Armada Argentina ARA

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Lusitano89

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #15 em: Novembro 22, 2017, 01:15:03 pm »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #16 em: Novembro 23, 2017, 10:26:08 am »
“Hydroacoustic anomaly” latest possible trace in search for missing Argentine submarine


Argentine Navy file photo

A new trace in the form of a “hydroacoustic anomaly” could help locate the Argentine submarine ARA San Juan which has been missing since November 15.

Argentine Navy spokesman Enrique Balbi told reporters on Wednesday that the anomaly had been detected in the morning of November 15, some 30 miles north of the submarine’s last known location.

Asked whether this anomaly could have been an explosion aboard the submarine, Balbi said the navy would not jump to conclusions adding that more details would be known on Thursday.

Previous reports of heat signals possibly coming from the submarine have been dismissed.

The 44 crew of the diesel-electric submarine have been missing since November 15 and the submarine’s oxygen reserve are likely close to being depleted. Unlike the nuclear-powered submarines which can remain submerged for long periods of time, the TR-1700-class diesel-electric submarine only has enough oxygen for some 10 days under water.

Relatives gathered at the Mar del Plata base in anticipation of news about the ARA San Juan expressed their dissatisfaction with both how the situation is being handled and the fact that the navy sent 44 sailors on a 10-day trip in such an old submarine.

ARA San Juan is a 32-year-old TR-1700-class diesel-electric submarine built by Germany’s Thyssen Nordseewerke. The submarine returned to service in 2014 after several years of repairs.

https://navaltoday.com/2017/11/23/hydroacoustic-anomaly-latest-possible-trace-in-search-for-missing-argentine-submarine/

Abraços
« Última modificação: Novembro 23, 2017, 10:28:36 am por tenente »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #17 em: Novembro 23, 2017, 02:15:20 pm »
 

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mafets

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #18 em: Novembro 23, 2017, 03:11:56 pm »
 :-[

http://www.naval.com.br/blog/2017/11/23/ara-san-juan-houve-uma-explosao-no-submarino/

Citar
O porta-voz da Armada Argentina Enrico Balbi comunicou há pouco em coletiva de imprensa que a Áustria informou que também captou uma anomalia pelos sensores sísmicos e hidroacústicos de monitoramento para controle de testes nucleares.

Essa anomalia corresponde a uma explosão não nuclear, coincidindo com a anomalia detectada e informada pelos EUA, ocorrida no dia 15 de novembro. A informação foi confirmada tambérm por agências de outros países.



Cumprimentos
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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #19 em: Novembro 23, 2017, 06:43:04 pm »
 RIP :Soldado2:
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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #20 em: Novembro 23, 2017, 08:49:03 pm »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #21 em: Novembro 23, 2017, 11:17:06 pm »
A identidade dos 44 tripulantes do ARA San Juan:




Capitão de Fragata Pedro Martin Fernandez (comandante)
Capitão de Corveta Jorge Ignacio Bergallo
Tenente Eliana Maria Krawczyk (única mulher)
Tenente Fernando Ariel Mendoza
Tenente Renzo Silva
Tenente Diego Wagner
Tenente Fernando Villareal
Tenente Adrian Meoqui
Tenente Juan Gabriel Vianna
1º Suboficial Alberto Sanchéz
1º Suboficial Javier Gallardo
1º Suboficial Hernán Rodriguez
1º Suboficial Walter Real
2º Suboficial Victor Henriquez
2º Suboficial Cayetano Vargas
2º Suboficial Roberto Medina
2º Suboficial Ricardo Rodriguez
2º Suboficial Ramiro Arcona
2º Suboficial Ramiro Pérez
2º Suboficial Celso Vallejos
2º Suboficial Hugo Herrera
2º Suboficial Cesar Figueroa
2º Suboficial Daniel Fernandez
Cabo Mario Toconas
Cabo Jorge Valdez
Cabo Hugo Aramacho
Cabo Luis Garcia
Cabo Luis Carlos Nolasco
Cabo David Melian
Cabo Jorge Monzon
Cabo Humberto Vilte
Cabo Franco Espinoza
Cabo Luiz Niz
Cabo Daniel Polo
Cabo Fernando Santilli
Cabo Jorge Ortiz
Cabo Leandro Cisneros
Cabo Christian Ibãnez
Cabo German Suarez
Cabo Juan de Corazón de Jesus
Cabo Anibal Tolada
Cabo Alberto Arjona
Cabo Federico Coria
Cabo Sergio Cuellar



