Reforma do Exército

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zocuni

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Re: Reforma do Exército
« Responder #30 em: Janeiro 13, 2019, 02:02:35 pm »

Desculpa só um reparo mas muitos países e também muitos paízecos operam obuses de 155 mm não é assim tão restritivo seu uso.Outra coisa será que nem umas 2 ou 3 BBF temos condição de ter?A ser verdade fechem o barraco,socorro.Fico até preocupado.
[/quote]

Restritivo não será pois se nós os operamos…….de acordo com uma doutrina de necessidade!
O que é restritivo é o emprego de 15,5 em apoio directo, quando os obuses são de operação morosa, pois já são de outra geração, e não tão expedita quanto o deverão ser no desempenho dessas missões de tiro.

Abraços
[/quote]

Em apoio direto?Eu cumpri mei SMO em artilharia mais precisamente no extinto RASP aliás tudo que é artilharia está virando extinto ou perto disso.
Sim depende de questões doutrinárias sem dúvida mas de outras também como logísticas e sobretudo o oramentais estas duas últimas nos impedem de quase tudo é verdade.
Os 10,5 que temos no RA 4  COM 3 bbf de L118 lg em qualquer exército de grandes recursos são utilizados quer pelos fuzileiros quer nos paraquedistas e onde eu gostaria também que em nosso exército assim o fosse.São ótimos obuses e são leves cerca de 1800 Kg,ou seja são aerotransportados assim como de fácil embarcaão evidentemente para quem tem forçça de projeção quer aérea quer nava no qual estamos a anos luz disso.
Quanto ao calibre 155 mm é verdade que temos isso mas diria apenas para constar aepnas consta no nosso inventário longo de coisas que temos e não servem para nada e esse é mais um dos casos.
Quanto a ser lento,é evidente que são meios pesados e acrescido o facto de não termos meios logisticos diria que se tornam os paquidermes estacionados mas isso é outro assunto.
Claro que artilharia rebocada é mais lenta que a autopropuldada por razões óbvias mas isso de forma alguma extingue sua tremenda valia num campo de batalha real,o apoio de fogo seja direto ou indireto faz mossa nos inimigos até pelo efeito psicológico agregado.
Dito isto podes invovcar que não temos inimigos e em quem dar tiro,não discordo de todo mas tudo isto de forças armadas vivem de percepões dissuasoras de mentes mais expansionistas,ou seja convém sempre ter até para constar que temos e afastar-mos mentes preversas,
zocuni

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tenente

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Re: Reforma do Exército
« Responder #31 em: Janeiro 31, 2019, 09:54:23 am »
Os centauros a 1/2 milhão p/ viatura ????
Uma vez que o Brasil vai declinar esta oferta, não seria uma boa opção para acrescentar algum poder de fogo á nossa frota Pandur II ??
Não precisamos de 200 mas uns 30/40 caça carros seria uma excelente compra, que não excederia o famoso tecto do Mister 20 milhões. :nice: :nice:


Itália propõe vender ao Brasil cerca de 200 caça-tanques Centauro 30 de janeiro de 2019 

O governo da Itália está oferecendo ao Brasil cerca de 200 blindados de combate 8×8 Centauro B1 em disponibilidade nos estoques do seu Exército.

Dotados de canhão de 105 mm, os carros custariam, aproximadamente, 100 milhões de euros – equivalentes a 100,14 milhões de dólares, ou a 372,5 milhões de Reais.

Não é a primeira vez que essa oferta é feita.

No primeiro semestre de 2001, um Centauro foi transportado até o Rio de Janeiro, para ser avaliado, na Restinga da Marambaia, por especialistas do Centro de Instrução de Blindados (que, atualmente, funciona na cidade gaúcha de Santa Maria).

Aquela época, 2001, o valor unitário de um Centauro (com armamento completo) estava na faixa dos 2,5 milhões de dólares, mas, dependendo de sua configuração, poderia chegar até os 3,5 milhões de dólares.

