Reforma do Exército

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Stalker79

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Re: Reforma do Exército
« Responder #45 em: Fevereiro 02, 2019, 08:26:32 pm »
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)

Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur


Não, os Checos instalaram a Rafael RCWS-30 que é a variante que incorpora os misseis.
A unica similaridade é serem os dois (agora) produtos da General Dynamics, depois da compra da Steyer por parte dos americanos. de resto não partilham semelhanças
 :-P
Então não é liquido que o Pandur não seja capaz de suportar o canhão 105 do M60 como o Stryker?


A Pandur tem capacidade para suportar um canhão de 105mm, por isso é que existe a variante anti-carro.
Só não é a arma do M-60, a L7 da Royal Ordnance.
 ;)
 

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Lancero

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Re: Reforma do Exército
« Responder #46 em: Fevereiro 03, 2019, 10:40:23 pm »
Chegou a ir-se várias vezes à Áustria quando nos tentaram vender com uma peça 105 italiana
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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Stalker79

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Re: Reforma do Exército
« Responder #47 em: Fevereiro 03, 2019, 10:53:21 pm »
Chegou a ir-se várias vezes à Áustria quando nos tentaram vender com uma peça 105 italiana

Era uma 105mm de 52 calibres de desenho da Oto Melara.
Como é estriada a munição que leva é a mesma do M-60.
O mais certo é ser "inspirada" na L7.
 ;)
 

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HSMW

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Re: Reforma do Exército
« Responder #48 em: Fevereiro 13, 2019, 10:36:48 am »
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.
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LM

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Re: Reforma do Exército
« Responder #49 em: Fevereiro 13, 2019, 11:20:33 am »
Primazia à FAP e à MdG não é começar a desistir do exercito - até porque "extinguir" a BM não deveria libertar grandes recursos e, mesmo os que liberte, deviam encontrar outro destino que não a Defesa...

Agora não podemos esquecer que "extinguir" unidades / capacidades torna muito mais difícil no futuro as recuperar - os conflitos, por norma, são precedidos de um "escalar" por vezes de anos e permite, havendo ainda "escola" e estrutura, que - principalmente o exército - se reforce. Mas, para isso, é necessário haver, por muito que julguemos serem recursos desperdiçados, conhecimentos e quadros - mesmo que sem serem, no momento actual, militarmente relevantes.

Mas há coisas, no exercito principalmente, que não lembram o diabo - falta capacidade AT (MMP / Spike), Gustaf M4, SHORAD, Pandur com morteiro; mas também porque não se compram uma dúzia de VAMTAC ST5 para fuzileiros; etc...
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Re: Reforma do Exército
« Responder #50 em: Fevereiro 13, 2019, 11:22:55 am »
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.

Grato pela informaçao.Saberias ao certo qual o nosso efetivo operacional das 3 brigadas arrisco a dizer que nem 5000 teremos eo resto não existe nada que não possa deixar de existir?Estamos a falar de 6000 efetivos,sei que temos manutenão,serviços administrativos,financeiros e afins,logisticos,de saude e tantos outros mas nao poderiam ser reduzidos?
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Re: Reforma do Exército
« Responder #51 em: Fevereiro 13, 2019, 11:23:39 am »
Primazia à FAP e à MdG não é começar a desistir do exercito - até porque "extinguir" a BM não deveria libertar grandes recursos e, mesmo os que liberte, deviam encontrar outro destino que não a Defesa...

Agora não podemos esquecer que "extinguir" unidades / capacidades torna muito mais difícil no futuro as recuperar - os conflitos, por norma, são precedidos de um "escalar" por vezes de anos e permite, havendo ainda "escola" e estrutura, que - principalmente o exército - se reforce. Mas, para isso, é necessário haver, por muito que julguemos serem recursos desperdiçados, conhecimentos e quadros - mesmo que sem serem, no momento actual, militarmente relevantes.

Mas há coisas, no exercito principalmente, que não lembram o diabo - falta capacidade AT (MMP / Spike), Gustaf M4, SHORAD, Pandur com morteiro; mas também porque não se compram uma dúzia de VAMTAC ST5 para fuzileiros; etc...