 :Soldado2: :Soldado2: :Soldado2: :Soldado2: :Soldado2: :Soldado2::Soldado2::Soldado2::Soldado2::Soldado2:
« Última modificação: Novembro 24, 2017, 10:20:45 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #22 em: Novembro 24, 2017, 11:19:00 am »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #23 em: Novembro 24, 2017, 01:48:47 pm »
Argentine Navy confirms explosion near missing submarine


Argentine Navy file photo of ARA San Juan

The Argentine Navy confirmed that an explosion occured near the position from which the missing submarine ARA San Juan last sent her position.

The confirmation follows reports from November 22 which said several agencies had been investigating a so-called “hydroacoustic anomaly” which took place on November 15, around the time ARA San Juan last communicated.

The navy has now confirmed that the sound in question was indeed an explosion but has not confirmed the deaths of 44 crew aboard the submarine as it is yet to be found. While the navy could not provide details about the fate of the submarine’s crew, fears are widespread that there would be no survivors. It is feared that, even if an explosion did not occur on the submarine, the submariners are likely to have run out of air after nine days under water.

An international search party composed of a number of specialized aircraft and ships equipped with unmanned and remotely operated underwater vehicles continues. Search and rescue units are currently focused on a swath of ocean 250 kilometers in radius, near the continental shelf off the coast of Puerto Madryn.

Meanwhile, Russia has deployed a team of experts from St. Petersburg to Argentina to aid the search efforts. The Russian Navy special purpose ship Yantar has also been sent to the region after being rerouted from west Africa shores.

https://navaltoday.com/2017/11/24/argentine-navy-confirms-explosion-near-missing-submarine/

Que descansem em Paz.

Abraços
« Última modificação: Novembro 24, 2017, 01:50:32 pm por tenente »
 

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Vitor Santos

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #24 em: Novembro 24, 2017, 02:33:56 pm »
ARA San Juan: submarino TR-1700 era invejado por outras Marinhas na década de 1980


Citar
No Jane’s Fighting Ships de 1984-85, o famoso anuário sobre as Marinhas de Guerra de todo o mundo, o submarino TR-1700 que a Armada Argentina estava recebendo era um dos destaques do conteúdo e também da publicidade da fabricante alemã, a empresa Thyssen-Krupp Nordseewerke GMBH.

O submarino TR-1700, muito mais capaz que o IKL-209 (mas que na época despontava como o submarino alemão de maior sucesso em encomendas), foi projetado para atender aos requisitos da Armada Argentina, que planejava obter 6 unidades da classe “Santa Cruz”, da qual o ARA San Juan era a segunda unidade: dois construídos na Alemanha e quatro na Argentina. Eram os maiores submarinos construídos pela Alemanha desde a Segunda Guerra Mundial.

O aprofundamento da crise econômica na Argentina impediu que os planos da Armada Argentina se realizassem e a força acabou ficando com apenas 2 submarinos TR-1700, o Santa Cruz e o San Juan (ambos construídos na Alemanha). Dos quatro submarinos adicionais planejados, o ARA Santa Fe teve sua construção terminada em 70% do total e o ARA Santiago Del Estero em 30%. Desde a interrupção dos trabalhos nessas unidades, há cerca de 20 anos, várias vezes foram anunciadas retomadas na construção dos submarinos, sem sucesso.

Praticamente à mesma época que a Argentina, a Marinha do Brasil iniciava um programa de construção de submarinos de origem alemã, mas optou pelos mais consagrados e menores IKl-209, um dos quais foi construído na Alemanha e outros quatro (o último deles de um tipo aperfeiçoado) no Brasil.

