Missão militar portuguesa na RCA

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Camuflage

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #435 em: Janeiro 13, 2019, 08:57:50 pm »
Quantos elementos da MINUSCA estão na fronteira com os dois Sudões? Isto é uma intervenção perdida desde inicio.
 

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Lusitano89

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #436 em: Janeiro 13, 2019, 09:23:44 pm »
Imagens da emboscada aos militares portugueses na República Centro-Africana


Continuam os combates na república centro africana em que estão envolvidos paraquedistas portugueses. A SIC teve acesso a imagens exclusivas.


:arrow: https://sicnoticias.sapo.pt/pais/2019-01-13-Imagens-da-emboscada-aos-militares-portugueses-na-Republica-Centro-Africana?fbclid=IwAR3iebrnq2-y3ZWTMLQgaYQmKjfoUu2jMthAAdOcdYygIIN79w2F2-3pchA
 

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smg

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #437 em: Janeiro 13, 2019, 11:12:59 pm »
Boa noite , um OCS da RCA fala de um ataque aéreo e terrestre a Bokolobo , uma aldeia a alguns km de Bambari que é o quartel general da UPC por parte das FACA e da Minusca . Diz a noticia que está a ferro e fogo desde sábado e hoje domingo . Pode ter havido um bombardeamento seguido de ataque ao solo . Ali Darass , o chefe da UPC , está dado como desaparecido ou refugiado noutra zona do país . Não sei se as forças portuguesas participaram , mas pelos vistos a ONU e a Minusca perderam a paciência e decidiram agir de forma mais radical .Um abraço .
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #438 em: Janeiro 14, 2019, 08:55:44 am »
A situação está tensa nessa missão estivemos em Bambari algo assim.Missão perigosa entre as muitas que infelizmente nossas tropas já enfrentaram,enviaram uns Pandur ,alguma coisa contra o uso de helicopteros?N;ão os há se for esse o caso que se arranje ou não se envie ninguém.
Penso ainda termos uns 3 ou 4 Alouettes III seria melhor que nada.
Pelo que tenho visto até uns carros de combate não seria desmedido mas de repente neste tipo de missões não se pode usar,desconheço se existe algo que limite o emprego de alguns meios.
Em todo o caso há que elogiar a atuação de nossas tropas primeiramente os Comandos e agora nossos Páraquedistas talvez o uso dessas forças fosse mais adequado.

Boa reportagem.

https://www.dn.pt/pais/interior/rca-militares-portugueses-estiveram-hoje-em-combate-durante-cinco-horas-em-bambari-10423882.html
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #439 em: Janeiro 14, 2019, 09:43:52 am »
A situação está tensa nessa missão estivemos em Bambari algo assim.Missão perigosa entre as muitas que infelizmente nossas tropas já enfrentaram,enviaram uns Pandur ,alguma coisa contra o uso de helicopteros?N;ão os há se for esse o caso que se arranje ou não se envie ninguém.
Penso ainda termos uns 3 ou 4 Alouettes III seria melhor que nada.
Pelo que tenho visto até uns carros de combate não seria desmedido mas de repente neste tipo de missões não se pode usar,desconheço se existe algo que limite o emprego de alguns meios.
Em todo o caso há que elogiar a atuação de nossas tropas primeiramente os Comandos e agora nossos Páraquedistas talvez o uso dessas forças fosse mais adequado.

Boa reportagem.

https://www.dn.pt/pais/interior/rca-militares-portugueses-estiveram-hoje-em-combate-durante-cinco-horas-em-bambari-10423882.html

Todos os meios da ONU na RCA são pagos por esta, os nossos páras, as padur,... , no caso da PADUR o governo Português teve de pedir autorização para o financiamento extra deste meio.
Contudo a missão da ONU tem pré-definidos certas responsabilidades e deveres, e agora com o Russos e Chineses lá metidos ainda mais burocracia vai existir, e certo tipo de missões não está no âmbito na MINUSA. Isto para dizer que existe uma enorme burocracia envolvida nestas missões secundárias de paz da ONU (os EUA até querem cortar orçamentos da ONU), e como tal não é coisa simples, para além disso fica mais barato um dos outros Pais reforçar os meios aéreos, do que nós enviarmos toda a cadeia logística e afins necessária para operar 3/4 helis. Os Alouettes III já não são solução para além fronteiras, a falta de algum material já é tanta que nós já andamos a fabricar peças feitas à medida.
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #440 em: Janeiro 14, 2019, 10:13:40 am »
A situação está tensa nessa missão estivemos em Bambari algo assim.Missão perigosa entre as muitas que infelizmente nossas tropas já enfrentaram,enviaram uns Pandur ,alguma coisa contra o uso de helicopteros?N;ão os há se for esse o caso que se arranje ou não se envie ninguém.
Penso ainda termos uns 3 ou 4 Alouettes III seria melhor que nada.
Pelo que tenho visto até uns carros de combate não seria desmedido mas de repente neste tipo de missões não se pode usar,desconheço se existe algo que limite o emprego de alguns meios.
Em todo o caso há que elogiar a atuação de nossas tropas primeiramente os Comandos e agora nossos Páraquedistas talvez o uso dessas forças fosse mais adequado.

