França

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olisipo

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França
« em: Setembro 01, 2016, 01:00:38 pm »

Armée Française 2016
 

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Re: França
« Responder #1 em: Outubro 14, 2016, 12:46:27 pm »


French National Guard Launches

http://forcesoperations.com/en/french-national-guard-launches/

(...) This operational force will serve in the operational reserves of the three branches of the armed services, the gendarmes and the police (...)

There will be 63.000 reservists with the National Guard  this year but the objective is to raise this number progressively by 35% so that by 2018 it would amount to 85,000 people (...)

Any young student under the age of 25 who signs up for five years and who is deployed for at least 37 days a year, will receive a monthly stipend of €100, a measure expected to cost the State €4.5 million in 2017 (...)   
 

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olisipo

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Re: França
« Responder #2 em: Outubro 31, 2016, 04:09:02 pm »


França concluiu operação "Sangaris" na República Centro-Africana

http://pt.rfi.fr/africa/20161031-franca-concluiu-hoje-operacao-sangaris-na-rca

A França concluiu oficialmente hoje a operação Sangaris, iniciada em Dezembro de 2013 na República Centro-Africana  (...) tendo como objectivo acabar com un ciclo de violência entre comunidades e tendo mobilizado mais de 2.000 homens no auge da crise.  O primeiro-ministro francês Manuel Valls declarou hoje que "não é por a operação Sangaris terminar que a França abandona a República Centro-Africana":


A França vai deixar em Bangui 350 homens com drones de observación.  A missão da ONU, MINUSCA ,  tem também 12.500 capacetes azuis no terreno, apoiados pela União Europeia. Entre eles, há cerca de 160 efectivos do Regimento de Comandos do Exército português.

O país ainda regista varios episódios de violência. Na sexta-feira, 25 pessoas foram mortas em confrontos entre grupos armados em Bambalinas,  no nordeste de Bangui, a capital.

A operação Sangaris foil criada  para acabar com a violência após o presidente François Boziré ter sido derrubado por uma rebelião esencialmente musulmana, a Seleka. O movimento provocou o aparecimento de milícias maioritariamente cristãs, os anti-balaka.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: França
« Responder #3 em: Maio 30, 2017, 12:44:53 pm »
Ao lado de Putin, Macron denuncia propaganda russa

Presidente francês recebeu esta segunda-feira o homólogo russo, Vladimir Putin, em Versalhes.

Uma provocação oculta numa pergunta foi suficiente para o Presidente francês, Emmanuel Macron, fazer algo que nenhum outro líder fez ao lado de Vladimir Putin – criticar os media patrocinados pelo Kremlin. Macron acusou esta segunda-feira o canal de televisão Russia Today (RT) e o site de notícias Sputnik de se terem comportado como “órgãos de propaganda” durante a campanha eleitoral.

O pretexto da visita de Putin a Paris era o terceiro centenário da visita do czar Pedro, o Grande, à corte francesa no Palácio de Versalhes, em 1717, e servia para relançar as relações entre os dois países. Mas nenhum dos dois líderes escondeu as divergências que os afastam – e que, nos últimos anos, lançaram as relações entre a União Europeia e a Rússia para o nível mais baixo desde a Guerra Fria – embora tenham preferido abordar aquilo que os une.

As palavras de Merkel e o pragmatismo de Macron

A “prioridade das prioridades”, como definiu Macron, é a luta contra o terrorismo no Médio Oriente, materializado no grupo jihadista Daesh, que tem inspirado ataques terroristas em solo europeu. Os dois líderes prometeram intensificar a cooperação entre para tentar encontrar uma solução para o conflito sírio, incluindo a formação de um “grupo de trabalho” entre responsáveis russos e franceses.

“Estou convencido de que os interesses primordiais da França e da Rússia ultrapassam os pontos de fricção”, garantiu Vladimir Putin. Confrontado com alguns dos temas mais espinhosos das relações bilaterais – como a visita da líder da Frente Nacional, Marine Le Pen, a Moscovo, durante a campanha eleitoral, ou a alegada intervenção de hackers russos –, o Presidente francês respondeu assumindo-se como um “pragmático”. “Falámos das eleições francesas quando o Presidente Putin ligou para me felicitar”, esclareceu.

