Arqueologia/antropologia/ADN

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HSMW

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #15 em: Março 23, 2018, 11:04:23 am »
E que os restos mortais poderiam ter sido abandonados há pelo menos 40 anos.

Como é?!  ??? ???
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lusitano89

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #16 em: Março 23, 2018, 12:03:03 pm »
E que os restos mortais poderiam ter sido abandonados há pelo menos 40 anos.

Como é?!  ??? ???

Sim afirmativo
 

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Lusitano89

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #17 em: Março 26, 2018, 11:40:30 pm »
O Homem já sobreviveu a uma mudança súbita de clima


Há 11.000 anos, os nossos antepassados sobreviveram a uma queda abrupta de temperaturas. Viveram assim mais de 100 anos

Os cientistas têm alertado para o impacto das alterações climáticas na sobrevivência do próprio ser humano. A boa notícia é que os nossos antepassados já sobreviveram a algo parecido.

Há 11.000 anos, os humanos tiveram de enfrentar uma súbita quebra nas temperaturas: de 10 a 40 graus, que duraram mais de um século. A descoberta foi feita através de vestígios recolhidos no sítio arqueológico Star Carr, no Yorshire do Norte, em Inglaterra, da Idade da Pedra média. As principais conclusões foram publicadas, esta segunda-feira, na revista Nature Ecology & Evolution.

"A população de Star Carr, uma das primeiras colónias na Inglaterra depois da última idade do gelo, teve de ser muito resiliente à instabilidade climática, capaz de preservar e manter uma sociedade estável, apesar do stresse ambiental", justificou Ian Candy, autor do estudos e professor de geografia na Universidade Royal Holloway de Londres, por email enviado à CNN.

Os cientistas das universidades de York e Royal Holloway acreditam que este episódio de queda abrupta das temperaturas é maior do que aquele que aconteceu há 8200 anos e que está já bastante estudado. "Estas descobertas mudam a ideia que tínhamos da interação entre as sociedades pré-históricas e as alterações climáticas. Os eventos climáticos abruptos de Star Carr são tão grandes, se não maiores, do que a magnitude do que aconteceu há 8200 anos e ainda assim as populações foram resilientes perante o impacto desses acontecimentos", acrescentou o professor.

O estudo cruzou as temperaturas que se fizeram sentir naquela época, com os artefactos que foram sendo encontrados em Star Carr. As provas mostram que a presença humana foi uma constante nos 100 anos de temperaturas baixas. Foi nesta altura que os glaciares começaram a recuar e as suas águas frias entraram no Oceano Atlântico norte.

Apesar das florestas terem sido afetadas por este frio, os nossos antepassados caçadores-recolectores sobreviveram porque nunca lhes faltou, por exemplo, as peles e a carne de veados-vermelhos.

A má notícia é que à época, a densidade populacional era bem menor, aumentando as hipóteses de fuga para outros locais. "A população atual coloca muito mais pressão nos recursos dos quais dependemos, muitos dos quais vão ser afetados pelas alterações climáticas futuras. Além disso, a população de Star Carr fazia parte de uma tradição de ultrapassar experiências dramáticas de mudanças de clima no final da última idade, extrema instabilidade climática fazia parte da vida deles. Pelo contrário, a nossa sociedade tem conhecido séculos, ou mesmo milénios de estabilidade climática", explicou Ian Candy.


>>>>>>>   https://www.dn.pt/sociedade/interior/homem-ja-sobreviveu-a-uma-mudanca-subita-de-clima-9216119.html
 

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Lusitano89

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #18 em: Março 30, 2018, 01:00:49 pm »
Pegadas pré-históricas com 13 mil anos revelam segredo da colonização americana




Um grupo de investigadores descobriu 29 pegadas humanas numa camada de sedimentos na costa da ilha de Calvert, no Canadá, que terão pelo menos 13 mil anos, altura em que a humanidade estava a chegar ao fim da última era glaciar e o nível do mar era dois a três metros mais baixo do que hoje. A descoberta indica que a colonização da América poderá ser anterior ao que hoje se pensa.

