Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #48 em: Abril 19, 2019, 10:16:32 pm »
Polícia Rodoviária Federal passa contar com Força de Choque Mobilizável


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A Polícia Rodoviária Federal passa a contar com a Força de Choque Mobilizável (FCM). Trata-se de um efetivo de operadores convocados mensalmente, com base na sede do Comando de Operações Especializadas – COE/DIROP em Brasília, treinados, equipados e em prontidão para atender ocorrências de controle de distúrbios, sejam em rodovias federais ou em áreas de interesse da União.

A FCM, que é supervisionada pela COE, por meio do seu Grupo de Operações de Controle de Distúrbios – GOCD, é composta por 11 operadores e um supervisor de equipe. A escolha pela base em Brasília visa, principalmente, facilitar o deslocamento para as demais regiões do país, diminuindo sensivelmente o tempo de resposta às ocorrências de perturbação da ordem, sobretudo nas superintendências que não dispõem de uma Força de Choque Regional.

Operações de Controle de Distúrbios

Operar em Controle de Distúrbios é uma atividade em que o policial deve utilizar ferramentas psicomotoras e cognitivas, em situações complexas, que forçam a tomadas de decisão rápidas e assertivas, em meio a cenários conflituosos, sob demasiado estresse.

Focado nos valores institucionais, no profissionalismo, no espírito de equipe e no comprometimento, um grupo de operações de controle de distúrbios deve ser formado sobre bases sólidas, pois a atuação se dá em missões que não permitem falhas. Mais do que manutenção da ordem social, uma força de choque é ferramenta garantidora do Estado Democrático de Direito, indispensável para o exercício de direitos fundamentais, tais como vida, liberdade de expressão, livre circulação e propriedade, sempre norteada pela irrestrita observância dos direitos humanos.

FONTE: https://www.defesa.tv.br/policia-rodoviaria-federal-passa-contar-com-forca-de-choque-mobilizavel/

 

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #49 em: Maio 19, 2019, 09:18:48 pm »
Frente Parlamentar deseja mudar regulamento da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro


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Uma Frente Parlamentar, em defesa da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) será instalada nesta segunda-feira (20), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), com o objetivo de aprovar um novo regulamento disciplinar da corporação.

“O regulamento atual da PMERJ é do ano de 1983. É preciso que haja um mais moderno, em que o policial tenha seus direitos preservados, sem permitir arbitrariedades dos comandantes em detrimento aos praças”, defende o deputado Renato Zaca.

Também vão ser discutidas as escalas de trabalho, o RAS compulsório, as condições de trabalho, o estado dos hospitais da PM, a revisão de atos administrativos e a promoções dos militares.

Além dos números da corporação, principalmente na relação entre oficiais (que na maior parte do tempo ficam dentro dos quartéis) e praças, que fazem o trabalho ostensivo nas ruas.

Foi apurado que há na Polícia Militar mais coronéis do que a legislação prevê. O número de sargentos também é grande, por conta da regra de promoção automática do policial militar. A PMERJ tem hoje 43.800 policiais na ativa, segundo a própria corporação.

Mesmo com a expectativa da entrada de três mil novos agentes até o fim do ano, a reclamação dos policiais é que há mais PMs oficiais do que praças. Em abril, 28 coronéis foram promovidos, com isso, segundo fontes, a corporação ficou com 118 coronéis, acima dos 77 que a legislação determina.

A PMERJ não confirmou esse número. Para um policial ser promovido, ele não precisa fazer um novo concurso, basta cumprir o tempo de serviço, de acordo com a patente, chamada de promoção automática, ou merecer.

Em 2018, os números da corporação mostravam que havia 15.200 sargentos e 11.894 cabos. O excedente de sargentos, segundo fontes, acaba fazendo com que eles façam serviços que não condizem com suas patentes.

Ano passado, o Gabinete de Intervenção Federal (GIF) fez um estudo para alterar as regras de promoção dos oficiais da PM, de forma a amenizar a queda do efetivo atuante nas ruas, e também para ajudar o caixa estadual, por conta dos salários maiores de acordo com a patente.