O foco no combate ao terrorismo passa, porém, pela guerra na Síria, onde os dois países apoiam lados em confronto. Moscovo é o principal aliado do regime do Presidente, Bashar al-Assad, enquanto a França faz parte da coligação internacional liderada pelos EUA que bombardeia posições do Daesh e apoia grupos que querem a saída de cena de Assad. França já acusou Moscovo de crimes de guerra na Sìria. Putin defendeu que “não se pode lutar contra a ameaça terrorista destruindo o Estado sírio”.

Apesar de se mostrar empenhado em assegurar uma colaboração com a Rússia na Síria, Macron enunciou as suas “linhas vermelhas”, que promete não ultrapassar: a utilização de armas químicas e a garantia de acesso de ajuda humanitária às populações civis cercadas pelo Exército sírio. O Presidente francês disse ainda que as negociações que decorrem em Astana – mediadas pela Rússia, Turquia e Irão – “não conseguem resolver o conflito”.

A "mancha" no encontro

O momento mais tenso teve a ver com as eleições francesas. Uma jornalista da RT questionou a decisão de Macron ter proibido a presença de jornalistas da televisão no quartel-general da sua candidatura na noite da segunda volta das presidenciais. “Sempre mantive uma relação exemplar com os jornalistas estrangeiros, desde que sejam jornalistas. A RT e a Sputnik comportaram-se como órgãos de influência [durante a campanha], difundiram mentiras sobre a minha pessoa e por isso excluí-os”, afirmou Macron.

Os dois media russos foram acusados por Macron de disseminar “informações falsas”. Na altura, a proibição levou a uma reacção por parte do Governo russo, com a porta-voz, Maria Zakharova, a dizer tratar-se de uma “decisão escandalosa”.

Em causa estão várias notícias publicadas nas edições francesas dos dois órgãos sobre uma hipotética relação homossexual que Macron terá escondido e também de acusações de que o então candidato teria desviado dinheiro para uma conta offshore. Durante toda a campanha eleitoral, os servidores do movimento En Marche! foram alvo de ciberataques, que provenientes de proxies ucranianas e russas, segundo a campanha de Macron.

É conhecido o papel dos media financiados pelo Kremlin para fazer avançar a agenda política do Governo russo. Os serviços secretos norte-americanos, por exemplo, acusaram Moscovo de interferir nas eleições presidenciais dos EUA através da difusão de notícias falsas e propaganda, em órgãos como a RT e o Sputnik. Mas a forma frontal como Macron qualificou os dois media como “órgãos de propaganda” é pouco comum, especialmente num momento em que recebia o líder russo – que não se pronunciou.

Macron tocou ainda noutros pontos diplomaticamente sensíveis, como as acusações de que as autoridades tchetchenas estão a perseguir os homossexuais. “Recordei ao Presidente Putin a importância, para a França, do respeito por todos os grupos de pessoas”, afirmou Macron.

Com o convite a Putin, logo depois de uma cimeira do G-7 (grupo do qual a Rússia está suspensa desde a anexação da Crimeia, em 2014), o Presidente francês pretende evitar um isolamento de Moscov. Quer explorar potenciais parcerias no combate ao terrorismo. Tanto a França como a Rússia foram alvo, nos últimos anos, de atentados inspirados pelo Daesh.

Para Putin, a visita a Versalhes representa uma oportunidade para mostrar que, apesar do ponto baixo nas relações entre Moscovo e a União Europeia, as parcerias entre a Rússia e a Europa ocidental continuam a ser relevantes. A sua prioridade é o levantamento das sanções económicas impostas desde 2014 por causa da interferência russa na Ucrânia. “Aproveito a presença de jornalistas de todo o mundo para deixar o apelo de que é necessário acabar com todas as limitações às trocas internacionais”, afirmou Putin.

joao.ruela@publico.pt.
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Re: França
« Responder #4 em: Maio 30, 2017, 12:50:03 pm »
As palavras de Merkel e o pragmatismo de Macron

1. Angela Merkel mede sempre as palavras. Aquelas que proferiu no domingo, em Munique, não foram excepção. Chegaram, no entanto, para provocar uma pequena tempestade. Quando disse que a Europa não pode continuar a depender dos EUA, acrescentou um “completamente”. Vinha de uma cimeira da NATO e outra do G7 que foram a estreia de Donald Trump na casa dos seus aliados europeus e que correram bastante mal. Ficar em silêncio não era uma opção. Está em campanha eleitoral. Mas a conclusão do seu raciocínio não podia ser mais clara: “A Europa tem de tomar o seu destino nas próprias mãos”. Para quem tivesse dúvidas, Donald Trump encarregou-se de demonstrar em Bruxelas e em Taormina que há, de facto, uma ruptura na sua política externa em relação à aliança transatlântica e à integração europeia. Não vale a pena ficar à espera que venha a evoluir para posições mais consensuais. Se quisesse, tê-lo-ia feito em Bruxelas e fez precisamente o contrário.

