Supercomputação

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Re: Supercomputação
« Responder #45 em: Novembro 06, 2018, 12:29:56 am »
O Supercomputador que imita o cérebro humano já está em funcionamento

Não tenhamos dúvidas que estamos às portas de uma época de grandes descobrimentos sobre o cérebro humano e sobre a sua actividade que ainda tem muitos segredos. Há quem queira ligar o cérebro a um computador, há quem queira mesmo ligar a nossa massa encefálica à Internet e há quem esteja amplamente empenhado em perceber o complexo órgão humano.

Foi ligado o maior supercomputador neuromórfico do mundo. Máquina projectada e construída para funcionar tal e qual como funciona um cérebro. Um computador que tem um milhão de núcleos processadores.



SpiNNaker – o maior supercomputador neuromórfico do mundo

O cérebro é o órgão mais complexo do corpo e o mais difícil de ser desvendado. Os cientistas desenvolveram uma variedade de métodos para tentar entender melhor o cérebro, incluindo o uso de supercomputadores. O maior computador do mundo neuromórfico, que se chama SpiNNaker (Neural Network Architecture) ou numa tradução livre “arquitectura de rede neuronal por picos de tensão”, em referência aos “disparos” eléctricos das sinapses, que fazem a comunicação entre os neurónios, foi ligado ontem pela primeira vez.

O supercomputador será capaz de completar mais de 200 milhões de acções por segundo graças ao seu conjunto de um milhão de núcleos processadores, cada um deles tem 100 milhões de componentes. Esta superestrutura é capaz de executar 200 biliões de acções por segundo.



O SpiNNaker tem 20 anos e perto de 19,5 milhões de dólares de custo em produção. O projecto foi originalmente apoiado pelo Conselho de Investigação de Engenharia e Ciências Físicas (EPSRC), mas foi financiado mais recentemente pelo European Human Brain Project.

O supercomputador foi projectado e construído pela Escola de Informática da Universidade de Manchester. A construção começou em 2006 e o ​​supercomputador foi finalmente ligado ontem.

O SpiNNaker não é o primeiro supercomputador a incorporar um milhão de núcleos de processador, mas ainda é incrivelmente único, pois, é projectado para imitar o cérebro humano.



A maioria dos computadores envia informações de um ponto para outro usando uma rede padrão. O SpiNNaker envia pequenos bits de informação para milhares de pontos, semelhante à forma como os neurónios passam produtos químicos e sinais eléctricos através do cérebro.

Este supercomputador usa circuitos electrónicos para imitar os neurónios.

"O SpiNNaker repensa completamente a forma como os computadores convencionais funcionam. Basicamente, criamos uma máquina que funciona mais como um cérebro do que um computador tradicional, o que é extremamente estimulante."

Observou Steve Furber, professor de engenharia da computação.

A equipa por trás do SpiNNaker espera que a máquina os ajude a “desvendar alguns dos segredos de como o cérebro humano funciona, executando simulações sem precedentes em grande escala”. O Spinnaker foi usado até agora para imitar o processamento de redes cerebrais mais isoladas, como o córtex.

Também foi usado para controlar o SpOmnibot, um robô que processa informações visuais e navega em direcção aos seus alvos.

Perceber o cérebro e os seus 100 mil milhões de neurónios

Os responsáveis pelo SpiNNaker planeiam criar um supercomputador que emula um mil milhões de neurónios biológicos. O cérebro humano contém cerca de 100 mil milhões de neurónios ligados através de 1 bilião de sinapses. O Spinnaker aproxima-nos mais um passo de uma melhor compreensão do cérebro humano.



O coração do “supercérebro digital”

Os supercomputadores foram introduzidos pela primeira vez na década de 1960, mas tornaram-se cada vez mais populares e poderosos na última década.

O supercomputador “Summit” do Oak Ridge National Laboratory (ORNL), do Departamento de Energia dos Estados Unidos, recebeu recentemente a distinção de ser o supercomputador mais rápido do mundo.

Esta obra da engenharia computacional orgulha-se de uma pontuação de benchmark LINPACK de 122,3 PFLOPS. O Departamento de Energia dos EUA planeia usar o Summit para investigação em energia, materiais avançados, inteligência artificial e aprender mais sobre doenças como cancro e Alzheimer.