Quem defende o fim dos carros de combate e da artilharia autopropulsionada anda a bater mal da cabeça.

Esta escola deve-se manter até porque é de extrema importância para um país como o nosso.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
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Re: Reforma do Exército
« Responder #52 em: Fevereiro 13, 2019, 11:30:56 am »
Primazia à FAP e à MdG não é começar a desistir do exercito - até porque "extinguir" a BM não deveria libertar grandes recursos e, mesmo os que liberte, deviam encontrar outro destino que não a Defesa...

Agora não podemos esquecer que "extinguir" unidades / capacidades torna muito mais difícil no futuro as recuperar - os conflitos, por norma, são precedidos de um "escalar" por vezes de anos e permite, havendo ainda "escola" e estrutura, que - principalmente o exército - se reforce. Mas, para isso, é necessário haver, por muito que julguemos serem recursos desperdiçados, conhecimentos e quadros - mesmo que sem serem, no momento actual, militarmente relevantes.

Mas há coisas, no exercito principalmente, que não lembram o diabo - falta capacidade AT (MMP / Spike), Gustaf M4, SHORAD, Pandur com morteiro; mas também porque não se compram uma dúzia de VAMTAC ST5 para fuzileiros; etc...

Ate que enfim alguém me entende.Ja quese nada temos e ainda queremos extinguir fica impossivel.Sei perfeitamente que nosso pais desde 2008 foi abaldo por uma crise de grande escala que ainda nao esta totalmente debelada e vai demorar para curar as mazela assim como os governos tem outras questoes sociais mais urgentes para resolver,tudo isso é sabido mas não explica tudo.
Melhorar algo não pode passar por extinguir o que ha como está acordado que até 2024 gastemos 2% de nosso PIB em defesa,vamos aguardar.
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Re: Reforma do Exército
« Responder #53 em: Fevereiro 13, 2019, 11:39:54 am »
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.


Actualmente  e segundo os teus números e para um Exército de 11939 elementos temos:

Oficiais 21% =2507 em termos percentuais o aceitável seria 12%-15% o que daria um numero de oficiais entre 1432 e 1791.
Sargentos 31% = 3657 em termos percentuais o aceitável seria 15%-20% o que daria um numero de sargentos entre 1791e 2387.
Praças 48% = 5775 em termos percentuais o aceitável seria 65%-73% o que daria um numero de Praças entre 7761 e  8715.

O rídiculo na situação actual são as percentagens das classes de oficias e sargentos desta FDT, Força de Defesa Terrestre, eu não chamo a um efectivo de 11939 elementos um Exército.
São, quanto a mim, suficientes para enquadrar o triplo de praças actualmente existentes.

Eu até aceitaria ter 2507 oficiais + 3657 Sargentos, um total de 6164, que representam em termos numéricos, só o efectivo completo de duas Brigadas, se em termos de Praças existissem pelo menos 15000, o que daria um total de 21164 efectivos.

Teríamos assim no Exército 12% de oficiais + 17,5% de sargentos + 70,5% Praças, não a vergonha actual, da constituição da FDT, que não tem efectivos para no mínimo ter as três brigadas a 100%, pois pudera se só em Oficiais e Sargentos existe pessoal suficiente para formar duas delas, onde estão os Praças para completar os necessários doze batalhões/Grupos ???

Não Há, .....mas até termos Praças suficientes temos solução! :mrgreen:

Coloquem quatro 2ºSarg e Furriéis numa das equipas de cada das secções de Inf/Art e dois em cada guarnição de CC, as secções comandadas por aspirantes, alferes e tenentes, os pelotões comandados por Capitães, as companhias comandadas por Majores e Tenentes Coroneis, e os Batalhões comandados por Coroneis e Brigadeiros, e as Brigadas por majores e tenentes Generais e vamos ver que já temos os problemas dos efectivos de duas das três brigadas resolvidos !
Quem não tem cão caça com gato !!