Segunda-feira, o porta-voz da chanceler tratou de fazer alguns esclarecimentos sobre as suas palavras em Munique, lembrando que ela continua a ser uma “atlantista profundamente convicta”. Merkel sempre valorizou a relação transatlântica, que é um pilar da política externa alemã desde o pós-guerra, mas também porque vinha do Leste e sabia por experiência própria o papel dos EUA na libertação do domínio soviético. Mesmo assim, os seus primeiros anos de mandato não foram propriamente exemplares no que diz respeito à segurança europeia e às suas relações com o mundo. Viu o poder da Alemanha como decorrente da sua força económica e levou tempo demais a compreender que a falência da Grécia e a crise da dívida ameaçavam directamente o euro. Quando, em 2011, o Conselho de Segurança votou a intervenção na Líbia, absteve-se ao lado da China e da Rússia. Quando Hollande interveio no Mali, deixou entender que não estava disponível para financiar as guerras da França. Mudou radicalmente com a crise ucraniana. Percebeu que o terrorismo e a Síria diziam respeito à Europa. Hoje, dá apoio logístico às operações militares dos EUA e dos aliados europeus contra o Daesh. A referência que Merkel fez ao Reino Unido no mesmo discurso quis dizer apenas que o "Brexit" terá consequências. Londres já veio dizer que a Europa pode contar com o Reino Unido em matéria de defesa. A primeira-ministra britânica está na posição insustentável de querer utilizar a América como uma alternativa à Europa e, ao mesmo tempo, mostrar aos europeus que precisam do seu país para uma defesa credível. Arrisca-se a perder nos dois tabuleiros.

2.A defesa europeia já subiu na lista de prioridades da União. A Alemanha e a França querem um comando operacional em Bruxelas para operações apenas europeias e tudo indica que vão lançar uma “cooperação estruturada” (prevista no Tratado de Lisboa) para a segurança e defesa com os países que quiserem avançar neste sentido. Já têm o aval da Espanha e da Itália e dos países de tradição atlântica, como Portugal ou a Holanda. Mas é apenas o início de um caminho que será muito longo e que não depende apenas do dinheiro investido. Já não se trata do soft-power, que a Europa pratica em larga escala, desde a ajuda humanitária e ao desenvolvimento às missões de peacekeeping ao serviço da ONU. O problema é outro. A Europa tem sensivelmente o mesmo número de soldados que a América, mas apenas uma pequena parte está em condições operacionais. Apenas a França e o Reino Unido têm capacidade de projecção de forças. E, mesmo assim, dificilmente dispensam o apoio norte-americano. Um exemplo: na Líbia, os navios americanos dispararam centenas de tomahawks para neutralizar a aviação de Kadhafi, antes dos bombardeamentos britânicos e franceses. A questão é saber até que ponto os europeus conseguem definir a sua própria estratégia. Olivier de France (do IRIS de Paris) e Sophia Besh (do Centre for European Reform de Londres) resumiram no site euObserver o que está em causa: os europeus têm de começar por um exercício de auto-avaliação (que nunca fizeram) sobre as suas capacidades efectivas, que inclua “a utilização e a projecção de forças, a sustentabilidade, um gasto devidamente planeado, a prontidão e a definição dos sectores onde têm de aumentar o seu hard power.” Os dois autores lembraram também que a Europa precisa de salvar a NATO do Presidente americano.

