Economia nacional

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Re: Economia nacional
« Responder #45 em: Dezembro 06, 2018, 07:29:13 pm »
Lisboa perde mais de mil milhões em dia negro nas bolsas

Detenção da administradora da Huawei abriu novo capítulo negro no histórico recente da confrontação entre EUA e China. Assustados, investidores fugiram ao risco. Bolsa lisboeta caiu mais de 2%.



Quanto custou a detenção da administradora financeira da Huawei no Canadá? Para os investidores em Lisboa, muito dinheiro. Mais de 1.000 milhões de euros foram retirados da bolsa nacional só na sessão desta quinta-feira, depois de Wanzhou Meng, filha do fundador da tecnológica chinesa, ter sido detida por suspeitas de violação das sanções aplicadas pelos EUA ao Irão. Mas o PSI-20 não foi caso único na dimensão dos prejuízos.

O índice português de referência caiu 2,1% para 4.817,69 pontos. Em termos de capitalização bolsista, isto representa uma perda de 1.270 milhões de euros para as cotadas que figuram na principal bolsa nacional. Apenas duas acções escaparam à pressão vendedora: a F. Ramada e a Sonae Capital.

Foram avultados os prejuízos entre os pesos pesados nacionais. Que o diga a Galp: as acções caíram 3,35% para 14,27 euros, num dos piores desempenhos por cá. Isto corresponde a uma desvalorização do market cap da petrolífera nacional na casa dos 380 milhões de euros, tendo sido castigada pelo tombo dos preços do petróleo em Londres: o barril londrino cai mais de 4%, apesar de a OPEP estar perto de chegar a um acordo para reduzir a produção e assim controlar a cotação do “ouro negro”.

Ainda no sector da energia, a EDP e a EDP Renováveis cederam mais de 2%. Também as acções do BCP, banco que viu a agência Fitch melhorar o seu rating esta quinta-feira, desceram de forma acentuada: -2,57% para 0,2425 euros.

Lá fora o dia também foi de fuga ao risco. O Stoxx 600 derrapou mais de 3%, assim como os índices de Milão e de Frankfurt. Aqui ao lado, o IBEX-35 de Madrid deslizou 2,75%. Do outro lado do Atlântico, Wall Street perde mais de 2%.

“A CFO da Huawei foi detida no Canadá onde dizem que vai ser extraditada para os EUA. Não se conhecem bem as causas desta detenção. Deste episódio, as elacções que se podem tirar, é que podem colocar em perigo as já instáveis relações entre os EUA e a China. A insegurança e a incerteza são os factores que mais pressionam as bolsas”, explicou Carla Maia Santos, da XTB Broker.

“Depois da solução apresentada na reunião do G20, os 90 dias de tréguas entre os EUA e a China são colocados em xeque“, contextualizou ainda.

Considerado um activo de refúgio, a onça do ouro brilha esta quinta-feira: valoriza 0,3% para 1.241,1 dólares.

(Notícia actualizada às 17h13)

https://www.sapo.pt/noticias/economia/lisboa-perde-mais-de-mil-milhoes-em-dia-negro_5c09516ffa5c5b285eb03c06

Mais um episódio da guerra comercial dos EUA contra o mundo (neste caso a China).
 

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Lusitano89

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Re: Economia nacional
« Responder #46 em: Janeiro 02, 2019, 03:52:10 pm »
Centeno eleito Ministro das Finanças do ano na Europa



 

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Re: Economia nacional
« Responder #47 em: Janeiro 02, 2019, 05:39:11 pm »
Sindicato dos Estivadores entrega novo pré-aviso de greve de seis meses

A paralisação vai realizar-se nos portos de Lisboa, Setúbal, Sines, Figueira da Foz, Leixões, Caniçal (Madeira), Ponta Delgada e Praia da Vitória (Açores) durante seis meses, a partir do dia 16.



Os funcionários portuários associados ao Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL) decretaram esta quarta-feira greve ao trabalho nos portos nacionais entre 16 de Janeiro e 1 de Julho contra a proliferação de práticas antissindicais. O SEAL declara greve à prestação de trabalho “a partir das 08:00 do dia 16 de Janeiro de 2019 até às 08:00 do dia 01 de Julho de 2019”, lê-se no pré-aviso de greve.

A paralisação em causa vai realizar-se nos portos de Lisboa, Setúbal, Sines, Figueira da Foz, Leixões, Caniçal (Madeira), Ponta Delgada e Praia da Vitória (Açores), abrangendo todos os trabalhadores efectivos ou com vínculo contratual de duração limitada.

"Constatamos que, até ao momento, após a assinatura do acordo relativo ao Porto de Setúbal, não se encontram minimamente satisfeitas as garantias de resolução expedita dos problemas assinalados nos restantes portos nacionais, especialmente no Porto do Caniçal, garantias essas que faziam parte integrante desse acordo, o que nos obriga à declaração deste novo pré-aviso de greve”, justificou o SEAL."

De acordo com o sindicato, “constituem motivos graves, determinantes desta declaração de greve, a crescente proliferação de práticas antissindicais nos diversos portos portugueses, revestindo-se estas de extrema gravidade no Porto de Leixões, permanecendo ainda graves no Porto do Caniçal”, afirmou o sindicato.

O sindicato liderado por António Mariano disse ainda que as empresas portuárias, “em inúmeros casos coniventes com os sindicatos locais, protagonizam e introduzem uma série de comportamentos que configuram diferentes tipos de assédio moral”, como perseguição, coação, suborno e ameaças de despedimento. Comportamentos que a estrutura classificou como “criminosos”, defendendo que estes pretendem “não apenas colocar os trabalhadores uns contra os outros”, mas evitar que estes sejam sindicalizados.

“Destes comportamentos ilegítimos por parte das empresas, frequentemente para benefício próprio de alguns agentes no terreno em detrimento da qualidade e produtividade dos serviços prestados nos portos, resulta uma maior precarização da mão-de-obra portuária, com todos os aspectos negativos a ela associados”, defendeu.

A liberdade de filiação sindical tem constituído um dos principais motivos de reivindicação dos estivadores do SEAL, que estão em greve ao trabalho suplementar desde agosto de 2018. Esta paralisação foi interrompida apenas em Setúbal, durante Dezembro, após o acordo alcançado em conjunto com as empresas portuárias, após mais de um mês de protesto.

https://observador.pt/2019/01/02/sindicato-dos-estivadores-entrega-novo-pre-aviso-de-greve-de-seis-meses/

Estão a brincar com o fogo!!!! E até acusam outros sindicatos que não sejam comunistas!!!!!!!!
 

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FoxTroop

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Re: Economia nacional
« Responder #48 em: Janeiro 02, 2019, 08:25:08 pm »
- Na Alemanha os metalúrgicos bateram-se até conseguirem a jornada de 7 horas diárias. Parte interessante, nada transpirava nos noticiários nacionais.

