Economia Mundial

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Re: Economia Mundial
« Responder #15 em: Janeiro 09, 2017, 10:22:57 pm »
Nota: Aparentemente seria apenas mais uma noticia de defesa mas a nota do editor tem uma chamada de atenção interessante

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Monday's Papers: Defense Tax
(Source: Finnish Broadcasting News; yle; issued Jan 09, 2017)
The daily Helsingin Sanomat was the source of what is probably the most widely reported domestic item in Monday's Finnish newspaper press. The paper says that political party leaders had a closed-door meeting in late December to discuss plans for financing new naval vessels and a fleet of new fighter aircraft that could include a special, temporary defense tax.

According to Helsingin Sanomat, Prime Minister Juha Sipilä called a meeting just a few days before Christmas bringing together the heads of all eight of nation's political parties, including the opposition, to discuss upcoming defense spending. All were in attendance, with the exception of Finns Party chair Timo Soini who was represented by the party's parliamentary group leader Sampo Terho.

The Finnish Navy has been making initial preparations to acquire four new warships with a price tag of 1.2 billion euros. The base cost estimate for replacing Finland's aging F-18 fighters is between 7 and 10 billion.

A decision in principle on these purchases is expected soon. A final decision will be up to the next cabinet, but the present government is likely to make decisions on financing these projects as a part of this spring's public spending plan.

According to Helsingin Sanomat, party leaders agree on the need for the new military equipment, but not on how much is needed or how much should be spent. One other thing is that party leaders want to keep funding for these military acquisitions separate from the regular state budget in order to avoid any more austerity measures.

The EU's Stability and Growth Pact sets limits on how much debt the state can take on. The paper says that the Ministry of Finance is looking at three ways to work around this. One is to seek an exception from the EU rules. Another would be to classify the spending as non-budgetary, regardless of what the EU says. The third would be to take on debt outside normal budget channels and schedule repayment over several decades.

Rather than borrowing, one alternative reportedly put forth would supplement loans with revenues from a "defense tax" which could bring in 500 million euros a year over a ten-year period. Defense bonds could also be used to raise money.

Although the discussions were confidential, Left Alliance chair Li Andersson confirmed that the meeting discussed military acquisitions and that there was agreement among party leaders financing should not be allowed to decrease spending on basic social security or education.


([i]EDITOR’S NOTE: It is somewhat ironic to see Finland, which during the past decade has been a model of monetary orthodoxy and inflexibility, adopt the opposite view and now say that EU rules and regulations can be disregarded when its own interests are involved.)[/i]

]http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/180100/finland-mulls-tax%2C-bonds-to-pay-for-new-ships%2C-fighters.html[url][/url]
 
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Re: Economia Mundial
« Responder #16 em: Março 11, 2017, 11:49:24 am »
Petróleo da noruega já vale 1 bilião (corrigido)

Fundo Soberano da Noruega diversifica o seu investimento. Em Portugal alterou a sua participação nas empresas cotadas em bolsa. Em 2016, a rentabilidade mundial subiu 6.9%



O Fundo de Investimento Soberano da Noruega (FISN) lucrou 447 mil milhões de coroas norueguesas (quase 50 mil milhões de euros) em 2016, um resultado que provem do elevado retorno obtido com o investimento em ações.

Portugal não é exceção. O FISN tem participação em 20 empresas cotadas na bolsa portuguesa, num total de 758 milhões de euros. Do total de empresas cotadas em bolsa em todo o mundo, 1,3% conta com investimento do fundo norueguês. Na Europa são 2,3% das companhias cotadas.

O FISN, que tem um valor de mercado de 7,58 biliões de coroas, tem como objetivo aproveitar o melhor possível as suas duas principais características – a sua perspetiva de longo prazo e o seu tamanho considerável – para assegurar retorno e garantir prosperidade às gerações futuras.

No final do ano passado, o maior fundo soberano do mundo tinha investimentos em 77 países e quase 9000 empresas. Do total dos investimentos realizados pelo fundo, 62,5% está alocado a acções, 34,3% a dívida, e 3,2% do capital a investimento imobiliário.

