China

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China
« em: Setembro 14, 2017, 03:19:57 pm »
China lança rede de comunicação quântica à prova de hackers

A investigação na área da computação quântica torna-se mais forte a cada dia que passa. Países ao redor do mundo focam-se cada vez mais naquele que é o futuro na área da informática.

É cada vez mais comum abrir as notícias e perceber que os países estão, de facto, a inovar e a trabalhar em projetos cada vez mais sofisticados. Novo futuro, os computadores quânticos poderão ser usados em várias áreas e revolucioná-las por completo.



Em Inteligência Artificial os computadores quânticos poderão ser usados para tornar os algoritmos de Machine Learning mais capazes e poderosos. Outro exemplo, pode ser encontrado na área da medicina. Estes computadores poderão ser usados como ferramentas de investigação, permitindo assim revelar a complexidade por detrás das estruturas moleculares.

A nova rede de comunicação quântica

Por causa do impacto que pode ser causado pelos computadores quânticos, durante esta semana, a China e a sua nova rede comercial quântica estiveram no foco da imprensa internacional. O país asiático está a fazer de tudo para ser capaz de desenvolver uma rede de comunicação segura, e nada melhor do que utilizar computadores quânticos.

Sem dúvida, a segurança fornecida por um sistema quântico é a melhor que existe no momento, o que faz o projeto chinês ser à prova de hackers que pretendam causar estragos (crackers). De acordo com as notícias locais, a rede de comunicação quântica chinesa foi instalada na província de Shandong e representa um grande passo no desenvolvimento deste tipo de tecnologias.



Segundo foi reportado, no passado mês de agosto, esta nova rede de comunicação enviou o seu primeiro sinal quântico a partir de um satélite experimental para a Terra. Nos Estados Unidos, quando o satélite foi lançado no ano passado, o Pentágono classificou esta experiência como “um avanço notável”.

Já se encontra a ser utilizado

Assim, depois das provas de confiança dadas pela primeira rede comercial privada de comunicação quântica, o sistema já se encontra a ser usado por mais de 200 oficiais e membros do governo, de acordo com uma agência de notícias chinesa.



No entanto, a dúvida em relação a como é que este sistema de comunicação futurista poderá ser usado no futuro a nível comercial continua por esclarecer, já que nenhuma informação a este respeito foi ainda fornecida.


De acordo com investigadores na área de computação quântica, os canais quânticos enviam mensagens que tiram partido de fenómenos quânticos, nomeadamente, entrelaçamento quântico e superposição. Qualquer tentativa de penetração do sistema criará distúrbios que são detetados no momento, fornecendo assim, uma segurança nunca antes vista.

Outros países, incluindo os Estados têm estado a trabalhar nas suas próprias redes quânticas há vários anos. Estes progressos apresentados são ótimos para encorajar outros a desenvolverem as suas próprias ideias. Em última instância são sempre os cidadãos os beneficiados com os avanços da ciência.

https://pplware.sapo.pt/gadgets/high-tech/china-rede-comunicacao-quantica-hackers/
 

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #1 em: Outubro 24, 2017, 07:45:08 pm »
Xi Jinping é o homem com mais poder da China desde Mao Tsé-Tung


 

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #2 em: Outubro 25, 2017, 05:50:30 pm »
 

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #3 em: Novembro 06, 2017, 02:40:11 pm »
 

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Re: China
« Responder #4 em: Dezembro 18, 2017, 01:48:45 pm »
Milhares de pessoas assistiram à condenação à morte de 10 pessoas num estádio



Os residentes locais da cidade de Lufeng, na província de Guangdong, a cerca de 160 quilómetros de Hong Kong, foram convidados, através de uma nota oficial que circulou nas redes sociais, no passado sábado, dia 16 de dezembro, a assistir ao julgamento público de 12 acusados por crimes de venda de droga, assassínio e roubo.

No estádio de Donghai, perante uma plateia de milhares, onde, segundo o jornal The Guardian incluíam estudantes das escolas em redor, ainda com os seus uniformes vestidos, 12 pessoas foram julgadas.