Boa reportagem.

https://www.dn.pt/pais/interior/rca-militares-portugueses-estiveram-hoje-em-combate-durante-cinco-horas-em-bambari-10423882.html

Todos os meios da ONU na RCA são pagos por esta, os nossos páras, as padur,... , no caso da PADUR o governo Português teve de pedir autorização para o financiamento extra deste meio.
Contudo a missão da ONU tem pré-definidos certas responsabilidades e deveres, e agora com o Russos e Chineses lá metidos ainda mais burocracia vai existir, e certo tipo de missões não está no âmbito na MINUSA. Isto para dizer que existe uma enorme burocracia envolvida nestas missões secundárias de paz da ONU (os EUA até querem cortar orçamentos da ONU), e como tal não é coisa simples, para além disso fica mais barato um dos outros Pais reforçar os meios aéreos, do que nós enviarmos toda a cadeia logística e afins necessária para operar 3/4 helis. Os Alouettes III já não são solução para além fronteiras, a falta de algum material já é tanta que nós já andamos a fabricar peças feitas à medida.

Entendo esse lado burocrátco que infelizmente sempre embassa este tipo de missões.Estarem russos e chinenses por trás disto também não ajuda muito.
Eu quando falei no uso de Hélis nem pensei no lado do custo operacional financeiro envolvido mas sim em que nossos militares tenham mais meios de segurança pois não gosto de ver nossos militares sofrerem riscos desmedidos eventualmente até morrerem por nada.Esta guerra não é nossa mas uma vez que assumimos lá estar até louvo o facto de não termos arredado pé como outras nações fizeram.
Falei nos Alouettes III e por certo estarão em fim de vida útil mas foi mais no contexto de usar algo do tipo um héli até mesmo leve seria uma mais valia,a Roménia fabricava esse modelo de repente ainda terão peças mas poderia ser outro como qualquer outro.
Não vejo grande solução para esse conflito e por certo só se agravará.
zocuni
 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #441 em: Janeiro 14, 2019, 12:12:39 pm »
Os Allouete já não são opção e vão ser abatidos ao serviço em breve.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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PMFM

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #442 em: Janeiro 14, 2019, 03:07:33 pm »
Forças portuguesas tomam bastião de grupo rebelde na República Centro-Africana
Operação de alta intensidade entre Bambari e Bokolobo durou 50 horas e culminou na tomada do quartel-general da UPC.

Pára-quedistas portugueses ao serviço da missão das Nações Unidas na República Centro-Africana tomaram este fim-de-semana o quartel-general da UPC de Ali Darassa em Bokolobo, após a expulsão do grupo rebelde da cidade de Bambari.

A operação militar, que o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) descreve como sendo de “alta intensidade”, prolongou-se por 50 horas e incluiu a utilização de meios aéreos e de viaturas blindadas Pandur.

A ofensiva iniciou-se na tarde de quinta-feira, dia 10, quando os pára-quedistas portugueses foram chamados para conter um ataque violento do grupo armado UPC no centro de Bambari. Os militares conseguiram expulsar os rebeldes da cidade, seguindo-se depois uma nova fase da operação com vista a afastar o grupo da região e forçar negociações de paz.

No trajecto entre Bambari e Bokolobo, localidade a partir da qual Ali Darassa comanda a UPC, os rebeldes tentaram emboscar as forças das Nações Unidas com recurso a lança-rockets. Nas imagens cedidas ao PÚBLICO pelo EMGFA, é visível a acção das viaturas Pandur, que lançam fumos para mascarar a posição dos pára-quedistas lusos, e de atiradores especiais portugueses que seguiam a bordo de um helicóptero Mi-27 do Paquistão, país que participa igualmente nesta missão da ONU.


Esta acção em concreto, explica o EMGFA, foi coordenada pelos militares do Destacamento Aéreo Táctico Avançado (TACP) da Força Aérea, encontrando-se um controlador TACP no solo e o outro no helicóptero em coordenação com o comandante da força de pára-quedistas no terreno.