O valor de mercado dos investimentos em ações era em 2016 de 4692 milhões de coroas, o da dívida de 2577 milhões de coroas e o de investimento imobiliário cifrado em 242 milhões de coroas.

O objetivo do FISN é conseguir ter investimentos o mais diversificados possíveis de forma a distribuir o risco e a gerar o maior retorno possível.

De acordo com os dados revelados esta semana pelo Norges Bank – o banco central da Noruega gere o FISN – o total de investimento do fundo em ativos de Portugal cifrava-se em 10,4 mil milhões de coroas norueguesas (1,17 mil milhões de euros). Deste montante, 6,9 mil milhões coroas corresponde a investimentos em empresas portuguesas cotadas em bolsa.

Por comparação com 2015 deixou a sua participação na Martifer e na F. Ramada e reforçou a sua participação nas empresas energéticas, setor que representa mais de metade do portefólio do FISN em ações portuguesas.

Os maiores investimentos estão na EDP e na Galp, com 1,9 mil milhões e 1,2 mil milhões de coroas respectivamente e entre 2015 e 2016 houve um reforço do investimento na REN para mais de 185 milhões de euros.

Também no setor financeiro o FISN reforçou a sua posição no BCP para 1,25% do capital e no BPI para 0,77% já no final do ano passado. Em percentagem de capital, as cotadas onde o fundo tem maior peso são os CTT (3,71%) e a Ibersol (3,68%).

Entre as reduções no investimento em 2016 destaca-se a Mota-Engil, cujo volume caiu quase para metade (7,9 milhões de coroas por comparação com os 14 milhões do ano precedente).

No ano passado o FISN investiu ainda quase três mil milhões de coroas em dívida soberana – em 2015 o investimento foi pouco superior a mil milhões de coroas.

O volume do ano passado é o mais elevado desde 2008, ano em que o fundo gerido pelo Norges Bank investia 14 mil milhões de coroas em obrigações do Estado português.

Geografia

As obrigações soberanas representam 34,3% da carteira de investimentos mundiais do FISN e os ativos imobiliários 3,2%. No entanto, em Portugal, este fundo não tem qualquer investimento deste tipo.

Por geografia, é nos EUA que está concentrada a maior dos investimentos do fundo em de 2015 para 2016 aumentaram de 40% para 42,3%. Já a exposição do fundo à Europa caiu de 38,1% para os 36% e à Ásia baixou para 17,9.

A aposta nos emergentes representando 10% da carteira de investimentos do fundo soberano.

A maior parte do investimento do fundo é em ações e foi este que permitiu que o retorno tivesse ascendido 6,9%, no ano passado. Um ano antes a rentabilidade tinha sido de 2,7%. As ações apresentaram uma valorização de 8,7%, enquanto as obrigações subiram 4,3% e o imobiliário 0,8%.

«O fundo gerou um retorno de 6,9% após um ano marcado por eventos políticos e incerteza», revelou o presidente executivo do FISN, citado pela agência Bloomberg. «Todas as classes de ativos geraram retornos positivos, mas foi o forte desempenho das ações na segunda metade do ano que puxou pelos resultados do fundo». acrescentou Yngve Slyngstad.

Depois da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA, os mercados acionistas dispararam. A promessa do líder norte-americano de fortes investimentos públicos, associada à menor regulação no setor financeiro, tem animado os investidores. As bolsas norte-americanas têm atingido recordes consecutivos e o índice Dow Jones ultrapassou esta semana os 21000 pontos.

2016 foi o quinto ano consecutivo de ganhos do fundo criado pelo Estado norueguês com os lucros do petróleo e numa altura em que governo de Oslo retirou dinheiro ao FISN para cobrir despesas.

Petróleo

Esta é um questão que está a preocupar as autoridades da Noruega e o governador do Banco Central da Noruega tem alertado para os perigos do aumento da despesa pública com recurso às receitas petrolíferas.