3. A eleição de Emmanuel Macron pode ajudar a fazer a diferença. O Presidente francês já começou a provar que a França está de regresso à cena internacional, orquestrando aquilo a que Pierre Haski chama de “momento Macron”, com um timing e um simbolismo perfeitos. Almoçou com Trump em Bruxelas, para receber ontem o Presidente russo no Palácio de Versalhes, a pretexto de uma exposição sobre Pedro o Grande, “o czar reformador que há três séculos veio procurar a França a via e os meios da modernidade”, lembra o mesmo analista francês. O tom não foi de cedência mas de pragmatismo. Antes do encontro, Macron tratou de esclarecer que nada ainda mudou para levantar as sanções e resolver a “intervenção” russa na Ucrânia. Depois de almoçar com Trump, disse que se tratou de “uma primeira experiência para ambos e [o Presidente americano] compreendeu o interesse de uma discussão multilateral”. Recusou-se a entrar na lógica dos “seis contra um” no G7. “Não é do nosso interesse”. Com ambos, sublinhou que a sua prioridade é combater o terrorismo.

Trump acabou por funcionar como um sinal de alarme para a Europa, que ninguém pode dizer que não ouviu. Basta que Macron e Merkel estejam à altura do que se espera deles.

teresa.de.sousa@publico.pt
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Re: França
« Responder #5 em: Maio 30, 2017, 02:40:31 pm »
Parece que finalmente a Europa está a acordar para a necessidade de se auto-proteger, do que confiar nos outros!

Gostei da forma como a França rosnou a Putin e a Alemanha rosnou a Trump :)

Infelizmente foi preciso principalmente este último colocar todo o mundo em cheque, para finalmente a Europa perceber que não chega ser apenas uma superpotência económica, e ao mesmo tempo termos algo que una os europeus!

Como referem os jornalistas, quem não sabe muito bem o que fazer é o Reino-Unido, foram apanhados totalmente de surpresa!
 

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Re: França
« Responder #6 em: Julho 06, 2017, 11:12:05 am »
Terrorismo: Governo francês manda fechar três mesquitas

Gerárd Collomb, ministro francês do interior, anunciou hoje que o Governo está a preparar o encerramento de três mesquitas por apelarem ao terrorismo.



O ministro francês do interior, Gerárd Collomb, numa entrevista à “CNews” referiu que a justificação para o encerramento destas mesquitas é por  se fazerem discursos de incitação a atos terroristas, avança a TVI24.

Acrescentou ainda, Gerárd Collomb, que durante esta época de verão foram mobilizados 23 mil polícias e guardas para garantir segurança durante o período de férias, refere a TVI24.

Desde que o estado de emergência entrou em vigor no país, em Novembro de 2015, foram fechadas 16 mesquitas.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/terrorismo-governo-frances-manda-fechar-tres-mesquitas-180562
 

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Vitor Santos

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Re: França
« Responder #7 em: Julho 19, 2017, 07:23:19 pm »
Chefe do Estado Maior das Forças Armadas da França anuncia seu pedido de demissão


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O General Pierre de Villiers, Chefe do Estado Maior das Forças Armadas da França, anunciou hoje, no começo da manhã na França, o seu pedido de demissão.

Acontecimento inédito em toda a história moderna da França, o pedido de demissão de um Chefe de Estado Maior das Forças Armadas causa surpresa e indignação de situação no meio militar francês.
O fato ocorre após uma série de  intempéries, e desentendimentos com o Presidente Emanuel Macron, que também anda se desentendendo com a liderança militar do pais desde sua posse como presidente em julho desse ano.
Não obstante os fatos de polêmicas políticas que vão da condução da defesa nacional, passando por promessas quebradas e até mesmo  envolvendo a eleição com resultados duvidosos, a falta de harmonia e até mesmo de respeito que envolve a classe política francesa atualmente no poder desde o governo Hollande para com os militares, tem fomentado um crescente descontentamento entre todos.

Tido pelos militares franceses e seus colegas da NATO/OTAN como um dos Generais mais capazes e competentes do século XXI, muito já se comentava sobre sua possível saída devido às evidentes divergências que já vem do governo Hollande e ao atual desconforto causado pelas políticas de cortes de verbas e uso político das forças armadas francesas, desviando-as de suas finalidades originais constitucionais.