Como em qualquer operação comercial, a eventual importação dos Centauros pelo Exército Brasileiro (EB) traria aspectos positivos e negativos.

O blindado italiano é tido (inclusive nos Estados Unidos) como um dos melhores veículos em sua categoria. E de desempenho comprovado em teatros de operações considerados “quentes”, como Iraque, Somália (onde operou com reforços de blindagem que aumentaram seu peso para 28/29 toneladas), Líbano e a antiga Iugoslávia.

Uma viatura que se desloca à velocidade máxima de 108 km/h, carregando em seu interior 40 projetis de 105 mm: 14 alojados na torre e 26 encaixados em prateleiras verticais junto aos casco.

Nações Unidas – Com ele em seus Regimentos de Cavalaria Mecanizada (hoje equipados com viaturas de reconhecimento Cascavel e de transporte de tropa Urutu), a Força Terrestre estaria apta a montar uma tropa de Força de Paz à altura de outras, fornecidas por países-membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que atendem, rotineiramente, as necessidades do Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas.

Há, contudo, alguns aspectos que figuram como entraves, além do valor a ser desembolsado pelo Tesouro.

Em 2017 o EB, devido a uma crítica falta de recursos, interrompeu o seu próprio planejamento de obtenção de uma viatura blindada de combate, tração 8×8.

O programa ganhou impulso após o bem-sucedido desenvolvimento do blindado 6×6 Guarani, fabricado pela Iveco italiana em Minas Gerais. Diante da decisão de usar o chassis de um Guarani no veículo, os militares brasileiros passaram a examinar as diferentes torres de blindados sobre rodas disponíveis no mercado. Foi, porém, nesse estágio, que os trabalhos precisaram ser desacelerados.



Calibre – O projeto brasileiro prevê um blindado equipado com canhão de105 mm.

Sete meses atrás, o Exército italiano encomendou à sua indústria um pequeno lote de veículos Centauro II, de 30 toneladas, que vão ostentar canhão de 120 mm, encaixado em uma torre redesenhada (mais larga mas de menor altura que a do Centauro B1).

Na última semana de julho de 2018, o portal de notícias militares Defense News divulgou que os generais da Itália definiram em 136 o número total de viaturas a ser adquirido.

Os russos já experimentam canhões de 125 mm em seus blindados rápidos, sobre rodas.

A empresa francesa Nexter admitiu que testa um canhão de 140 mm no carro de combate AMX-56 Leclerc, de 54,5 toneladas,e a alemã Krauss Maffei Wegmann estaria avaliando a conveniência de testar uma arma de 130 mm em seus carros de combate Leopard2.

https://www.forte.jor.br/2019/01/30/italia-propoe-vender-ao-brasil-cerca-de-200-caca-tanques-centauro/

Abraços
« Última modificação: Janeiro 31, 2019, 10:04:13 am por tenente »
 

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Vitor Santos

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Re: Reforma do Exército
« Responder #32 em: Janeiro 31, 2019, 10:55:57 am »
Esses já são nossos, tirem os olhos sobre nossos carros  ;D ;D ;D ;D
 

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smg

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Re: Reforma do Exército
« Responder #33 em: Janeiro 31, 2019, 03:51:11 pm »
Boa tarde , se bem percebi a notícia , Itália está a querer vender os seus centauros por terem um canhão desajustado e ineficaz na luta contra carros de combate modernos , para além dos anos que já têm , e outros países pensam por isso aumentar o calibre dos seus canhões .Não sei que tipo de blindados é que têm os países vizinhos do Brasil . Talvez faça sentido para eles adquirir os centauros mas no nosso caso tenho muitas dúvidas . Penso que a prioridade para o nosso exército deveria ser uns blindados porta morteiros de 6 ou 8 rodas . Porque quando vejo as imagens dos paraquedistas fora dos veículos a usar o morteirete na resposta à emboscada que sofreram a caminho de Bokolobo fico a pensar que com um blindado porta morteiro poderiam disparar desde o interior do veículo com mais segurança e protecção , e com um calibre maior para limpar a zona onde estava o inimigo. Para o tipo de missões que as nossas forças costumam fazer lá fora penso que seria mais útil e urgente . Mas isso sou eu ,um leigo , a opinar sobre um assunto que não domino . Isso de continuar a acreditar na protecção divina de Nossa Senhora da Sorte , um dia vai acabar mal . Um abraço .
 