Segundo Oystein Olsen, e com o objetivo de proteger o FISN, é necessário contrariar o aumento dos gastos públicos com receitas da exploração petrolífera. Esta representa 8% do Produto Interno Bruto (PIB) e 20% do orçamento do governo da Noruega.

«Com este elevado nível de gastos das receitas petrolíferas, há o risco de uma redução acentuada no capital do fundo», disse Oystein OlsenOlsen. «Isto pode, por exemplo, acontecer se uma recessão global desencadear tanto uma queda das receitas de petróleo e rendimentos baixos ou negativos do capital do fundo», acrescentou o responsável pelo Norges Bank.

No ano passado o executivo norueguês foi obrigado a recorrer ao fundo soberano pela primeira vez para fazer face ao défice orçamental e para animar uma economia atingida pela baixa dos preços do petróleo.

A manter-se esta política Olsen indicou que o maior fundo soberano do mundo poderá registar perdas na ordem dos 50% nos próximos dez anos.

https://sol.sapo.pt/artigo/551951/petroleo-da-noruega-ja-vale-mil-milhoes-

A Noruega é o exemplo perfeito da gestão pública correcta e transparente. Tem metade da população portuguesa, não levantam esquisitices para explorar petróleo, não gastam o dinheiro do petróleo, é todo investido para o bem estar futuro, com a excepção de parte dos rendimentos, que no ano passado deram um lucro de 6,9%!!!!!! Ou seja 50 mil milhões de euros (quase o valor do resgate de Portugal). O montante deste fundo soberano, que investe em todo o mundo civilizado, é tão grande, que dava para pagar todas as dívidas de Portugal (Estado, empresas e particulares) e ainda sobravam uns 300 mil milhões de euros de troco!!!!!!!
 

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Lusitano89

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Re: Economia Mundial
« Responder #17 em: Maio 23, 2017, 09:05:55 pm »
Grécia num impasse e sem dinheiro

 

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Lightning

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Re: Economia Mundial
« Responder #18 em: Março 14, 2018, 06:47:32 pm »
Um artigo do Jornal de Negócios de dia 12 possui um artigo sobre as tarifas que os EUA querem colocar ao aço estrangeiro, tem alguns gráficos interessantes, um representa a produção mundial de aço em Dezembro de 2017, ficamos a saber que a China produz 49%, a União Europeia 10%, o Japão e a Índia 6% cada, os EUA e a Coreia do Sul 5% cada, a Rússia 4%.

Os EUA importam 33% do aço, o principal fornecedor com grande destaque é o Canadá, o conjunto de todos os países da UE igualam o Canadá, vários outros países também fornecem aço para os EUA como a Coreia do Sul que fornece aproximadamente metade do valor do Canadá, seguindo-se o México, o Brasil, etc, a Rússia e a China também se encontram na lista, mas no fundo.
 

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Viajante

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Re: Economia Mundial
« Responder #19 em: Março 20, 2018, 05:34:50 pm »
Um artigo do Jornal de Negócios de dia 12 possui um artigo sobre as tarifas que os EUA querem colocar ao aço estrangeiro, tem alguns gráficos interessantes, um representa a produção mundial de aço em Dezembro de 2017, ficamos a saber que a China produz 49%, a União Europeia 10%, o Japão e a Índia 6% cada, os EUA e a Coreia do Sul 5% cada, a Rússia 4%.

Os EUA importam 33% do aço, o principal fornecedor com grande destaque é o Canadá, o conjunto de todos os países da UE igualam o Canadá, vários outros países também fornecem aço para os EUA como a Coreia do Sul que fornece aproximadamente metade do valor do Canadá, seguindo-se o México, o Brasil, etc, a Rússia e a China também se encontram na lista, mas no fundo.

Há uma enorme guerra comercial em marcha. A mais visível e a que mais estragos provoca, é a que opõem a Europa aos Estados Unidos: Apple, VW, Microsoft..... e não vai ficar por aqui.......
 

