Indústria de Defesa do Brasil

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Vitor Santos

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #120 em: Novembro 22, 2016, 11:43:19 pm »
KC-390 poderá ter versão para patrulha marítima



O KC-390, da Embraer, poderá ter uma versão para patrulha marítima, anunciou a empresa. Segundo o vice-presidente comercial da Embraer Defesa & Segurança, Fernando Ribeiro de Queiroz, a empresa vai desenvolver uma versão de patrulha marítima para o jato comercial E190-E2 e estuda desenvolver uma versão do KC-390 para o mesmo tipo de missão se houver interesse do cliente. A notícia foi divulgada em resposta a Nova Zelândia, que recentemente emitiu pedido de informação sobre o novo cargueiro da Embraer.

“Estamos respondendo à exigência de patrulha marítima com o E2, porque os requisitos que a Nova Zelândia pediu se encaixam melhor com essa plataforma. Mas a nossa proposta é que, se for possível ajustar alguns dos requisitos, podemos apoiar com uma versão especializada do KC-390″, disse ele.

A Embraer propõe modificar o KC-390 instalando um radar de busca de 360 ​​graus no nariz, semelhante à configuração oferecida ao Canadá na concorrência para uma aeronave de busca e salvamento de longo alcance, juntamente com um sistema para cumprir com a missão de patrulha marítima.

“Podemos apresentar a sinergia entre os dois projetos, mas ao mesmo tempo temos uma solução 100% dedicada à patrulha marítima com uma versão militarizada do E190-E2″, explicou.



FONTE:   http://defesaeseguranca.com.br/tecnologia-kc-390-podera-ter-versao-para-patrulha-maritima/#prettyPhoto
 

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Vitor Santos

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #121 em: Novembro 22, 2016, 11:48:03 pm »
NOVA ZELÂNDIA DEMONSTRA INTERESSE NO KC-390



A Embraer está próxima de conseguir um novo cliente para o KC-390. A fabricante respondeu nesta semana a um “pedido de informação” (RFI) sobre a aeronave, que pode entrar na concorrência para substituir a frota de cargueiros C-130 Hércules da Força Aérea Real da Nova Zelândia (RNZAF). O país pretende adquirir até cinco novas aeronaves do tipo “multi-missão”.

Além de substituir os Hercules, o novo avião procurado pela RNZAF também deverá ocupar a vaga e cumprir a mesma função de outros dois Boeing 757, usados no país em operações de transporte de carga e pessoal. O plano da força aérea neozelandesa é substituir os C-130 (modelo H) por completo em 2024 e os 757 até 2026.

O contato da Nova Zelândia marca a primeira oportunidade da Embraer na região da Oceania. Até então, a aeronave tem como interessados nações na América do Sul, Europa e Oriente Médio. No entanto, até o momento o único cliente confirmado do KC-390 é a Força Aérea Brasileira, com um pedido firme para 28 aeronaves.

“Estamos muito positivos que podemos fornecer a melhor solução para a Nova Zelândia e para os requisitos de missão que nos foram apresentaram. Eu acho que eles estão muito interessados no KC-390. Mas nós entendemos e respeitamos que esta é uma competição e vamos realizar todas as etapas necessárias do processo”, disse o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, ao site DefenseNews.

Schneider citou na mesma reportagem que a única aeronave da mesma categoria do KC-390 atualmente em produção é o C-130J “Super Hercules”, fabricado pela Lockheed Martin. O presidente da divisão de defesa da Embraer ainda revelou que a fabricante está negociando com um “cliente global” uma versão civil do KC-390, mas não forneceu mais detalhes.

E190 militar

A Nova Zelândia também “convidou” a Embraer a desenvolver uma versão de patrulha marítima do novo jato comercial E190-E2. Outro pedido da RNZAF é por uma nova aeronave para substituir seus Lockheed P-3 Orion, a versão militar do famoso Electra II. Os aviões com motores turbo-hélices devem ser desativados no país entre 2023 e 2025.