Abraços
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Re: Reforma do Exército
« Responder #54 em: Fevereiro 13, 2019, 01:11:06 pm »
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!
Everyone you will ever meet knows something that you don't.
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Re: Reforma do Exército
« Responder #55 em: Fevereiro 13, 2019, 01:27:46 pm »
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!

a GNR com 26000 efectivos tem sete oito generais a FoDeTe com menos de 12000 tem mais de 40 acho bem, o pessoal da FoDeTe  deve ser muito rebelde e arisco para precisar de tanto General.
Já agora ainda vou pesquisar quantos oficiais e sargentos a GNR tem para 26000 efectivos de calhar aís uns 13000 não ???
Só mesmo para rir, ou mais para chorar !!

Abraços
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Re: Reforma do Exército
« Responder #56 em: Fevereiro 13, 2019, 01:41:33 pm »
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!

a GNR com 26000 efectivos tem sete oito generais o Exército com menos de 12000 tem quase 50 acho bem, o pessoal da FoDeTe  deve ser muito rebelde e arisco para precisar de tanto General.
Já agora ainda vou pesquisar quantos oficiais e sargentos a GNR tem para 26000 efectivos de calhar aís uns 13000 não ???
Só mesmo para rir, ou mais para chorar !!

Abraços

O que preocupa os srs Generais do Exército é que se está a acabar a "mama" chamada GNR, pois os oficiais Generais da GNR saem do Exército em comissão de serviço, não fosse o atual o CEME o anterior  nº 2 na hierarquia da GNR...
O stress é que quando a GNR for comandada por um Gen 4estrelas fica em grau equiparado com os outros Ramos e pode por exemplo ir a CEMGFA (porque não? fica um 4º Ramo).
O outro stress é que dos oficiais formados na AM com destino específico para a GNR são atualmente coroneis com possibilidade de serem Brig Gen....logo aí também fecha a porta e vagas a coroneis do Exército.
Além de que os oficiais da GNR com funções de Comando têm um valor em suplemento da acção de Comando que têm...

No fim de contas o que se resume é dinheiro e quem é o culpado desta sede de guito? O Sócrates...e porquê? Porque em 2009 decidiu atribuir aos Comandantes e Oficiais Generais algo designado despesas de representação que representam um valor fixo, isento de descontos, calculado com base no ordenado bruto...quando os militares, via Generais começaram a fazer barulho.

Resumindo...atualmente no topo das hierarquias recebes a estrela ao ombro e em troca dás os tintins numa bandeja e uma submissão ao poder político.
Um abraço
Raphael
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Re: Reforma do Exército
« Responder #57 em: Fevereiro 13, 2019, 02:30:27 pm »
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!

a GNR com 26000 efectivos tem sete oito generais o Exército com menos de 12000 tem quase 50 acho bem, o pessoal da FoDeTe  deve ser muito rebelde e arisco para precisar de tanto General.
Já agora ainda vou pesquisar quantos oficiais e sargentos a GNR tem para 26000 efectivos de calhar aís uns 13000 não ???
Só mesmo para rir, ou mais para chorar !!

Abraços

O que preocupa os srs Generais do Exército é que se está a acabar a "mama" chamada GNR, pois os oficiais Generais da GNR saem do Exército em comissão de serviço, não fosse o atual o CEME o anterior  nº 2 na hierarquia da GNR...
O stress é que quando a GNR for comandada por um Gen 4estrelas fica em grau equiparado com os outros Ramos e pode por exemplo ir a CEMGFA (porque não? fica um 4º Ramo).
O outro stress é que dos oficiais formados na AM com destino específico para a GNR são atualmente coroneis com possibilidade de serem Brig Gen....logo aí também fecha a porta e vagas a coroneis do Exército.
Além de que os oficiais da GNR com funções de Comando têm um valor em suplemento da acção de Comando que têm...

No fim de contas o que se resume é dinheiro e quem é o culpado desta sede de guito? O Sócrates...e porquê? Porque em 2009 decidiu atribuir aos Comandantes e Oficiais Generais algo designado despesas de representação que representam um valor fixo, isento de descontos, calculado com base no ordenado bruto...quando os militares, via Generais começaram a fazer barulho.

Resumindo...atualmente no topo das hierarquias recebes a estrela ao ombro e em troca dás os tintins numa bandeja e uma submissão ao poder político.