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Viajante

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Re: Economia Mundial
« Responder #20 em: Março 20, 2018, 05:42:45 pm »
Escândalo Cambridge Analytica: Facebook perde 35 mil milhões

Rebentou mais um escândalo para o lado da maior rede social do mundo. A empresa de Mark Zuckerberg viu o seu valor encolher na bolsa de valores de tecnologia dos Estados Unidos. O Facebook perdeu cerca de 35 mil milhões de dólares entre a manhã e o anoitecer desta segunda-feira.

No foco do escândalo está a Cambridge Analytica, uma empresa de análise de dados que trabalhou com a equipa responsável pela campanha de Donald Trump nas eleições de 2016, nos Estados Unidos. Na Europa, a empresa foi contratada pelo grupo que promovia o Brexit (a saída do Reino Unido da União Europeia).



Presidenciais americanas, Brexit e Facebook… uma ligação tóxica

A empresa em causa é propriedade do multimilionário do mercado financeiro Robert Mercer e era presidida, à época, por Steve Bannon, então principal assessor de Trump.

As informações foram recolhidas por uma aplicação que se chama thisisyourdigitallife (esta é a sua vida digital, em português), que pagou a centenas de milhares de utilizadores pequenas quantias para que eles fizessem um teste de personalidade e concordassem em ter os seus dados recolhidos para uso académico – a app foi desenvolvida por Aleksandr Kogan, um investigador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido (a universidade não tem ligações com a Cambridge Analytica).



Além da óbvia questão de que muitos utilizadores não leem os longos termos e condições e mal sabem que estão a entregar as suas informações, o grande problema foi que o software também recolheu as informações dos amigos de Facebook das pessoas que fizeram o teste, sem autorização.

À época, a política do Facebook permitia a terceiros a recolha de dados de amigos, mas apenas para melhorar a experiência do próprio utilizador na aplicação. Era proibido que os dados fossem vendidos ou usados para publicidade.

De acordo com a imprensa americana, 270 mil pessoas fizeram o inquérito – mas os termos de utilização, que costumam ser ignorados pela maioria, permitiam que os programadores tivessem acesso também aos dados dos seus amigos.

Isso teria feito o número de pessoas com dados recolhidos saltar para a casa dos 50 milhões. As informações obtidas por meio do teste de personalidade foram vendidas à Cambridge Analytica, segundo contou o ex-funcionário da empresa Christopher Wylie, que é um investigador canadiano na área de ciência da computação, aos jornais The New York Times e The Guardian.



Segundo as publicações, os dados obtidos pela empresa incluem detalhes da identidade de utilizadores do Facebook, publicações, gostos e rede de amigos.

Ao recolher os dados das pessoas e categorizar o seu perfil, isso permite-lhe segmentar a população, para direcionar mensagens sobre questões que interessam (a cada grupo), usando linguagem e imagens que as possam gerar “engagement” (compromisso). Fazemos isso na Ásia, nos Estados Unidos…”, explicou Alex Tyler, gestor de dados da Cambridge Analytica, a um repórter do Channel 4, emissora britânica, que se fez passar por um potencial cliente.

O Facebook demorou para agir?

Entre as provas do acesso irregular aos perfis apresentadas por Christopher Wylie, ex-funcionário da Cambridge Analytica, estão uma carta de advogados do Facebook enviada ao próprio  em agosto de 2016, solicitando para que destruísse os dados recolhidos por meio do teste de personalidade criado pelo académico Aleksandr Kogan.



A carta foi enviada alguns meses depois de uma reportagem do The Guardian apontar possíveis irregularidades no acesso a perfis de utilizadores da rede social e dias antes da Cambridge Analytica passar a atuar na campanha de Trump.

    Porque os dados foram obtidos e usados sem permissão e porque a GSR (empresa criada por Kogan para obter os perfis de quem fez o inquérito) não estava autorizada a partilhar ou vender-lhe o material, ele não pode ser usado legitimamente no futuro e deve ser apagado imediatamente”

Refere a carta do Facebook.

Segundo Wylie, o Facebook não foi atrás para se assegurar que as informações foram efetivamente apagadas.