O vice-presidente comercial da Embraer Defesa e Segurança, Fernando Ribeiro de Queiroz, confirmou que a fabricante vai desenvolver a versão de patrulha marítima do E190-E2, mas sugeriu ao país o emprego do KC-390, adaptado para essa missão. Uma projeto do cargueiro brasileiro semelhante já foi oferecido ao Canadá.

Segundo Queiroz, os requisitos que a Nova Zelândia pediu se encaixam melhor na plataforma do E190-E2. Porém, o executivo acredita que algumas das exigências podem ser ajustadas. Um dos pedidos da RNZAF nesse programa é por uma aeronave capaz de voar acima dos 900 km/h, enquanto a velocidade de cruzeiro do KC-390 é de 870 km/h.

O governo da Nova Zelândia ainda não discutiu sobre os valores que pretende investir nos dois programas. Os primeiros KC-390 estão programados para entrar em serviço no Brasil a partir de 2018, substituindo os C-130 Hercules.

FONTE:   http://airway.uol.com.br/nova-zelandia-demonstra-interesse-no-kc-390/


 

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #122 em: Novembro 24, 2016, 01:05:22 am »
PRODUÇÃO DO GRIPEN NG É INICIADA NO BRASIL

Embraer e SAAB inauguraram um centro de desenvolvimento em Gavião Peixoto para o projeto do novo caça da Força Aérea Brasileira, que será entregue a partir de 2019



A versão brasileira do caça Gripen NG começou a tomar forma. Embraer e Saab inauguraram nessa terça-feira (22) o “Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen” (GDDN), na fábrica da Embraer Defesa e Segurança, em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. A instalação receberá funcionários das duas fabricantes, além de colaboradores de outras empresas nacionais envolvidas no projeto e membros da Força Aérea Brasileira (FAB).

Cerca de 100 profissionais brasileiros, da Embraer e de outras empresas, enviados para treinamentos na Suécia já estão de volta e iniciaram o projeto no Brasil. De acordo com a fabricante brasileira, a unidade vai reunir mais de 300 funcionários até 2017. Ao todo, o centro terá 180 áreas de trabalho, incluindo setores “secretos”, como frisou Mikael Franzen, diretor geral da Saab no programa Gripen, durante a cerimônia de inauguração do GDDN.

O GDDN será responsável pelo desenvolvimento da versão brasileira do Gripen, ensaios de voo da aeronave e, o que é considerado a parte mais importante da parceria com a Saab, a transferência de tecnologia entre os países. “Esse processo será dividido em 60 projetos-chave, pelo período de dois anos. Envolve treinamento teórico, prática na Suécia, desenvolvimento e produção no Brasil e o programa de pesquisa e tecnologia”, explicou Franzen.

Outra responsabilidade do centro em Gavião Peixoto será o desenvolvimento e produção do Gripen F, a versão do caça para dois pilotos (biposto) – o Gripen NG será a variante brasileira do Gripen E monoposto, mas com recursos diferentes. A FAB encomendou oito unidades dessa opção.

Apesar da configuração orientada para treinamentos, o Gripen F terá a mesma capacidade de combate e desempenho da versão monoposto, incluindo os mesmos sistemas de busca e armamentos. Esse, portanto, será o primeiro avião supersônico desenvolvido no Brasil, com primeiro voo previsto somente para depois de 2020.



Os primeiros Gripen da FAB estão programados para entrar em operação a partir de 2019. Essas aeronaves, entretanto, serão fabricadas na Suécia, com participação da Embraer e outras empresas brasileiras. As 36 aeronaves encomendadas, produzidas nos dois países, serão entregues até 2024, como previsto no cronograma das fabricantes.

Quando voa?

Como adiantou Ulf Nilsson, o primeiro voo do Gripen E, apresentado em maio deste ano na Suécia e com as configurações exigidas pela força aérea local, está programado para voar no segundo quadrimestre de 2017. Já o modelo fabricado no Brasil deve voar somente na próxima década.

