Energias Renováveis

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Energias Renováveis
« em: Dezembro 09, 2015, 02:33:14 am »

Lagoa artificial no País de Gales vai produzir energia
 

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Lusitano89

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Re: Energias Renováveis
« Responder #1 em: Dezembro 11, 2015, 04:37:27 pm »
 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #2 em: Janeiro 17, 2016, 05:40:58 pm »
Investimento em renováveis na Europa cai 18% em 2015


"A fraqueza contínua da economia europeia provocou uma queda significativa dos investimentos", declarou Michael Taylor, especialista financeiro da Irena, no segundo e último dia da assembleia geral da organização intergovernamental, em Abu Dhabi.

"A Europa foi ultrapassada pelos Estados Unidos", lembrou, adiantando que "a China continua igualmente a investir".

O especialista acrescentou que "em 2015, os investimentos na China cresceram 17% para 111 mil milhões de dólares, isto é, para 102 mil milhões de euros".

Entretanto, o estudo "Benefícios económicos das energias renováveis", elaborado pela Irena, que foi apresentado na assembleia geral, refere que o Produto Interno Bruto (PIB) mundial cresceria 1,1% se a geração de energia renovável aumentasse para 36% no 'mix' energético global.

O estudo analisa o impacto que teria na economia mundial a duplicação da percentagem de geração de energia renovável em 2030, face aos níveis de 2010.

O aumento para 36% da geração de energia renovável em 2030 levaria à criação de 24,4 milhões de novos empregos no setor das energias renováveis, quando o setor emprega 9,2 milhões de pessoas.

Dos 24,4 milhões de novos empregos que se preveem vir a existir em 2030, nove milhões seriam criados no setor dos biocombustíveis, 6,4 milhões no setor da energia solar, 5,5 milhões na área da energia hidráulica, entre outros.

O aumento da geração de energia renovável implicaria também uma "notável redução" da energia produzida a partir do carvão, petróleo e do gás por parte dos países, da qual beneficia, em particular, a União Europeia.

"Esta nova análise diz-nos que a tão necessária transição energética não só serviria para lutar contra a alteração climática, bem como estimular também o crescimento económico e a criação de emprego", salientou o diretor da IRENA, Adnan Amin, na apresentação sábado do estudo.


Lusa
« Última modificação: Janeiro 17, 2016, 06:05:43 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #3 em: Janeiro 21, 2016, 05:36:11 pm »
Ano ventoso ajudou Dinamarca a quebrar recorde mundial da energia eólica


No ano que passou, a Dinamarca bateu o recorde mundial para a produção de energia eólica: 42% da energia produzida no país vinha das suas turbinas eólicas, o valor mais alto alguma vez registado no mundo. O valor representa uma subida de 3% relativamente a 2014, graças ao ano particularmente ventoso que se viveu no país.

Os valores oficiais de produção de energia eólica, recém-divulgados pela organização sem fins lucrativos Energinet, mostram que na região ocidental da Dinamarca, 55% da energia consumida era eólica. Na região oriental, o valor ficou-se nos 23%, apesar de tudo um valor alto.

"Espero que a Dinamarca possa servir de exemplo para outros países, mostrando que é possível ter políticas ecologistas com uma grande proporção de energia eólica e outras energias renováveis na rede, mas ao mesmo tempo ter uma grande segurança energética e preços competitivos", disse o ministro da energia dinamarquês, Lars Christian Lilleholt, citado pelo jornal britânico The Guardian.

O valor recorde foi atingido mesmo com duas das maiores fábricas de produção eólica fora de serviço durante o ano - se estivessem a funcionar, o valor teria chegado a 43,5%, de acordo com os dados da Energinet.

Por cinco anos consecutivos, a Dinamarca liderou a lista dos países com melhor desempenho no combate às alterações climáticas. Em 2015, Portugal caiu dez lugares, para o 19.º, nessa lista realizada pela organização não-governamental GermanWatch e pela Rede Europeia de Ação Climática.

Um dia particularmente ventoso de 2015, 2 de setembro, a Dinamarca não ligou sequer as suas centrais energéticas centralizadas, sendo a sua rede de renováveis e de energia importada (importa energia solar da Alemanha e energia hidroelétrica da Noruega) suficientes para providenciar energia a todo o país. E num dia de julho, a Dinamarca produziu tanta energia elétrica que era capaz de suprir todas as suas necessidades e ainda exportar 40%.

