Missão militar portuguesa na RCA

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #90 em: Janeiro 09, 2017, 06:28:26 pm »
O material carregado saiu hoje num An-124 de Lisboa.
Que material é que levava ? Armamento e equipamento dos militares e mais o que... ?
Os militares quando é que partem ? E os veículos vão por via marítima ??



do grupo do facebook Portugal spotters

Como podem ver na foto, vão Hummvees, Unimog, Defenders, contentores...
Cabe tudo lá dentro!   
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #91 em: Janeiro 09, 2017, 07:38:41 pm »
A PSP partilhou esta imagem do Antonov  :) ;)



 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #92 em: Janeiro 09, 2017, 10:17:29 pm »
E esta foto é de Sábado.
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #93 em: Janeiro 09, 2017, 11:44:17 pm »
Partiu por volta da 23h.
Indicativo ADB3761.
https://www.flightradar24.com/ADB3761/c200fd8
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nelson38899

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #94 em: Janeiro 12, 2017, 12:59:43 pm »
Citar
Missão de paz do Exército pela ONU obriga a levar 700 toneladas de material e 55 viaturas para a República Centro-Africana. Uma missão de transporte rara em Portugal.
Os céus de Lisboa têm assistido na última semana a aterragens e descolagens de um avião pouco comum em Portugal: um Antonov, uma aeronave de carga de origem ucraniana, com 24 rodas, mas que neste caso tem tripulação.
Ao todo serão dez voos, um de dois em dois dias, e o objetivo é levar mais de 700 toneladas de material do Exército português para a República Centro-Africana.

As viaturas, por exemplo, já partem pintadas com as cores da ONU.

A maioria do contingente português, que inclui uma centena de Comandos, parte na próxima terça-feira (17 de janeiro), e vai juntar-se aos cerca de 12 mil capacetes azuis que nos últimos tempos foram mesmo alvo de emboscadas naquele país africano.

No último carregamento em Lisboa, o comandante da força portuguesa, Tenente Coronel Paulino, explicou à TSF que foi um "desafio" montar toda esta logística e aplicar, na prática, algo que antes só conheciam na teoria: uma projeção ou transporte de tantos meios por via aérea que em perto de 20 dias vai permitir colocar, "rapidamente", mais de 700 toneladas de material que inclui, por exemplo, 55 viaturas, a maioria de combate.

Com o material e os três primeiros voos já começaram a ir, também, alguns militares. A maioria dos que irão para África são do Exército, quase todos dos Comandos (cerca de uma centena), mas também há alguns membros da Força Aérea.

Cada viagem do Antonov leva mais de 70 toneladas de material e todas as partidas estão rodeadas de intensas medidas de segurança no Aeroporto de Lisboa.

Por coincidência, um dos jovens militares dos Comandos que vai para a República Centro-Africana, Vadim Zalozny, é português mas tem pais ucranianos, o que tem ajudado na tradução e nos contactos com a tripulação ucraniana do avião de carga.





http://www.tsf.pt/sociedade/interior/ha-um-aviao-diferente-a-sobrevoar-lisboa-dia-sim-dia-nao-aterra-na-portela-5600647.html?utm_campaign=Echobox&utm_content=TSF&utm_medium=Social&utm_source=Facebook#link_time=1484211156
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #95 em: Janeiro 13, 2017, 09:51:27 am »
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Zaloznyi, o soldado que veio da Ucrânia para os Comandos
Atirador especial integra a força de 160 militares portugueses que vai integrar missão da ONU na República Centro Africana.

Vadym Zaloznyi é atirador especial dos Comandos e parte dia 17 para a República Centro Africana (RCA). A sua origem ucraniana, contudo, leva-o a iniciar funções em Lisboa como... tradutor.

Naturalizado português, há oito anos em Portugal, o soldado tem estado no aeroporto de Lisboa para evitar eventuais problemas de comunicação entre os militares portugueses e a tripulação ucraniana do Antonov - a gigantesca aeronave que hoje realiza o quarto voo de transporte do material de guerra da nova Força Nacional Destacada (FND) portuguesa e que, dada a envergadura das asas, estaciona num canto do aeroporto de Lisboa por impossibilidade de entrar na área militar que está a abarrotar de jipes e camiões cheios de material.