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Re: Reforma do Exército
« Responder #34 em: Janeiro 31, 2019, 04:52:49 pm »
Rezem para que os agressores não tenham acesso a armamento anti tanque tipo BGM-71 TOW...deviamos ter os veiculos equipados com blindagem refletiva para que pelo menos um (R)PG-7 não provoque tantos danos.
Um abraço
Raphael
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Re: Reforma do Exército
« Responder #35 em: Janeiro 31, 2019, 05:53:43 pm »
Boa tarde , se bem percebi a notícia , Itália está a querer vender os seus centauros por terem um canhão desajustado e ineficaz na luta contra carros de combate modernos , para além dos anos que já têm , e outros países pensam por isso aumentar o calibre dos seus canhões .Não sei que tipo de blindados é que têm os países vizinhos do Brasil . Talvez faça sentido para eles adquirir os centauros mas no nosso caso tenho muitas dúvidas . Penso que a prioridade para o nosso exército deveria ser uns blindados porta morteiros de 6 ou 8 rodas . Porque quando vejo as imagens dos paraquedistas fora dos veículos a usar o morteirete na resposta à emboscada que sofreram a caminho de Bokolobo fico a pensar que com um blindado porta morteiro poderiam disparar desde o interior do veículo com mais segurança e protecção , e com um calibre maior para limpar a zona onde estava o inimigo. Para o tipo de missões que as nossas forças costumam fazer lá fora penso que seria mais útil e urgente . Mas isso sou eu ,um leigo , a opinar sobre um assunto que não domino . Isso de continuar a acreditar na protecção divina de Nossa Senhora da Sorte , um dia vai acabar mal . Um abraço .

Mas o que é que o 10,5 tem de semelhança no que a tiro respeita, em comum com os porta morteiros ??
Enquanto que os porta  "canhão " 10,5, ou caça carros, chama-lhes o que quiseres, se destinam a proteger os nossos infantes, e/ou as VB(r) dos CC IN, os Porta Morteiros destinam-se a fornecer apoio de fogo colectivo aos mesmos infantes, ou seja  dois sistemas de armas distintos com empregos completamente distintos

Que eu me lembre os porta morteiros foram, á semelhança dos porta  "canhão " 10,5, excluídos do concurso dos Pandur, mas, por razões diversas, e, o pandur também possuía uma peça de 10,5 e até com mais limitações nas capacidades de penetração que a peça do Centauro possui.

Assim como tú, também sou de opinião que se devia adquirir, e rapidamente, o Pandur porta morteiro e, de preferência o 10,7 ou mesmo o 120, uma vez que até o lote Vamtacs que vai ser adquirido não inclui qualquer viatura porta morteiro de 81, que, a meu ver é uma grave lacuna.

Outra grave lacuna é a meu ver a quantidade de viaturas que possuimos para luta ACar,  a aquisição de apenas cinco pandur TOW ITAS demonstra-nos bem quão frágil são os nossos meios de defesa ACar, daí eu ter achado muito válido apesar de todas as limitações que os Centauro I possuem, a aquisição de umas 30/40 viaturas por uns 20 milhões, valor muito inferior se tivéssemos de adquirir o mesmo numero de Pandur TOW ITAS.   



 http://www.military-today.com/artillery/pandur_2_fsv.htm

« Última modificação: Janeiro 31, 2019, 09:24:31 pm por tenente »
 
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Re: Reforma do Exército
« Responder #36 em: Janeiro 31, 2019, 07:14:00 pm »
Apesar do TOW ainda ter algum valor militar, foi completamente absurda esta aquisição das 5 viaturas AC equipadas com um míssil que não é 'fire and forget'. Fazia mais sentido equipar o máximo número de viaturas possível com uma torre de 30 mm e 2 ATGM acoplados na lateral, à semelhança do Bradley. Mas a falta de dinheiro, de visão e de tomates são lixadas, tipo com um F muita grande!