Apesar de ainda não se conhecer a quantas pessoas pertencem as marcas deixadas na praia, que não fica muito longe de Vancouver, os investigadores acreditam que encontraram pelo menos três tamanhos diferentes nas pegadas, podendo mesmo uma das marcas pertencer a uma criança.

"Temos procurado locais arqueológicos nesta costa e foi assim que descobrimos as pegadas. O mais provável é que tenham sido deixadas numa área que estava logo acima da linha do mar, há 13 mil anos", disse, citado pelo jornal The Guardian, Duncan McLaren, da Universidade de Victoria e investigador do Hakai Institute.

No artigo publicado em acesso aberto, na revista científica Plos One, a equipa de investigadores descreve como começou as escavações em 2014, depois de terem descoberto depósitos de lixo, com mais de seis mil anos, feitos com conchas. No mesmo local, encontraram ferramentas feitas em pedra.

"Este local tem uma praia protegida que deve ter atraído as pessoas durante milhares de anos. Como o nível da água do mar se manteve estável na região, durante os últimos 14 mil anos, acreditamos que se trata de uma zona com muito potencial em termos arqueológico", revelou o responsável pelo estudo.

A primeira pegada humana foi desenterrada sessenta centímetros abaixo da superfície da atual praia. Entre 2015 e 2016 a equipa de investigadores regressou ao local e encontrou mais 28 pegadas. Algumas das pegadas estavam ainda bem definidas, o que permitiu concluir que têm três tamanhos diferentes. "Tivemos que escavar com muito cuidado e devagar, o que foi muito difícil devido à corrente da maré"; admitiu McLaren.

Esta nova descoberta fortalece a teoria de que os seres humanos viajaram ao longo da costa, passado entre zonas de gelo e mar, que serviam de refugio a animais e plantas. Nick Ashton, curador do British Museum, acredita que este estudo traz novas pistas sobre a colonização da América, que poderá ter acontecido há mais tempo do que se pensa. "A revelação agora feita suporta a ideia de que as primeiras pessoas nas Américas chegaram da zona esta da Ásia, numa altura em que o mar estava em níveis baixos", disse,


>>>>>>>>  https://www.jn.pt/mundo/interior/pegadas-pre-historicas-com-13-mil-anos-revelam-segredo-da-colonizacao-americana-9222305.html
 

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #19 em: Abril 10, 2018, 12:05:57 am »
Osso de um dedo indica outro caminho do Homo sapiens para fora da África


Uma falange de um dedo da mão, com 3,2 centímetros de comprimento, será o suficiente para ajudar a confirmar uma nova história da expansão da espécie humana para fora de África. A descoberta foi feita em 2016 num sítio arqueológico explorado por uma equipa internacional de cientistas chamado Al Wusta, numa região onde actualmente se situa o deserto de Nefude, na Arábia Saudita, e foi divulgada esta segunda-feira na revista Nature Ecology & Evolution. O pedaço de osso tem 85 mil anos e é o mais velho vestígio de um Homo sapiens encontrado fora de África, dizem os autores do artigo.

Reza a história que a grande onda migratória da nossa espécie para fora de África aconteceu há cerca de 65 mil anos. Descobertas recentes em sítios arqueológicos em Israel, na Austrália, Leste asiático e outros locais, já apontavam para a existência de provas de fluxos migratórios anteriores a essa viagem a grande escala. Um artigo da revista Science publicado no início deste ano, por exemplo, apresentou ao mundo um fóssil humano encontrado no sítio de Misliya, em Israel, que faz recuar até há quase 200 mil anos a data de saída de alguns “bandos” de Homo sapiens de África.