- Enquanto estive por Espanha, assistia ao vivo e a cores às greves e distúrbios de diversos sectores, desde os produtores de leite até ao sector naval. Boa parte das reivindicações foram aceites e mesmo assim continua a onda de paralisações e marchas de protesto. Mais uma vez, nada transpira nas noticias nacionais.

- Em França é o que se sabe, embora só se mostre os descatos, para que o zezinho tuga possa desaprovar esses "bandidos que não querem trabalhar" entre uma mini e uma tirada sobre futebol. Temos que criar anticorpos no zezinho porque somos um povo pacato e obediente......

Continuemos então.... Dickens e Zola.... Mas há uma diferença substancial, os de baixo já não andam tocados a vinho e Fé, andam a ser bombardeados por propaganda a um estilo de vida a que não conseguem chegar, nem que trabalhassem 50 horas por dia, pois a 24 não chegam sequer para desafogar as contas. E quando se intoxica a alma dizendo que ter é ser...... quem não tem, tarde ou cedo, vai virar a mesa e não tem nada a ver com "comunistazz bermelhozzz"



 
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Re: Economia nacional
« Responder #49 em: Janeiro 02, 2019, 11:08:44 pm »
- Na Alemanha os metalúrgicos bateram-se até conseguirem a jornada de 7 horas diárias. Parte interessante, nada transpirava nos noticiários nacionais.

- Enquanto estive por Espanha, assistia ao vivo e a cores às greves e distúrbios de diversos sectores, desde os produtores de leite até ao sector naval. Boa parte das reivindicações foram aceites e mesmo assim continua a onda de paralisações e marchas de protesto. Mais uma vez, nada transpira nas noticias nacionais.

- Em França é o que se sabe, embora só se mostre os descatos, para que o zezinho tuga possa desaprovar esses "bandidos que não querem trabalhar" entre uma mini e uma tirada sobre futebol. Temos que criar anticorpos no zezinho porque somos um povo pacato e obediente......

Continuemos então.... Dickens e Zola.... Mas há uma diferença substancial, os de baixo já não andam tocados a vinho e Fé, andam a ser bombardeados por propaganda a um estilo de vida a que não conseguem chegar, nem que trabalhassem 50 horas por dia, pois a 24 não chegam sequer para desafogar as contas. E quando se intoxica a alma dizendo que ter é ser...... quem não tem, tarde ou cedo, vai virar a mesa e não tem nada a ver com "comunistazz bermelhozzz"

Olhe que não, olhe que não!!!!!!

Diga-me o que se passou na Autoeuropa quando o António Chora reformou-se? Antes com ele, apesar de ser do BE, havia paz social, apesar das muitas reivindicações, assim que saiu de cena, existiu uma luta fratricida pelo controlo dos trabalhadores (sabe quem manipulou nas sombras, não sabe?

O maior sindicato de estivadores de Leixões não é afecto ao PCP, logo são acusados de defenderem os patrões, etc, etc.....

Os enfermeiros afectos a 2 recém-criados sindicatos, apoiados pela Bastonária que é dirigente do PSD, criam uma greve e já chovem críticas de todos os lados, pode pode provocar mortes..... mas se forem sindicatos vermelhos já é legítimo assim como dos médicos! Um médico que faz greve não pode provocar a morte de doentes?

Tem razão na crítica que faz da nossa comunicação social, mas erra na tendência que é claramente apoiante da actual geringonça! As notícias por cá, ultimamente só referem como é asqueroso o Bolsonaro e nem ele tinha sido empossado!? Independentemente dele ser uma pessoa pouco recomendável. Assim como a nossa CS entretém-se a atacar o Trump por tudo e por nada e não olhar para perigos ainda maiores, que é o facto da extrema esquerda defender os mesmos princípios da extrema direita, entre eles o desmantelamento da UE!!!!!

Também não vejo a menor evidência de que a crise acabou, como dizem os aldrabões que nos governam, bem pelo contrário. E como a minha área é a das Finanças/Economia, posso dizer-lhe que os tempos que aí vêem vão ser muito negros para nós, a reter:
- Draghi (que tem sido um verdadeiro amigo de Portugal e dos países do sul), vai saír do BCE, quem o suceder e se for nórdico, como tudo indica, não vamos ter compras de dívida ilimitadas que têem mantido os nossos juros mais baixos que dos americanos!!!!!
- O que vai ser do país, quando as taxas de juro deixarem de ser negativas e as prestações dos portugueses começarem a subir?
- O próximo quadro comunitário já não vai ter o Reino Unido a contribuir para o orçamento;
- E já que falo do UK, como vai ser gerido o brexit? Vai ocorrer? Vai ser uma saída descontrolada? E as nossas exportações?

Eu ao contrário deste governo, antes de distribuir (gastar dinheiro), gostaria mais de pensar em ganhar cada vez mais dinheiro (economia crescer mais), mas isso não se faz favorecendo apenas os funcionários públicos e olharem para os restantes trabalhadores privados e para as empresas como o inimigo que tem de ser sugado até ao tutano para pagarem os direitos adquiridos!

E sobre os supostos milionários tugas, eu pergunto, onde andam eles!? Aqueles que ainda não faliram, onde param? Já que as empresas nacionais caiem uma atrás da outra nas mãos de investidores estrangeiros!!!!!
 
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Re: Economia nacional
« Responder #50 em: Janeiro 04, 2019, 01:19:08 pm »
Nunca fui sindicalizado em Portugal pela simples razão daquilo que os sindicatos funcionam como arma dos diversos partidos políticos. E isso é validos para todos eles. Não me lembro da UGT fazer barulho que se note, agora que estamos na era do PS sem D. O tal de sindicato dos enfermeiros "afecto" ao PS com D não se mobilizou quando o "Steps Rabbit" andava a destruir uma das poucas coisas decentes em Portugal para safar os salgados da vida, porque?!!

Isso desacredita tudo, tudo, conspurca tudo, enlameia a mais justa da reivindicações. Porque o professores têm razão, é para mim inaceitável que se trabalhe 10 anos e agora seja dito que só contam 2; porque os estivadores têm razão e é inclusive reconhecido de tal maneira que em vários portos europeus houve paragens em apoio aso nossos estivadores; porque os enfermeiros têm razão e ninguém que passe um dia num hospital será capaz de o negar.

Enquanto no resto da Europa têm havido uma aglutinação dos diferentes sindicatos em "super-sindicatos", como é o caso do sindicato do metal alemão, que já engloba inclusive profissões que são paralelas ao metal e faz com que esses sindicatos tenham um peso e uma capacidade realmente representativa da classe, ou como o caso dos sindicatos espanhóis que acertaram agulhas e concertaram esforços criando comissões coordenadoras, aqui assiste-se à fragmentação das classes em sindicatos de algibeira, em que um faz greve mas o outro não e aquilo que realmente deveriam defender passa ao lado na luta partidária.