Mas na época em que o programa argentino parecia caminhar bem, o deslocamento maior, a grande autonomia e a grande capacidade de armas da classe “Santa Cruz” (TR-1700) preocupava os possíveis inimigos da Argentina (leia-se Reino Unido e Chile) e também atraía a atenção de outras marinhas interessadas em submarinos semelhantes.

A empresa canadense ECS, na época da entrada em serviço do TR-1700, chegou a oferecer à Argentina a instalação de um plug no casco com um pequeno reator de baixa potência ECS AMPS[N] (Autonomous Marine Power Source [Nuclear]), o que daria ao submarino uma capacidade de propulsão independente da atmosfera (AIP). Ver desenho abaixo:



FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2017/11/23/ara-san-juan-submarino-tr-1700-era-invejado-por-outras-marinhas-na-decada-de-1980/
 

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mafets

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #25 em: Novembro 24, 2017, 03:02:19 pm »
Sem comentários  http://www.naval.com.br/blog/2017/11/24/ara-san-juan-baterias-nao-eram-novas-foram-recondicionadas/

Citar
Há quase doze anos, em 1º de dezembro de 2005, o Estatuto Geral da Armada Argentina assinou um contrato com a Hawker GmbH alemã para os trabalhos de substituição de 964 células de propulsão do tipo bateria Varta 14UR12F para o submarino ARA San Juan pela soma de Cinco Milhões e 100 mil euros (€ 5.100.000,00), segundo o Relatório Nº 77 do Senado da Nação, página 329.

Como comparação, um conjunto de baterias para um submarino Type 209 custa de 3,5 a 4 milhões de dólares por 440 elementos de baterias novas. Como o TR-1700 tem mais que o dobro das baterias do Type 209, um conjunto completo de baterias novas para ARA San Juan poderia ultrapassar facilmente os € 7.000.000,00 na cotação de hoje.

Porém, não foi feita a substituição por baterias novas, como se pretendia em 2005. Elas foram recondicionadas, conforme revelaram fontes do Poder Naval na noite de quinta-feira, 23 de novembro. E, de fato, o estaleiro Tandanor, que fez o reparo de meia vida no ARA San Juan, diz em seu site que foi feito “um replacado e a reparação integral de cada uma das 960 baterias“. Também é informado pelo Tandanor que as válvulas e outros mecanismos do submarino foram reparados para atingir sua condição original. As baterias da ARA foram alteradas pela empresa Varta.

Hidrogênio – Vale acrescentar que o manual do fabricante original do TR-1700 recomenda a troca das baterias por novas a cada 5 anos, pois um dos problemas das baterias velhas é que elas liberam muito hidrogênio.

O período em que as baterias mais produzem hidrogênio é justamente durante a recarga, por isso, quando o snorkel é usado na recarga o ar é puxado dos compartimentos de baterias primeiro, é levado até os motores e colocado para fora pelo snorkel.

Fontes do Poder Naval informaram que, para evitar a concentração de hidrogênio na atmosfera do submarino, é feito o “battery monitoring”, que mantém o monitoramento das baterias e informa se elas estão produzindo muito hidrogênio. Isso porque o hidrogênio, caso atinja uma concentração de 3% de na atmosfera do submarino, é inflamável se houver uma faísca. Com mais de 5% de concentração ele se torna explosivo.

Curto circuito – Os informes de que o comandante do ARA San Juan, em suas últimas comunicações com a base antes de desaparecer, relatou entrada de água no snorkel e um curto-circuito nas baterias, podem ajudar a explicar porque houve uma explosão no submarino. Podem até mesmo ser aventadas hipóteses de faísca e explosão a partir desse curto-circuito, caso a concentração de hidrogênio estivesse mais alta que o limite.

Porém, são apenas hipóteses. Somente quando e se o submarino for encontrado é que será possível, a partir da análise do naufrágio, chegar mais perto de uma conclusão sobre a verdadeira causa da perda do ARA San Juan.