Já em Bokolobo, e cabo de “várias horas de intenso combate”, as forças portuguesas tomaram de assalto o quartel-general da UPC, apreendendo grandes quantidades de armamento pesado.


Na sequência da operação, informa o EMGFA, a UPC aceitou estabelecer conversações com as autoridades governamentais para abandonar definitivamente a região de Bambari.

“Esta acção militar levada a cabo pelas Nações Unidas, usando a capacidade de actuação dos capacetes azuis pára-quedistas, é um sinal intencional do ponto de visto político de que o exercício do Estado de Direito não será afectado pela actuação irresponsável dos grupos armados, e que continuará a ser contida e anulada, dando força ao processo negocial em curso para a promoção do diálogo de paz, que envolve a ONU, a União Africana, as instituições governamentais da República Centro-Africana e os representantes dos grupos armados”, declara o EMGFA.

No sábado, antes mesmo de estar concluída a operação, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, elogiou a "forma valente" com que as forças portuguesas têm desempenhado a sua missão na República Centro-Africana.

"O Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas já falou telefonicamente com o Comandante da Força Nacional Destacada na República Centro-Africana e felicitou a nossa Força pela forma excepcional como, durante todo o dia, esteve envolvida em combate e cumpriu, uma vez mais, de forma valente a missão de proteger as populações daquele país", lia-se numa nota publicada no site da Presidência.

Portugal tem neste momento cerca de 180 militares na República Centro-Africana.

Fonte: https://www.publico.pt/2019/01/14/mundo/noticia/forcas-portuguesas-tomam-bastiao-grupo-rebelde-republica-centroafricana-1857780
 

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diogo13350

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #443 em: Janeiro 14, 2019, 04:25:11 pm »
Forças portuguesas tomam bastião de grupo rebelde na República Centro-Africana
Operação de alta intensidade entre Bambari e Bokolobo durou 50 horas e culminou na tomada do quartel-general da UPC.

Pára-quedistas portugueses ao serviço da missão das Nações Unidas na República Centro-Africana tomaram este fim-de-semana o quartel-general da UPC de Ali Darassa em Bokolobo, após a expulsão do grupo rebelde da cidade de Bambari.

A operação militar, que o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) descreve como sendo de “alta intensidade”, prolongou-se por 50 horas e incluiu a utilização de meios aéreos e de viaturas blindadas Pandur.

A ofensiva iniciou-se na tarde de quinta-feira, dia 10, quando os pára-quedistas portugueses foram chamados para conter um ataque violento do grupo armado UPC no centro de Bambari. Os militares conseguiram expulsar os rebeldes da cidade, seguindo-se depois uma nova fase da operação com vista a afastar o grupo da região e forçar negociações de paz.

No trajecto entre Bambari e Bokolobo, localidade a partir da qual Ali Darassa comanda a UPC, os rebeldes tentaram emboscar as forças das Nações Unidas com recurso a lança-rockets. Nas imagens cedidas ao PÚBLICO pelo EMGFA, é visível a acção das viaturas Pandur, que lançam fumos para mascarar a posição dos pára-quedistas lusos, e de atiradores especiais portugueses que seguiam a bordo de um helicóptero Mi-27 do Paquistão, país que participa igualmente nesta missão da ONU.


Esta acção em concreto, explica o EMGFA, foi coordenada pelos militares do Destacamento Aéreo Táctico Avançado (TACP) da Força Aérea, encontrando-se um controlador TACP no solo e o outro no helicóptero em coordenação com o comandante da força de pára-quedistas no terreno.

Já em Bokolobo, e cabo de “várias horas de intenso combate”, as forças portuguesas tomaram de assalto o quartel-general da UPC, apreendendo grandes quantidades de armamento pesado.


Na sequência da operação, informa o EMGFA, a UPC aceitou estabelecer conversações com as autoridades governamentais para abandonar definitivamente a região de Bambari.

“Esta acção militar levada a cabo pelas Nações Unidas, usando a capacidade de actuação dos capacetes azuis pára-quedistas, é um sinal intencional do ponto de visto político de que o exercício do Estado de Direito não será afectado pela actuação irresponsável dos grupos armados, e que continuará a ser contida e anulada, dando força ao processo negocial em curso para a promoção do diálogo de paz, que envolve a ONU, a União Africana, as instituições governamentais da República Centro-Africana e os representantes dos grupos armados”, declara o EMGFA.