Agora, uma equipa internacional de cientistas, num projecto liderado pelo Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana, junta mais uma prova ao conjunto de pistas já existentes sobre uma viagem (várias viagens, aliás) para fora de África que começaram mais cedo do que o previsto. “É importante reconhecer que não existiu uma única e rápida onda migratória para fora de África. O que defendemos é que existiram múltiplas expansões e a colonização da Eurásia foi bem mais complexa do que nos dizem os livros da escola”, explicou Michael Petraglia, arqueólogo na Universidade de Oxford, no Reino Unido, e um dos autores do artigo, durante a conferência de imprensa organizada pela revista Nature sobre o estudo. Apesar de admitir que, em termos evolutivos e tendo em conta os resultados de análises ao ADN de fósseis, “a grande maioria” das populações asiática e europeia parecem fazer parte desta grande onda migratória ocorrida há 65 mil anos, o cientista sublinha que “isso não significa que os movimentos migratórios anteriores não tenham sido importantes”.

Este movimento, de que falam no artigo, não só é anterior à “grande onda” como geograficamente surpreendente. Os fósseis (do dedo e alguns ossos de animais) e ferramentas de pedra foram descobertos a uma considerável distância do Levante, a região no Médio Oriente que é considerada como a principal porta de entrada da nossa espécie na Eurásia, o que leva os cientistas a defender que, além de ter começado mais cedo, a expansão foi mais abrangente do que se julgava. As provas apresentadas no artigo revelam, assim, que existiram também bandos de Homo sapiens caçadores-recolectores no coração da Arábia, mais especificamente no sítio de Al Wusta, a cerca de 650 quilómetros da costa de Israel. “Antes desta descoberta, sempre se acreditou que as tentativas iniciais de dispersão para a Eurásia foram um falhanço e permaneceram restritas às florestas mediterrânicas do Levante, na porta de saída de África”, refere um comunicado do Instituto Max Planck.

Um calo na falange

As imagens que acompanham o artigo publicado na Nature Ecology & Evolution mostram a terra seca que invadiu o lugar. É o deserto de Nefude, na Arábia Saudita, mas os autores do artigo garantem que era algo muito diferente há 85 mil anos. Seria uma zona verdejante e até um lugar onde existia uma pequena lagoa de água doce. Ali, especulam os cientistas perante as descobertas feitas agora, terá estado há muito tempo um bando de algumas dezenas de caçadores-recolectores. As provas desta passagem são 308 ferramentas de pedra, fósseis de animais como hipopótamos e uma falange média de Homo sapiens. Não se sabe se o pedaço de osso com 3,2 centímetros de comprimento era de um homem ou de uma mulher, da mão direita ou esquerda, presume-se que seja do terceiro ou quarto dedo (médio ou anelar) e sabe-se que esta falange apresenta um pequeno alto no osso que os cientistas sugerem que possa ser o resultado de um ferimento ou “elevado nível de actividade física” no fabrico ou uso de ferramentas de pedra.

O fóssil foi encontrado em 2016, à superfície da terra, no sítio arqueológico que era estudado por esta equipa internacional de cientistas desde 2014. Huw Groucutt, arqueólogo da Universidade de Oxford e do Instituto para a Ciência da História Humana Max Planck e principal autor do artigo, confirma que foi um inesperado “momento Eureka”. O cientista conta que foi Iyad Zalmout, investigador no Departamento de Paleontologia da instituição responsável pelo levantamento geológico na Arábia Saudita que viu o pequeno osso, durante uma caminhada.

“Imediatamente percebeu que era um osso humano”, acrescentou, adiantando que não foi encontrada mais nenhuma parte do corpo deste indivíduo. Nessa mesma noite, no hotel, passaram horas a ver imagens e artigos científicos para comparar este fóssil com outros e confirmar que era um pedaço de um dedo de um “Homo sapiens”.

“Tem uma forma que é distintiva das outras espécies”, refere Huw Groucutt. A falange foi enviada para Universidade de Cambridge, no Reino Unido, onde foi analisada com exames de microscopia, depois viajou para a Austrália, onde se fez uma datação directa. E essa é, segundo os autores, outra das “mais-valias” desta descoberta.