Quanto aos Centauro, tal como tu camarada tenente, há muito defendo a sua aquisição: 33 unidades, no lugar dos 33 Pandur com a peça 105 que nunca foram adquiridos. E por 17 milhões, encaixa que nem uma luva no limite orçamental para aquisições militares neste país.
« Última modificação: Janeiro 31, 2019, 07:20:08 pm por NVF »
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Re: Reforma do Exército
« Responder #37 em: Janeiro 31, 2019, 09:08:24 pm »
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #38 em: Janeiro 31, 2019, 09:22:28 pm »
Boa noite . Caro Tenente , como é evidente o ideal seria as nossas FA , e o EP neste caso , terem uma panóplia completa de meios para fazer face a qualquer tipo de ameaças e inimigos . Sei igualmente que às vezes surgem de repente oportunidades de negócios que não se devem perder . Talvez os centauros sejam um caso desses . As minhas intervenções têm sido mais uma reacção face às imagens divulgadas pelo EMGFA . Quando vejo os nossos militares a disparar sobre casas onde se escondem inimigos ,continuo a pensar que umas Pandur com canhão de 30 mm não seriam de mais. Quando vejo paraquedistas fora dos veículos a usar um morteirete , continuo a pensar que uns blindados porta morteiros dariam mais segurança e protecção e com um calibre superior poderiam limpar melhor a zona onde estava o inimigo . Sendo a RCA o TO onde os nossos militares mais têm combatido , e sendo pouco provável que os grupos armados operem nos próximos tempos carros de combate , continuo a pensar que , de entre todas as lacunas que o nosso EP têm , aquelas que podem ser mais urgentes corrigir seriam os tais porta morteiros e como lembrou ,e bem o Raphael ,protecções anti RPG para os veículos . Relembro aqui as palavras do comandante da força na RCA que as armas mais perigosas do inimigo são os RPG , as metralhadoras e pistolas automáticas . Não conheço de forma detalhada a nova LPM no que ao exército diz respeito , para poder opinar sobre as prioridades desse ramo , apenas continuo a pensar que a segurança e a protecção dos nossos militares nas missões onde estão neste momento têm que ser a urgência máxima em matéria de reequipamento . Se houver dinheiro para a compra de outros equipamentos , muito bem . Mas como eu nunca acreditei nesse discurso do fim da austeridade , penso que o país vai continuar a viver com fortes restrições financeiras nos próximos anos e por isso há que ser criterioso nas prioridades . As lacunas vão continuar a existir e apenas aquelas mais graves e urgentes poderão ser corrigidas . Um abraço .
 
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Re: Reforma do Exército
« Responder #39 em: Janeiro 31, 2019, 09:38:30 pm »
Boa noite . Caro Tenente , como é evidente o ideal seria as nossas FA , e o EP neste caso , terem uma panóplia completa de meios para fazer face a qualquer tipo de ameaças e inimigos . Sei igualmente que às vezes surgem de repente oportunidades de negócios que não se devem perder . Talvez os centauros sejam um caso desses . As minhas intervenções têm sido mais uma reacção face às imagens divulgadas pelo EMGFA . Quando vejo os nossos militares a disparar sobre casas onde se escondem inimigos ,continuo a pensar que umas Pandur com canhão de 30 mm não seriam de mais. Quando vejo paraquedistas fora dos veículos a usar um morteirete , continuo a pensar que uns blindados porta morteiros dariam mais segurança e protecção e com um calibre superior poderiam limpar melhor a zona onde estava o inimigo . Sendo a RCA o TO onde os nossos militares mais têm combatido , e sendo pouco provável que os grupos armados operem nos próximos tempos carros de combate , continuo a pensar que , de entre todas as lacunas que o nosso EP têm , aquelas que podem ser mais urgentes corrigir seriam os tais porta morteiros e como lembrou ,e bem o Raphael ,protecções anti RPG para os veículos . Relembro aqui as palavras do comandante da força na RCA que as armas mais perigosas do inimigo são os RPG , as metralhadoras e pistolas automáticas . Não conheço de forma detalhada a nova LPM no que ao exército diz respeito , para poder opinar sobre as prioridades desse ramo , apenas continuo a pensar que a segurança e a protecção dos nossos militares nas missões onde estão neste momento têm que ser a urgência máxima em matéria de reequipamento . Se houver dinheiro para a compra de outros equipamentos , muito bem . Mas como eu nunca acreditei nesse discurso do fim da austeridade , penso que o país vai continuar a viver com fortes restrições financeiras nos próximos anos e por isso há que ser criterioso nas prioridades . As lacunas vão continuar a existir e apenas aquelas mais graves e urgentes poderão ser corrigidas . Um abraço .