Entre as polêmicas mais recentes que causam descontentamento não só entre militares, mas como em toda a população francesa bem esclarecida estão os fatos:

- O então candidato Emanuel Macron promete em sua campanha que aumentará as verbas para todos os setores militares, em especial para a defesa interna contra o terrorismo.
- Em diversos discursos o já eleito Presidente Macrom começa a quebrar suas promessas de campanha, algumas feitas pessoalmente aos Chefes Militares, e corta o orçamento militar.
- Ocorrem reduções e complicações para o apoio das atividades de segurança interna na luta contra o terrorismo, o que causa o descontentamento justamente em uma época que a França e franceses estão extremamente visados pela Jihad Islâmica no mundo todo.
- A França, conhecida como uma das maiores fabricantes de armas do mundo, fecha acordos de venda de armas e equipamentos para países de clara inclinação de apoio direto e indireto ao terrorismo internacional,  apesar de diversos avisos dos militares.

A gota d'água veio em um discurso na véspera da comemoração da festa magna nacional francesa do 14 de Julho (comemoração da queda da Bastilha), durante um discurso inflamado do Presidente Macron, no qual ele afirmou com tom visivelmente alterado, "Eu sou o seu CHEFE", dirigindo -se aos militares franceses, dando a entender com expressões típicas da língua francesa que, não havia a necessidade dos postos do então Chefe de Estado Maior, o General de Villiers.


Apesar da constituição francesa afirmar que o Presidente da República é o chefe das Forças Armadas, existe o detalhe do caráter simbólico da situação, pois a "chefia" administrativa, disciplinar e moral do cargo de Chefe das Forças Armadas está posicionada na figura do "Chefe de Estado Maior".

Nas palavras do General de Villiers(parte da carta de demissão):

Dans ce texte, il considère « ne plus être en mesure d’assurer la pérennité du modèle d’armée auquel [il] croit pour garantir la protection de la France et des Français, aujourd’hui et demain ». Le général a donc présenté sa démission au président, « qui l’a acceptée ».

Fonte: FranceInfo/France2/Le Monde.

Tradução e adaptação:

Nesse contexto ele ( General de Villiers) considera; que as medidas atuais não asseguram a perenidade do modelo de Forças Armadas que garantirão a proteção da França e dos Franceses, hoje e amanhã. O General apresentou sua demissão ao presidente, que, a aceitou de imediato.

Breve descrição da pessoa e da carreira do General Pierre de Villiers:

Inscrito na Escola Especial Militar de Saint Cyr em 1975, ele escolheu no final da sua formação para servir na cavalaria blindada e ingressou na escola de aplicação da arma em Saumur.

Entre 1978 e 2003, ele alterna responsabilidades em regimentos: AMX-30 líder tanque pelotão no 2º Regimento de Dragões em Haguenau em Bas-Rhin, capitão comandando o esquadrão de iluminação da 7ª Divisão Blindada em Valdahon Doubs, comandante dos quinhentos e primeiro-quinhentos e terceiro tanques regimento na Mourmelon-le-Grand, no Marne.

Em junho de 1999, ele comandou durante 5 meses, o batalhão de infantaria mecanizada da Brigada Leclerc, que entrou pela primeira vez no Kosovo (sob KFOR).

Três vezes, ocupa o cargo de instrutor de sargentos e tenentes em Saumur no Maine-et-Loire.

Finalmente, em 12 anos (em duas temporadas) em Paris na sede do Exército, ocupa a inspeção do Exército, mas também para os assuntos financeiros do Departamento Defesa.

De setembro de 2003 a junho de 2004, ele foi selecionado como auditor na sessão 53th do Centro de Estudos Militares Avançados (CHEM) / 56ª sessão do Instituto de Estudos de Defesa Nacional Superior (IHEDN).

Foi chefe militar adjunto de gabinete do primeiro-ministro em 1 de Julho de 2004,  foi promovido a General em 1 de Dezembro de 2005. Foi nomeado comandante do 2º comandante Brigada blindada de Exército da Place d'Orléans em 1 de Agosto de 2006.

Entre dezembro de 2006 e abril de 2007, comandou o Comando Regional da Capital no Afeganistão, uma das cinco áreas de ação da OTAN como parte da segurança Assistência Força Internacional (ISAF), comandando 2.500 soldados de 15 países.

Foi nomeado chefe do escritório militar do primeiro-ministro em 15 de setembro de 2008. Ocupou o cargo de conselheiro chefe deste governo no Ministério da Defesa até 11 de Março de 2010, quando foi nomeado Major General das Forças Armadas.

Assume a chefia  do Estado Maior  15 de fevereiro de 2014.

