O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas

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Luso

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É agora completamente notório que as Forças Armadas - que são o derradeiro recurso da Defesa da Nação -  estão em processo de desmantelamento.
Importa pois encarar essa situação e analisar o processo, actores, e facilitadores, e se possível tentar encontrar um motivo racional para tal fenómeno.

Para tal gostaria de abordar a questão, começando por um corpo com responsabilidades democráticas no estado de coisas: a Comissão de Defesa Nacional (Comissão Parlamentar) https://www.parlamento.pt/sites/com/XIIILeg/3CDN/Paginas/default.aspx

Considerando que a questão da Defesa Nacional, tal como a Justiça e a Administração Interna são basilares para qualquer Estado desde que existem estados, seria lógico que a formação dos responsáveis políticos fossem escolhidos pelas competências e interesses (desinteressados  ;)) que os mesmos possuem nesta temática.
E o que vemos?

Marco António Costa - Licenciatura em Direito Presidente
Miranda Calha - Licenciatura em letras - Vice-Presidente
João Vasconcelos - Mestrado em História Contemporânea (BE) Coordenador GP; Vice-Presidente
Bruno Vitorino - Licenciatura em Ciência Política
Carlos Costa Neves – Jurista
Clara Marques Mendes – Advogada
Firmino Pereira – Empresário
José de Matos Correia - Licenciatura em Direito
Luís Pedro Pimentel - Vitivinicultor
Pedro Roque - Licenciatura em História
Rui Silva - Licenciatura em Humanidades
Ascenso Simões - Mestrado em Gestão, Curso Geral de Segurança da Informação Classificada.
Diogo Leão - Licenciatura em História
Idália Salvador Serrão - Licenciatura em Ciências Sociais - Serviço Social
João Soares - Frequência de Licenciatura em direito
José Miguel Medeiros - Licenciatura em Geografia
Miguel Coelho - Licenciatura em Ciência Política
Rosa Maria Bastos Albernaz - Licenciatura em História
Vitalino Canas - Doutoramento em Direito
Pedro Filipe Soares - Licenciatura em Matemática Aplicada à Tecnologia; Frequência de Mestrado em Detecção Remota - Bloco de Esquerda
António Carlos Monteiro - Licenciatura em Direito
Jorge Machado - Licenciatura em Direito

Constata-se aqui que a formação predominante é o Direito (36%) . Com os demais cursos de letra(s)  ::) o valor atinge 81%.
Dos que têm formação em letras considerados relevantes para questão de defesa temos os cursos de história. E nisto constatamos o seguinte:

João Vasconcelos - Mestrado em História Contemporânea (BE) Coordenador GP; Vice-Presidente
Pedro Roque - Licenciatura em História;
Diogo Leão - Licenciatura em História;
Rosa Maria Bastos Albernaz - Licenciatura em História

Aqui retira-se que o membro com melhor formação no âmbito da história e importância na Comissão, pertence ao Bloco de Esquerda, partido internacionalista, tendo como obra publicada "O 18 de janeiro de 1934 - História e Mitificação".

Diogo Leão (PS) e de cultura das Jotas, tem obra publicada: "Maia Magalhães: um militar «democrático» na Grande Guerra e na resistência ao Sidonismo Ler História".

Quanto a Rosa Albernaz (PS) é uma apparatchik (Presidente das Mulheres Socialistas do PS de Aveiro), não tendo obra publicada.

No que diz respeito a formação com impacto mais efectivo na defesa nacional temos:

Ascenso Simões (PS) - Mestrado em Gestão, Curso Geral de Segurança da Informação Classificada (globalmente mais dirigido às autarquias, floresta e empresa);
Pedro Filipe Soares - Licenciatura em Matemática Aplicada à Tecnologia; Frequência de Mestrado em Detecção Remota - Bloco de Esquerda.

Ou seja, o parlamentar com formação técnica mais hard core é mais uma vez um parlamentar do Bloco.

Por fim, temos Luís Pedro Pimentel (PSD) - vitivinicultor (e apparatchik).

Considerando a presidência da Comissão - Marco António Costa (advogado) https://www.publico.pt/2016/03/19/politica/noticia/tribunal-pede-ao-parlamento-autorizacao-para-inquirir-marco-antonio-costa-1726613

Considerando a constituição desta Comissão parlamentar sobre um dos assuntos mais sensíveis para a Defesa da Nação Portuguesa, é este tipo de elementos que os partidos escolhem?
Um vitivinicultor, FFS???