Dos 12 acusados, 10 foram condenados à morte, de acordo com o noticiado domingo pelo Global Times, a edição em inglês do Diário do Povo, o principal órgão de comunicação social do Partido Comunista Chinês.

O julgamento decorreu a cargo de dois tribunais de Guangdong, o de Shanwei e o de Lufeng, e resultou na condenação à pena de morte de sete acusados por venda de droga, enquantos os outros três foram acusados pelos crimes de assassínio e roubo.

As penas foram executadas noutro local, momentos depois de os condenados saírem do estádio.

Esta não é a primeira vez que a cidade de Lufeng assiste a uma sentença pública, e execuções subsquentes. Há cinco meses, oito pessoas foram também condenadas à morte e executadas sumariamente num julgamento público, semelhante ao realizado no passado sábado.

Há três anos, Lufeng era considerado um epicentro de drogas no país, tendo-se tornado notícia no ano de 2014 quando 3 mil polícias, numa mega operação anti-droga realizado na cidade chinesa, detiveram 182 pessoas. Recorda o jornal britânico que, na altura, foram confiscadas três toneladas de metanfetamina cristalina, com as autoridades a afirmarem que aquela área era responsável pela produção de um terço da metanfetamina produzida em território chinês.

A República Popular da China executa mais pessoas do que o resto do mundo. Embora o número exato não seja público, e seja considerado segredo de Estado, estima-se que cerca de duas mil pessoas foram executadas no último ano, segundo a Dui Hua Foudation, uma ONG de direitos humanos com base nos Estados Unidos. Em 2016, em todo o mundo, cerca de 1500 pessoas foram executadas segundo números da Amnistia Internacional.

Embora execuções de penas de morte na China sejam raras, o sistema judicial chinês reavivou-as nos últimos anos como forma de combater o terrorismo, sobretudo a oeste da região de Xinjiang.

A tendência de reintroduzir ensaios de sentenças ao ar livre é uma reminiscência dos primeiros dias da República Popular, quando os capitalistas e proprietários de terras foram denunciados publicamente.


>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/china-milhares-de-pessoas-assistiram-a-condenacao-a-morte-de-10-pessoas-num-estadio
 

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #5 em: Dezembro 23, 2017, 02:32:53 pm »
A macabra verdade sobre o massacre de Tiananmen em 1989




Dez mil mortos, cadáveres esmagados por veículos blindados e manifestantes perfurados por baionetas pelo Exército chinês, é a história macabra revelada vinte e oito anos depois por um documento britânico sobre o massacre na Praça da Paz Celestial, Tiananmen, em junho de 1989 em Pequim.

"A estimativa mínima de mortes civis é de 10 mil", conclui um telegrama secreto enviado a 5 de junho de 1989 por Alan Donald, embaixador britânico em Pequim, ao seu governo após a sangrenta repressão de sete semanas às manifestações pela democracia na China.

Este documento dos Arquivos Nacionais britânicos, publicado mais de 28 anos após os eventos, foi consultado pela AFP.

A estimativa é quase dez vezes maior do que os balanços que circulam e que situam o número de vítimas entre várias centenas e mil mortos.

O governo chinês, que impõe um tabu sobre este período, afirmou, por sua vez, em junho de 1989, que a repressão dos "tumultos contra-revolucionários" fez 200 mortos entre os civis e "várias dúzias" entre as forças de segurança.

O testemunho de Alan Donald projeta um terrível cenário de violência que se desencadeou na noite de 3 a 4 de junho, quando o Exército iniciou sua marcha em direção à gigantesca Praça de Tiananmen, coração simbólico do poder comunista ocupada pelos manifestantes.

"Os veículos blindados que transportavam tropas do 27º Exército abriram fogo contra a multidão (...) antes de passarem por cima", escreveu o embaixador. Alan Donald cita como fonte uma pessoa cuja identidade manteve em segredo, mas que obteve a informação de um "amigo próximo, atualmente membro do Conselho de Estado", o governo chinês.

Quando os militares chegaram à Praça de Tiananmen "os estudantes entenderam que tinham uma hora para sair, mas depois de apenas cinco minutos, os veículos blindados atacaram", relata Alan Donald. Os manifestantes "foram feitos em pedaços".