SpiNNaker, Summit e outros supercomputadores fazem parte, de acordo com o CEO da NVIDIA, Jensen Huang, de “… uma corrida para todo o conhecimento humano – uma corrida para entender tudo”.

https://pplware.sapo.pt/ciencia/o-supercomputador-que-imita-o-cerebro-humano-ja-esta-em-funcionamento/
 

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Re: Supercomputação
« Responder #46 em: Dezembro 27, 2018, 08:46:35 pm »
"Congresso da Comunicação do Caos" está de volta


 

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Re: Supercomputação
« Responder #47 em: Dezembro 28, 2018, 07:00:21 pm »
Reconstruções 3D de crimes em Itália



 

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Re: Supercomputação
« Responder #48 em: Janeiro 14, 2019, 11:15:21 pm »
Software identificou George num aquário com uma centena de peixes


Mais difícil do que encontrar uma agulha num palheiro será identificar e distinguir cada uma das palhas nesse mesmo palheiro. Foi mais ou menos isso que a equipa de investigadores do Centro Champalimaud conseguiu fazer numa experiência que envolveu uma centena de peixes-zebra dentro de um tanque no laboratório. No artigo publicado esta segunda-feira na revista Nature Methods, os cientistas apresentam (e disponibilizam a outros investigadores) uma ferramenta de trabalho que promete ser muito útil para identificar e acompanhar indivíduos em grupos com um tamanho considerável. Aqui trata-se de um pequeno peixe a que chamaram George num cardume de uma centena, mas também poderíamos estar a falar numa pessoa no meio de uma multidão.

George é um peixe-zebra, um dos modelos animais mais usados em estudos de laboratório, sobretudo no campo da genética e da biologia do desenvolvimento. Estes animais brilhantes com umas listras ao longo do corpo medem pouco mais do que 20 milímetros e (não será nenhuma ofensa dizê-lo) parecem todos iguais. Agora imagine tentar seguir um peixe-zebra num aquário com uma centena para tentar perceber como se comporta enquanto se cruza e toca noutros peixes iguais a ele.

O exercício seria desumano, mas uma equipa de investigadores do Centro Champalimaud provou que este desafio pode ser resolvido com sucesso por um software. Chama-se idtracker.ai, o que desfazendo a sigla e traduzindo significa que temos um programa de identificação e rastreio com recurso a inteligência artificial. O software está apoiado também em algoritmos convencionais, aliás, começou por aí segundo explicou ao PÚBLICO Gonzalo de Polavieja, investigador principal do Laboratório de Comportamento Colectivo no Centro Champalimaud e o principal autor do artigo publicado na Nature Methods. “Em 2014 desenvolvemos um sistema que chamámos idtracker, mas tínhamos muitos erros porque quando eles se tocam e cruzam é muito difícil segui-los. A novidade agora é que temos um software que reescrevemos usando a inteligência artificial. Com isso, conseguimos uma identificação muito melhor. Assim, em vez de pequenos grupos podemos acompanhar grupos maiores.”

A primeira versão do programa já conseguia seguir e identificar dez peixes, com o upgrade da inteligência artificial a nova versão chega aos 100. O programa funciona através da análise das imagens registadas por uma câmara de vídeo e, segundo o artigo, a precisão é enorme. “Em mais ou menos uma hora, o idtracker.ai identifica todos e cada um dos 100 peixes-zebra que aparecem no vídeo, a cada momento, com quase 100% de precisão”, assinala o comunicado de imprensa. Gonzalo de Polavieja confessa-se surpreendido com os resultados: “Não acreditava que seríamos capazes de alcançar estes números. Foi uma surpresa. Pensava que não havia informação suficiente nas imagens.” 

Redes e limites

Além dos algoritmos, o idtracker.ai é composto por duas redes neurais de aprendizagem profunda (em inglês, deep learning), simulações computacionais de redes de neurónios cerebrais que são capazes de aprender com a experiência. “Utilizando as imagens de vídeo dos peixes-zebra no tanque, a primeira rede na cadeia de processamento das imagens aprende a distinguir, ao nível de cada pequeno ponto nelas visível, aqueles que correspondem a apenas um animal e os que correspondem a vários. A partir dos resultados da primeira, a segunda rede neural aprende então a atribuir um nome (ou um número) a cada manchinha nas imagens que contém apenas um peixe”, explica o comunicado. E assim se concretiza um processo de identificação de cada um dos peixes que aos nossos olhos nada tem de diferente do outro que nada ao seu lado.