O General Pierre de Villiers é Grande Oficial da Ordem da Legião de Honra e Oficial da Ordem Nacional do Mérito. Ele detém a Cruz de Valor Militar com uma citação.

Ele é casado e tem seis filhos. Adora futebol, ele jogou o esporte em todas as suas atribuições anteriores.


Fontes: EMA
Direitos: Ministério da Defesa
https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/07/chefe-do-estado-maior-das-forcas.html
 

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Re: França
« Responder #8 em: Janeiro 23, 2018, 07:15:08 pm »
Prisões sob pressão em França


 

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Re: França
« Responder #9 em: Fevereiro 23, 2018, 11:05:24 pm »
Plano contra radicalização nas prisões francesas


 

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Re: França
« Responder #10 em: Março 01, 2018, 07:50:12 pm »
Le Pen arguida na Justiça francesa por difusão de imagens violentas


 

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Re: França
« Responder #11 em: Março 04, 2018, 06:39:02 pm »
Vê se os traidores nesta UE de pederastas !

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Re: França
« Responder #12 em: Março 06, 2018, 03:54:36 pm »
Los países del Norte bloquean las reformas de la eurozona que proponen Macron y Juncker

Ocho países de la UE limitan la reforma del euro a completar la unión bancaria y a la conversión del Mede en un Fondo Monetario Europeo
Bruselas
- 6 MAR 2018

Holanda lidera una facción cada vez más belicosa contra las propuestas de reforma de la zona euro que propone Emmanuel Macron en París, Jean-Claude Juncker en Bruselas y que parece apoyar la Alemania de Angela Merkel. Ocho países de la UE —Holanda más los nórdicos, los bálticos e Irlanda— limitan la reforma del euro a completar la unión bancaria (con mucha cautela) y a la conversión del Mede en un Fondo Monetario Europeo, según un documento al que ha tenido acceso EL PAÍS. Ni una palabra de presupuesto anticrisis. El texto, además, vincula los fondos europeos a la necesidad de hacer reformas.

La eurozona sale de la Gran Crisis en medio de una guerra de baja intensidad entre el Norte y el Sur. Todo el mundo sabe que hay que reformar el euro porque de lo contrario la próxima crisis podría acabar con él, pero no hay nada parecido a un consenso acerca de cómo hacerlo. La Francia de Macron y la Comisión Europea de Jean-Claude Juncker proponen un presupuesto anticrisis, completar la unión bancaria con medidas de mutualización de riesgos, crear un superministro de Finanzas de la eurozona y convertir el mecanismo de rescate (Mede) en un Fondo Monetario Europeo (FME) con más poderío.
Se supone que la Alemania de Merkel, que se ha opuesto ferozmente a muchas de esas ideas durante la última década, está a favor de caminar en esa dirección. Sin el nein de Berlín garantizado, los acreedores empiezan a hacerse oír en ese debate: ocho ministros de Finanzas de la UE presentan este martes su visión acerca de la futura arquitectura de la Unión Económica y Monetaria, que está muy lejos de las promesas de Macron y Juncker.
Holanda lidera ese grupo con el liberal Mark Rutte cargando con dureza contra todo lo que suene a mutualización y a transferencias de poder hacia instancias europeas. Lo importante será lo que piense Merkel al respecto. Pero de momento Ámsterdam ha encontrado aliados: los nórdicos (Dinamarca, Finlandia y Suecia), los bálticos (Estonia, Letonia y Lituania) y hasta la rescatada Irlanda, una suerte de limbo fiscal que ha hecho fortuna atrayendo multinacionales a base de impuestos bajos.
Todos esos países apoyan una Unión Monetaria "basada en reglas comunes"; en poner en marcha reformas estructurales y en cumplir a rajatabla el Pacto de Estabilidad. Paradójicamente, Irlanda y la propia España cumplían con creces las metas de déficit y deuda pública antes de la crisis: eso no evitó que tuvieran que ser rescatadas.