Quanto aos milionários nacionais, existem mas, na esmagadora maioria, na pior classe de milionário. O milionário que, tal como o eucalipto, seca tudo à sua volta. Que se limita a sacar sem fazer o dinheiro correr e animar a economia. Isto porque boa parte deles, ficou milionária no jogo de cintura, nos buracos da Lei, nos amigos certos, não na criação de riqueza. Porque é essa a real diferença para as Nações que, pelo que eu percebo aqui devem ser comunistas, tipo a Noruega, Suécia, Finlândia, etc. Aqui, em vez de se gerar riqueza, gera-se ricos. Há uma diferença substancial, é que gerar um rico custa muitos pobres.

Quanto a "direitos adquiridos" caro Viajante, essa é a coisa que nunca me ninguém conseguiu fazer entender. Direitos?!!! Isso é o quê? Quanto muitotemos privilégios temporários, ganhos por gajos que lutaram e morreram para que nós aqui hoje os passamos usufruir e pelos quais devemos lutar diariamente. A partir do momento que um bacoro qualquer, ao serviço sabe-se lá de quem, mas com a certeza que não é ao nosso serviço apesar de lhe pagarmos o ordenado, chuta para canto esses tais "Direitos" com um simples rabiscar de uma caneta e nós calamos, não estamos só a mijar na campa de todos os que lutaram e morreram por uma vida melhor para nós, não estamos só a ser um cobardolas ranhosos, estamos a condenar os nossos descendentes a passar pelo que os nossos antecessores passaram. E não tenhoa menor sombra de dúvida que, à velocidade com que estamos a retroceder aos "direitos" laborais e sociais do Sec. XIX, inicio do Sec. XX, os nossos descendentes serão obrigados ser comunistas.

 
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Re: Economia nacional
« Responder #51 em: Janeiro 05, 2019, 12:38:53 pm »
Nunca fui sindicalizado em Portugal pela simples razão daquilo que os sindicatos funcionam como arma dos diversos partidos políticos. E isso é validos para todos eles. Não me lembro da UGT fazer barulho que se note, agora que estamos na era do PS sem D. O tal de sindicato dos enfermeiros "afecto" ao PS com D não se mobilizou quando o "Steps Rabbit" andava a destruir uma das poucas coisas decentes em Portugal para safar os salgados da vida, porque?!!

Isso desacredita tudo, tudo, conspurca tudo, enlameia a mais justa da reivindicações. Porque o professores têm razão, é para mim inaceitável que se trabalhe 10 anos e agora seja dito que só contam 2; porque os estivadores têm razão e é inclusive reconhecido de tal maneira que em vários portos europeus houve paragens em apoio aso nossos estivadores; porque os enfermeiros têm razão e ninguém que passe um dia num hospital será capaz de o negar.

Enquanto no resto da Europa têm havido uma aglutinação dos diferentes sindicatos em "super-sindicatos", como é o caso do sindicato do metal alemão, que já engloba inclusive profissões que são paralelas ao metal e faz com que esses sindicatos tenham um peso e uma capacidade realmente representativa da classe, ou como o caso dos sindicatos espanhóis que acertaram agulhas e concertaram esforços criando comissões coordenadoras, aqui assiste-se à fragmentação das classes em sindicatos de algibeira, em que um faz greve mas o outro não e aquilo que realmente deveriam defender passa ao lado na luta partidária.


Quanto aos milionários nacionais, existem mas, na esmagadora maioria, na pior classe de milionário. O milionário que, tal como o eucalipto, seca tudo à sua volta. Que se limita a sacar sem fazer o dinheiro correr e animar a economia. Isto porque boa parte deles, ficou milionária no jogo de cintura, nos buracos da Lei, nos amigos certos, não na criação de riqueza. Porque é essa a real diferença para as Nações que, pelo que eu percebo aqui devem ser comunistas, tipo a Noruega, Suécia, Finlândia, etc. Aqui, em vez de se gerar riqueza, gera-se ricos. Há uma diferença substancial, é que gerar um rico custa muitos pobres.

Quanto a "direitos adquiridos" caro Viajante, essa é a coisa que nunca me ninguém conseguiu fazer entender. Direitos?!!! Isso é o quê? Quanto muitotemos privilégios temporários, ganhos por gajos que lutaram e morreram para que nós aqui hoje os passamos usufruir e pelos quais devemos lutar diariamente. A partir do momento que um bacoro qualquer, ao serviço sabe-se lá de quem, mas com a certeza que não é ao nosso serviço apesar de lhe pagarmos o ordenado, chuta para canto esses tais "Direitos" com um simples rabiscar de uma caneta e nós calamos, não estamos só a mijar na campa de todos os que lutaram e morreram por uma vida melhor para nós, não estamos só a ser um cobardolas ranhosos, estamos a condenar os nossos descendentes a passar pelo que os nossos antecessores passaram. E não tenhoa menor sombra de dúvida que, à velocidade com que estamos a retroceder aos "direitos" laborais e sociais do Sec. XIX, inicio do Sec. XX, os nossos descendentes serão obrigados ser comunistas.

Já percebeu que nem o PCP nem o BE entusiasmam-me, muito pelo contrário.