    O que mais me impressionou foi isso. Eles esperaram dois anos e não fizeram absolutamente nada para verificar se os dados foram apagados. Eles só me pediram para preencher com x uma pergunta e postar de volta o documento.

Contou o ex-funcionário da Cambridge Analytica.

O que diz o Facebook sobre isto?

O Facebook diz que havia sido informado de que os dados dos utilizadores seriam usados para fins académicos. Conforme a rede social, Kogan obteve acesso aos dados dos utilizadores de forma legítima, mas depois quebrou as regras ao partilhar esses dados a terceiros.

O Facebook também afirmou que apagou  a aplicação com o teste de personalidade em 2015 e pediu para que as informações dos utilizadores fossem removidas. Mas a carta a Wylie solicitando a eliminação dos dados só chegou na segunda metade de 2016.

Já a Cambridge Analytica nega que tenha usado os dados e afirma que apagou todas as informações assim que soube que estas haviam sido colhidas irregularmente.

Já o The New York Times afirma contudo, que, com base em entrevistas com ex-funcionários da empresa, em emails e documentos, a Cambridge Analytica não apenas usou os dados do Facebook para fazer marketing político, mas ainda mantém a maioria dessas informações.

Desde que o escândalo veio a praça pública, o co-fundador do Facebook Mark Zuckerberg perdeu, sozinho, quase 5 mil milhões de dólares.



Em que pé estão as investigações?

A senadora americana Amy Klobuchar chegou a fazer pressão para que Mark Zuckerberg vá ao Senado para dar explicações. No Reino Unido, o deputado conservador Damian Collins disse que também pretende chamar Zuckerberg ou outro alto executivo para depor.

Parlamentares americanos querem mais informações do diretor-executivo da Cambridge Analytica, Alexander Nix, sobre a atuação da empresa na campanha de Donald Trump. O promotor que investiga o possível envolvimento da Rússia na eleição presidencial já pediu acesso aos emails dos funcionários da empresa de consultoria que trabalharam para a equipa do atual presidente.

No Reino Unido, onde a Cambridge Analytica foi contratada pela campanha “pró-Brexit”, autoridades dizem que pedirão à Justiça um mandado de busca e apreensão nos escritórios da empresa em Londres.

Novo escândalo

Além do escândalo que envolve o uso irregular de dados de utilizadores do Facebook, a Cambridge Analytica viu-se envolvida esta semana numa nova polémica. O diretor-executivo da empresa, Alexander Nix, foi filmado pelo Channel 4 News, canal de TV britânico, sugerindo táticas questionáveis para desacreditar candidatos em campanhas.

Um repórter que se apresentou como potencial cliente da Cambridge Analytica reuniu-se com Nix e gravou as informações. O jornalista disse que trabalhava para um cliente rico que desejava eleger um candidato no Sri Lanka.

Na filmagem, o executivo é questionado sobre que tipo de “investigação aprofundada” poderia ser feita contra adversários políticos. “Ah, nós fazemos bem mais do que isso”, respondeu Nix.



Ele, então, sugere que uma forma de atingir um indivíduo é “oferecer um presente que é bom demais para ser verdade e filmar isso”. Nix ainda acrescentou que poderia “enviar algumas mulheres para a casa do candidato”. Ele comentou que “as meninas ucranianas são muito bonitas e que funcionariam bem”.

“Só lhe estou a dar exemplos do que pode ser feito e do que já foi feito antes”, concluiu o executivo, nas imagens gravadas pela TV britânica. A Cambridge Analytica defendeu-se dizendo que a reportagem “interpretou errado” a conversa registada pelas câmeras.

Nix diz que se meteu na conversa apenas para poupar o “cliente de constrangimentos”. “Nós apresentamos uma série de cenários hipotéticos absurdos”, afirmou.

“A Cambridge Analytica não compactua ou participa de armadilhas ou pagamentos de subornos”, completou.

