Força Aérea Argentina

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Vitor Santos

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #15 em: Fevereiro 15, 2017, 11:53:18 am »
Argentina receberá treinadores T-6C Texan II



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De acordo com a imprensa especializada argentina, o Ministério da Defesa daquele país, através de declaração do secretário de logística do organismo, engenheiro Walter Ceballos, concluiu a aquisição de 12 treinadores turboélice T-6C Texan II fabricados pela norte-americana Beechcraft.

A compra aconteceu quatro meses após a proposta ter sido apresentada pelo ministro Júlio Martinez e pelo Chefe do Estado-Maior Geral da Força Aérea Argentina (JEMGFAA), brigadeiro Enrique Amreim, ao presidente Mauricio Macri.

No dia 11 de outubro de 2016, Júlio Martinez e o brigadeiro Amreim realizaram uma explanação sobre as necessidades de reequipamento da Força Aérea Argentina (FAA) com destaque para novos treinadores avançados, aeronaves de transporte médio e a substituição dos caças Mirage.

O pedido correspondente aos T-6C foi atendido tendo em vista a situação crítica da FAA. Ao mesmo tempo, encontra-se em estágio avançado o processo de compra de quatro aviões de transporte médio C295 da Airbus Defence & Space. A aquisição de novos aviões de combate é esperada para 2018, segundo fontes locais.

O requisito inicial de T-6C Texan II era de 24 unidades, mas, por razões financeiras, foi acordado que a princípio seriam encomendados 12 e mais adiante a metade restante.

Segundo as fontes argentinas, a Beechcraft informou que a entrega dos quatro primeiros T-6C para FAA pode ser imediata, de acordo com proposta manifestada por ocasião da aprovação do negócio de 24 exemplares durante a gestão do então presidente Barack Obama.

 

Ivan Plavetz

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/argentina-recebera-treinadores-t-6c-texan-ii/
 

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #16 em: Março 07, 2017, 05:31:14 pm »
Um pouco da capacidade da indústria aero espacial da Argentina:

Arranque 1 de KF-2200

El proyecto KF2200 para entrenar personal y como complemento de lo que veníamos haciendo con INVAP, para desarrollar ingeniería en materiales compuestos.




http://www.kf-aero.com/images/kf-0016-full.jpg

http://www.kf-aero.com/images/kf-0010-full.jpg

Os argentinos chamam fibra de vidro, o mesmo material, ou até inferior talvez, ao que se usa para fabricar pranchas de surf de, "materiales compuestos", tratam isso como se fosse quase extra terrestre.

Segundo seus sites de defesa, quando o Brasil e ou Embraer os procuraram para participarem na fabricação de algumas partes do KC-390, foi pelo fato de que a terceira maior fábrica de aviões comerciais do mundo não tinha capacidade ou tecnologia suficiente para fabricar estas partes, ou seja, a Embraer não sabia como "producir partes en materiales compuestos", e "por esto necesita de nosotros"... "FADEA tiene tecnología que Embraer no tiene ni ideia de como hacer"

O responsável por este site que fez estas afirmações já foi tratado por um outro brasileiro que também tem um site de defesa chamado de "Plano Brasil", como sendo: "Um dos maiores especialistas em área de defesa da Argentina", naquela época que eles andavam por aí testando dezenas de aviões, neste caso estavam no Paquistão, "testando" o JF-17, com contrato de compra "iminente".

Ou você concorda com estes absurdos ou....





 

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #17 em: Março 07, 2017, 05:45:28 pm »
Foste apanhado a espiares os segredos Argentinos!