Os tanques "passaram sobre os corpos várias vezes, transformando numa 'massa', antes que os restos fossem apanhados por uma escavadeira. Os restos humanos foram incinerados e atirados aos esgotos", diz em linguagem telegráfica.

O exército dos "primitivos"




"Quatro estudantes feridas que suplicavam pelas suas vidas foram atingidas por baionetas", acrescenta o embaixador, antes de detalhar que as ambulâncias militares "receberam tiros quando tentaram intervir".

Os abusos são atribuídos principalmente ao 27º Exército, composto por soldados da província de Shanxi (norte), "analfabetos em 60% e qualificados como primitivos" e que era liderado por Yang Zhenhua, sobrinho de Yang Shangkun, então presidente da República Popular (uma posição honorária).

De acordo com o documento, a repressão provocou tensões no Exército. O comandante militar da região de Pequim negou alimentos e quartéis aos soldados das províncias para restaurar a ordem.

"Alguns membros do governo acreditam que a guerra civil é iminente", diz o embaixador.

Quanto ao número de mortos, "acho que é confiável", declarou à AFP o ex-líder estudantil Xiong Yan, agora com nacionalidade americana.

O relato também é considerado credível pelo especialista Jean-Pierre Cabestan, que recorda que os documentos desclassificados nos últimos anos nos Estados Unidos apontam as mesmas estimativas. "Isso faz com que duas fontes independentes digam o mesmo".

Este equilíbrio "não é tão surpreendente, considerando o número de pessoas que havia em Pequim, o número de pessoas mobilizadas" contra o governo chinês, assinala o investigador da Universidade Batista de Hong Kong, que estava na capital chinesa nos dias anteriores à repressão.

O regime "tinha perdido o controlo de Pequim", lembra, com inúmeros postos de controlo ocupados por manifestantes em toda a cidade.

"Os cidadãos lutaram, provavelmente houve muitas mais batalhas do que se acredita", ressalta.

O ex-líder estudantil Feng Congde, que agora vive nos Estados Unidos, menciona, no entanto, outro telegrama enviado três semanas depois pelo embaixador Donald que reduz o número de mortos para entre 2.700 e 3.400.

Feng considera esta estimativa "bastante confiável" e revela que coincide com a da Cruz Vermelha chinesa (2.700 mortos) e dos comitês estudantis junto aos hospitais.


>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/a-macabra-verdade-sobre-o-massacre-de-tiananmen-em-1989
 

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Lightning

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Re: China
« Responder #6 em: Dezembro 29, 2017, 10:41:10 pm »
Os Chineses andam muito virados para o exterior ultimamente, desde a suposta presença de forças especiais chinesas na Síria que penso nunca foi confirmada.

http://www.breitbart.com/national-security/2017/11/30/reports-china-deploy-tigers-special-forces-syria/
https://www.telesurtv.net/english/news/China-Sends-Troops-to-Syria-to-Fight-Chinese-Islamists-20171130-0001.html

Até aos filmes ;D

 

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HSMW

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Re: China
« Responder #7 em: Dezembro 30, 2017, 02:43:52 am »
Aquilo aos 1:12 são M-60?  ??? ???
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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Re: China
« Responder #8 em: Janeiro 08, 2018, 05:33:40 pm »
Emmanuel Macron quer aliança entre França e China contra alterações climáticas


 

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Re: China
« Responder #9 em: Janeiro 13, 2018, 06:45:04 pm »
 

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Re: China
« Responder #10 em: Fevereiro 25, 2018, 06:00:05 pm »
Partido Comunista chinês elabora proposta para alterar Constituição


 

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Re: China
« Responder #11 em: Fevereiro 27, 2018, 01:24:43 pm »
 

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Re: China
« Responder #12 em: Março 12, 2018, 04:20:09 pm »
 

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Re: China
« Responder #13 em: Março 17, 2018, 02:02:06 pm »
Xi Jinping reconduzido na presidência da China


 

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Re: China
« Responder #14 em: Março 18, 2018, 12:07:29 pm »
 

 

China disposta a esmagar actos independentistas de Taiwan

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