima no serviço ativo é de oito anos.

Pioneirismo

Um dos maiores símbolos da presença feminina nas Forças Armadas brasileiras, a capitã da Força Aérea Brasileira, Carla Borges, tornou-se a primeira mulher a fazer parte do grupo de transporte especial, que tem a responsabilidade, entre outros, de pilotagem do avião que transporta o presidente da República.

“Sinto orgulho em fazer parte de um grupo tão seleto. O ingresso das mulheres e a conquista de espaço na atividade militar provou nossa capacidade de cumprir as missões da mesma maneira e com o mesmo comprometimento”, ressalta a Capitão.

A trajetória de Carla sempre foi marcada pelo pioneirismo antes de chegar à cabine do Airbus A319, que transporta o presidente da República. Ela ingressou na academia da FAB em 2003, na primeira turma de mulheres aviadoras, e fez o curso de aviação de caça entre 2007 e 2014. Lá, tornou-se a primeira mulher a fazer um voo solo no caça AMX.

FONTE: http://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2017/06/no-brasil-cerca-de-28-mil-mulheres-servem-as-forcas-armadas
 

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Re: Mulheres no Exército Brasileiro
« Responder #1 em: Fevereiro 19, 2018, 01:29:10 pm »
Pela primeira vez, mulheres ingressam na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN)


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Resende (RJ) – Chega ao fim, nessa sexta-feira, dia 9 de fevereiro, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), o período de nivelamento dos alunos aprovados na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) em 2017. Durante 11 dias, eles participaram de diversas atividades, que tiveram como objetivo contribuir para o processo de adaptação às rotinas, procedimentos e tradições da AMAN, onde realizarão a formação de oficiais combatentes nos próximos quatro anos. A grande novidade esse ano é a presença de 33 mulheres na turma, sendo as pioneiras na Linha de Ensino Militar Bélico do Exército Brasileiro.

O General de Brigada Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves, Comandante da AMAN, destaca que a chegada das mulheres à formação dos oficiais combatentes representou para o estabelecimento de ensino muito mais que a simples adaptação de instalações. Toda a Academia foi mobilizada para que a inserção do sexo feminino ocorresse de modo natural. “Recebemos todo o apoio e orientação do Estado-Maior do Exército e do Departamento de Educação e Cultura do Exército e capacitamos nossos profissionais para que adotem um tratamento de total isonomia nas instruções, naturalmente respeitando aspectos fisiológicos e capacidades físicas. Tenho a convicção de que as Cadetes se realizarão profissionalmente e terão um rendimento satisfatório em todos os aspectos”.

Os alunos chegaram à AMAN no dia 30 de janeiro, oriundos de diversas partes do Brasil. Durante o nivelamento, o grupo passou por atividades nos três períodos do dia, incluindo avaliações diagnósticas, exames médicos, palestras, treinamentos físicos, instruções de Ordem Unida e Comunicações, além do recebimento de material de emprego militar e a verificação de medidas para confecção de uniformes.

No dia 8 de fevereiro, ocorreu um dos momentos mais marcantes desse período. Após uma alvorada festiva, foi realizado o “Banhesp”, uma tradição de décadas que representa um rito de iniciação dos novos integrantes da Academia. Logo depois, todos receberam os brasões do Curso Básico, que engloba as atividades do primeiro ano de formação dos cadetes. No dia 17 de fevereiro, será realizada a solenidade de passagem pelo Portão Monumental da AMAN. Somente após essa cerimônia, o aluno oriundo da EsPCEx passa a ser chamado de “cadete”, até sua declaração como aspirante a oficial, quatro anos mais tarde.

A presença pioneira de mulheres na formação de oficiais combatentes também se reflete no corpo docente, que recebeu instrutoras. Uma delas é a 1° Tenente Dentista Ísis, da 2ª Companhia do Curso Básico. Seu processo de capacitação para conduzir instruções na AMAN incluiu uma viagem à Academia de West Point, do Exército dos Estados Unidos. “Durante o ano de 2017, eu e as demais instrutoras do Curso Básico participamos de diversas atividades como acampamentos e o Estágio de Montanha, para verificar as possíveis dificuldades que as futuras cadetes viessem a enfrentar a partir de 2018. O desafio do pioneirismo é natural, mas as alunas estão entusiasmando todos os instrutores, pela vibração, bom preparo físico e disposição. Todas têm um grande potencial a ser desenvolvido e capacidade de cumprirem a missão”.

Natural de Palmas (TO), a Aluna Cecília afirma ser uma grande honra integrar a primeira turma da AMAN com presença feminina. “Tem sido uma vitória a cada dia. Minha expectativa para os próximos quatro anos é fazer jus a todo o investimento que o Exército está fazendo em minha formação e dar ainda mais orgulho à minha família”. Já a Aluna Milena Canestraro, nascida em Curitiba (PR), revela que o período de nivelamento tem sido desafiador, porém o sentimento de estar escrevendo a história a motiva a seguir em frente. “Estou me adaptando, como todos os meus colegas, e tenho certeza de que terei ótimos anos de instruções. Sempre gostei muito das tradições do Exército. É um orgulho muito grande ter essa oportunidade de ingressar na Academia”.



FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/02/15/pela-primeira-vez-mulheres-ingressam-na-aman/
 

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Re: Mulheres no Exército Brasileiro
« Responder #2 em: Janeiro 31, 2019, 12:35:06 pm »
Primeira mulher do Quadro de Engenheiros Militares assume comando de organização militar


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Brasília (DF) - No dia 28 de janeiro, ocorreu no 7º Centro de Telemática de Área (7º CTA) a solenidade de passagem de chefia do Cel QEM Alexandre Almeida Lima, para a TC QEM Luciene da Silva Demenicis. Para a TC Luciene assumir um cargo de chefia é uma grande honra. “Sinto-me grata e honrada por esta oportunidade, farei o máximo e sei que contarei com o apoio dos integrantes do 7º CTA. Ninguém faz nada sozinho”, afirmou. A TC Luciene é a primeira mulher do Quadro de Engenheiros Militares a comandar uma organização militar (OM), nível Unidade, em Brasília.

Ela ainda ressalta o papel da mulher nas Forças Armadas e vê com naturalidade o quanto o segmento feminino vem se destacando em todos os setores. A solenidade iniciou com a inauguração da fotografia do chefe sucedido na Galeria dos Ex-Comandantes. Após a inauguração do retrato, houve a cerimônia de passagem de comando, com a formatura dos militares do 7º CTA, encerrada com o desfile da tropa, em continência à nova comandante.

A cerimônia de passagem de comando foi conduzida pelo Chefe do Centro Integrado de Telemática do Exército (CITEx), Gen Bda Alexandre Fernandes Lobo Nogueira. Estavam presentes: o Chefe Interino do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), Gen Div Glaúcio Lucas Alves, o Vice-Chefe de Tecnologia da Informação e Comunicações do DCT, Gen Div Bráulio de Paula Machado, o Diretor do Serviço Geográfico, Gen Bda Pedro Paulo Levi Mateus Canazio, antigos chefes do 7° CTA, comandantes de OM e familiares dos chefes sucedido e sucessor.



FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9502289
 

 

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