 

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #18 em: Março 08, 2017, 11:35:11 am »
Interessante: http://www.gacetaeronautica.com/gaceta/wp-101/?p=4793
Citar
La industria aeronáutica argentina vs. brasileña (I): Perspectiva histórica


http://www.gacetaeronautica.com/gaceta/wp-101/?p=4794
Citar
La industria aeronáutica argentina vs. brasileña (II): El rol del estado


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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #19 em: Abril 05, 2017, 11:47:16 am »
Continua a saga da Força Aérea Argentina, agora o aparelho falado é o L-159...  ::)

https://www.flightglobal.com/news/articles/argentina-emerges-as-potential-l-159-customer-435866/


E regressa de novo à cena também o MiG-29/35.

http://www.aereo.jor.br/2017/04/04/laad-2017-jatos-russos-para-paises-sul-americanos/
« Última modificação: Abril 05, 2017, 11:57:56 am por Charlie Jaguar »
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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #20 em: Maio 20, 2017, 11:46:06 am »
Agora, ao que parece, serão Super Etendard modernizados ex-Marinha Francesa para a FAA.

http://en.mercopress.com/2017/05/19/argentina-purchased-several-refurbished-mirages-and-engines-for-pucaras
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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #21 em: Julho 07, 2017, 11:16:51 am »
Mais valia fazerem uma versão monoplace e com um radar, e tinham a questão de um caça pelo menos para fazer a segurança das fronteiras resolvida.  ;)

http://www.aereo.jor.br/2017/07/05/fadea-apresenta-primeiro-ia-63-pampa-iii-para-forca-aerea-da-argentina/
Citar
A Fábrica Argentina de Aviones SA (FAdeA), em 29 de junho, apresentou o primeiro IA-63 Pampa III destinado à Força Aérea da Argentina.

Este é o primeiro de uma pequena encomenda inicial para três aeronaves e deve ser seguido por um segundo lote maior que está sendo negociado.

Os primeiros testes terrestres da aeronave foram realizados no mesmo dia e o primeiro voo é esperado para breve, com a entrega prevista para o final do ano.

A FAdeA também está negociando uma possível venda do Pampa III para a Força Aérea Paraguaia, com a esperança de aumentar a produção da modelo.

O Pampa III é uma versão atualizada da Pampa II e adiciona um glass cockpit completo com três monitores multifuncionais, em vez de um, e substitui os instrumentos analógicos do seu antecessor.



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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #22 em: Julho 29, 2017, 10:32:06 am »
Lá ficam os T6 encostados... ??? :-\ http://www.aereo.jor.br/2017/07/27/governo-dos-eua-cobra-argentina-pela-compra-dos-t-6c/
Citar
O jornal portenho El Cronista publicou ontem que o governo argentino não depositou os US$ 10 milhões da parcela de aquisição de um lote de 12 aviões de treinamento Beechcraft Texan T-6C destinados à “Escuela de Aviación Militar”.

Em junho o governo argentino havia se comprometido a pagar a quantia acima mencionada, sendo que ao final do ano vence outra parcela de US$ 23 milhões.

Inicialmente a Força Aérea Argentina pretendia adquirir 24 treinadores T-6C Texan II para substituir seus T-27 Tucano. Posteriormente, por questões econômicas, o pedido foi reduzido pela metade.

O acordo foi firmado segundo as regras do programa FMS (Foreign Military Sales). Neste programa os equipamentos são adquiridos por uma das Forças Armadas dos EUA (neste caso pela USAF), que garante o pagamento aos fornecedores. Como a Argentina não pagou a parcela, esta questão agora será resolvida diretamente com o governo dos EUA e não com o fabricante da aeronave.

A ideia da FAA era substituir os T-27 pelos T-6 e deslocar os Tucanos para uma nova unidade aérea. Este esquadrão ficaria responsável apenas as tarefas de patrulhamento aéreo e ações contra o tráfego aéreo irregular na fronteira norte, empregando casulos de metralhadoras 7,62mm.


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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #23 em: Agosto 01, 2017, 04:22:41 pm »
Como sempre, é complicado de entender os argies. Que ideia é essa de botar os aviões mais modernos e capazes (T-6C) para treinamento e os mais antigos e menos capazes (T-27) em tarefas de interceptação de tráfego aéreo irregular? Não deveria ser o oposto? Levemos em conta que:

1 - A FAA não dispõe (nem se sabe quando irá dispor) de nenhum avião de combate suficientemente moderno que necessite de pilotos habilitados para operar em glass cockpit, com HOTAS & quetales. Não consigo imaginar qual caça eles venham a adquirir que precise de um piloto que tenha aprendido a usar isso:



2 - O envelope e eletrônica embarcada do T-6 são muitíssimo mais modernos que os do velho Tucano. E o T-6 ainda pode levar armamentos em pods, são seis hardpoints padrão OTAN.

https://www.beechcraft.com/defense/t-6c/default.aspx

Sei lá, eu faria exatamente o oposto: deixaria o idoso Tucano, com seus reloginhos e turbina de 750 hp, onde está e mandaria os Texans perseguir avião de traficante.