La propuesta, resumida en un escueto texto, recoge la idea holandesa de que desempleo) cuando llegan las vacas flacas. Y rebaja drásticamente el nivel de ambición de las propuestas que se han puesto sobre la mesa hasta ahora.
Bruselas reclama a los socios un cortafuego fiscal para el fondo de resolución (para cerrar bancos), y un fondo de garantía de depósitos común. Esos ocho países sostienen que basta con "continuar los debates" sobre esos dos asuntos, que deberían estar cerrados en junio. "Podremos iniciar las discusiones políticas sobre el fondo de garantía de depósitos tan pronto como se hayan hecho progresos suficientes en las medidas de reducción de riesgos", dice el texto, pese a que Bruselas y hasta Berlín han reconocido que ha habido ya grandes progresos, con una reducción notable de los activos problemáticos en países como España e Italia.
El documento, además, reitera la necesidad de poner en marcha "un mecanismo de reestructuración ordenada de la deuda soberana", que los países más duros pretenden que sea automático. Italia, Francia y España rechazan de plano esa opción.
Los nórdicos sí aceptan la conversión del Mede en un FME, aunque subrayan que la toma de decisiones "debe quedar en manos de los Estados miembros" —el tradicional enfoque intergubernamental alemán— y no dicen una sola palabra de la posibilidad de dotar ese Fondo con más potencia de fuego para actuar contra crisis en un solo país.

HOLANDA RECETA MÁS AUSTERIDAD

El primer ministro holandés, Mark Rutte, no ve con buenos ojos la continuidad de la política de tipos bajos del Banco Central Europeo (BCE), y en una alusión a los países del Sur, llama a ejecutar reformas. "La receta para un pastel más grande no son los fondos de rescate centralizados e imprimir más dinero, sino reformas estructurales y presupuestos sanos".

https://elpais.com/economia/2018/03/05/actualidad/1520277172_217994.html
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Cabeça de Martelo

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Re: França
« Responder #13 em: Março 20, 2018, 10:36:11 am »
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Sarkozy é detido na França

Ex-presidente presta depoimento sob custódia sobre suposto financiamento ilegal de sua campanha presidencial de 2007. Ditador líbio Muammar Kadafi teria doado ilegalmente 50 milhões de euros ao francês.

O ex-presidente da França Nicolas Sarkozy foi detido nesta terça-feira (20/03) por suspeitas de financiamento ilegal durante a campanha eleitoral de 2007, em que se elegeu chefe de Estado francês.

Segundo o jornal Le Monde, Sarkozy está sob custódia em Nanterre, nos arredores de Paris, onde presta depoimento a autoridades especializadas no combate à corrupção a crimes financeiros e fiscais. Ele pode permanecer detido por até 48 horas, antes de ser apresentado a um juiz para a sua eventual acusação formal.

Segundo as acusações – investigadas pela Justiça francesa desde 2013 – a campanha presidencial de Sarkozy de 2007 teria sido financiada com ajuda do então ditador da Líbia Muammar Kadafi, que teria fornecido secretamente ao francês um total de 50 milhões de euros.

Tal soma seria mais que o dobro do limite permitido legalmente na época para financiamento de campanhas políticas: 21 milhões de euros. Ainda quando presidente, Sarkozy classificou as suspeitas de "grotescas".

Os supostos pagamentos também violariam a legislação francesa em relação a financiamento estrangeiro e declaração de origem de fundos de campanha.

O processo foi aberto após a revelação de um documento líbio, publicado em maio de 2012 pelo portal de notícias Médiapart, que comprovaria que Sarkozy havia recebido dinheiro de Kadafi.

O caso ganhou maior atenção em novembro de 2016, quando o empresário franco-libanês Ziad Takieddine afirmou ao Médiapart haver levado malas contendo 5 milhões de euros em dinheiro entre o final de 2006 e começo de 2007 de Trípoli a Paris, entregando a quantia a Sarkozy, que era então ministro do Interior, e a Claude Guéant, seu então chefe de gabinete.

Sarkozy tinha uma relação complexa com Kadafi. Logo após se tornar presidente francês, ele convidou o líder líbio para uma visita oficial à França, o recebendo com honras de Estado. Entretanto, Sarkozy posteriormente colocou a França na vanguarda dos ataques aéreos contra as tropas de Kadafi, liderados pela Otan, que ajudaram os combatentes rebeldes a derrubar o ditador em 2011, auge da Primavera Árabe

http://www.dw.com/pt-br/sarkozy-é-detido-na-frança/a-43045803
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: França
« Responder #14 em: Novembro 02, 2018, 11:24:53 pm »
Nova Caledónia vota em referendo sobre independência


 

 

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