Gonzalo de Polavieja dá um exemplo: “Se mostrarmos à rede [neural] uma parte do vídeo que nunca viu e lhe perguntarmos ‘quem é aquele?’, a rede irá atribuir correctamente um nome (ou um número) a esse peixe 99,997% das vezes.” O comunicado de imprensa brinca com o peixe-zebra. Fala do George e tenta distingui-lo dos seus “companheiros” de tanque, o Tom e outros 98 animais. Na imagem que acompanha o artigo, os peixes não têm nome mas números, mas isso pouco importa na tarefa de uma identificação de sucesso.

E qual é a utilidade de seguir um determinado peixe num grupo de uma centena? “Estamos a tentar perceber quais são as regras do processo da tomada de decisão em grandes colectivos e também como é que eles aprendem juntos”, explica o investigador. No artigo, relata-se ainda uma experiência num cenário de “luta”. “Também usámos para estudar lutas de peixes e tentar perceber como lutam, quais são as regras, como podemos descrever esse comportamento, mas essa análise faz-se com grupos mais reduzidos, de dois ou três indivíduos apenas”, disse ao PÚBLICO. Reduzir é fácil, no entanto, será que podemos aumentar o número de animais e manter a precisão na identificação? “Temos provas de que pode ser feito em grupos de 150, mas não estudámos ainda o quão grande pode ser esse grupo. Mas, para nossa surpresa, nos testes que já fizemos as redes conseguiam identificar em grupos de dez ou 150, não havia grande diferença.”

E nós? É possível encontrar o Wally?

Há pelo menos duas possíveis perspectivas “humanas” neste trabalho. A primeira tem a ver com os nossos limites e com o que nós (não) conseguíamos fazer sem este software. “Para o cérebro humano – ou mesmo para um programa de computador convencional –, seria impossível reconhecer cada indivíduo no meio de dezenas de outros muito parecidos”, refere o comunicado. “Daríamos em doidos a tentar”, acrescenta Gonzalo de Polavieja.

A segunda perspectiva tem a ver com a aplicação deste software nos humanos, ou seja, no trabalho de identificação de um indivíduo numa multidão. “Vamos por partes”, pede Gonzalo de Polavieja. “Primeiro, ainda não o tentámos. Portanto, não sabemos a resposta para isso. Mas imagine que fazemos experiências em laboratório com humanos semelhantes a estas que fizemos com os peixes. Imagino – sem as ter feito – que seria ainda mais fácil do que com os peixes, porque os peixes são muito parecidos uns com os outros. Mas, por outro lado, na natureza é diferente. Se pusermos humanos a mexer-se na rua estamos perante um problema mais difícil.”


:arrow: https://www.publico.pt/2019/01/14/ciencia/noticia/software-identificou-george-aquario-centena-peixes-1857817?fbclid=IwAR3oVFf_brRogp-Uzu8Xicz1qTznPPoLFWtsR3TGo9zjt2Cvd40ovZvcOIE
 

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Re: Supercomputação
« Responder #49 em: Março 14, 2019, 04:17:52 pm »
 

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Re: Supercomputação
« Responder #50 em: Junho 16, 2019, 03:44:04 pm »
Tecnologia 5G chega a Espanha



 

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Re: Supercomputação
« Responder #51 em: Junho 23, 2019, 07:17:31 pm »
Depois da Huawei, governo dos EUA boicota empresas chinesas de supercomputadores

O impasse comercial entre os EUA e a China continua, depois de ter culminado com o bloqueio à Huawei. O mais recente boicote do governo dos Estado Unidos é referente a empresas de supercomputadores chinesas.

O departamento comercial dos EUA indicou na passada sexta-feira que empresas chinesas de supercomputadores não poderão comprar componentes a empresas americanas sem a autorização do governo.



A quebra nas relações entre EUA e China é já deveras conhecida, tendo estado na ordem do dia quando foi efectuado um boicote à gigante Huawei.

Este impasse aparenta continuar, visto que na passada sexta-feira o governo dos EUA alargou esse boicote a mais firmas chinesas. Desta feita, os alvos foram empresas de supercomputadores, especialmente as que se dedicam ao desenvolvimento de supercomputadores destinados à utilização militar.

A administração Trump adicionou um conjunto de empresas à sua “lista negra”, nas quais constam a Sugon, Wuxi Jiangnan Institute of Computing Technology, Higon, Chengdu Haiguang Integrated Circuit e Chengdu Haiguang Microelectronics Technology.



A principal justificação para tal demanda prende-se com as preocupações acerca da utilização dos supercomputadores destas empresas para fins militares, afectando a segurança nacional dos EUA.