DN
 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #4 em: Fevereiro 06, 2016, 06:39:31 pm »
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Re: Energias Renováveis
« Responder #5 em: Março 28, 2016, 06:38:07 pm »
Central solar flutuante produz eletricidade para estação de tratamento de água


 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #6 em: Maio 25, 2016, 06:27:10 pm »
Novo revestimento pode reduzir custo da energia eólica


 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #7 em: Junho 24, 2016, 05:21:50 pm »
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Re: Energias Renováveis
« Responder #8 em: Outubro 11, 2016, 07:24:22 pm »
Carros elétricos: Salão automóvel de Paris ligado à corrente
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Re: Energias Renováveis
« Responder #9 em: Outubro 16, 2016, 02:10:57 pm »
Há um projeto que quer acender uma estrela na Terra





O cenário é o de um enorme estaleiro onde há gruas, molhos de ferros apontados ao céu, tubos e paredes de cimento revestidas de andaimes, do qual se desprende a sonoridade caótica de uma obra ainda no esqueleto. Aqui, neste terreno vedado de 42 hectares, junto a Cadarache, no Sul de França, vai nascer uma estrela - literalmente.

Quando estiver pronta, nos primeiros anos da próxima década, será a maior máquina do mundo e com ela, espera-se, será possível recriar pela primeira vez na Terra, de forma sustentada e durante alguns minutos, a energia de fusão que imita a das estrelas - a energia do futuro. Uma aventura na qual estão também envolvidas equipas portuguesas.

Este é o projeto ITER, de International Thermonuclear Experimental Reactor, embora os sete parceiros que são os seus promotores - União Europeia, China, Rússia, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos e Índia - prefiram destacar o significado latino do nome. ITER quer dizer caminho, e é bem provável que, na energia, ele passe por aqui. Este primeiro reator de fusão experimental, ou tokamak, como também se diz, terá de demonstrar que é possível reproduzir a natureza das estrelas, mas também que é seguro e que a energia produzida é autossustentável e pode ser usada para acender as lâmpadas lá de casa.

A verificar-se tudo isso, essa primeira estrela na Terra será então um passo fundador para o que se segue: a construção de reatores comerciais de fusão, que se tornarão fontes de energia virtualmente inesgotável - e quase, quase limpa. É isso que esperam os sete parceiros e as suas equipas de cientistas e empresas tecnológicas e industriais que decidiram lançar-se na caminhada.

Atraso e derrapagem de custos

Iniciadas em 2010, depois de um período de indefinição, as obras "estão agora a decorrer ao ritmo previsto", garante o francês Bernard Bigot, que há ano meio assumiu o cargo de diretor-geral do ITER e relançou o projeto.

Na sua estimativa, os cinco mil milhões de euros que se pensava inicialmente (em 2006) que o ITER iria custar acabarão, no final, por ascender a cerca de 18 mil milhões. E o arranque do funcionamento da máquina, o chamado "primeiro plasma", que estava previsto para 2020, só ocorrerá em dezembro de 2025.

Bernard Bigot prefere sublinhar o lado positivo das coisas. "Esta é a primeira vez que temos um calendário concreto, com datas definidas", afirma. Mas é preciso garantir que todos os parceiros estão dispostos a pagar esses custos adicionais, pelo que a sua próxima reunião geral, em novembro, será certamente importante.

Entretanto, o edifício que vai albergar a ambiciosa máquina - já estão lançadas as fundações e as paredes circulares de 3,5 metros de espessura, capazes de resistir a um sismo de 7,5 graus na escala de Richter, começam a erguer-se - ficará concluído, bem como todos os outros de apoio à sua operação. E, terminada a construção, chegará então o momento de instalar, peça a peça, e com gruas especiais, o reator e todos os dispositivos que vão pô-lo a funcionar - no final, o tokamak terá o peso de três torres Eiffel e meia. No ITER é tudo em grande.