Disto isto, não tenho a menor dúvida de que os nossos problemas são muito mais profundos do que aquilo que refere e explico já. Existe de facto uma diferença de tratamento e regalias entre os funcionários públicos e os restantes funcionários de empresas privadas, que são a larga maioria, mas apesar disso têem menos regalias que os primeiros!!!!
Esse facto é agora mais evidente com a geringonça, que só tem olhos para o seu eleitorado (onde o sindicalismo é mais forte) que são os funcionários públicos e também os reformados (chegam a dar-lhes aumentos de 1€ e ainda fazem publicidade disso)! É muito difícil a restante população, onde eu me incluo, defender as guerras sindicais dos funcionários públicos, quando estes à partida já têem mais direitos e regalias do que eu. Por isso não se admire com a apatia do povo, porque este vê que só uns é que podem ser beneficiados, os outros são os portugueses de 5ª categoria que só servem para pagar impostos que vão servir para pagar o salário dos funcionários públicos, esta é a realidade!
Vamos a factos, de um sector que eu conheço bem, o sector do ensino. Faço parte de um órgão de gestão de 3 pessoas (não somos funcionários públicos), eu e outro descontamos para a Segurança Social e um terceiro colega (porque é docente e vai gerir directamente os docentes) desconta para a CGA. Pois bem, apesar do salário ser exactamente igual para os 3, o colega da CGA se estiver de baixa, a partir do 4º dia recebe apenas um corte de 10% da remuneração normal (paga pela CGA), mas se for eu levo com um corte de 45% e que só baixa para um corte de 40% a partir de 30 dias de baixa. Acha isto justo? (veja por si estas regras explicadas por um dos sindicatos da FENPROF: https://www.spn.pt/Artigo/esclarecimento-spn-faltas-por-doenca-os-30-dias-os-3-primeiros-dias-os-descontos) Mais, um professor pode meter baixa ou falta (mete o chamado artigo) e falta 30 dias por conta das férias, que normalmente ocorrem no verão, mas se for ver se ele está presente por altura do verão no local de trabalho…….. E sabia ainda que um professor (homem), tem direito a dispensa para amamentação ou aleitamento? (julgo que os restantes funcionários públicos também têem esse direito).
Agora o horário, o horário completo de um professor é de 22 horas semanais no início de carreira e que vai reduzindo até chegar a 12 horas, incluindo cargos. Quer isto dizer que um desgraçado de um professor que entre na carreira, ganha 1/3 de um docente com cerca de 50 anos e trabalha o dobro das horas. Atenção que estes horários apenas se aplicam nas 32 semanas lectivas que tem o ano, sabe qual é o horário nas restantes semanas?
E da avaliação que os sindicatos nunca aceitaram? Acha normal todos os professores, bons e maus profissionais chegarem ao topo da carreira? Isso não se passa no Ensino Superior, basta copiarem o sistema das Universidades, que é muito mais justo. Nas Forças Armadas, era o equivalente a todos os oficiais chegarem a General só pela idade e tempo de serviço!!!!!!
Já para não falar nas idades de aposentação que são sempre mais baixas para alguém que desconte para a CGA em comparação com a SS (reforma e pré-reforma).
Mas posso alargar o debate para o salário mínimo, desculpe mas não encontro justificação para o FP ter um SM de 635€ e os restantes 600€!!!!!
Nem posso sequer concordar que não saia 1 cêntimo da CGA para os rendimentos mínimos, dados por funcionários públicos, e que seja apenas a SS a doar dinheiro de quem trabalha e desconta para quem nada faz na vida! Isso acho absolutamente revoltante! Se há dinheiro para os rendimentos mínimos e outros, que retirem do orçamento, se há dinheiro dá-se, se não há não se dá, agora não roubem é a SS!!!!!! Deveria existir apenas 1 só sistema de aposentação com regras iguais para todos!
Porque é que um funcionário público trabalha 35 horas e os restantes 40 horas?!?
E podia alargar o debate por exemplos para as regalias principescas de quem mora nos grandes centros urbanos como Lisboa, tem transportes públicos subsidiados e pagos por todos os portugueses (através das injecções de capital que todos os anos é feita nessas empresas públicas, através do Orçamento de Estado, ou seja, de todos os portugueses, que muitos deles nunca andaram sequer nesses transportes). Para cúmulo, este ano vai haver passes dos transportes ainda mais baratos e mais uma vez subsidiados por quem nunca tem transportes públicos (todo o interior do país e fora dos grandes centros urbanos). Se Lisboa quer passes mais baratos, a Câmara que compre as empresas públicas de transportes e por mim até pode oferecer os passes. É que este caso é exactamente o oposto da solidariedade nacional. O que é que tem o interior tem que o litoral não tem, depois de nos fecharem quase todos os serviços públicos e concentrarem tudo em meia dúzia de cidades? No interior do país, se quiser deslocar-se para o trabalho, para um Hospital que fica a 100km, para um cinema que fica a 60km, para uma loja do cidadão que fica a 60km, sem carro não vai a lado nenhum, porque não há transportes públicos sequer, quanto mais subsidiados! Se tiver a sorte de ter uma auto-estrada perto, já sei que é uma das que paga mais por km percorrido!
Depois desta dissertação e como não moro num grande centro urbano e nem sou funcionário público, tem a certeza de que quer mesmo que lhe explique porque é que eu e muitos milhões como eu não apoiam as reivindicações dos funcionários públicos que já são beneficiados e querem ser ainda mais beneficiados, quando eu sei que no fim vou ter de pagar mais impostos para essas benesses todas?
O nosso problema está no caciquismo e grupos que se encostam aos dinheiros públicos e que berram sempre que alguém quer cortar-lhes algo (veja as Cãmaras, veja as Juntas de Freguesia, veja os milhões de departamentos públicos que nem sonhamos o que fazem…..
Quando estivermos todos ao mesmo nível, eu vou para a rua manifestar por mais e melhores condições, mas assim não…..
Peço desculpa pelo desabafo!
 

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Re: Economia nacional
« Responder #52 em: Janeiro 11, 2019, 11:33:27 am »
Banco de Portugal condena Ricardo Salgado a pagar 1,8 milhões de euros por causa do BES Angola

Ex-banqueiro foi condenado pelo Banco de Portugal a pagar uma multa de 1,8 milhões de euros devido ao BES Angola. Defesa de Ricardo Salgado disse que vai recorrer.



O Banco de Portugal condenou Ricardo Salgado a pagar 1,8 milhões de euros na sequência do caso BES Angola. No total, foram condenados 8 dos 18 acusados. Os ex-administradores Amílcar Morais Pires e Rui Silveira também foram condenados ao pagamento de coimas, no valor, respectivamente, de 1,2 milhões e 400 mil euros.

Em causa, segundo o Expresso, estão falhas graves nos mecanismos de controlo interno e o não cumprimento de obrigação de comunicação ao Banco de Portugal dos riscos inerentes à carteira de crédito. No total, as coimas destes três ex-administradores somam um montante de 3,4 milhões de euros.  Os outros sete administradores acusados foram absolvidos – entre eles José Ricciardi.

Já o Banco Espírito Santo e o Espírito Santo Financial Group (ESFG) foram condenados ao pagamento de coimas – 3,4 milhões e 1 milhão, respectivamente – mas estas multas ficam suspensas, já que ambas as entidades estão em situação de insolvência. As coimas aplicadas a três dos ex-gestores desta holding são menos avultadas: Petracchini  foi condenado ao pagamento de 150 mil euros; e José Castella e Caldeira da Silva terão de pagar 120 mil euros cada um.

Os condenados, entende o Banco de Portugal, agiram de forma deliberada e dolosa para esconder da administração do grupo, assim como do Banco de Portugal, as dificuldades e riscos que o BES Angola atravessava. As multas são superiores para os envolvidos que estavam ligados ao BES. Isto porque, apesar de pertencer à holding ESFG, o supervisor acredita que as decisões eram tomadas no seio da administração do banco.

Em causa está um empréstimo que o BES concedeu ao BES Angola no valor de 3 mil milhões de euros sem que fosse feita a devida análise de risco. Aliás, o verdadeiro risco e a exposição a que o BES Angola estava sujeito não foi apenas ocultada: o supervisor entende que os agora condenados estiveram envolvidos na elaboração de um cenário fictício que pintava uma realidade paralela, muito mais favorável do que a verdadeira.
Ricardo Salgado vai recorrer da decisão do Banco de Portugal

A defesa de Ricardo Salgado informou, entretanto, que vai recorrer da decisão do Banco de Portugal, considerando-a injusta e acusando o regulador da banca de falta de imparcialidade.