La Nacion – Nesta manhã de 24 de novembro, enquanto finalizávamos esta matéria, o assunto das baterias do submarino San Juan também começou a ganhar mais destaque na mídia argentina, em especial no jornal La Nacion. Segundo o jornal, fontes qualificadas da Armada Argentina disseram que os elementos da bateria estavam em condições de uso e que a repotencialização realizada na argentina, com supervisão do fabricante alemão, foi cumprida de forma satisfatória. Essas fontes também destacaram que “se o San Juan saiu para sua missão é porque estava em ótimas condições para fazê-lo”.

A razão para recondicionar ao invés de comprar elementos novos de bateria foi o custo. Cada elemento novo custaria, segundo o jornal, cerca de 10.000 euros, o que multiplicado por 960 euros, chegaria a uma fortuna (9 milhões e 600 mil euros, mais ainda do que o estimado pelo Poder Naval, no início desta matéria). Por isso, segundo o jornal, foi decidido usar as mesmas carcaças e trocar os seus elementos desgastados e o ácido, num trabalho conhecido como “replacado”, com garantia de seis anos de uso em 100% da capacidade.

Relembrando a celebração após um longo trabalho

27 de setembro de 2011. Naquela tarde, a então presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner participou das festividades para finalizar o reparo de meia-vida do Submarino ARA San Juan (S42). A cerimônia ocorreu nas instalações do Complejo Industrial Naval Argentino (CINAR), composto pelos estaleiros Tandanor e Almirante Storni (anteriormente Estaleiro Domecq), especialmente construído para a produção dos submarinos TR-1700, localizado em Costanera Sur, na Cidade de Buenos Aires. O chefe do Estado-Maior da Armada da Argentina, almirante Jorge Omar Godoy recebeu a presidente, que discursou.

“Hoje estamos terminando o que se chama as principais tarefas para o “reparo de meia-vida” do submarino ARA San Juan (S42), que foi lançado em 1983 e começa a fase de preparação”, explicou a presidente Cristina Fernandez de Kirchner durante a cerimônia. Ela também mencionou em seu discurso a intenção, no futuro imediato, de montar o submarino ARA Santa Fe, paralisado desde o final da década de 1980.

A presidente disse que “um setor que foi considerado totalmente perdido está sendo lançado”; e afirmou que “a Argentina começou a desempenhar um papel que nunca deveria ter sido abandonado”, ao mesmo tempo que elogiava “o trabalho de técnicos, cientistas, trabalhadores e engenheiros”. A presidente indicou que o principal trabalho do submarino ARA San Juan foi realizado inteiramente por técnicos argentinos, em contraste com o que aconteceu anos atrás, quando um navio gêmeo “teve que ser reparado no Brasil” porque “a indústria naval havia sido desmantelada”.



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Daniel

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #26 em: Novembro 24, 2017, 03:39:03 pm »



Nesse Video o segundo comandante apartir do 0:52 diz, temos pela frente um período de mais algumas reparações, dizendo depois, se Deus quiser, muito em breve voltaremos a submergir.
Quer isso dizer que o submarino não estava nas perfeitas condições para submergir?  >:( O submarino estava em testes? Ou como disse um familiar o submarino estava pintado por fora mas sem condições, culpando a marinha pela morte de seu irmão.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Vitor Santos

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #27 em: Novembro 24, 2017, 05:36:34 pm »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #28 em: Novembro 24, 2017, 10:10:07 pm »
Caros foristas,

se bem entendi os nossos submarinos recorrem a uma tecnologia de baterias similares a estas.
Se assim for este acidente com o submarino Argentino pode ter imensa importância para nós e
deve ser uma fonte de análise profunda para evitar que algo de parecido aconteça.
Parece óbvio que uma explosão com hidrogénio num espaço confinado é catastrófico.
Se alguém poder / souber comentar sobre as baterias dos submarinos Portugueses e
os potências riscos, agradecia.
Cumprimentos,

Jean-Pierre.
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #29 em: Novembro 24, 2017, 10:25:18 pm »
Acho que os nossos submarinos não têm baterias, mas transportam muito hidrogénio para alimentar as fuel cells do AIP.
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