Altos salários oneram a folha e a Previdência estadual, já que o estado tem que contribuir com o dobro do valor que o militar contribui para Previdência. O governo respondeu que “o estudo feito pelo Gabinete de Intervenção Federal ainda está sendo analisado”.


FONTE: https://www.defesa.tv.br/frente-parlamentar-deseja-mudar-regulamento-da-policia-militar-do-estado-do-rio-de-janeiro/
 

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #50 em: Junho 02, 2019, 10:30:42 pm »
Força Nacional e polícias vão receber 106 mil novas pistolas


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É a primeira vez que pasta promove uma licitação desse porte; custo de R$ 444 milhões será dividido com governos estaduais

Aguirre Talento e Renata Mariz – O Globo

BRASÍLIA — O Ministério da Justiça e Segurança Pública prepara uma megalicitação para a aquisição de 106 mil pistolas , que serão distribuídas para a Força Nacional e a policiais civis e militares dos estados. É a primeira vez que o órgão promove uma licitação desse tipo, que prevê a participação de empresas estrangeiras e tem custo estimado de R$ 444 milhões. Parte das armas será bancada pelo governo federal e outro montante terá de ser adquirido diretamente pelas secretarias de Segurança Pública dos estados.

No último dia 9 de maio, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), órgão subordinado à pasta, promoveu uma audiência pública com a participação de representantes de empresas do setor para apresentar um modelo preliminar do edital de licitação, obtido pelo GLOBO. Na ocasião, a Senasp acolheu sugestões de alterações, que está analisando para confeccionar o edital definitivo, a ser lançado no segundo semestre.

O objeto da licitação descreve o produto a ser adquirido da seguinte forma: “pistolas de calibre 9x19mm com quatro carregadores e uma maleta”. Serão cinco lotes divididos por região, na seguinte quantidade: 15.414 para o Norte, 29.117 para o Nordeste, 34.965 para o Centro-Oeste, 4.560 para a região Sudeste e 22.480 para o Sul.

TROCA DE CALIBRE

O Ministério da Justiça prepara uma grande licitação para a compra de pistolas destinadas a suprir a demanda da Força Nacional e das polícias estaduais.


FONTE:  https://www.forte.jor.br/2019/05/28/forca-nacional-e-policias-vao-receber-106-mil-novas-pistolas/
 

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #51 em: Junho 02, 2019, 10:35:02 pm »
Policia Rodoviária Federal testa veículo blindado para patrulhamento urbano


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A policia Rodoviária Federal (PRF) deu início hoje (16) a testes com uma viatura blindada Agrale, assim como outros equipamentos de proteção individual e de grupo. A viatura totalmente blindada, suporta tiro de todos os calibres de fuzis e de armas longas e curtas de vários claibres.

O veículo está em teste experimental, e caso venha atender as expectativas das equipes da PRF, nas operações em áreas de alto risco do Estado do Rio de Janeiro, poderá em breve vir a ser, uma opção no combate à criminalidade nas estradas.

FONTE: https://www.defesa.tv.br/policia-rodoviaria-federal-testa-veiculo-blindado-para-patrulhamento-urbano/
 

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #52 em: Junho 14, 2019, 01:34:32 pm »
Polícia Militar do Estado de São Paulo

4º BPChq - Batalhão de Operações Especiais - Comandos e Operações Especiais (COE) - PMESP / Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE)










 

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #53 em: Junho 14, 2019, 01:38:19 pm »









 

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #54 em: Junho 14, 2019, 01:41:32 pm »







 
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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #55 em: Junho 14, 2019, 01:43:33 pm »
 
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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #57 em: Junho 21, 2019, 07:03:19 pm »
BCMS entrega a segunda viatura blindada para a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro


Até o final de julho mais quatro veículos serão entregues pelo Batalhão

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Rio de Janeiro (RJ) - O Gabinete de Intervenção Federal (GIF), através do Batalhão Central de Manutenção e Suprimento (BCMS) entregou, no dia 21 de maio, à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), o segundo Veículo Blindado de Transporte de Pessoal (Maverick). Serão entregues pelo Batalhão, até o final de julho, mais quatro veículos manutenidos.