“Face à injustiça desta decisão do regulador, a defesa de Ricardo Salgado interporá recurso para os Tribunais, ainda na esperança de que o Estado-de-Direito não cederá a pressões de qualquer espécie”, indicaram os advogados do ex-banqueiro numa nota enviada às redacções.

Para a defesa de Ricardo Salgado, a decisão do regulador “formaliza” declarações do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, datadas de 2014, quando — dizem os advogados — “pré-escolheu aqueles que seriam culpados do caso BES”.

O Tribunal de Santarém, acrescentam os advogados de Salgado, “já qualificou estas declarações do governador como um ‘excesso argumentativo’, como tendo ‘extravasado o estritamente necessário’, além de serem ‘excessivamente conclusivas'”.

    Isto (…) é revelador da total ausência de imparcialidade e isenção do Banco de Portugal para julgar factos respeitantes ao BES e a Ricardo Salgado”.

No entanto, em Dezembro último o Tribunal de Santarém recusou um pedido de incidente apresentado pela defesa de Ricardo Salgado para que a administração do Banco de Portugal fosse declarada como não isenta para tomar decisões nos processos de contra-ordenação movidos contra o antigo banqueiro.

A equipa de defesa — liderada por Francisco Proença de Carvalho — insiste agora que a decisão do Banco de Portugal surge “quase 5 anos depois de ter sido tomada a ilegal decisão de destruição de uma instituição centenária como o BES”, mas que se enquadra “numa linha estratégica de isolamento de certos arguidos”.

O objectivo, segundo a defesa? “Continuar a dissimular o desprezo que os então responsáveis do Banco de Portugal conferiram à garantia soberana de Angola de 5,7 mil milhões de dólares, que permitiria ter evitado muitos prejuízos”, concluem.

Notícia actualizada às 18:15 com a informação de que Ricardo Salgado vai recorrer da decisão do Banco de Portugal.

https://observador.pt/2019/01/10/banco-de-portugal-condena-ricardo-salgado-a-pagar-18-milhoes-de-euros-por-causa-do-bes-angola/

Pergunto se o Banco de Portugal não tem coimas mais pesadas que possa aplicar a quem tanto prejudicou o país!?
Ele tinha uma reforma de 90.000€ por mês. Já lhe cortaram e deixaram o mínimo de sobrevivência como fazem com qualquer desgraçado!?
 

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Re: Economia nacional
« Responder #53 em: Janeiro 15, 2019, 12:26:41 pm »
Portugal com terceira maior quebra homóloga na produção industrial

Em Novembro, a produção industrial portuguesa teve uma quebra de -2,9%, a terceira maior face ao mesmo período de 2017 dos Estados-membros da União Europeia, divulgou esta segunda-feira o Eurostat.



Portugal teve em Novembro a terceira maior quebra homóloga e a segunda em cadeia na produção industrial entre os Estados-membros da União Europeia (UE), divulgou esta segunda-feira o Eurostat.

Face a Novembro de 2017, a produção industrial recuou 3,3% na zona euro e 2,2% na UE, com Portugal a registar a terceira maior quebra (-2,9%), depois da Irlanda (-9,1%) e da Alemanha (-5,1%).

Comparando com o mês anterior, em Novembro a produção industrial caiu 1,7% na zona euro e 1,3% no conjunto dos 28, tendo a Irlanda registado o maior recuo mensal (-7,5%), seguindo-se Portugal (-2,5%), Alemanha e Lituânia (-1,9% cada).

Segundo o gabinete estatístico europeu, as maiores subidas homólogas do indicador observaram-se na Estónia (7,9%), Polónia (5,3%) e Hungria (3,5%) e as mensais também na Estónia (4,5%), Grécia (3,1%) e Malta (2,8%).

https://observador.pt/2019/01/14/portugal-com-terceira-maior-quebra-homologa-na-producao-industrial/

Mais sinais de alarme sobre o que vem aí.......
 

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Re: Economia nacional
« Responder #54 em: Janeiro 17, 2019, 02:44:41 pm »
Jerónimo Martins e Sonae voltam a subir no 'ranking' das maiores retalhistas do mundo

De acordo com o estudo 'Global Powers of Retailing 2019', que engloba 250 empresas a nível mundial, a Jerónimo Martins é hoje o 55.º maior retalhista, avançando uma posição em comparação com o ano anterior.



A Jerónimo Martins e a Sonae SGPS voltaram a subir no 'ranking' global do retalho da Deloitte em 2018, em comparação com o ano anterior, ocupando agora, respectivamente, a 55.ª e a 156.ª posição, foi hoje anunciado.

De acordo com o estudo 'Global Powers of Retailing 2019', que engloba 250 empresas a nível mundial, a Jerónimo Martins é hoje o 55.º maior retalhista, avançando uma posição em comparação com o ano anterior.

Em dez anos, a dona do Pingo Doce subiu mais de 60 posições, tendo, em 2017, o ano sido marcado por "um forte desempenho operacional", com todas "as geografias e insígnias a reforçarem as suas posições de mercado (Portugal, Polónia e Colômbia) ".

Por sua vez, a Sonae SGPS ascendeu à 156.ª posição, quando, no ano anterior, ocupava o 167.º lugar, tendo, em dez anos, subido cerca de 20 posições.

A conjuntura económica da zona euro tem vindo a registar uma desaceleração e existe uma incerta e instabilidade associada a fenómenos como o 'Brexit' (saída do Reino Unido da União Europeia), que se tem reflectido numa descida da procura.

"Para os retalhistas, estes indicadores macroeconómicos vão traduzir-se num crescimento mais lento dos gastos de consumo, no aumento dos preços e em perturbações nas cadeias de fornecimentos globais", apontou, em comunicado, o sócio líder do sector de retalho da Deloitte, Miguel Eiras Antunes.

Por isso, de acordo com o responsável da consultora, "é expectável que, nos próximos anos, o sector enfrente alguns desafios nesta matéria. Contudo, os mercados maduros apresentam igualmente um conjunto de novas oportunidades ao nível da inovação tecnológica".

A liderar o 'ranking' ficaram, novamente, as norte-americanas Wal-Mart Stores, Costco Wholesale Corporation e The Kroger Co. Destaca-se no quarto lugar a Amazon, com uma subida impulsionada "por uma estratégia competitiva de preços", seguida pelo grupo alemão Schwarz.

No sentido inverso, a ocupar os últimos lugares da tabela ficaram a norte-americana The Golub Corporation (250.ª posição), a brasileira Magazine Luiza (249.ª), a japonesa Heiwado Co. (248.ª), a sueca Coop Sverige AB (247.ª) e a norte-americana American Eagle Outfitters (246.ª).