O pacote de tecnologias para o Gripen NG escolhido pelo comando brasileiro possui itens mais avançados que os presentes na versão sueca. Uma das principais diferenças será o painel de controle, com uma tela panorâmica, em vez de três monitores separados, como no modelo pedido na Suécia.

O Gripen “brasileiro” ainda terá um aparelho de comunicação com dois rádios e sistema de encriptação, equipamentos de interceptação e destruição de mensagens eletrônicas, sensores infravermelho de busca e salvamento, além de ligação por “datalink”, recurso que permitirá ao caça “conversar” por meio de sinais eletrônicos com outros aviões e torres de controles.

Em termos tecnológicos e de ataque, o Gripen NG dará a FAB uma capacidade digna de país de primeiro mundo, com variadas possibilidades de ações com ajuda de novas tecnologias. Já para a economia e a indústria nacionais, será o primeiro produto com potencial supersônico.

FONTE:  http://airway.uol.com.br/producao-do-gripen-ng-e-iniciada-no-brasil/
« Última modificação: Novembro 24, 2016, 01:07:13 am por Vitor Santos »
 

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #123 em: Dezembro 01, 2016, 01:41:49 pm »
 
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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #124 em: Janeiro 06, 2017, 09:59:05 am »
Já é antigo mas não deixa de ser interessante.  ;)
Citar
Embraer quer exportar o caça Mirage 2000/BR

O interesse da Embraer em vencer a licitação para a renovação da frota de caças da FAB vai muito além dos US$ 700 milhões que o contrato deve gerar, e inclui também planos de exportar as aeronaves Mirage 2000-5/BR, fruto do consórcio da empresa brasileira com a francesa Dassault. A meta da Embrear é juntar o Mirage 2000-5/BR a sua carteira de exportação, que inclui os já consagrados jatos comerciais das famílias ERJ 135-145 e Embraer 170-190, que disputam o mercado mundial de aviação regional com a canadense Bombardier. Segundo Maurício Botelho, presidente da empresa, seria ineficiente transferir, por exemplo, toda uma linha de produção dos Mirage 2000/BR, desenvolvido em parceria com a francesa Dassault, dona da linha Mirage, apenas para a fabricação das 12 ou 24 unidades em Gavião Peixoto (SP). No entanto, como o acordo permite exportar o Mirage 2000-5/BR para outros países, ganhar a concorrência e montar no Brasil uma linha de produção significa expandir a capacidade exportadora da Embraer. Botelho evitou dar detalhes de quanto o novo caça poderia render à balança comercial brasileira. Mas, só no ano passado, sem os caças militares, a Embraer exportou US$ 2,897 bilhões, com alta de 7,23% sobre 2000. Botelho admitiu que a Embraer está bastante empenhada em ganhar a concorrência, que conta ainda com as participações dos consórcios Avibras-KnAAPO, Loockheed-Martin, Rac-Mig e Saab-Mae. Ele reiterou que, caso vença a concorrência, o consórcio Embraer-Dassault vai fazer uma transferência completa de tecnologia, inclusive com códigos fonte e linha de montagem. Botelho inaugurou hoje, na presença do ministro da Educação, Paulo Renato Souza, o Colégio Engenheiro Juarea Wanderley, de ensino médio, primeiro fruto do Instituto Embraer de Ensino e Pesquisa, fundado em maio do ano passado. Na batalha para vencer a concorrência aberta pela FAB, a Embraer já ganhou um forte aliado: a Câmara dos Deputados. Na mesma cerimônia, o deputado federal Walfrido Mares Guia (PTB-MG) informou que mais de 400 deputados já deram seu apoio ao movimento pluripartidário encabeçado por Paulo Delgado (PT-MG). Os deputados querem que o governo utilize cláusula da própria lei de concorrência, que permite a dispensa da licitação em casos específicos. O argumento dos deputados, segundo Guia, é de manutenção/criação de empregos e defesa do interesse nacional. Segundo o deputado, esse movimento será certamente prioridade na pauta da Comissão de Relações Internacionais da Câmara, na volta do recesso parlamentar.