Claro, primeiro precisa comprar (e isso implica em pagar) os T-6...
!!!DO NOT FEED THE TROLLS!!!
 
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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #24 em: Outubro 21, 2017, 10:31:26 am »
Parece ser o mais lógico.  8) http://www.aereo.jor.br/2014/12/04/aviacao-de-caca-argentina-pode-acabar-operando-o-jato-pampa-no-lugar-dos-kfir/
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O Ministério da Defesa argentino tem pronto um plano de investimento, caso as próximas rodadas de negociação entre a Força Aérea Argentina (FAA) e a IAI (Israel Aerospace Industries) em torno da forma de pagamento de 14 caças supersônicos Kfir C-10 – previstas para acontecerem em solo israelense –, não cheguem a desfecho positivo.

Nessa hipótese a ideia é redirecionar a verba que seria alavancada junto ao Tesouro argentino para o início do pagamento dos Kfir – cerca de US$ 100 milhões –, de forma a obter a aceleração do programa Pampa III. Esse projeto prevê a produção, na Fábrica de Aviões Brigadeiro San Martín, da província de Córdoba, de 40 exemplares da última versão do jato subsônico de treinamento avançado IA-63 Pampa (cópia do conhecido Alpha Jet europeu, desenhado nos anos de 1960, que os militares argentinos começaram a usar na metade final da década de 1980).

Os Pampas III sairão por US$ 500 milhões, mas os préstimos dessa aeronave ainda são uma incógnita. O roll out do protótipo está previsto para outubro de 2015, e o início das entregas de série para o segundo trimestre de 2016, inicialmente à razão de quatro aparelhos ao ano.

Quando começarem a entrar em operação, os Pampas III vão se juntar aos 19 Pampas II que já operam no Grupo 4 de Caça, pertencente à IV Brigada Aérea, da província de Mendoza. Todas as aeronaves da versão II serão elevadas ao padrão III.

Se a Argentina não conseguir comprar o Kfir israelense, o plano é equipar tanto o Grupo 4 quanto o Grupo 6 de Caça (VI Brigada Aérea), de Buenos Aires, com o jato de treinamento.

Nessa situação, a aviação de caça argentina cairá ao nível de sua congênere boliviana, que emprega o treinador subsônico chinês K-8 Karakorum (“Pedra Negra” num dialeto da China Ocidental), não só para o adestramento de seus pilotos de combate, também para missões de interdição e para a simulação de missões de superioridade aérea.
K-8 e Pampa III são, por sinal, bastante parecidos.

O jato chinês é meio metro mais comprido e, vazio, 133 quilos mais leve. O Pampa decola com 15% a mais de peso, alcança uma velocidade máxima operativa 19% maior e possui um alcance 16% superior ao do K-8. Porém, as capacidades de um e de outro são semelhantes. Nenhum deles permite, por exemplo, o adestramento dos pilotos no lançamento de mísseis BVR (sigla em inglês de Beyond-Visual-Range, que significa alcance além do horizonte).

Boicote – A IAI pediu cerca de US$ 350 milhões, amortizáveis em sete anos e meio, por 12 Kfirs monoplace e dois biplace, que começariam a chegar à Argentina no segundo semestre de 2016, em diferentes estágios de modernização. Ao menos meia dúzia deles precisaria ter os seus sensores e sistemas eletrônicos atualizados nas oficinas da fábrica cordobesa.