No 'ranking' registaram-se também algumas estreias como as alemãs Metro AG (26.º lugar) e a Ceconomy AG (40.º), a chinesa Wumart Holdings (187.º), a norte-americana Wayfair (205.º) e a brasileira RaiaDrogasil (223.º).

A Europa apresenta o número mais alto de retalhistas no Top 250, com 87 empresas, mais cinco que no período homólogo.

No mesmo documento, o sócio do sector de Retalho da Deloitte Pedro Miguel Silva, referiu que "os retalhistas europeus continuam a ser mais activos a nível global pelo facto de procurarem oportunidades de crescimento fora dos respectivos mercados maduros. Uma estratégia seguida também pelos dois maiores retalhistas portugueses, cujas operações em mercados externos continuam a representar uma forte aposta".

Segundo o estudo da Deloitte, as receitas agregadas das 250 maiores empresas de retalho a nível mundial totalizaram 4,53 triliões de dólares (3,96 biliões de euros) no ano fiscal de 2017 (exercício encerrado até Junho de 2018), valor que representa um crescimento homólogo de 5,7%.

Os dez maiores retalhistas do mundo contribuíram em 31,6% para a receita gerada no ano fiscal de 2017.

"O crescimento registado no Top 10 ultrapassou o crescimento reportado pelos 250 retalhistas neste estudo com 6,1% e 5,7% respectivamente. No entanto, a margem de lucro líquida total dos dez maiores retalhistas foi mais baixa quando comparada com o top 250", apontou, em comunicado, a consultora.

Esta realidade justifica-se com o facto de "oito dos dez retalhistas trabalharem no retalho alimentar, um sector com margens baixas, que estão permanentemente sob pressão devido ao aumento dos custos, baixo poder de inflação de preços imposto pela crescente concorrência e transparência e ao investimento necessário na transformação digital dos negócios".

O retalho alimentar foi o que mais contribuiu para o Top 250, com as 138 empresas deste sector a gerarem 66,2% das receitas do retalho no ano fiscal de 2017.

A 22.ª edição do 'Global Powers of Retailing' identificou os 250 maiores retalhistas do mundo e analisou o desempenho obtido pelo sector ao nível do volume de negócios, crescimento e rentabilidade nas várias geografias, segmentos de actividade e formatos de loja.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/comercio/detalhe/jeronimo-martins-e-sonae-voltam-a-subir-no-ranking-das-maiores-retalhistas-do-mundo--?ref=HP_DestaquesPrincipais
 

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Lusitano89

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Re: Economia nacional
« Responder #55 em: Janeiro 17, 2019, 09:52:14 pm »
Barnier: "Portugal continua muito ligado à economia do Reino Unido"


 

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Daniel

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Re: Economia nacional
« Responder #56 em: Janeiro 19, 2019, 02:11:02 pm »
Venda da Cimpor: como se desfez o ‘império’ cimenteiro em Portugal
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/venda-da-cimpor-como-se-desfez-o-imperio-cimenteiro-em-portugal-400239


Citar
A Cimpor chegou a operar em quatro continentes e em 12 países. A empresa extingue-se, mas permanece a marca. E fica a promessa dos turcos em “fazer da Cimpor novamente uma grande empresa”.A cimenteira Cimpor foi durante décadas um nomes mais altos da indústria portuguesa, dando cartas tanto em território nacional, como lá fora, onde conseguiu desenvolver negócio em 12 mercados estrangeiros, em quatro continentes. Está agora nas ‘mãos’ do maior fundo de pensões da Turquia, o Ordu Yardimlasma Kurum (OYAK) que, segundo a agência Reuters, comprou o que restava do ‘império’ cimenteiro em Portugal e em Cabo verde: três fábricas e as duas moagens de cimento, as 20 pedreiras e as 46 centrais de betão, revelaram, em comunicado.

O que é o OYAK?

É o fundo de pensões da forças armadas turcas fundado em 1961. Em 2012, já contava com mais de 250 mil membros. O Oayak detém o Oyak Holding, uma empresa de investimento e um dos maiores grupos industriais da Turquia, com diversos investimentos em variados setores de atividade, desde a metalurgia, o setor automóvel, a energia, a agricultura, finanças,betão e exploração mineira, entre outros.

Emprega cerca de 30 mil pessoas em 19 países e, em 2017, apresentou um volume de negócios de 10,2 mil milhões de euros, cerca de 8,92 mil milhões de euros.

Como se deu a desfragmentação da cimenteira?

A (parte da) Cimpor que os turcos adquiriram resultou da desfragmentação que assolou a empresa. Em 2012, a brasileira InterCement lançou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) à cimenteira portuguesa, que aproveitou um guerra entre os acionistas da Cimpor na altura, onde se incluíam, entre outros a Caixa Geral de Depósitos, o fundo de pensões do BCP ou Pedro Queiroz Pereira.

A InterCement ‘aliou-se’ à rival, e também acionista da Cimpor, Votorantim, e a OPA concluiu-se com êxito. As duas empresas dilaceraram a Cimpor em duas partes idênticas, divindindo os ativos que a empresa detinha pelo mundo fora.

Em dezembro de 2018, o Oyak adquire os ativos que a Cimpor detinha em Portugal e Cabo Verde à InterCement. A transação passou pelo crivo da Bruxelas, com a Direção-geral da Concorrência da Comissão Europeia a dar luz verde ao negócio.

A InterCement tinha necessidade de reduzir a dívida do acionista brasileiro e vendeu a Cimpor ao Oyak, por 700 milhões de euros, segundo a agência Reuters.

Como nasceu a Cimpor?

A Cimpor nasceu da convulsão da revolução do 25 de abril, sendo criada em 1976, reunindo um conjunto de cimenteiras nacionalizadas. Regressou ao capital privado em 1994, mas há antes, o referencial de gestão da empresa, Sousa Gomes, iniciou a cimenteira portuguesa num dos mais interessantes e bem sucedidos processos de internacionalização da economia portuguesa, ajudando a criar bases operacionais em mais de uma dezena de mercados externos.

A Cimpor chegou a operar em quatro continentes e em 12 países: Portugal, Espanha, Brasil, Egipto, Marrocos, Moçambique, África do Sul, China, Índia, Tunísia, Turquia e Peru.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 
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Re: Economia nacional
« Responder #57 em: Janeiro 21, 2019, 09:41:20 am »
Venda da Cimpor: como se desfez o ‘império’ cimenteiro em Portugal


Tenho seguido o que se passou com a Cimpor, PT, entre outras e só há uma palavra para descrever o que se passou: CRIMINOSO. Conseguiram destruír 2 grandes empresas a nível mundial, quando se juntaram com parceiros brasileiros!!!!!!