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,embraer-quer-exportar-o-caca-mirage-2000br,20020204p24257


Saudações
« Última modificação: Janeiro 06, 2017, 10:00:44 am por mafets »
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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #125 em: Janeiro 20, 2017, 07:54:50 pm »
Taurus lança novas linhas de pistolas e fuzis



Modelos foram desenvolvidos para renovar e completar ainda mais o portfólio da companhia para os mercados nacional e internacional

São Leopoldo, 19 de janeiro de 2017 – A Taurus anuncia suas novas linhas de armamentos para o mercado nacional e internacional. Ao longo de 2017 a companhia apresentará sua nova plataforma de pistolas para o mercado brasileiro, a T Series, com 12 modelos nas versões TS e TH, além da linha de fuzis T4, modelos A1 e A2.

Os novos armamentos tornarão o portfólio da Taurus ainda mais completo e preparado para atender as mais diferentes necessidades de clientes e usuários. O anúncio foi feito durante o SHOT Show 2017, em Las Vegas (EUA), maior feira de armas do mundo.

Sobre a Taurus

A Taurus é uma empresa Estratégica de Defesa e integrante da Base Industrial de Defesa (BID) com 77 anos de história e reputação sólida, baseada na excelência de seus produtos. A companhia é dona de mais de 45 patentes nacionais e internacionais e recebeu diversos prêmios internacionais e nacionais por sua atuação e pela qualidade de seus produtos. Sediada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, a companhia emprega mais de 2.900 pessoas no país, exporta para mais de 85 países. A companhia é a maior fabricante de revólveres e a quinta maior produtora de pistolas do mundo, além de ser a quarta marca mais vendida no exigente mercado dos Estados Unidos.

Veja abaixo as principais características das novas armas:

Pistola TH Series


Citar
As pistolas TH Series são oferecidas nos calibres 9mm, .40 S&W e .380 ACP, com versões Full Size e Compacta. As armas foram desenvolvidas especialmente para o mercado policial e militar, seguindo os mais rígidos protocolos de teste de resistência e segurança.

Robustas e precisas, elas são equipadas com mecanismo de disparo em ação simples e dupla e cão externo, garantindo a segurança ao usuário. O design do punho antiderrapante e do gatilho oferecem melhor ergonomia para a empunhadura. O indicador de munição na câmara e a teclas ambidestras facilitam o manuseio desse armamento. A TH Series também oferece trilho para acessórios.

A nova linha mescla tecnologia de ponta brasileira e internacional e possui alto poder de fogo e facilidade de manutenção.

A pistola TH é um salto à frente em termos estruturais. O Batente do cão e o ferrolho são produzidos em aço liga com acabamento superficial teneferizado, o que proporciona maior proteção contra oxidação e maior dureza superficial. O novo suporte central, o retém do ferrolho ambidestro com novo sistema de fixação e o tirante do gatilho mais reforçado oferecem mais robustez ao sistema. O conjunto do suporte do cão e o perfil do gatilho foram projetados para oferecer um disparo suave e preciso.

Antes do lançamento, as pistolas passaram pelo novo e mais rigoroso protocolo de homologação da Taurus, que contempla 10 mil tiros com munição CBC Gold e prova de queda a dois metros de altura contra piso metálico. As armas possuem também um eficiente sistema de estancamento contra pó, areia e lodo/lama, atendendo normas internacionais de resistência ao ambiente (MIL-STD-810 G).

Pistola TS Series


Citar
A pistola TS Series é a nova arma de pronto emprego da Taurus. A linha será oferecida nos calibres 9mm, .40 S&W e .380 ACP, nas versões Full Size e Compacta.

Equipadas com o inovador sistema de segurança de Dupla Trava de Gatilho (DTS – Dual Trigger Safety), trava de percussor com bloqueio físico e trava de queda, as novas pistolas superaram os mais rígidos protocolos de teste de resistência e segurança.

A linha TS possui peças intercambiáveis e será produzida na nova fábrica da Taurus em São Leopoldo (RS). A unidade concentra, desde 2016, toda a produção da companhia e é uma das mais avançadas do mundo, empregando processos inovadores na indústria de armamentos, que proporcionam maior eficiência na operação e garantem a qualidade superior das armas Taurus.