A datação apresentada no artigo para o fóssil do dedo não se baseia apenas nos sedimentos e outros elementos do ambiente à sua volta, como muitas vezes acontece, mas é, frisam, “uma datação directa”, conseguida com a técnica por urânio-tório que recorre a um laser para fazer buracos microscópicos no fóssil analisando os vestígios de elementos radioactivos. As análises revelaram que o fóssil teria aproximadamente 88 mil anos, refere o comunicado do instituto Max Planck. Outras datações feitas a outros fósseis animais e sedimentos apontam para uma datação com aproximadamente 90 mil anos.

Segundo os autores do artigo, para as datações forma usadas três técnicas diferentes e todas resultam numa “mesma história coerente”. No título do artigo os cientistas optam por uma datação mais conservadora e referem "Homo sapiens na Arábia há 85 mil anos”.

“Esta descoberta mostra, pela primeira vez, de forma conclusiva que membros da nossa espécie colonizaram uma região extensa do Sudoeste da Ásia e que não estiveram apenas circunscritos ao Levante. A capacidade destas pessoas colonizarem tão cedo e de forma tão alargada esta região coloca em causa a visão que tínhamos até agora sobre os locais e o falhanço das primeiras dispersões para fora de África”, conclui Huw Groucutt no comunicado.

O director do projecto, Michael Petraglia, também celebra a importância da descoberta e acrescenta um aviso: “A Península Arábica tem sido encarada como estando fora do palco principal da evolução humana. Esta descoberta coloca finalmente a Arábia no mapa como uma região-chave para compreender as nossas origens e expansão para o resto do mundo. À medida que os trabalhos no terreno vão progredindo vamos continuar a fazer descobertas impressionantes na Arábia Saudita.”


>>>>>>>>>>  https://www.publico.pt/2018/04/09/ciencia/noticia/osso-de-um-dedo-indica-outro-caminho-do-homo-sapiens-para-fora-da-africa-1809697
 

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Lusitano89

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #20 em: Abril 11, 2018, 08:47:09 pm »
Colecionar esqueletos de dinossauros é uma tendência, e estes foram vendidos por mais de um milhão de euros cada




Os esqueletos de um alossauro e de um diplodoco foram vendidos esta quarta-feira, 11 de abril, em Paris, por mais de 1,4 milhões de euros cada.

"Um comprador único adquiriu os dois dinossauros. Um particular estrangeiro" que arrematou os exemplares pela Internet, indicou a casa de leilões Binoche et Giquello, responsável pela venda.

Os dois exemplares superaram o preço estimado. O diplodocus, avaliado entre 450.000 e 500.000 euros, foi vendido por 1.443.820 euros (1.781.180 dólares), e o alossauro, estimado entre 550.000 e 650.000 euros, foi arrematado por 1.407.700 euros (1.736.620 dólares).

O "pequeno" alossauro com 60 dentes afiados, mede 3,8 metros de comprimento. Mas seu colega de leilão, o diplodoco, tem 12 metros, do nariz ao rabo.

"O mercado dos fósseis já não é reservado exclusivamente aos cientistas: os dinossauros tornaram-se tendência, objetos de decoração, como os quadros", explicou à AFP Iacopo Briano, especialista da casa de leilões.

Entre os seus famosos colecionadores destacam-se os atores de Hollywood Leonardo DiCaprio e Nicolas Cage, segundo Briano.

Cage chegou a ter de devolver um crânio de Tarbossauro, que havia sido extraído ilegalmente da Mongólia.

"Nos últimos dois ou três anos, os chineses tornaram-se mais interessados pela paleontologia, e têm procurado grandes espécimes de dinossauros encontrados no seu território, para os museus ou mesmo para particulares", disse Briano.

Os novos compradores estão a concorrer contra multinacionais, europeus e americanos ricos e os compradores "tradicionais" de esqueletos de dinossauros, acrescentou Briano.