E o mais irónico é que 2 empresários portugueses que já morreram, queriam comprar essas empresas e o poder político não deixou (o Belmiro de Azevedo queria a PT e o Pedro Queirós Pereira queria comprar a Cimpor). O resultado final já conhecemos, depois dessas 2 grandes empresas terem sido "sangradas" em mais de 10 mil milhões de euros, até definharem!!!!!
 

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Re: Economia nacional
« Responder #58 em: Janeiro 22, 2019, 12:47:58 am »
Exclusivo: Auditoria da EY revela perda de 340 milhões na CGD com “Obrigações Caravela”

A auditoria à gestão da CGD, entre 2000 e 2015, conclui que que foi realizado um investimento significativo em dívida pública designada ‘Obrigações Caravela’, cujo resultado foi uma perda de centenas de milhões de euros. Operação ruinosa visou eliminar perdas no balanço de dívida pública detida pela Caixa antes da adesão ao euro e sem análise prévia de riscos inerentes.



Chama-se “Operação Caravela”, um investimento realizado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) em eurobonds emitidos em escudos, por emitentes internacionais e colocadas no mercado internacional, no final dos anos 1990. A operação teve como o objectivo camuflar perdas no balanço do banco público face aos elevados níveis de dívida pública que se estava a desvalorizar, cujos títulos a Caixa não se conseguia livrar no final da década de 90. E veio a revelar-se ruinosa: gerou uma perda aproximada de 340 milhões de euros à CGD, segundo a auditoria da EY à gestão da Caixa que conclui que os elevados riscos desta operação  não foram analisados correctamente.

Esta é uma das conclusões da auditoria da EY aos empréstimos problemáticos concedidos pela CGD durante os anos de 2000 a 2015, cujo documento foi dado a conhecer neste domingo, 20 de Janeiro, pela comentadora da CMTV, Joana Amaral Dias no “CM Jornal 20h”. Segundo a comentadora avançou ao JE trata-se de uma versão preliminar da auditoria que já foi entregue aos supervisores e às autoridades de investigação criminal, na eventualidade de conter indícios de práticas que possam configurar crime. Mas, assegura, não sofreu alterações relevantes face ao documento final.

“Os motivos inerentes à operação são meramente contabilísticos, com a necessidade de eliminar uma menos valia potencial transitória numa carteira de obrigações de taxa fixa”, conclui a  auditoria à gestão da Caixa entre 2000 e 2015, revelando que o resultado desta operação, denominada “Operação Caravela”, “ foi uma perda de 340 milhões de euros” e que “tratou-se de uma tomada de operação com um risco elevado, sem evidência de análise de suporte nem conhecimento para riscos inerentes à operação”.

Esta operação foi desencadeada pela administração liderada por João Salgueiro (entre 1996 e 1999 e que tinha o actual chairman do Santander, António Vieira Monteiro, como vice-presidente), que realizou um investimento significativo em dívida pública designada ‘Obrigações Caravela’. Uma operação, cujos motivos, revela agora a auditoria da EY, “são meramente contabilísticos, com a necessidade de eliminar uma menos valia potencial transitória numa carteira de obrigações de taxa fixa”.  Até à venda, em 2006, das “obrigações Caravela”, a operação abrangeu ainda as administrações de António de Sousa que foi presidente do conselho de administração entre 2000 e 2004 e de  Carlos Santos Ferreira (que fez um mandato entre 2005 e início de 2008).

A auditoria explica que a 23 de Dezembro de 1999 as obrigações com cupão a taxa fixa detidas pelos bancos do Grupo em Espanha e sucursal de Paris, as quais estavam a originar perdas, foram vendidas a uma sociedade veículo, criada pelo Crédit Suisse criou que absorveu a dívida pública que a Caixa detinha e registava perdas no balanço e emitiu títulos conhecidos como ‘Boats Caravela’. Este veículo emitiu, por sua vez, obrigações de cupão a taxa variável que foram tomadas pelo Grupo CGD, sendo que o valor as das carteiras alienadas ascendeu a cerca de 90 milhões de contos (cerca de 447,1 milhões de euros) e o prazo da operação foi de 11 anos. A venda das obrigações ao veículo especial , segundo a auditoria da EY, permitiu a anulação de provisões de 5,1 milhões de contos (25,6 milhões de euros).

Mas, segundo a EY, os novos títulos também desvalorizaram, gerando ainda mais perdas. “A Caixa não se conseguia livrar deles e foi registando disfarçadamente as perdas no balanço até se resolver completamente o problema” , conta Helena Garrido no livro “Quem meteu a mão na Caixa”, referindo-se ao investimento em ‘obrigações Caravela’.   Um investimento que a auditoria da EY coloca agora em causa ao realçar na auditoria que “não existe evidência dos elevados riscos da operação terem sido analisados correctamente”, acrescentando que não foi disponibilizada à auditora  a documentação de suporte à análise original e subsequente monitorização.

O documento da EY conclui ainda que não obteve, “por outro lado, qualquer evidência de terem sido envolvidos outros agentes na análise da documentação da operação, nomeadamente agências de rating e organizadores de mercado”.

Segundo a auditoria, a falta de evidência de documentação de suporte inclui o período de  1996 a 2003 – vários documentos (Informações dos vários departamentos) não foram encontrados pela CGD. A EY Realça aqui que em 2002 a versão do documento que lhes foi disponibilizada “é uma versão preliminar que não se encontra completa” e “não contém qualquer parecer nem despacho”. Já em 2006, segundo o documento, relativamente à venda da operação, “a CGD não nos disponibilizou elementos suficientes para concluir que esta seria a melhor opção”.

Obrigações emitidas antes da adesão ao euro

O Jornal Económico avançou na edição de 14 de Dezembro do ano passado que estas obrigações, emitidas há mais de 18 anos, consistiam em eurobonds emitidos em escudos, por emitentes internacionais e colocadas no mercado internacional. Denominavam-se de ‘Obrigações Caravela’ porque foram emitidas na moeda antiga, antes da adesão de Portugal à moeda única, em 1999. Foram tomadas firme e colocadas por instituições financeiras que operam em Portugal.

“No final dos anos 1990, o banco do Estado tinha no seu balanço muita dívida pública que se estava a desvalorizar”, conta Helena Garrido, no livro “Quem meteu a mão na Caixa”, referindo-se ao investimento em ‘obrigações Caravela’.

Em 2000, a CGD estava com perdas significativas na carteira de dívida pública e para as camuflar  na conta de resultados, fizeram uma operação com o Crédit Suisse, que é descrita no mesmo livro.