Completamente de acordo contigo.

Se porventura aparecessem duas oportunidades de compra de armamento uma de porta morteiros e outra de caça carros, e se fosse eu o decisor, claro que optaria pelos porta morteiros, pois é um sistema de apoio de fogos ideal, para uma infantaria blindada e é das maiores lacunas existentes no nosso pequeníssimo Exército, o facto de ainda se utilizarem as chaimites para esse fim diz-nos tudo.





Lamentáveis são os discursos dos políticos que apregoam o reapetrechamento das FFAA, quando, na realidade, os nossos Militares continuam a desempenhar as suas missões com sistemas de armas quase ou mesmo já obsoletos ou mesmo inexistentes, o caso dos Porta Morteiros inexistentes na frota dos Pandur, indiciaria que quando se comprasse outro tipo de viaturas, os Uro Vamtac ST5, a versão porta morteiros seria adquirida quanto mais naõ fosse para compensar a falta das ditas versões na frota Pandur.





Uma vez mais, tal não aconteceu e, neste caso culpo as altas chefias militares do Exército por mais esta incompleta aquisição de viaturas , pois seria muito mais útil adquirir menos uma dúzia de Vamtac de transporte e substituí-los por meia dúzia de porta morteiros e outros tantos de versão ACar, podendo em caso de necessidade operacional alocar estas duas versões a destacamentos equipados com as Pandur !

Abraços
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Re: Reforma do Exército
« Responder #40 em: Janeiro 31, 2019, 10:03:39 pm »
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)
 
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Re: Reforma do Exército
« Responder #41 em: Janeiro 31, 2019, 10:53:41 pm »
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)

Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #42 em: Fevereiro 01, 2019, 02:09:53 pm »
E porque não adquirir o pandur EVO 6X6 porta morteiro 120mm VALUK, que a Eslovénia tem para consumo próprio, e a versão ATGM??

https://www.army-technology.com/projects/valuk/






A versão anfíbia do 6X6 EVO.



Abraços
« Última modificação: Fevereiro 01, 2019, 02:56:06 pm por tenente »
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #43 em: Fevereiro 01, 2019, 02:43:32 pm »
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)

Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur


Não, os Checos instalaram a Rafael RCWS-30 que é a variante que incorpora os misseis.
A unica similaridade é serem os dois (agora) produtos da General Dynamics, depois da compra da Steyer por parte dos americanos. de resto não partilham semelhanças
 :-P
« Última modificação: Fevereiro 01, 2019, 02:44:38 pm por Stalker79 »
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #44 em: Fevereiro 02, 2019, 08:06:09 pm »
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

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Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur


Não, os Checos instalaram a Rafael RCWS-30 que é a variante que incorpora os misseis.
A unica similaridade é serem os dois (agora) produtos da General Dynamics, depois da compra da Steyer por parte dos americanos. de resto não partilham semelhanças
 :-P
Então não é liquido que o Pandur não seja capaz de suportar o canhão 105 do M60 como o Stryker?
 

 

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