A pistola TS Series é fruto de um projeto arrojado que a torna mais robusta, rápida e facilita sua manutenção. O design inovador, sem cantos vivos ou teclas externas, evita que o equipamento trave e facilita o pronto emprego. O retém do carregador é ambidestro e a arma oferece indicador de munição na câmara. O novo sistema de desmontagem do conjunto do ferrolho e a culatra removível demonstram o nível de inovação incorporado pela TS. Já o perfil baixo do ferrolho oferece uma rápida recuperação de visada devido ao recuo reduzido.

Antes do lançamento, as pistolas passaram pelo novo e mais rigoroso protocolo de homologação da Taurus, que contempla 10 mil tiros com munição CBC Gold e prova de queda a dois metros de altura contra piso metálico. As armas possuem também um eficiente sistema de estancamento contra pó, areia e lodo/lama, atendendo normas internacionais de resistência ao ambiente (MIL-STD-810 G).

Fuzil Taurus T4


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A Taurus apresenta em 2017 a sua linha de fuzis táticos, que reforça e torna ainda mais completo o portfólio de armas longas da companhia.

O lançamento oficial ocorreu durante o SHOT Show 2017, em Las Vegas (EUA), maior feira de armas do mundo.

O fuzil T4 Series da Taurus tem calibre 5,56 NATO e capacidade para 30 cartuchos e vem em duas versões. O modelo A1 vem com guardamão em polímero enquanto o A2 tem a proteção fabricada em alumínio. Ambos serão disponibilizados com canos em duas configurações, 11,5’ e 14,5’.

Desenvolvido para alto desempenho em missões militares e policiais o T4 é baseado na consagrada plataforma M4. O armamento alia precisão, confiabilidade e poder de fogo que o tornam ideal para uso em diferentes tipos de missão.

Arma leve, o fuzil T4 possui quebra chamas Stanag, coronha telescópica e empunhadura ergonômica. O armamento é fabricado com materiais de última geração e tem desenho específico que permite o acoplamento de diversos acessórios.

FONTE: http://www.forte.jor.br/2017/01/19/taurus-lanca-novas-linhas-de-pistolas-e-fuzis/
 

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Vitor Santos

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #126 em: Janeiro 24, 2017, 02:15:02 pm »
Saab expande parceria com Akaer



Citar
A Saab, empresa de defesa e segurança, adquiriu mais 10% das ações da Akaer, uma das maiores empresas brasileiras no desenvolvimento de projetos aeronáuticos, atingindo 25% de participação. Juntamente com a expansão da parceria Saab-Akaer, a Akaer adquire os ativos da Divisão de Espaço e Defesa (E&D) da empresa brasileira de optrônicos Opto Eletrônica S.A.

A Saab e a Akaer são parceiras desde 2008, quando a empresa brasileira foi contratada pela Saab para desenvolver peças para a fuselagem do caça Gripen NG – mesmo antes que a Saab fosse selecionada para as negociações para reequipar a Força Aérea Brasileira. O investimento da Saab na Akaer começou em maio de 2012, quando a Saab fez um empréstimo conversível em ações, com uma contribuição de recursos equivalente a 15% da Akaer. A participação da Saab na empresa foi ampliada para 25%, e a Akaer permanece independente, além de controlada e administrada pelo fundador e gestor brasileiro. Desde 2012, a Saab faz parte do Conselho Consultivo da Akaer.

A partir do investimento da Saab na empresa, a Akaer adquiriu ativos da Divisão de Espaço e Defesa (E&D) da Opto Eletrônica S.A, que passa a se chamar OPTO Space & Defense. Com mais de 30 anos, a empresa brasileira de optrônicos obteve o status de Empresa Estratégica de Defesa (EED), em 2013.

O objetivo da Akaer é garantir que as tecnologias optrônicas desenvolvidas pela OPTO ao longo de décadas sejam mantidas sob o domínio de uma Empresa Estratégica de Defesa (EED), para que possam ser utilizadas nos programas nacionais de espaço e defesa nos próximos anos.