« Última modificação: Maio 26, 2017, 03:26:27 pm por Luso »
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 
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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #1 em: Maio 26, 2017, 03:43:34 pm »
Entre um Viticultor e um Advogado... acredito que estas Comissões são para Inglês ver e que de nada servem a não ser para o contínuo jogo politico.

Omais bizarro disto tudo é que o desmantelamento deliberado, é ainda mais visível quando é a Direita a governar... :o
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Luso

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #2 em: Maio 26, 2017, 04:06:55 pm »
Entre um Viticultor e um Advogado... acredito que estas Comissões são para Inglês ver e que de nada servem a não ser para o contínuo jogo politico.

Omais bizarro disto tudo é que o desmantelamento deliberado, é ainda mais visível quando é a Direita a governar... :o

A "direita" que tem autorização para existir é apenas a "direita" do negócios e negociatas e dos grupos económicos. Porque culturalmente alinha com os modernaços.
A Direita acabou com o Manuel Monteiro.
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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #3 em: Maio 29, 2017, 11:23:52 pm »
Exatamente, a unica direita que existe é a neo-liberal que se puder vender tudo para ganhar uns trocos o farão sem pensar duas vezes.
 :G-bigun:
 
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Get_It

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #4 em: Janeiro 19, 2018, 08:01:03 pm »
Força Aérea Portuguesa:

2018:
- Fim da frota Alpha Jet sem substituto imediato ou a médio-/longo-prazo. É feito o outsourcing do treino de pilotagem avançada para o estrangeiro.
- Fecho da Base Aérea do Montijo e conversão para aeroporto civil.
- Preparação/início da abertura da Base Aérea de Monte Real a operações civis.
- Substituição dos Allouette III por apenas cinco aeronaves mono-motor.

2019:
- Face à falta de pilotos e horas de voo suficientes para formação, é decidido adiar o início operacional da Força Aérea no combate aos incêndios. São reforçados os meios alugados a empresas privadas no combate aos incêndios.
- Devido a restrições «financeiras» para a substituição dos Falcon e face à contratação do INEM de helicópteros de transportes de doentes, cujo contratos incluem também o pessoal médico, é decidido passar a tutela e responsabilidade do transporte de doentes e o transporte de órgãos para o INEM e contratar uma empresa privada para assegura essa missão de interesse público.

2020:
- São retirados de serviço os últimos Falcon e é extinta a Esquadra 504. A missão de transporte de altas entidades passa a ser assegurada por um avião contratado a uma empresa privada.
- Face à falta de pilotos é adiado o combate aos incêndios por parte da FAP.

2021
- Face à falta de pilotos e horas de voo suficientes, o MDN decide fazer outsourcing da pilotagem em helicóptero da FAP de forma a libertar a Esquadra 552 para as restantes missões, incluindo as de interesse público.
- São retirados de serviços os últimos Epsilon sem um substituto, sendo continuado o outsourcing do treino de pilotagem em centros de formação estrangeiros e outras forças aéreas estrangeiras.

2024
- Devido a problemas provenientes da falta de horas de voo com os helicópteros ligeiros (AW119) é decidido contratar uma empresa privada para garantir a busca e salvamento na zona costeira. Chega ao fim o destacamento da Esquadra 552 em Ovar.

2027
- Face à baixa disponibilidade da frota EH-101 e aumento de custos devido à manutenção e modernização dos helicópteros, os arquipélagos passam a contratar empresas privadas para garantir o transporte urgente de doentes entre ilhas.

2030
- Passa a ser totalmente privatizada (contratada a civis) a busca e salvamento em Portugal continental devido a problemas de disponibilidade da frota EH-101.

2032
- A busca e salvamento em Portugal e ilhas passa a ser contratada a civis face à falta de recursos financeiros para a modernização dos helicópteros EH-101 e garantir a operação das aeronaves em segurança nas águas da responsabilidade portuguesa.

2034
- São retirados de serviço os helicópteros EH-101 Merlin sem um substituto. É extinta a Esquadra 751.

2035
- Após várias tentativas de substituição dos F-16, é decidido acabar com a aviação de caças em Portugal devido a restrições «financeiras». O governo assina um memorando (contrata) o Reino Unido para garantir a protecção do espaço aéreo português.

Falta-me fechar depois mais bases e abater: P-3C, C-295, C-130/substituto do C-130 e helicóptero ligeiro.

Cumprimentos,
« Última modificação: Janeiro 21, 2018, 10:17:56 pm por Get_It »
:snip: :snip: :Tanque:
 
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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #5 em: Janeiro 19, 2018, 08:40:16 pm »
É como aquele caso em que foram rebentar com o multibanco do prédio da ministra.
Na semana seguinte foram capturados e mortos elementos de grupos que se dedicavam a rebentar caixas MB.