"Nos primeiros dias era útil, agora já não é necessário", diz ao DN o militar de 23 anos, que fala ucraniano e russo (línguas faladas pela tripulação), num canto do aeroporto de Lisboa. Há ano e meio nas fileiras, "primeiro militar da família" que o Exército não deixou fotografar, Zaloznyi ofereceu-se para os Comandos porque tinha vontade de "ir para as forças especiais".

Vadym Zaloznyi é um dos 90 militares da 2.ª companhia de Comandos que vão atuar como força de reação rápida da ONU em toda a RCA, no âmbito da missão integrada de estabilização deste país africano (MINUSCA, sigla em inglês). A acompanhá-los, quatro controladores aéreos avançados da Força Aérea e 66 militares de outras unidades do Exército (responsáveis pelo apoio logístico e operacional).

O contingente - 14 oficiais, 37 sargentos e 109 praças - tem apenas oito mulheres (5% do total). Com dois terços (66%) dos efetivos a cumprir a primeira missão no estrangeiro, esta FND está equipada e armada para executar operações de combate, patrulhas de segurança, vigilância e reconhecimento, proteção de entidades ou forças, infraestruturas e áreas sensíveis, escoltas de colunas, operações de cerco e busca, dirigir aeronaves em apoio aéreo e helicópteros de ataque.

Sob o comando do tenente-coronel Musa Paulino, que dia 30 cumpre oito anos no posto e já esteve em missões na Bósnia e Herzegovina e Angola, esta FND vai atuar "sem caveats" - leia-se restrições de emprego operacional - para além das impostas por falta de capacidade para cumprir determinada missão, explica o oficial superior.

Enquanto um camião TIR com um contentor se aproxima da traseira da aeronave, em marcha-atrás, Musa Paulino adianta ao DN que a RCA "é um teatro de operações com alguma complexidade". Se "variáveis como a salubridade e o clima" são por si um desafio, os grupos rebeldes e o crime organizado constituem os principais riscos.

Explosivos improvisados e atiradores solitários constituem "uma ameaça de baixo risco", pois a tipologia da missão "não é a mesma do Médio Oriente", continua Musa Paulino, enquanto um dos guindastes no teto do Antonov pousa no interior um contentor - que pode ser o da padaria de campanha, da cozinha, lavandaria, banhos, latrina ou um gerador elétrico.

Lá dentro, colocadas pela rampa dianteira sob a cabina de pilotagem, já estão viaturas blindadas e não blindadas que os militares portugueses vão usar na RCA: Humvees (transporte de pessoal, ambulância) e jipes, autotanques de combustível e água, centro de comunicações, empilhador e pronto-socorro.

A coordenar toda a operação está um funcionário australiano da ONU, em Lisboa há cerca de um mês porque a organização de Nova Iorque "é que assume o planeamento e execução da operação" - e os custos - para projetar a força, informa o coronel Paulo Ramos.

Coordenador do aprontamento, treino e projeção da FND e do contacto com a MINUSCA, Paulo Ramos lembra que esta é a primeira missão ao serviço da ONU desde 2012, quando terminou a do Líbano. "Os procedimentos são novos", até para os responsáveis daquela missão que só agora vai ter uma força de reação rápida - e cuja "urgência" em a ter no terreno "levou à opção, mais cara", de a projetar por via aérea e não por via marítima como previsto, refere o coronel.
http://www.dn.pt/portugal/interior/zaloznyio-soldadoque-veio-da-ucrania-paraos-comandos-5602109.html
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #96 em: Janeiro 17, 2017, 08:10:24 pm »
 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #97 em: Janeiro 26, 2017, 06:59:19 pm »
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Comandos avaliam riscos de missão na ONU

Os comandos já começaram a realizar ações de reconhecimento na República Centro Africana, no sentido de fazer uma avaliação dos riscos que esperam a força de intervenção portuguesa no âmbito da missão missão das Nações Unidas para aquele país africano, soube o JN.

http://www.jn.pt/justica/interior/comandos-avaliam-riscos-de-missao-na-onu-5628468.html
 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #98 em: Fevereiro 12, 2017, 05:30:16 pm »
Primeiro-ministro visita militares na República Centro-Africana


Foi uma visita guardada em segredo e só anunciada à comunicação social quando o primeiro-ministro, António Costa, já estava no ar a caminho de Bangui, a capital da República Centro-Africana, onde vai visitar os cerca de 160 militares portugueses que fazem parte da missão de estabilização das Nações Unidas naquele país.