Assim sendo, estas empresas ficam impedidas de recorrer a componentes e serviços de empresas norte-americanas. Em declarações, a estação de rádio China Radio International afirmou que esta jogada dos EUA vai contra o consenso entre Donald Trump e Xi Jinping, acordado na Argentina no passado mês de Dezembro.

No matter whether it is aimed at suppressing Chinese technology or its long-term economic development, or put pressure on China in the trade negotiations, the United States will not achieve its aims,

A guerra comercial entre as duas potências mundiais não parece ter um final próximo, com o braço de ferro a perdurar nas relações entre ambos.

No que toca ao segmento de supercomputadores, tal já não é propriamente novo: é comum que o top mundial de supercomputadores seja composto essencialmente por terminais da China e EUA.

https://pplware.sapo.pt/informacao/governo-eua-boicota-empresas-supercomputadores-chinesas/
 

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Re: Supercomputação
« Responder #52 em: Junho 24, 2019, 08:57:15 pm »
Os dois supercomputadores mais rápidos do mundo continuam a ser da IBM

A nova lista do Top500 foi revelada na Alemanha, sem alterações nas duas primeiras posições que continuam a ser ocupadas por supercomputadores americanos. No entanto, a China é o país com mais sistemas na lista, totalizando 219 contra 116 dos Estados Unidos.



Na abertura da Conferência Internacional de Supercomputação (ISC), a decorrer em Frankfurt, foi apresentada a 53ª lista bianual do Top500 – um projeto lançado em 1993 para classificar os sistemas de computador mais poderosos do mundo. Pela primeira vez, todos os 500 sistemas da lista apresentam um petaflop ou mais no benchmark High Performance Linpack (HPL).

A chinesa Lenovo revelou-se o maior fornecedor global de supercomputadores, contando com 173 dos 500 mais poderosos da lista. Seguem-se a Inspur com 71, a Sugon com 63 e a Hewlett Packard Enterprises (HPE) com 40. Em termos de petaflops, os equipamentos da Lenovo combinados ascendem aos 302, seguidos pela IBM com 207, a Cray com 183,4, a HPE com 120,1 e a Sugon com 96 petaflops.

O Summit (148,6 petaflops) e o Sierra (94,6 petaflops), ambos da IBM, mantêm as duas primeiras posições. O terceiro lugar é agora ocupado pelo Sunway TaihuLight (93 petaflops), desenvolvido pelo Centro Nacional de Investigação de Engenharia de Computação e Tecnologia da China (NRCPC). Em quarto está o Tianhe-2A, também de origem chinesa, que utiliza processadores Intel Xeon e Matrix-2000 para atingir 61,4 petaflops.



Analisando por países, a China lidera com 219 sistemas no Top500. Em segundo lugar estão os Estados Unidos, com 116, seguindo-se Japão com 29, França com 19, Reino Unido com 18 e Alemanha com 14. No entanto, em termos de total de capacidade HPL, os americanos detêm 38,4% da lista (sendo que só o Sierra e o Summit juntos perfazem 15,6%), ultrapassando os 29,9% dos chineses.

https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/os-dois-supercomputadores-mais-rapidos-do-mundo-continuam-a-ser-da-ibm
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: NVF, HSMW

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Re: Supercomputação
« Responder #53 em: Julho 18, 2019, 06:52:43 pm »
G7 chega a acordo para a criação de imposto digital



 

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Re: Supercomputação
« Responder #54 em: Julho 29, 2019, 05:40:22 pm »
Tecnologias quânticas estão a mudar as nossas vidas digitais


 

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Re: Supercomputação
« Responder #55 em: Agosto 08, 2019, 05:06:03 pm »
The Coming Automation of Propaganda

https://warontherocks.com/2019/08/the-coming-automation-of-propaganda/

Deixo aqui uma passagem do texto para que apreciem o perigo desta tecnologia:

To appreciate the threat at the intersection of deepfakes and machine personas, consider your daily diet of online information. You probably know enough to avoid following small, suspicious accounts on Twitter or browsing links to sites of which you’ve never heard. You probably don’t accept Facebook friend requests from people you’ve never met and generally stay out of the seedier parts of Reddit. However, the Internet is an ecosystem built for virality. A disruption somewhere can have impacts almost anywhere.