No sábado, antes mesmo de estar concluída a operação, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, elogiou a "forma valente" com que as forças portuguesas têm desempenhado a sua missão na República Centro-Africana.

"O Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas já falou telefonicamente com o Comandante da Força Nacional Destacada na República Centro-Africana e felicitou a nossa Força pela forma excepcional como, durante todo o dia, esteve envolvida em combate e cumpriu, uma vez mais, de forma valente a missão de proteger as populações daquele país", lia-se numa nota publicada no site da Presidência.

Portugal tem neste momento cerca de 180 militares na República Centro-Africana.

Fonte: https://www.publico.pt/2019/01/14/mundo/noticia/forcas-portuguesas-tomam-bastiao-grupo-rebelde-republica-centroafricana-1857780
Era uma questão de tempo até aparecerem os RPGs agora não metam aquelas grelhas nas viaturas que pode ser que algo de mau aonteça!
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #444 em: Janeiro 14, 2019, 04:30:09 pm »
Forças portuguesas tomam bastião de grupo rebelde na República Centro-Africana
Operação de alta intensidade entre Bambari e Bokolobo durou 50 horas e culminou na tomada do quartel-general da UPC.

Pára-quedistas portugueses ao serviço da missão das Nações Unidas na República Centro-Africana tomaram este fim-de-semana o quartel-general da UPC de Ali Darassa em Bokolobo, após a expulsão do grupo rebelde da cidade de Bambari.

A operação militar, que o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) descreve como sendo de “alta intensidade”, prolongou-se por 50 horas e incluiu a utilização de meios aéreos e de viaturas blindadas Pandur.

A ofensiva iniciou-se na tarde de quinta-feira, dia 10, quando os pára-quedistas portugueses foram chamados para conter um ataque violento do grupo armado UPC no centro de Bambari. Os militares conseguiram expulsar os rebeldes da cidade, seguindo-se depois uma nova fase da operação com vista a afastar o grupo da região e forçar negociações de paz.

No trajecto entre Bambari e Bokolobo, localidade a partir da qual Ali Darassa comanda a UPC, os rebeldes tentaram emboscar as forças das Nações Unidas com recurso a lança-rockets. Nas imagens cedidas ao PÚBLICO pelo EMGFA, é visível a acção das viaturas Pandur, que lançam fumos para mascarar a posição dos pára-quedistas lusos, e de atiradores especiais portugueses que seguiam a bordo de um helicóptero Mi-27 do Paquistão, país que participa igualmente nesta missão da ONU.


Esta acção em concreto, explica o EMGFA, foi coordenada pelos militares do Destacamento Aéreo Táctico Avançado (TACP) da Força Aérea, encontrando-se um controlador TACP no solo e o outro no helicóptero em coordenação com o comandante da força de pára-quedistas no terreno.

Já em Bokolobo, e cabo de “várias horas de intenso combate”, as forças portuguesas tomaram de assalto o quartel-general da UPC, apreendendo grandes quantidades de armamento pesado.


Na sequência da operação, informa o EMGFA, a UPC aceitou estabelecer conversações com as autoridades governamentais para abandonar definitivamente a região de Bambari.

“Esta acção militar levada a cabo pelas Nações Unidas, usando a capacidade de actuação dos capacetes azuis pára-quedistas, é um sinal intencional do ponto de visto político de que o exercício do Estado de Direito não será afectado pela actuação irresponsável dos grupos armados, e que continuará a ser contida e anulada, dando força ao processo negocial em curso para a promoção do diálogo de paz, que envolve a ONU, a União Africana, as instituições governamentais da República Centro-Africana e os representantes dos grupos armados”, declara o EMGFA.

No sábado, antes mesmo de estar concluída a operação, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, elogiou a "forma valente" com que as forças portuguesas têm desempenhado a sua missão na República Centro-Africana.

"O Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas já falou telefonicamente com o Comandante da Força Nacional Destacada na República Centro-Africana e felicitou a nossa Força pela forma excepcional como, durante todo o dia, esteve envolvida em combate e cumpriu, uma vez mais, de forma valente a missão de proteger as populações daquele país", lia-se numa nota publicada no site da Presidência.

Portugal tem neste momento cerca de 180 militares na República Centro-Africana.

Fonte: https://www.publico.pt/2019/01/14/mundo/noticia/forcas-portuguesas-tomam-bastiao-grupo-rebelde-republica-centroafricana-1857780

Fantástico.
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goldfinger

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #445 em: Janeiro 15, 2019, 07:55:00 am »
Enhorabuena, se ve el profesionalismo de sus tropas en las imagenes... :G-beer2: :headb: :headb: :headb: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas:
A España servir hasta morir
 
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MATRA

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #446 em: Janeiro 15, 2019, 06:52:00 pm »
Parece que tivemos apoio dos Mirage 2000 franceses com um "show of force"-.
 