Com António Costa viajaram o ministro da Defesa, José Azeredo Lopes, e o chefe de Estado Maior das Forças Armadas, Artur Pina Monteiro. Os três vão jantar no aquartelamento das forças portuguesas em Bangui, onde vão também pernoitar.

Portugal tem, desde Janeiro, 160 militares integrados na Missão de Estabilização das Nações Unidas na República Centro-africana (Minusca). São, sobretudo, esses que vão ser visitados pelos responsáveis políticos e militares. “Os governantes conhecerão directamente no terreno as circunstâncias que envolvem a missão daquela que é a primeira força nacional destacada para a RCA e terão a possibilidade de partilhar um pouco do quotidiano dos militares”, lê-se na nota do gabinete do primeiro-ministro.

O contingente português na Minusca tem 156 militares do Exército, 90 dos quais com a especialidade “Comandos", e quatro da Força Aérea Portuguesa.

A esses acresce ainda um destacamento de oito militares portugueses na missão de aconselhamento e treino da União Europeia. Essa missão tem a função de aconselhar e assessorar as autoridades militares da República Centro-africana no processo de transformação das forças armadas num exército profissional, democraticamente controlado e etnicamente representando. Portugal participa nessa missão desde o primeiro semestre de 2016.

A participação de Portugal na Minusca tem o prazo de um ano, podendo ser renovada por iguais períodos de tempo, e foi decidida na sequência dos atentados de Paris em Novembro de 2015. Depois dos atentados, França fez um pedido de assistência aos Estados membros da União Europeia e foi pedido a Portugal que participasse com meios militares de apoio ao contingente francês já empenhado na RCA no âmbito da Minusca, que tem mandato até Setembro focado, sobretudo, na protecção de civis, na protecção de pessoal, instalações e equipamento das Nações Unidas, no desarmamento, desmobilização e reintegração das partes em conflito naquele país há vários anos.

Depois de anos de guerra civil, que terminou em 2007, em 2012 novos conflitos voltaram á República Centro-Africana, nomeadamente entre milícias da minoria muçulmana e da maioria cristã. Mas as divisões são não só religiosas, mas também étnicas.

Em 2014, Catherine Samba-Panza foi eleita pelo Conselho Nacional de Transição da República Centro-Africana como presidente interina do pais, iniciando um novo período de tentativa de paz, mas que tem sido muitas vezes interrompido por períodos de maior violência. Ainda assim, foi possível em Novembro de 2015 o Papa francisco visitar Bangui e iniciar, simbolicamente, naquele país o Ano da Misericórdia.


>>>>>>  http://rr.sapo.pt/noticia/75886/primeiro_ministro_visita_militares_na_republica_centro_africana?utm_source=rss
 

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Cabeça de Martelo

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7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #100 em: Fevereiro 14, 2017, 04:26:48 pm »


















Caixinhas com bombons para toda a gente!...





Fonte: Exercito
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lightning

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #101 em: Fevereiro 14, 2017, 07:17:14 pm »
PRIMEIRO-MINISTRO VISITA MILITARES PORTUGUESES NA REPÚBLICA CENTRO AFRICANA
http://www.operacional.pt/primeiro-ministro-visita-militares-portugueses-na-republica-centro-africana/

 

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Lusitano89

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #102 em: Fevereiro 14, 2017, 09:11:07 pm »


















« Última modificação: Fevereiro 14, 2017, 09:28:09 pm por Lusitano89 »
 

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alphaiate

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #103 em: Fevereiro 16, 2017, 08:05:21 pm »
Foram adquiridas "combat shirts" em CCE à França? Já não há o cuidado de fazer o padrão bater certo?



















Caixinhas com bombons para toda a gente!...





Fonte: Exercito
 

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AtInf

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #104 em: Fevereiro 17, 2017, 02:11:01 pm »
"Alguém" achou que ficavam mais "enquadrados" com a força que iriam substituir e optou pela aquisição do padrão francês :N-icon-Axe:
 

 

Origem da palavra "Commando" portuguesa?

Iniciado por PereiraMarques

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