A situação só se irá inverter quando a vida dos políticos e generais estiver directamente ameaçada.

http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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Lightning

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #6 em: Janeiro 19, 2018, 10:41:53 pm »
Cada um é livre de pensar o que quiser, mas a mim já cansa ler tanto pessimismo.

Bem se viu no recente incêndio de Tondela que quando os helis alugados do INEM já não davam conta do recado para onde é que se viraram.




Não estou a dizer que um ou outro serviço não seja privatizavel, e para coisas programáveis, o privado costuma ser financeiramente mais eficiente, mas o problema é quando a questão toma dimensões superiores ao planeado que não estão no contracto de fornecimento de serviços, o governo vai sempre querer ter uma reserva por mais pequena que seja de meios sob controlo directo, para situações raras de dimensão acima do normal.

Que tal ir beber uma cervejinha numa esplanada à beira mar, ver o pôr-do-sol, as meninas a correr junto à praia  e pensem em coisas mais positivas um bocadinho...
« Última modificação: Janeiro 19, 2018, 10:47:19 pm por Lightning »
 

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typhonman

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Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 
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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #8 em: Fevereiro 03, 2018, 11:15:09 am »
COMPREM O EXPRESSO AMANHA !

http://expresso.sapo.pt/Capas/2018-02-02-A-primeira-pagina-do-Expresso

Alguém sabe de um site de imagens grátis? É que eu tinha conta no photobucket, mas agora é só a pagantes.
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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #9 em: Fevereiro 03, 2018, 11:46:52 am »
COMPREM O EXPRESSO AMANHA !

http://expresso.sapo.pt/Capas/2018-02-02-A-primeira-pagina-do-Expresso

Alguém sabe de um site de imagens grátis? É que eu tinha conta no photobucket, mas agora é só a pagantes.

Não vale a pena, é só uma página. Quando tiver tempo meto aqui.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #10 em: Fevereiro 03, 2018, 11:52:05 am »
Eu sei... eu tenho o Expresso à minha frente. Vê também a noticia acerca da formação avançada dos nossos PILAV (vão ser formados nos EUA por 1.7 milhões de euros ano). Na revista tens a entrevista com o General Eanes que também é interessante e que bate a questão das Forças Armadas.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Charlie Jaguar

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #11 em: Fevereiro 03, 2018, 12:03:58 pm »
O Observador reproduz parte do artigo do Expresso e do que vem lá escrito.

http://observador.pt/2018/02/03/chefes-das-forcas-armadas-unem-se-em-protesto-contra-governo/


Além disso, numa entrevista ao General Ramalho Eanes por ocasião dos 45 anos do semanário, o antigo Presidente da República é categórico ao afirmar que "pusemos as Forças Armadas num gueto."

Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #12 em: Fevereiro 03, 2018, 02:27:18 pm »
O Observador reproduz parte do artigo do Expresso e do que vem lá escrito.

http://observador.pt/2018/02/03/chefes-das-forcas-armadas-unem-se-em-protesto-contra-governo/


Além disso, numa entrevista ao General Ramalho Eanes por ocasião dos 45 anos do semanário, o antigo Presidente da República é categórico ao afirmar que "pusemos as Forças Armadas num gueto."



Então admite que também teve a sua culpa..

Quem não teve ?

Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

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Cabeça de Martelo

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #13 em: Fevereiro 10, 2018, 02:46:24 pm »
Despite U.S. Push, Most NATO Allies Fail to Fulfill Military-Spending Goals
Even as European military outlays rise, the majority of allies won’t meet 2%-of-GDP benchmark, officials say

By Julian E. Barnes

BRUSSELS—Fewer than half of NATO’s 29 members have made plans to reach the alliance’s military-spending target, according to allied officials.

The North Atlantic Treaty Organization is expected to announce Tuesday that European military spending continues to rise. But the overall increase obscures the reality that many allies haven’t adopted plans, as they agreed to do last year at the insistence of the U.S., to increase such spending to the long-established alliance benchmark of 2% of their economic output.

Accentuating the shortfall, Washington plans to announce another increase in American defense spending in Europe. The U.S. will likely propose a spending increase of about $1 billion above the current annual $4.8 billion in military expenditure in Europe, according to people briefed on the plans.

The crew of a Portuguese C-130 military transport plane participating in a NATO  exercise last year at an airbase in central Portugal.
The crew of a Portuguese C-130 military transport plane participating in a NATO exercise last year at an airbase in central Portugal. PHOTO: FRANCISCO LEONG/AGENCE FRANCE-PRESSE/GETTY IMAGES
U.S. Defense Secretary Jim Mattis will address NATO defense ministers on Wednesday in Brussels and is expected to acknowledge the progress at increasing spending but say more is expected, allied officials said.