O Crédit Suisse criou um veículo que absorveu essa dívida pública e emitiu títulos conhecidos como ‘Boats Caravela’. Mas, esses títulos também desvalorizaram, gerando ainda mais perdas. “A Caixa não se conseguia livrar deles e foi registando disfarçadamente as perdas no balanço até se resolver completamente o problema”, escreve Helena Garrido. A questão da responsabilidade de Vieira Monteiro nesta operação terá de ser apurada, uma vez que há fontes que dizem que não teve implicação directa na operação do Crédit Suisse.

Caixa vendeu as obrigações em 2006 por 84 milhões de euros

Segundo o relatório e contas de 2006, já no mandato de Carlos Santos Ferreira, “as obrigações ‘Boats Caravela’ foram alienadas em Março de 2006, por 102 milhões de dólares (84,4 milhões de euros, ao câmbio em vigor à data da venda)”, estancando perdas que, segundo as nossas fontes, acumularam ao longo dos anos um montante que ronda os 1,5 mil milhões de euros.

Outra fonte explicou que foi uma operação de venda de um conjunto bastante diverso de títulos com o objectivo de gerar resultados para o banco.

A EY terá avaliado mais de 180 operações de crédito entre 2000 e 2015 e, dessas, terá feito uma análise detalhada das 50 operações: as mais relevantes do ponto de vista financeiro, as que foram feitas sem a aprovação formal do departamento de risco e as que resultaram em perdas e em crédito malparado para o banco público. A auditoria  da EY   debruçou-se sobre três áreas principais de análise: concessão de créditos, aquisição e alienação de activos e decisões estratégicas de negócio.

Justiça investiga 100 maiores créditos em incumprimento da CGD

O JE avançou, em primeira mão, a 16 de Julho de 2017, que o  Ministério Público (MP) tinha, desde essa altura, na sua posse a lista dos 100 maiores créditos concedidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) e que estão em situação de incumprimento num montante superior a 2,5 mil milhões de euros. Na mira da Justiça estão créditos concedidos a empresas e a alguns particulares sem garantias ou com garantias frágeis no âmbito do inquérito que investiga suspeitas de gestão danosa. Indícios de crime foram já detectados, apurou o Jornal Económico junto de fonte próxima à investigação.

A informação à Justiça foi disponibilizada ainda quando António Domingues liderava a instituição financeira, em Dezembro de 2016, antes do início de funções de Paulo Macedo, a 1 de Fevereiro deste ano.

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/exclusivo-auditoria-da-ey-revela-perda-de-340-milhoes-na-cgd-com-obrigacoes-caravela-400817
 

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Re: Economia nacional
« Responder #59 em: Janeiro 22, 2019, 01:01:10 am »
Caixa perdeu 1.200 milhões em créditos de risco. Veja a lista dos grandes devedores

A auditoria realizada à gestão da CGD revela que, entre 2000 e 2015, várias administrações aprovaram uma série de operações de risco elevado, que vieram a gerar perdas de quase 1.200 milhões de euros.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) reconheceu perdas de quase 1.200 milhões de euros num conjunto de 46 financiamentos, concedidos entre 2000 e 2015, nos quais não foram cumpridas as normas de concessão de crédito. Ao longo destes anos, as sucessivas administrações do banco público ignoraram os pareceres dos órgãos competentes ou aprovaram operações que não apresentavam garantias suficientes, concretizando negócios que vieram a revelar-se de risco “considerado elevado ou grave”.

Os dados constam de um relatório preliminar, divulgado por Joana Amaral Dias na CMTV e a que o ECO teve acesso, realizado pela consultora EY, que, a pedido do Ministério das Finanças, fez uma auditoria à gestão da Caixa no período de 2000 a 2015.

Na auditoria, a consultora identifica vários tipos de operações que caracteriza como “excepções face ao normativo e ao enquadramento regulamentar aplicável”. Leia-se, não cumpriram as regras. Há quatro tipos de operações que se destacam:

    Operações aprovadas com parecer de análise de risco desfavorável ou condicionado, não se encontrando documentadas as justificações para a tomada de risco contrária ao parecer da Direcção Global de Risco;
    Casos onde não foi apresentado parecer técnico da Direcção Global de Risco referente à operação, nem justificação para tal situação;
    Casos onde não existe evidência que tenha sido obtida toda a informação exigível para fundamentar a aprovação da operação (estudo de viabilidade, licenças associadas ao projecto);
    Casos em que as garantias assinadas em contrato não são suficientes para cobrir o rácio de cobertura de 120% conforme exposto no normativo.

Entre os 200 devedores que foram identificados pela EY como tendo gerado as maiores perdas para o banco público, há 64 casos em que ocorreu pelo menos uma das situações descritas em cima. A 31 de Dezembro de 2015, a CGD ainda tinha exposição a 46 desses clientes, num montante total de 2,96 mil milhões de euros em dívida.

Quase metade desse montante tinha sido dado como perdido no final de 2015: as perdas por imparidades com estes créditos totalizavam, por essa altura, 1.198.082.600 euros.

O montante perdido com cada cliente é muito variável. A Artlant representa a maior perda, num total que ultrapassa os 211 milhões de euros. Segue-se a Investifino (detida pelo empresário Manuel Fino), com perdas superiores a 138 milhões, a Fundação Berardo, com mais de 124 milhões, e a AE Douro Litoral, com 122,6 milhões.

Veja a lista dos grandes devedores da CGD



Cada um destes créditos foi concedido entre 2000 e 2015, mas a EY não revela a data exacta da concessão, nem o montante inicial de cada crédito.

https://eco.sapo.pt/2019/01/21/caixa-perdeu-1-200-milhoes-em-creditos-de-risco-veja-a-lista-dos-grandes-devedores/

Aí está a famosa lista de caloteiros da CGD que não queriam mostrar nem aos deputados!!!!!!
A leitura da tabela é muito simples, coluna da esquerda tem os caloteiros, coluna do meio tem o valor em dívida a 31 de Dezembro de 2015 e na coluna da direita temos as imparidades, ou seja, os valores que a CGD reconhece que nunca mais vai por a vista em cima!!!!!! Dessa lista de 3 mil milhões de euros de dívidas, a Caixa reconhece que nunca mais vai ver 1,2 mil milhões, mas esse valor pode aumentar em direcção ao valor de exposição a esses devedores (3 mil milhões de euros).

No fundo esta lista mostra quem ajudou a colocar-nos a pão e água e depois fomos obrigados a ajudar os bancos a "limpar" os balanços de "activos tóxicos"!!!!!! E isto é só 1 parte e só relativa a 1 dos bancos, neste caso público!!!!!

Quem estiver interessado, ainda tem mais 2 artigos:
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/salarios-de-administradores-da-cgd-foram-fixados-sem-ligacao-ao-desempenho-revela-auditoria-da-ey-400926
e
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/caixa-aumentou-imparidades-na-construcao-e-imobiliario-quando-restante-banca-as-diminuiu-400874
 
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Portugal tem a 31ª economia mais aberta do mundo

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