Reforma do Exército

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asalves

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Re: Reforma do Exército
« Responder #15 em: Janeiro 03, 2019, 04:54:32 pm »
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.

Mas o que o Exército necessita é de obuses/peças de 10,5 os de 15,5 serão quanto 1/3 do total dos de 10,5 !!

Fazer apoio de fogos directo aos batalhões com peças obuses com uma cadência de tiro inferior a seis tiro/obus/minuto, que tem um alcance máximo inferior a 14kms, e que levam mais de sete minutos a entrar em bataria, é segundo a doutrina ocidental um erro e dos crassos !
Se ainda estivessemos a falar de autopropulsados a conversa era outra agora material rebocado que para fazer tiro temos de colocar o reparo apoiado no macaco frontal !!!!!
Será que alguém sabe quanto tempo é necessário só para colocar o obus na posição de tiro, não é pronto para fazer tiro, ou seja, apoiado em três pontos ????

Abraços

Não leve a mal o que vou dizer, mas vou-me por na cabeça de um ministro das finanças.

Mas para que que queremos nós de peças de artilharia modernas? Não estamos em guerra com ninguém próximo, nas missões internacionais temos os Américas ou os Ingleses ou até qualquer potencia estrangeira mal preparada para isso. Mesmo nas missões de internacionais fora a RCA que não estava previsto ser tão agressivo nunca vamos para a linha da frente.
Para participar nuns desfiles e para exercícios militares anuais ou bianuais qualquer "canhão" (sim porque para aquela gente aquilo não passa de um canhão) pintado e todo bonitinho dá.

Agora a sério
Se o nosso stock de misseis para as BD são à medida para 1 navio e só temos tantos porque a NATO assim obriga, acham que os governos se vão preocupar em gastar dinheiro num meio que neste momento e provavelmente no futuro (por questões de quantidade) nunca vai ser destacado para nenhuma missão internacional e ao nível do território nacional "só" serve de prevenção e para treino de forma a manter a capacidade?

Se repararem os meios mais modernos só existem porque a NATO e as missões ONU assim o obriga.
 

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tenente

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Re: Reforma do Exército
« Responder #16 em: Janeiro 03, 2019, 07:42:34 pm »
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.

Mas o que o Exército necessita é de obuses/peças de 10,5 os de 15,5 serão quanto 1/3 do total dos de 10,5 !!

Fazer apoio de fogos directo aos batalhões com peças obuses com uma cadência de tiro inferior a seis tiro/obus/minuto, que tem um alcance máximo inferior a 14kms, e que levam mais de sete minutos a entrar em bataria, é segundo a doutrina ocidental um erro e dos crassos !
Se ainda estivessemos a falar de autopropulsados a conversa era outra agora material rebocado que para fazer tiro temos de colocar o reparo apoiado no macaco frontal !!!!!
Será que alguém sabe quanto tempo é necessário só para colocar o obus na posição de tiro, não é pronto para fazer tiro, ou seja, apoiado em três pontos ????

Abraços

Não leve a mal o que vou dizer, mas vou-me por na cabeça de um ministro das finanças.

Mas para que que queremos nós de peças de artilharia modernas? Não estamos em guerra com ninguém próximo, nas missões internacionais temos os Américas ou os Ingleses ou até qualquer potencia estrangeira mal preparada para isso. Mesmo nas missões de internacionais fora a RCA que não estava previsto ser tão agressivo nunca vamos para a linha da frente.
Para participar nuns desfiles e para exercícios militares anuais ou bianuais qualquer "canhão" (sim porque para aquela gente aquilo não passa de um canhão) pintado e todo bonitinho dá.

Agora a sério
Se o nosso stock de misseis para as BD são à medida para 1 navio e só temos tantos porque a NATO assim obriga, acham que os governos se vão preocupar em gastar dinheiro num meio que neste momento e provavelmente no futuro (por questões de quantidade) nunca vai ser destacado para nenhuma missão internacional e ao nível do território nacional "só" serve de prevenção e para treino de forma a manter a capacidade?

Se repararem os meios mais modernos só existem porque a NATO e as missões ONU assim o obriga.

Não tenho, nem devo levar a mal cada um de nós tem a opinião que tem sobre o assunto em debate apenas referi que antes do numero 15 vem o numero 10, em termos artilheiros claro, apenas isso.

Abraços
 

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tenente

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Re: Reforma do Exército
« Responder #17 em: Janeiro 03, 2019, 08:05:18 pm »
Entretanto o jpg já foi actualizado:



Cá temos o BIMecLag.

Agora, se me permitem, falando de assuntos mais sérios, referentes á reforma do Exército e um pouco mais além, pegando no organograma actualizado do Exército,  porque não se altera e melhora a constituição existente da BRR, que actualmente existe como uma grande unidade do Exército, e se lhe dá maior "vigor" ?

Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços
« Última modificação: Janeiro 03, 2019, 08:13:36 pm por tenente »
 

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Lightning

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Re: Reforma do Exército
« Responder #18 em: Janeiro 03, 2019, 10:40:33 pm »
Se os escalões das (sub)unidades está bem refletido na BriMec porque não acontece o mesmo nas restantes Brigadas ??

Abraços

Penso que é mais ao contrário, em todas as Brigadas e Zonas Militares tens as várias sub-unidades Regimento, estas estão espalhadas pelo país, na Brigada Mecanizada só tens o Campo Militar de Santa Margarida com todas as sub-unidades operacionais lá sediadas, mas cada sub-unidade tem instalações próprias a que chamam "quartéis", até à relativamente pouco tempo o quartel onde se situava o GCC e o ERec era o Regimento de Cavalaria 4, talvez por serem duas sub-unidades operacionais de cavalaria, não sei, mas essa situação dentro do CMSM não se passava com mais nenhuma arma, talvez por uma questão de uniformização acabaram com o RC4 e o GCC e ERec passaram a depender directamente da Brigada, estando agora situadas no "quartel de cavalaria" que é o mesmo local do RC4.
« Última modificação: Janeiro 03, 2019, 11:12:00 pm por Lightning »
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #19 em: Janeiro 03, 2019, 11:11:33 pm »
Mas o que o Exército necessita é de obuses/peças de 10,5 os de 15,5 serão quanto 1/3 do total dos de 10,5 !!

Fazer apoio de fogos directo aos batalhões com peças obuses com uma cadência de tiro inferior a seis tiro/obus/minuto, que tem um alcance máximo inferior a 14kms, e que levam mais de sete minutos a entrar em bataria, é segundo a doutrina ocidental um erro e dos crassos !
Se ainda estivessemos a falar de autopropulsados a conversa era outra agora material rebocado que para fazer tiro temos de colocar o reparo apoiado no macaco frontal !!!!!
Será que alguém sabe quanto tempo é necessário só para colocar o obus na posição de tiro, não é pronto para fazer tiro, ou seja, apoiado em três pontos ????

Abraços

Pensava que desde que apareceu o M777 que este estava a substituir os L119 nas unidades ligeiras, pelo menos nos Marines e Airborne americanos já só se vê M777 em combate, os Canadianos e outros países "com dinheiro" também.

 

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Lightning

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Re: Reforma do Exército
« Responder #20 em: Janeiro 03, 2019, 11:21:23 pm »
Não leve a mal o que vou dizer, mas vou-me por na cabeça de um ministro das finanças.

Mas para que que queremos nós de peças de artilharia modernas? Não estamos em guerra com ninguém próximo, nas missões internacionais temos os Américas ou os Ingleses ou até qualquer potencia estrangeira mal preparada para isso. Mesmo nas missões de internacionais fora a RCA que não estava previsto ser tão agressivo nunca vamos para a linha da frente.
Para participar nuns desfiles e para exercícios militares anuais ou bianuais qualquer "canhão" (sim porque para aquela gente aquilo não passa de um canhão) pintado e todo bonitinho dá.

Agora a sério
Se o nosso stock de misseis para as BD são à medida para 1 navio e só temos tantos porque a NATO assim obriga, acham que os governos se vão preocupar em gastar dinheiro num meio que neste momento e provavelmente no futuro (por questões de quantidade) nunca vai ser destacado para nenhuma missão internacional e ao nível do território nacional "só" serve de prevenção e para treino de forma a manter a capacidade?

Se repararem os meios mais modernos só existem porque a NATO e as missões ONU assim o obriga.

Isso não funciona assim, o ministro das finanças não escolhe nada (se ele tivesse que escolher tudo onde se gasta dinheiro em todos os ministérios coitado do homem, ele só diz quanto dinheiro há disponível para que área, depois tens os outros ministros, esses é que tem que decidir onde gastar a verba que tem disponível), é que por essa lógica nunca tinham vindo os Leopard 2, a artilharia já foi fazer uma missão NATO à Lituânia, os CC nem isso.
« Última modificação: Janeiro 03, 2019, 11:23:42 pm por Lightning »
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #21 em: Janeiro 03, 2019, 11:48:46 pm »
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI
« Última modificação: Janeiro 04, 2019, 12:00:13 am por Lightning »
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #22 em: Janeiro 04, 2019, 06:13:37 am »
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI

Então a actual BRR não tem Estado maior ?
Não, os Fuzos permaneceriam na Marinha assim como os Para regressariam á FAP, de onde nunca deveriam ter saído.
A BRR como eu referi, seria uma força composta pelos Três ramos das FFAA, como tal, dependeria do CEMGFA, ou do Oficial general indicado por ele, por exemplo o Vice.

Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços
« Última modificação: Janeiro 04, 2019, 07:11:35 am por tenente »
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #23 em: Janeiro 04, 2019, 11:33:27 am »
Então a actual BRR não tem Estado maior ?

Sim é verdade, só estava a pensar nos Estados-Maiores dos ramos, EMGFA, nesse tipo.

Citar
Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços

Concordo, houvesse dinheiro. Mas para mim os M114 são apenas para manter o GAC funcional e ir treinando, não é para uso operacional real, para isso só os 10.5 do GAC de Leiria.
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #24 em: Janeiro 04, 2019, 01:20:38 pm »
Então a actual BRR não tem Estado maior ?

Sim é verdade, só estava a pensar nos Estados-Maiores dos ramos, EMGFA, nesse tipo.

Citar
Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços

Concordo, houvesse dinheiro. Mas para mim os M114 são apenas para manter o GAC funcional e ir treinando, não é para uso operacional real, para isso só os 10.5 do GAC de Leiria.

também tens razão mais vale o pessoal ter instrução no M114 que em nada, mas….. será que doze 119's, e não são os AW,  ;), custariam assim tanto ?????
mais de vinte milhões ????
Só em alcance, rapidez, cadência de tiro, e possibilidade de heli transporte, o que o Exército não ganhava !!

https://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=4&ved=2ahUKEwjIq725ndTfAhW7AGMBHX80DwsQFjADegQICBAC&url=https%3A%2F%2Fwww.baesystems.com%2Fen%2Fdownload-en%2F20180307125153%2F1434610546921.pdf&usg=AOvVaw0mAd6q6wSSMiLCbM9bHJOT

https://www.ibtimes.co.uk/us-army-wants-replace-both-its-main-howitzers-one-large-cannon-1662217

Abraços
« Última modificação: Janeiro 04, 2019, 01:30:47 pm por tenente »
 

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typhonman

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Re: Reforma do Exército
« Responder #25 em: Janeiro 05, 2019, 12:17:01 am »
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.
´

Em 2009 ( já meti o documento no forum), foi feita uma proposta de venda ao EP do obus, M-777 Light Gun.

Cumprimentos,
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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LM

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Re: Reforma do Exército
« Responder #26 em: Janeiro 05, 2019, 03:33:38 pm »
Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Concordo, houvesse dinheiro. Mas para mim os M114 são apenas para manter o GAC funcional e ir treinando, não é para uso operacional real, para isso só os 10.5 do GAC de Leiria.

Isto - sempre se vai "mantendo a doutrina"... na melhor das hipóteses é rezar para doarem uns M198 usados...

Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #27 em: Janeiro 08, 2019, 07:25:27 pm »
A futura infantaria Blindada Lusa ??? :mrgreen:



Abraços
 

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zocuni

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Re: Reforma do Exército
« Responder #28 em: Janeiro 13, 2019, 11:40:59 am »
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI

Então a actual BRR não tem Estado maior ?
Não, os Fuzos permaneceriam na Marinha assim como os Para regressariam á FAP, de onde nunca deveriam ter saído.
A BRR como eu referi, seria uma força composta pelos Três ramos das FFAA, como tal, dependeria do CEMGFA, ou do Oficial general indicado por ele, por exemplo o Vice.

Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços


Desculpa só um reparo mas muitos países e também muitos paízecos operam obuses de 155 mm não é assim tão restritivo seu uso.Outra coisa será que nem umas 2 ou 3 BBF temos condição de ter?A ser verdade fechem o barraco,socorro.Fico até preocupado.
zocuni

"Este governo não cairá porque não é um edifício,sairá com benzina porque é uma nódoa"Eça de Queirós
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #29 em: Janeiro 13, 2019, 12:13:43 pm »
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI

Então a actual BRR não tem Estado maior ?
Não, os Fuzos permaneceriam na Marinha assim como os Para regressariam á FAP, de onde nunca deveriam ter saído.
A BRR como eu referi, seria uma força composta pelos Três ramos das FFAA, como tal, dependeria do CEMGFA, ou do Oficial general indicado por ele, por exemplo o Vice.

Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços


Desculpa só um reparo mas muitos países e também muitos paízecos operam obuses de 155 mm não é assim tão restritivo seu uso.Outra coisa será que nem umas 2 ou 3 BBF temos condição de ter?A ser verdade fechem o barraco,socorro.Fico até preocupado.

Restritivo não será pois se nós os operamos…….de acordo com uma doutrina de necessidade!
O que é restritivo é o emprego de 15,5 em apoio directo, quando os obuses são de operação morosa, pois já são de outra geração, e não tão expedita quanto o deverão ser no desempenho dessas missões de tiro.

Abraços
« Última modificação: Janeiro 13, 2019, 12:14:58 pm por tenente »
 

 

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