At the urging of the Trump administration last spring, NATO demanded allies submit spending plans by the end of 2017 outlining how each country planned to reach the 2% spending target by 2024.

To the frustration of the U.S., some countries submitted plans for only the next three years. Other countries’ plans extend to 2024 but fall short of reaching 2% of economic output.

About 14 countries have clear plans to reach 2% near the deadline, according to allied officials. Germany, Europe’s biggest economy, isn’t among them, nor is Belgium, which hosts NATO headquarters in Brussels.



NATO has said that the U.S., U.K., Greece, Poland, Latvia, Estonia, Romania and Lithuania are above or near the 2% target. France, Turkey, Hungary, Slovakia, Bulgaria and Montenegro have plans to push their spending to the target.

Two other countries, Denmark and Norway, have plans for increased spending that would further critical NATO capabilities, including new F-35 fighter planes, air-defense frigates and sub-hunting planes. But the two countries are unlikely to hit the 2% target by 2024.

“We do not quite make the 2%,” said Michael Zilmer-Johns, Denmark’s ambassador to NATO. “But we fulfill all the other parameters, most importantly the NATO capability targets. Because, in our view, this is what it is all about.”

Complicating matters is Europe’s improving economy, which could temporarily knock some countries—including Poland and Romania—out of the 2% club or prevent them from joining it.

At a NATO meeting in May, President Donald Trump excoriated allies for failing to spend enough on defense. Since then he has said “money is pouring in” and taken credit for a spending turnaround.

In 2014, NATO allies agreed that all would “move toward” spending 2% of gross domestic product on defense over the ensuing decade. U.S. officials in Washington have treated the 2% as a hard commitment, irking some diplomats at the alliance’s Brussels headquarters who insist the precise pledge was only to make a good-faith effort to increase spending.

When allies agreed to submit the spending plans, NATO said it would also evaluate countries’ contributions to missions and needed capabilities.

NATO officials said more allies are boosting their equipment purchases. Allied diplomats said under the new plans, 23 of the 29 allies will spend 20% or more of their defense budget on military equipment.

Allies are also placing the laggards in different categories. Some countries, such as Spain and Portugal, aren’t set to reach the 2% spending goal but have laid out plans for substantial increases in spending and announced the intention to acquire capabilities desired by NATO.

The Spanish plan to boost defense spending by 80%, or about $22 billion, moving from 0.9% to 1.6% of GDP over the next seven years.

Other countries haven’t submitted detailed plans and their spending remains low despite relative wealth. Multiple officials pointed to Belgium as an ally not pulling its weight. The U.S. has been pushing Belgium to boost defense spending by purchasing F-35 jet fighters.

Laurence Mortier, the spokeswoman for the Belgian defense ministry, said it plans to increase spending from 0.9% of GDP today to 1.3% by 2030, including new jet fighters.

“It is a political decision what is spent on defense,” she said. “We had an agreement on 1.3%. If Mattis tells us we have to do more, it will have to be a political discussion if we are going to do more and how.”

Germany has drawn particular ire from Mr. Trump, who has accused Europe’s biggest economy of not paying its bills to NATO. German officials bristle at the charge.

Protracted government coalition talks, now concluding, have led to an agreement to raise spending, but not necessarily to the level demanded by Washington.

Since 2015, the country has expanded its military outlays, lifting overall European defense spending and helping reverse its downward trend. Germany is one of the largest contributors to NATO missions.



–– ADVERTISEMENT ––



It remains unclear whether Germany will agree to lift defense spending to 2% of GDP. Economic growth there has meant big increases in defense spending haven’t translated to a larger proportion of GDP.

Overall defense spending by European NATO nations hit a nadir in 2014, the year Russia annexed Crimea from Ukraine.

Diplomats from member countries said according to preliminary estimates, NATO spending this year should show the largest increase since the Cold War. The diplomats said non-U.S. allies have increased spending to about $299 billion last year, up $46 billion from their 2014 outlays.

European military spending is dwarfed by U.S. spending. Under the budget agreement signed Friday, the Pentagon’s budget will rise to $716 billion next year.

https://www.wsj.com/articles/despite-u-s-push-most-nato-allies-fail-to-fulfill-military-spending-goals-1518200382?mod=e2fb
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: O Desmantelamento Deliberado das Forças Armadas Portuguesas
« Responder #14 em: Fevereiro 20, 2018, 04:10:46 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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