Para garantir a continuidade destas capacidades, a OPTO Space & Defense, que estava em recuperação judicial, manterá todos os seus funcionários e operações no mesmo local, na cidade de São Carlos (SP), polo de optrônica no Brasil. Além disso, a Akaer ampliará o acesso desta divisão a mercados internacionais e desenvolverá produtos de aplicação dual, para que a mesma se mantenha sustentável financeiramente e para que possa expandir suas tecnologias.

DIVULGAÇÃO: MSLGROUP Publicis Consultants


No acordo de cooperação entre Akaer e Saab a empresa brasileira ficou encarregada de projetar as partes que aparecem em verde na ilustração da estrutura do Gripen NG

FONTE: http://www.aereo.jor.br/2017/01/23/saab-expande-parceria-com-akaer/
 

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Vitor Santos

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #127 em: Fevereiro 07, 2017, 02:02:27 pm »
Embraer Defesa & Segurança - Empresas Coligadas

 

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #128 em: Fevereiro 10, 2017, 05:11:46 pm »
 

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« Responder #129 em: Março 02, 2017, 05:12:55 pm »

 
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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #130 em: Março 05, 2017, 01:43:02 pm »
http://www.aereo.jor.br/2017/03/03/conheca-o-local-onde-a-embraer-realizara-avaliacoes-de-congelamento-artificial-do-kc-390/
Citar
A Base Aérea de Eglin é uma instalação militar de grandes proporções, mesmo para os padrões da USAF (Força Aérea dos EUA). Localizada entre as comunidades de Valparaiso e Lake Lorraine (estado da Flórida), a base cobre uma área de superior a 1,8 mil km2.

São diversas as unidades militares ali estacionadas, sendo que atualmente boa parte das instalações está voltada para a introdução do F-35 em serviço. Ali estão a 33rd Fighter Wing (unidade de treinamento e manutenção de caças F-35), o 58th Fighter Squadron (treinamento de pilotos de F-35A) e o VFA-101 da Marinha (treinamento do F-35C).

Mas além dessas e outras unidades, a Base Aérea de Eglin também hospeda o 96th Test Wing. A unidade e responsável pelo desenvolvimento, aquisição e ensaios em voo de armamentos, sistemas de guiagem, navegação, comando e controle.

Subordinado ao 96th Test Wing está o McKinley Climatic Laboratory. Trata-se de um hangar refrigerado especialmente construído para testar aeronaves em clima extremos. O hangar foi erguido em 1947 e desde então gerações e gerações de aeronaves foram testadas ali sob condições severas e controladas. Aviões como P-51, P-80, F-22, F-117, F-35, C-5A e muitos outros já foram testados nas instalações.

Mas não só aeronaves militares passaram pelo hangar 440 (como é comumente referida a instalação). Aeronaves civis como o Boeing 787 e o Airbus A350 também foram avaliadas sob baixas temperaturas. Como se vê o hangar conta com dimensões consideráveis para ensaiar um leque amplo de aeronaves, incluindo helicópteros.

A câmara principal possui 77 m de largura por 79 m de comprimento e 21 m de altura. Temperaturas entre -54ºC e 74ºC podem ser simuladas, assim como neve, chuva, vento, areia e poeira. Há também uma câmara menor para testes de motores, veículos menores (blindados e carros de passeio entre outros) e unidades de potência. Por fim existem outras câmaras acessórias que simulam: sol, vento, chuva e poeira; ambientes corrosivos (alta salinidade) e altas altitudes.


Citar
Um C-5M Super Galaxy em exposição ultravioleta no McKinley Climactic Laboratory

Cumprimentos
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« Responder #131 em: Março 05, 2017, 05:07:50 pm »
 

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #132 em: Março 06, 2017, 11:47:36 am »
 

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« Responder #133 em: Março 06, 2017, 02:56:36 pm »
 

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« Responder #134 em: Março 06, 2017, 02:57:39 pm »
 

 

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