Na metade final de 2016, os jatos Mirage III argentinos que hoje, de forma limitada, ainda cumprem missões, já terão saído da escala de vôos para entrar na galeria da história da Fuerza Aerea Argentina. Segundo o cronograma da cúpula da FAA, a partir do terceiro quadrimestre de 2015 as últimas aeronaves desse tipo começarão a ser desativadas, numa sequência que deve estar completada antes de junho do ano seguinte.

O Ministério da Defesa argentino pretende esticar a vida útil dos caças A-4AR Fightinghawk (suas principais plataformas de combate) enquanto for possível, mas, até esse momento, não tem nenhum plano para superar as dificuldades que se apresentam à modernização da aeronave, no âmbito daquilo que o ministro da Defesa, Agustín Rossi, costuma definir, singela e cautelosamente, como “logística internacional”.

A verdade é que, em razão da política hostil de Buenos Aires em relação aos governos do Reino Unido e dos Estados Unidos, muitos fornecedores americanos de itens militares proíbem a venda de componentes que seriam utilíssimos à manutenção dos Fightinghawks.
Esse boicote também vem retardando a prontificação do protótipo do Pampa III.

Nos planos de sua nova aeronave, os argentinos tentaram compensar o pequeno porte e as limitações operacionais do aparelho com um recheio eletrônico sofisticado – mais aperfeiçoado que o do K-8 – como painéis digitais multifuncionais e sistema de transmissão de informações para o capacete do piloto de concepção israelense.
Mas há problemas ainda não resolvidos, devido, especificamente, ao tal bloqueio político que muitos governos ocidentais fazem à transferência de sistemas de combate para a FAA.

Nesse momento, a Fábrica de Aviões de Córdoba tenta contornar meia dúzia de dificuldades pontuais, entre elas, as da obtenção de um trem de aterrissagem e de atuadores hidráulicos com a confiabilidade dos melhores equipamentos do gênero produzidos no Ocidente.
No lugar dos tradicionais assentos ejetáveis Martin Baker, de desenho britânico, os argentinos selecionaram o russo NPP Zvezdá K-36L/3.5Ya, um modelo menor do conhecido (e bem conceituado) K-36L.

Mi-17 – Os problemas de falta de fundos para importar um lote de Kfir C-10 e para turbinar a produção dos Pampas não são, entretanto, os únicos com os quais se debatem, no momento, os brigadeiros argentinos.
O governo de Buenos Aires está enfrentando dificuldades consideráveis para captar cerca de US$ 50 milhões no sistema financeiro da Rússia, de forma a viabilizar a importação de quatro helicópteros pesados russos Mil Mi-17. Os argentinos já compraram (e pagaram na totalidade) duas aeronaves desse modelo, hoje alocadas à VII Brigada Aérea, de Buenos Aires, mas necessitam de um total de seis para missões SAR, de apoio à campanha antártica e de transporte de pessoal e carga.

Há outras faturas que aguardam a disponibilidade dos cofres da Força Aérea Argentina.

A modernização de seus cinco quadrimotores Hércules C-130 custará US$ 75 milhões. A primeira aeronave começou a ser remodelada nos Estados Unidos, mas as demais devem receber o mesmo conjunto de melhorias na indústria aeronáutica de Córdoba.

A Argentina também manifestou interesse em seis jatos cargueiros Embraer KC-390, compra que deve superar a casa dos US$ 300 milhões.
No Congresso argentino também circula a informação de que os 24 caças Embraer Gripen NG, que a FAA deseja, não sairão por menos de US$ 2,9 bilhões – isso, claro, se a fabricante brasileira conseguir superar todos os vetos à utilização de componentes de origem britânica. O que parece ainda bastante incerto.



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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #25 em: Outubro 21, 2017, 05:47:21 pm »
Cópia do Alpha Jet? O rigor desta publicação nunca deixa de me surpreender.
 