A entrega contou com a presença do Comandante do BCMS, Tenente-coronel Mário Antônio Pinto Cavalcante, que destacou: "Esses veículos são fundamentais para as operações realizadas pela PMERJ e apoiam não somente o Comando de Operações Especiais (COE), mas também as tropas convencionais, além de  proporcionar mobilidade e proteção blindada, permitindo chegar rapidamente ao objetivo com maior segurança para os policiais".

FONTE: http://www.cml.eb.mil.br/ultimas-noticias/1737-bcms-entrega-a-segunda-viatura-blindada-para-a-pmerj.html

 

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Re: Polícias Militares e Polícias Civis Brasileiras
« Responder #58 em: Junho 26, 2019, 09:01:59 pm »
Polícia Militar de São Paulo lança edital para compra de arsenal variado


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A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) está lançando no Brasil e no exterior editais para a compra de arsenal variado, entre os quais 40 mil pistolas calibre .40, 1.300 fuzis calibres 5.56 e 7.62, dois fuzis de sniper (atirador de precisão) e 10 metralhadoras leves de calibre 7.62 mm.

Os equipamentos deverão ser entregues até o final de 2020 e custarão aproximadamente R$ 108,9 milhões. As informações foram dadas pelo secretário-executivo da PM junto à Secretaria de Segurança Pública, coronel Álvaro Camilo.

A PMSP não compra metralhadoras há mais de 60 anos. Elas serão usadas para a proteção de presídios e o combate a ataques a carros-fortes e empresas de transporte de valores.

“Não há restrição do Exército Brasileiro (EB) para a PMESP comprar metralhadora. Então, por que a PM não comprou mais metralhadora? Porque não é uma arma comum, que você precisa para ser utilizada a todo momento. Em tese, metralhadora é para dar rajada. Para você comprar metralhadora e usar como intermitente, está perdendo, porque ela é mais cara. Melhor você comprar um fuzil”, explica Camilo.

Entre os modelos de metralhadoras leves que poderão participar da concorrência, cuja previsão de publicação é agosto, estão alguns modelos preferidos pelos policiais paulistas, como a FN Minimi (utilizada pelas Forças Armadas brasileiras), a M249, a Heckler & Koch MG4 e a Negev NG7.


Fuzil que abate helicóptero

Todo este material já tem autorização pelo EB para ser adquirido, mas a corporação quer mais: pretende convencer os militares de que precisa comprar fuzis de calibres .30 e .50, restritos das Forças Armadas (FA), mas que são usados por criminosos, podendo perfurar veículos blindados, destruir paredes e até abater helicópteros.

Em 2010, a PMESP tentou comprar os fuzis de calibre .30 e .50, mas o EB não deixou. No entanto, diante da possibilidade de o Primeiro Comando da Capital (PCC) resgatar presidiários que estavam em unidades prisionais no interior do estado, o EB emprestou por 6 meses estes fuzis e treinou policiais das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) para operar o equipamento.

A divulgação do plano de resgate da facção levou à interdição temporária do aeroporto da cidade de Presidente Venceslau, que abriga um presídio onde estava a alta cúpula do PCC, para evitar qualquer ação criminosa. Consequentemente, houve a transferência de detentos para penitenciárias federais em fevereiro de 2019.

“Na verdade, a PMESP já usou estes fuzis .30 e .50 por empréstimo e autorização do EB (neste período em que havia o risco de resgate da facção). As armas ficaram de sobreaviso do final do ano passado até março, abril deste ano. Tivemos um treinamento com a Rota no interior, preparando-se para caso precisasse usar. Foi devolvido, mas a qualquer momento podemos pegar novamente, pois existe uma interação muito forte com o Exército”, afirma o coronel.