Efetivos da GNR são cada vez menos. "Não se vai a todas as ocorrências"

O Notícias ao Minuto teve acesso ao relatório de atividades da Guarda Nacional Republicana relativo a 2017 que mostra que há cada vez menos profissionais ativos. César Nogueira, da Associação dos Profissionais da Guarda, diz que é preciso reforçar a instituição, especialmente agora no verão, pois muitos elementos transitaram para o GIPS deixando os postos mais vulneráveis às ausências.
 
O relatório de atividades da GNR relativo a 2017 revela que há um total de 23.118 efetivos na instituição. Destes, 695 são civis, o que faz com que 22.423 sejam militares.

Porém, tal não significa que seja este o número de elementos da Guarda disponíveis para patrulhar as ruas, pois há que subtrair os 839 oficiais e 2.547 sargentos existentes. Feitas as contas, são 19.037 os guardas que estão espalhados pelos postos territoriais que existem de Norte a Sul do país.

Para César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), este número é insuficiente, considerando mesmo que a “GNR tem cerca de 4 mil profissionais a menos do que deveria ter, o que é um número bastante substancial”.
O relatório interno da GNR, a que o Notícias ao Minuto teve acesso, mostra ainda que o número de efetivos baixou nos últimos três anos. Enquanto em 2015 existiam 22.676 profissionais no ativo, em 2016 o número reduziu para 22.608 e em 2017 para 22.423.

https://www.apg-gnr.pt/article/view/264/efetivos-da-gnr-sao-cada-vez-menos

Com o dobro do Efectivo da FoDeTe, a GNR tem apenas oito generais, 34% dos oficiais e 70% dos sargentos. :conf:
Sem comentários.

Abraços
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zocuni

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Re: Reforma do Exército
« Responder #58 em: Fevereiro 13, 2019, 02:37:29 pm »
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.


Actualmente  e segundo os teus números e para um Exército de 11939 elementos temos:

Oficiais 21% =2507 em termos percentuais o aceitável seria 12%-15% o que daria um numero de oficiais entre 1432 e 1791.
Sargentos 31% = 3657 em termos percentuais o aceitável seria 15%-20% o que daria um numero de sargentos entre 1791e 2387.
Praças 48% = 5775 em termos percentuais o aceitável seria 65%-73% o que daria um numero de Praças entre 7761 e  8715.

O rídiculo na situação actual são as percentagens das classes de oficias e sargentos desta FDT, Força de Defesa Terrestre, eu não chamo a um efectivo de 11939 elementos um Exército.
São, quanto a mim, suficientes para enquadrar o triplo de praças actualmente existentes.

Eu até aceitaria ter 2507 oficiais + 3657 Sargentos, um total de 6164, que representam em termos numéricos, só o efectivo completo de duas Brigadas, se em termos de Praças existissem pelo menos 15000, o que daria um total de 21164 efectivos.

Teríamos assim no Exército 12% de oficiais + 17,5% de sargentos + 70,5% Praças, não a vergonha actual, da constituição da FDT, que não tem efectivos para no mínimo ter as três brigadas a 100%, pois pudera se só em Oficiais e Sargentos existe pessoal suficiente para formar duas delas, onde estão os Praças para completar os necessários doze batalhões/Grupos ???

Não Há, .....mas até termos Praças suficientes temos solução! :mrgreen:

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Abraços

Enfim...Bem vamos tentar ver algo positivo como somos um país que gosta de ser pioneiro criemos uma quarta brigada sob a denominaão de BOS (Brigada de Oficiais e Sargentos) e e equipemos com chaimites,aqueles canhoes betustos de 155 mm,chaparrais,Walter P 38,G,HK 21,V-150 Cadillac,morteirestes,bitubos e os enviemos para ima dessas mIssões  ONU manhosas como essa na RCA aposto que em um ano até a bomba atomica teriamos..
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Re: Reforma do Exército
« Responder #59 em: Fevereiro 13, 2019, 04:05:59 pm »
A Lei Orgânica da GNR fala de 11 Oficiais Generais: http://www.gnr.pt/legislacaoGNR/leiOrganica.pdf

A estes deve juntar-se a prazo mais uma vaga criada no âmbito da recente Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (ex-GIPS): https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/117428716/details/maximized
 

 

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