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smg

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #447 em: Janeiro 17, 2019, 06:10:42 pm »
Boa tarde , as notícias vindas da RCA  não são muito boas .Os grupos dos ex seleka como a UPC e companhia não gostaram nada da intervenção portuguesa destes últimos dias , como era de esperar.Esses grupos têm vindo a reagrupar se no leste do país e têm recebido armamento e mercenários vindos do Sudão e do Tchade . Alguns decretaram a expulsão dos funcionários governamentais das zonas que controlam e até já falam em partição da RCA , tornando se quase
independentes em relação a Bangui . Vamos ver o que vai acontecer dia 24  em Cartum nas negociações no Sudão .Entretanto parece me fundamental levantar o embargo de armas . A missão da UE tem vindo a formar as FACA mas quando vão para o terreno levam apenas armamento ligeiro que não lhes confere uma superioridade clara face aos GA , quando esses não têm dificuldades em arranjar armas . A tropa portuguesa não pode eternamente fazer de bombeiro ou guarda costas das FACA . Não sou ,nem de perto nem de longe , um perito em assuntos militares mas quando vejo os videos dos combates em Bambari e Bokolobo fico com a ideia que , se a missão na RCA é para continuar , seria talvez útil mandar  mais umas viaturas Pandur . Se um Antonov pode transportar até 3 , então porque não mandar mais 3 na versão com canhão de 30 mm? O que é que pensam os entendidos na matéria ? Um abraço .
 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #448 em: Janeiro 17, 2019, 07:28:30 pm »
As coisas vão de mal a pior, e ainda por cima para 90 militares portugueses sem apoio de jeito
 

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tenente

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #449 em: Janeiro 17, 2019, 07:43:50 pm »
Boa tarde , as notícias vindas da RCA  não são muito boas .Os grupos dos ex seleka como a UPC e companhia não gostaram nada da intervenção portuguesa destes últimos dias , como era de esperar.Esses grupos têm vindo a reagrupar se no leste do país e têm recebido armamento e mercenários vindos do Sudão e do Tchade . Alguns decretaram a expulsão dos funcionários governamentais das zonas que controlam e até já falam em partição da RCA , tornando se quase
independentes em relação a Bangui . Vamos ver o que vai acontecer dia 24  em Cartum nas negociações no Sudão .Entretanto parece me fundamental levantar o embargo de armas . A missão da UE tem vindo a formar as FACA mas quando vão para o terreno levam apenas armamento ligeiro que não lhes confere uma superioridade clara face aos GA , quando esses não têm dificuldades em arranjar armas . A tropa portuguesa não pode eternamente fazer de bombeiro ou guarda costas das FACA . Não sou ,nem de perto nem de longe , um perito em assuntos militares mas quando vejo os videos dos combates em Bambari e Bokolobo fico com a ideia que , se a missão na RCA é para continuar , seria talvez útil mandar  mais umas viaturas Pandur . Se um Antonov pode transportar até 3 , então porque não mandar mais 3 na versão com canhão de 30 mm? O que é que pensam os entendidos na matéria ? Um abraço .

Eu não sou entendido na matéria mas se fosse eu mandasse reforçava já o nosso contingente com pelo menos mais dois Pel Paras, uns 04 Pandur porta canhão e mais um par de RWS, e, à falta de melhor enviava um lynx, se é que temos um para enviar pois isto do upgrade a três unidades ao mesmo tempo está-se a ver no que pode dar, e um ou mesmo dois 101 CSAR.

Se for necessário resgatar o nosso pessoal por via marítima, como o fazemos pois será a única maneira de retirar o equipamento mais pesado do TO ???
Lá vamos depender de terceiros como sempre !

Eu pergunto-me porque diabo nos metemos nestas coisas da ONU se não temos CAPACIDADE  LOGISTICA PARA APOIAR/MANTER/REFORÇAR ATEMPADAMENTE as nossas tropas no terreno ???
OS POLITICOS E O SEU TEATRO no seu melhor, se tivermos baixas com esta brincadeira, porque a zona vai aquecer, quero ver o que acontece cá no burgo.
Nada!

Abraços
« Última modificação: Janeiro 17, 2019, 07:57:50 pm por tenente »
 
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Origem da palavra "Commando" portuguesa?

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