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mafets

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #26 em: Novembro 14, 2017, 09:50:39 am »
Era evidente que ia dar confusão (não percebo o inesperado)... ;D ::) http://www.aereo.jor.br/2017/11/13/forca-aerea-e-marinha-argentinas-brigam-pelos-super-etendard-que-macri-comprou/

Citar
Elas querem manter o controle das aeronaves, que terá um papel decisivo na operação de segurança que envolverá o G-20

Por Mariano De Vedia

A recente compra de cinco aviões Super Étendard modernizados da França desencadeou uma disputa inesperada e intensa entre a Força Aérea e a Marinha Argentinas, que buscam ter a posse das aeronaves.

O governo pagará 2,5 milhões de euros por aeronaves caça-bombardeiros, às quais irá adicionar US$ 2 milhões para custos de transporte, com a decisão de fortalecer a segurança na Cúpula G-20, que será realizada no final do ano próximo na Argentina.

O ministro da Defesa, Oscar Aguad, resolverá a disputa incomum, que não é mais do que uma briga sobre a escassez, no momento em que a Força Aérea e a Marinha passaram por uma crise em seus equipamentos militares há algum tempo.

Nessa briga, os chefes da Marinha, o Almirante Marcelo Eduardo Hipólito Srur e a Força Aérea, Brigadeiro-geral Enrique Víctor Amrein, tentam adicionar argumentos para manter os aviões.

Duas interpretações doutrinais se destacam na disputa. Um indica que os meios aéreos são usados ​​na Força Aérea com uma função estratégica e só são justificados para a Marinha como um meio complementar e suporte logístico para outras missões.


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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #27 em: Dezembro 11, 2017, 12:27:01 pm »
Rússia oferece caças MiG-29 à Argentina


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A Argentina estaria interessada em comprar caças russos MiG-29

A Rússia enviou à Argentina todos os materiais necessários para participar de uma concorrência para aviões de combate com o seu avião Mikoyan MiG-29, disse à agência TASS o Diretor Adjunto do Serviço Federal de Cooperação Militar e Técnica, Anatoly Punchuk, disse à TASS no dia 4.12.

Punchuk chefiou a delegação russa na exposição de armas Expodefensa 2017 em Bogotá, Colômbia, realizado entres os dias 4 a 6 de dezembro.

“Falando sobre a possível aquisição da Argentina de MiG-29s, gostaria de notar que o hardware está sendo selecionado de acordo com os parâmetros requeridos e em uma base de proposta, enquanto a decisão final sobre a compra da aeronave é da competência da liderança do República Argentina.

A partir de hoje, o lado russo disse que está pronto para participar da concorrência e enviou todos os materiais necessários. Esperamos ganhar a disputa”, disse Punchuk.

Como Punchuk disse à TASS anteriormente, a Argentina está interessada em comprar caças russos MiG-29. Estas aeronaves são perfeitamente adequadas para realizar as tarefas colocadas sobre a Força Aérea da Argentina e para o seu funcionamento em condições geográficas locais, acrescentou.

O caça de linha de frente multifunção MiG-29 é projetado para destruir alvos aéreos de dia e noite em qualquer condição climática.

A aeronave pode efetivamente realizar patrulhas aéreas e fornecer apoio aéreo para forças terrestres, isolar uma área de combate, realizar reconhecimento aéreo, interceptar alvos aéreos, acompanhar ataques e realizar escolta de aviões de transporte militar e atacar alvos terrestres e navais.

FONTE: Agência TASS / http://www.aereo.jor.br/2017/12/09/russia-oferece-cacas-mig-29-argentina/
 

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #28 em: Dezembro 18, 2017, 10:21:39 am »
http://www.ambito.com/906136-gobierno-compro-aviones-de-entrenamiento-nuevos-que-no-vuelan-por-falta-de-presupuesto
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Los primeros cuatro aviones de instrucción Beechcraft Texan T-6 C, adquiridos nuevos a los Estados Unidos para modernizar la dotación de la Fuerza Aérea, arribaron a Córdoba el 2 de octubre pasado.

El cuarteto de avanzada sobre un total de 12 comprados, fue recibido ése día por el ministro de Defensa, Oscar Aguad, en la Escuela de Aviación Militar.

En la ceremonia hicieron una pasada inaugural frente a las autoridades y ya no volaron más.