Em resumo…

Estamos perante (mais) um caso escandaloso de usurpação de dados que os utilizadores, de forma espontânea, deixam nas redes sociais e que a falta de ética, de escrúpulos de quem gere esses serviços, abusa para fins não lícitos. São atos de terrorismo moderno que, como vimos, poderão estar por trás de decisões políticas graves, como a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e mesmo a decisão do Reino Unido em abandonar a União Europeia.

Este é hoje o arsenal de armamento que destrói tanto ou mais que mísseis ou bombas outrora as figuras da guerra no mundo.

https://pplware.sapo.pt/informacao/escandalo-cambridge-analytica-facebook-perder-35-mil-milhoes/

Perda de 35 mil milhões de valor do Facebook num só dia!!!!! Grande terramoto!!!!!!
« Última modificação: Março 20, 2018, 05:45:18 pm por Viajante »
 

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Lusitano89

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Re: Economia Mundial
« Responder #21 em: Março 21, 2018, 01:57:32 pm »
Bruxelas valida compra da Monsanto pela Bayer


« Última modificação: Março 21, 2018, 08:40:21 pm por Lusitano89 »
 

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Daniel

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Re: Economia Mundial
« Responder #22 em: Março 22, 2018, 04:15:51 pm »
Trump lança ameaça à China. Wall Street treme
https://www.sapo.pt/noticias/economia/trump-lanca-ameaca-a-china-wall-street-treme_5ab3bd1895f033563f1cc488

Citar
Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira. Depois do choque da Fed, os investidores retraem-se perante a ameaça de guerra comercial.

Os índices norte-americanos registam quebras a rondar o 1%, com o Dow Jones a destacar-se pela negativa. Os investidores retraem-se com a perspetiva de que o presidente Trump anuncie, ainda esta quinta-feira, pesadas tarifas contra a China, com graves consequências para a economia mundial.

Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira, avança a Bloomberg (conteúdo em inglês/acesso condicionado). Prevê-se que, a verificar-se este cenário, se sigam medidas de contra-ataque por parte da China.

O Senhor Trump no seu melhor.  :P ::)
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Re: Economia Mundial
« Responder #23 em: Março 23, 2018, 11:15:05 am »
Chopard só vai usar ouro 100% "ético"


 

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mayo

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Re: Economia Mundial
« Responder #24 em: Março 25, 2018, 06:14:55 pm »
Trump lança ameaça à China. Wall Street treme
https://www.sapo.pt/noticias/economia/trump-lanca-ameaca-a-china-wall-street-treme_5ab3bd1895f033563f1cc488

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Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira. Depois do choque da Fed, os investidores retraem-se perante a ameaça de guerra comercial.

Os índices norte-americanos registam quebras a rondar o 1%, com o Dow Jones a destacar-se pela negativa. Os investidores retraem-se com a perspetiva de que o presidente Trump anuncie, ainda esta quinta-feira, pesadas tarifas contra a China, com graves consequências para a economia mundial.

Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira, avança a Bloomberg (conteúdo em inglês/acesso condicionado). Prevê-se que, a verificar-se este cenário, se sigam medidas de contra-ataque por parte da China.

O Senhor Trump no seu melhor.  :P ::)

Ele é que tem razão !

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Re: Economia Mundial
« Responder #25 em: Abril 04, 2018, 01:27:06 pm »
Tensão comercial entre EUA e China pode ter "um efeito dominó"


 

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Re: Economia Mundial
« Responder #26 em: Abril 12, 2018, 07:12:38 pm »
OMC prevê crescimento de 4,4 % do comércio mundial


 

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Re: Economia Mundial
« Responder #27 em: Abril 26, 2018, 07:00:04 pm »
Juncker e Tsipras de acordo sobre a saída da Grécia do programa de resgate


 

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Re: Economia Mundial
« Responder #28 em: Maio 01, 2018, 04:30:44 pm »
Manifestantes gregos dizem que retoma é miragem


 

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Re: Economia Mundial
« Responder #29 em: Maio 11, 2018, 07:17:10 pm »
Preço do petróleo aumenta após cerca de 3 anos e meio estabilizados


 

 

Clima mundial precisa de revolução energética, dizem EUA

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