Em 1997, a McDonald's e Walt Disney estavam entre os doadores que financiaram os 8,36 milhões de dólares necessários para comprar Sue — o Tiranossauro Rex mais completo e bem conservado do mundo — para o Field Museum of Natural History, em Chicago.

"Milhões de pessoas vêm vê-lo, isso dá uma publicidade incrível às empresas", explica Éric Mickeler, especialista em história natural da casa de leilões Aguttes.

Um terceiro dinossauro, um terópode que será leiloado pela casa Aguttes a 4 de junho, mede nove metros de comprimento por 2,60 de altura.

Carnívoros, como o alossauro, saem mais caro que seus congéneres herbívoros.

"As pessoas querem dentes!", explica Mickeler. E também que haja uma história para contar, que apresentem, por exemplo, marcas de combates ou de doenças incuráveis.

Também são consideradas outras características, como a raridade do espécime, a percentagem de ossos verificados e a beleza do seu crânio.

"São preços totalmente absurdos", denuncia Ronan Allain, paleontólogo do Museu de História Natural de Paris. "É o mundo do luxo, não é para nós", acrescenta.


>>>>>>>>  https://24.sapo.pt/vida/artigos/colecionar-esqueletos-de-dinossauros-e-uma-tendencia-e-estes-foram-vendidos-por-mais-de-um-milhao-de-euros-cada
 

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #21 em: Abril 16, 2018, 08:43:38 pm »
Submarino nazi encontrado na Dinamarca


 

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #22 em: Abril 16, 2018, 09:35:16 pm »
Menino de 13 anos descobre tesouro viking




Depois da descoberta da criança, especialistas encontraram moedas e joias com mais de mil anos numa ilha do Mar Báltico. O tesouro remonta à época do rei de origem viking que levou o cristianismo à Dinamarca, Harald.

Luca Malaschnichenko, de 13 anos, já pode contar ter o seu nome para sempre associado à arqueologia.

Em janeiro, o jovem, acompanhado por René Schön, voluntário de um programa local de arqueologia, e por um detetor de metais, fez uma descoberta incrível.

Na localidade agricola de Rügen, uma ilha do norte da Alemanha, banhada pelo Mar Báltico, o aparelho detetou qualquer coisa. Os jovens conseguiram extrair fragmentos de moedas da terra e imediatamente perceberam que tinham encontrado algo.

Imediatamente avisaram as autoridades, que tiveram de esperar até ao fim de semana passado para procederem às escavações necessárias para voltar a trazer à luz do dia um tesouro viking de mais de mil anos, da época do célebre rei dinamarquês Haroldo 1° da Dinamarca.

A descoberta incluí moedas de prata, pérolas, colares, alfinetes de peito e até mesmo um martelo de Thor, do final do século X.

Detlef Jantzen, o arqueólogo chefe do Escritório Regional de Arqueologia e Conservação de Monumentos do estado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, o qual levou a cabo os trabalhos, disse ao jonal espanhol El País que este "é um tesouro excepcional. Esta é a primeira vez que encontramos um achado desta grandeza e qualidade a sul do Báltico".

As peças do século X terão sido enterradas entre 980 e 990.

O rei Harald morreu em 986 no norte da Europa, deixando para trás um tesouro enterrado e um legado muito particular que chegou aos nossos dias em forma de homenagem: a tecnologia bluetooth.


>>>>>>>>>  https://www.dn.pt/mundo/interior/menino-de-13-anos-descobre-tesouro-viking-9264086.html
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #23 em: Maio 09, 2018, 02:19:29 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Arqueologia/antropologia/ADN
« Responder #24 em: Maio 16, 2018, 06:47:59 pm »
Textos sobre sexo descobertos no diário de Anne Frank


 

 

E como vamos de arqueologia de campos de batalha?

Iniciado por Carlos RendelQuadro Conflitos do Passado e História Militar

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por Nuno Calhau
Arqueologia e História na Ucrânia

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