La misión, entrenamiento básico, para la cual fueron incorporados no se cumple porque no hay presupuesto para asignar horas de vuelo a la formación de jóvenes aviadores. El arribo de las máquinas al país fue parte de los anuncios positivos que hizo el Gobierno en la campaña electoral para la renovación de legisladores. Nada más.

La incorporación de las flamantes aeronaves al sistema de formación de aviadores se hizo en medio de la orden que había dado Mauricio Macri de limitar los gastos hasta fin de 2017. El ministro Aguad, con vocación de soldado, fue más allá.

Recorte

El 30 de octubre pasado la secretaria de Servicios Logísticos del ministerio de Defensa, Graciela Villata, comunicó por nota al Director General de Planes, Programas y Presupuesto, brigadier Alejandro Amoros un recorte de 300 millones de pesos en la cuarta cuota del presupuesto de funcionamiento, cifras similares se podaron en la Armada y en el Ejército. La tijera pudo haber afectado, entre otras actividades, el alistamiento operativo del submarino ARA San Juan.

Las cuatro aeronaves tienen 6 pilotos instructores, son los únicos que de tanto en tanto salen a volar para no perder la habilitación. Los aspirantes a aviador en cambio, perdieron tres meses de práctica que pudo haberse cumplido antes del receso estival. Ni siquiera se organizó un curso teórico de conocimiento del avión, imprescindible antes de subirse a la cabina. Hay una larga lista de espera de 2 promociones de jóvenes oficiales a los que se sumará una tercera camada que egresa de la Escuela de Aviación el 12 de diciembre próximo.

El colapso de la instrucción para llegar al brevet de aviador militar aún no ha podido zanjarse. Arrancó en 2007 luego de que el Estado Mayor Conjunto decidiera confiar la formación de pilotos de las tres fuerzas a la Fuerza Aérea que no tenía los medios adecuados. Por ese entonces los Mentor, con más de 50 años de uso en sus mecanismos, soportaron el primer curso básico conjunto de aviador militar (CBCAM) y dijeron basta. Año a año se agolpaban los egresados sin poder disponer de un avión, sólo los Tucano, con cuentagotas por la falta de repuestos, seguían recibiendo pilotos para la formación avanzada. Manotazos de ahogado, se echó mano a avionetas Piper que la Fuerza Aérea usa para enlaces en un intento de paliar la crisis. En 2012 se compraron 10 aparatos Grob TP 120 de origen alemán y durante la gestión de Julio Martínez se cerró un contrato de leasing por 8 ultralivianos Tecnam ensamblados bajo licencia italiana en Mendoza, este equipo no puede realizar las exigencias del vuelo militar. La constante del achique presupuestario golpeó todas las líneas logísticas de los aviones de entrenamiento, inclusive la de los flamantes Texan que arribaron al país con un lote minúsculo de repuestos.

Cuota

Aguad tiene otro problema en el horizonte con el contrato por los Texan. Hay que pagar a los Estados Unidos a través del programa gubernamental FMS (Foreign Military Sales) una cuota del orden de 63 millones de dólares antes de fin de año de un total de 160.470.000 que costaron los 4 aviones. El dinero integrado hasta ahora, unos 50 millones de dólares salió del presupuesto operativo de la Fuerza Aérea, y comprometió la capacidad de despliegue del resto de las aeronaves militares.

La operación tuvo génesis política, una señal de acercamiento entre Buenos Aires y Washington tras la visita que había hecho al país Barack Obama. La apuesta de la Casa Rosada a la continuidad demócrata en Hillary Clinton no se dio. El país quedó comprometido en un desembolso millonario mientras que el 9 de noviembre pasado la administración Trump dio a conocer que aplicará aranceles de hasta 72% en las importaciones de biodiésel desde la Argentina.

El 90 por ciento de las exportaciones de biodiésel criollo tenía como destino el mercado estadounidense en operaciones por 1.200 millones de dólares anuales.


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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #29 em: Fevereiro 28, 2018, 03:11:55 pm »
Será desta que a FAA voltará a ter caças supersónicos?

http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/franca-oferece-cacas-argentina_3797.html
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