Imagine an influence-actor posts a deepfake video of the NYPD beating a young minority man to death in an alley. The alley in the background is real. The faces of the police doing the beating are real. The face of the man beaten to death is real, taken from a list of missing persons. The video need only be dropped in a forum somewhere for the Internet to do the rest. Machine personas can then set about controlling the dialogue, goading opposition, reinforcing extremists, and generally shaping the conversation in the most confrontational direction possible. In popular forums such as Reddit, they automatically identify and signal-boost comments about the incident that threaten violence against the police and government. Users claiming the footage is deepfaked are targeted by these same machine personas with downvotes and accusations of supporting a cover up. The omnipresent machine personas fake a public consensus and make dissenters feel they are an unwelcome minority. Posts about the incident reach the front page of Reddit where real users pick up and spread the “news” across Facebook and Twitter, reaching an audience of millions in just a few hours.

As the NYPD struggles to evaluate the video and debunk it, an operative assuming the identity of a concerned NYPD officer sends a deepfake audio file to a major U.S. news publication. The file contains the supervisor of the framed officers engaging in a racial epithet-laden rant about the alleged cover-up. The deceived news organization vouches for its credibility, lending its authority to the outrage. Machine personas automatically identify and signal-boost tweets and comments advocating for protest marches. In the following days, a video surfaces on 4chan of immigrants kidnapping and sexually assaulting a young girl, though nobody in the video actually exists to undermine its authenticity. Machine personas then begin advocating on 4chan and 8chan for acts of revenge against the planned protesters, who the machine personas label politically responsible for advocating pro-immigration policies.

Whether a malicious group would engage in such an overtly provocative act or merely patiently stoke the same resentments is debatable. The danger is that these technologies exist now. Though they may only be prototypes, it is ill-advised to bet against technological progress. In a world where the above scenario is possible, curating your social media contacts is insufficient to insulate yourself from the effects of malign actors. If you are American, you also may have imagined Russia behind this fictional attack, but we ask you to think more broadly. While the resources of a state actor made possible the interference into the 2016 U.S. presidential campaign, AI technologies could put this power into the hands of minor state or even non-state actors. In fact, nothing about this vignette couldn’t be done by a talented lone wolf lacking any intelligence footprint whatsoever.
 

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Re: Supercomputação
« Responder #56 em: Agosto 27, 2019, 10:40:44 am »
Aitken: Supercomputador da NASA que ajudará a levar o homem à Lua

Supercomputadores não existem em muitos países, mas Portugal já tem um! Neste segmento da supercomputação, a NASA deu a conhecer recentemente o seu novo supercomputador, o Aitken.
Esta super-máquina destaca-se por ter 46 080 núcleos e um poder computacional de 3,69 petaflops. Este supercomputador irá ajudar na missão Artemis cujo objectivo é levar novamente o homem à Lua.



Aitken foi o nome escolhido para o novo supercomputador da NASA. De acordo com o que foi revelado, esta máquina tem como base o sistema HPE SGI 8600. Ao nível do processamento este supercomputador tem então 46 080 núcleos e a capacidade de armazenamento chegará aos 221 TB. A performance (teórica) pode chegar aos 3,69 petaflops. O Aitken está instalado no Centro de investigação Ames, em Silicon Valley, nos Estados Unidos.
Sabe-se também que esta super-máquina tem um sistema de refrigeração altamente evoluído e contará com o suporte da Hewlett Packard Enterprise. O design do sistema é modular o que, segundo a NASA, garante uma melhor eficiência energética e um consumo mais reduzido.



Aitken vai ajudar na missão Artemis

A NASA tem prevista uma missão à Lua já em 2024. O Aitken irá ajudar nos cálculos e simulações, garantindo a maior rapidez na apresentação dos resultados. De acordo com informações, este novo supercomputador será usado por mais de 1500 cientistas e engenheiros que fazem parte da missão.
Os planos da NASA para retornar à Lua estão traçados e bem definidos. A Agência Espacial Norte Americana já revelou como tudo irá acontecer. Nos planos que já foram apresentados, foi revelado que a primeira missão Artemis irá levar uma cápsula não tripulada à órbita da Lua já em 2020. A segunda, Artemis 2, irá acontecer em 2022 e irá repetir a viagem, desta vez com uma tripulação humana presente.



Por fim, em 2024, será a vez da Artemis 3 completar a missão proposta. Esta aterrará na Lua, completando a proposta feita para regresso ao satélite da Terra. Espera-se que nesta missão esteja presente, pela primeira vez, uma astronauta feminina.

https://pplware.sapo.pt/informacao/aitken-supercomputador-da-nasa-que-ajudara-a-levar-o-homem-a-lua/