Robôs e sistemas de diagnóstico

Muitas das peças que constituirão o gigantesco anel hermeticamente fechado onde vai ser criado o vácuo, para aí gerar o plasma (estado da matéria semelhante ao gás, feito de uma mistura de partículas neutras e eletricamente carregadas), já estão nesta altura a ser produzidas em vários países, como Rússia, Coreia do Sul, Japão ou Itália. Ao mesmo tempo, há tecnologias e sistemas ainda a ser desenvolvidos, testados e validados. E é aqui, neste troço do caminho, que entra a equipa de 28 engenheiros e físicos do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN), do Instituto Superior Técnico, que está a trabalhar para o ITER desde a primeira hora, e que tem vários contratos nesse âmbito, no valor global de 6,1 milhões de euros. "Só um terço do nosso orçamento anual provém de fundos nacionais, o resto são contratos que temos ganho em concursos internacionais para projetos como o ITER", explica Bruno Gonçalves, diretor do Instituto de Plasmas. O mais recente desses contratos foi ganho em julho, no âmbito de um consórcio com a Airbus, para desenvolver um sistema de manipulação remota, com robôs, para o ITER. Do valor global de cem milhões de euros, meio milhão será atribuído ao Técnico.

Mas a azáfama ligada ao futuro reator de fusão experimental não fica por aqui. De olhos postos nos ecrãs dos computadores, os jovens físicos e engenheiros da equipa estão a braços com outros desafios do ITER, como o de desenvolver, otimizar e validar antenas de micro-ondas para um dos muitos sistemas de diagnóstico do plasma que vai ser gerado no interior do reator. "Na prática, o aparelho permitirá medir a posição do plasma, porque ele está sempre em movimento e é necessário estabilizar a sua posição", explica Bruno Gonçalves.

O desenvolvimento de outro sistema de diagnóstico, esse para analisar as partículas no interior do plasma, e de outro ainda, de aquisição de dados para as sondas magnéticas do reator, são também contribuições do laboratório português que há 25 anos faz investigação nesta área. "Trabalhamos nas questões em que temos competência reconhecida internacionalmente e a nossa missão é fazer o melhor possível nos contratos que nos são atribuídos", resume Bruno Gonçalves.

Na cave ampla do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear, o pequeno tokamak do laboratório, o ISTOK, uma máquina difícil de definir e da qual sai uma profusão de cabos, testemunha o caminho andado desde 1990. Hoje, o ISTOK serve "sobretudo para o ensino e para demonstração e validação de alguns conceitos novos, mais difíceis de estudar em máquinas maiores. Já não fazemos muita investigação aqui", diz Bruno Gonçalves.

As exigências e o avanço tecnológico mudaram de escala e as dimensões também. O ITER, que será o maior de todos os tokamaks quando estiver concluído, terá capacidade para um volume de plasma 12 mil vezes superior ao do ISTOK. E só mesmo nessa ordem de grandeza se poderá perceber se, afinal, é mesmo possível acender uma estrela na Terra.


>>>>>  http://www.dn.pt/sociedade/interior/ha-um-projeto-que-quer-acender-uma-estrela-na-terra-5444880.html
 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #10 em: Outubro 29, 2016, 01:52:48 am »
Sobre a central solar marroquina de Ouarzazate.
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Re: Energias Renováveis
« Responder #11 em: Novembro 10, 2016, 03:55:57 pm »
Tesla confirma "Gigafactory" na Europa

Fábrica não se limitará apenas à produção de baterias

O CEO da Tesla Motors confirmou que a próxima “Gigafactory” será na Europa. A localização deverá ser conhecida durante o próximo ano.

O anúncio foi feito na sequência da compra da empresa alemã Grohmann Engineering, especialista em tecnologias de produção automatizadas.

Sem adiantar detalhes, Elon Musk revelou revelou que a “Gigafactory” europeia não se limitará apenas à produção de baterias de iões de lítio, mas também à produção de veículos elétricos, nomeadamente o Model 3, o muito aguardado Tesla de 35 mil dólares.

“Será apenas uma questão de tempo até a Tesla contar com duas ou três fábricas na Europa responsáveis pela produção de baterias e dos próprios veículos elétricos”, adiantou ainda Elon Musk.

A primeira “Gigafactory” da Tesla abriu portas no mês de julho, no Nevada. Trata-se simplesmente do maior edifício do planeta e tem uma área equivalente a 340 campos de futebol.

A fábrica faz parte das ambições do visionário fundador e CEO da Tesla: uma enorme unidade de produção de automóveis e baterias de iões de lítio para veículos elétricos.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Energias Renováveis
« Responder #12 em: Novembro 29, 2016, 06:16:34 pm »
União da Energia poderá limitar acesso das energias renováveis


 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #13 em: Janeiro 11, 2017, 11:20:41 am »
A torre solar mais alta do mundo


 

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Re: Energias Renováveis
« Responder #14 em: Maio 22, 2017, 12:24:22 pm »
Suíça vira costas ao nuclear e aposta tudo nas energias renováveis