“E a ideia agora é a polícia partir também para a compra deste equipamento para ocorrências mais graves, como assaltos a empresas de valores e carros-fortes. Não está prevista agora (a compra dos fuzis .30 e .50), estamos estudando como poderemos fazer”, salientou Camilo.

“Infelizmente, é importante a polícia ter este tipo de armamento não só em São Paulo, como em outros estados, para fazer frente a uma necessidade mais específica do crime”, disse ele.

“Primeiro, é para a criminalidade saber que a polícia tem (estas armas). E que, se precisar, ela pode usar. A ideia é se preparar para caso precisar usar. Não é intenção da polícia usar estes fuzis no dia a dia, mas em uma situação super excepcional, como foi o que aconteceu (quando havia a suspeita de resgate)”, disse o secretário-executivo.

Licitação internacional

Segundo Camilo, o governador João Doria, autorizou a compra de 40 mil pistolas semiautomáticas, sendo que pelo menos 8 mil devem ser entregues até dezembro. A licitação está sendo divulgada em outros países e tem previsão de publicação no Diário Oficial do Estado em 10 de julho, com a assinatura do contrato em novembro.

Há dois anos a PMESP fez a primeira licitação internacional para a compra de pistolas, quando a fabricante austríaca Glock sagrou-se vencedora. Até então, o monopólio do mercado pertencia à brasileira Taurus.

Isso acabou quando o armamento nacional passou a apresentar problemas, como disparos acidentais. “A PMESP compra Taurus porque não podia comprar outra arma, a verdade é esta. Sempre se tentou comprar outras”, salientou Camilo.

A partir do problema em São Paulo, o EB passou a autorizar as polícias de todo o Brasil a comprar pistolas do exterior. A Glock, já utilizada pela Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), sagrou-se vencedora em muitas licitações.

“A polícia vai investir pesado em armamento. Queríamos comprar armamento de fora, mas, por uma questão legal, não era permitido. Agora, com todos estes problemas que aconteceram com a empresa Taurus (inclusive, foi feita uma aquisição de quase 5 mil metralhadoras, que apresentaram problemas e foram recolhidas) o EB autorizou a compra internacional de armas”, disse Camilo.

Sobre o fato de os policiais passarem a usar nas ruas diferentes tipos de pistolas (alguns com Taurus, outros com Glock, e outros com outros tipos, que poderão ser adquiridos na nova licitação), o oficial diz não haver problema.

“Não existe padronização neste caso. Eu posso comprar armas que atendam aos requisitos específicos. Qualquer marca pode entrar nesta licitação, e há outras marcas, que não a Glock. Claro que há a probabilidade da Glock ganhar. Mas há outras empresas internacionais que poderão participar de igual para igual, e irão brigar pelo preço”, defendeu o secretário-executivo.

FONTE:  https://www.defesa.tv.br/policia-militar-de-sao-paulo-lanca-edital-para-compra-de-arsenal-variado/?fbclid=IwAR2tuHydN4d1ODXSyTvKuQYP6_f4J-J_36_JfMsHo3oDkpmP2DAiUE6ZXV0

 

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« Responder #59 em: Junho 28, 2019, 02:26:14 pm »
Tenente PM Mayara se torna primeira mulher comandante de helicóptero da Polícia Militar do Estado de São Paulo


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O dia 26 de junho entra na história da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) pois nessa data, a 1º Tenente Mayara Roberta Mieko Tanaka de Moraes, se tornou a primeira mulher a ser comandante de helicóptero da PMESP.

A Oficial foi declarada apta a assumir o comando das aeronaves “Águias” pelo Conselho de Voo da unidade, presidido pelo coronel PM Paulo Luiz Scachetti Júnior, Comandante da Aviação da PMESP, após cumprir com êxito todas as etapas de ascensão de comando, que envolvem o treinamento de voo avançado e o programa de voos avaliados.

O inicio

Em 2005, aos 17 anos, a então jovem Mayara ingressou na Academia da Polícia Militar do Barro Branco (APMBB), pela influência do pai, que foi policial, mas saiu da corporação nos anos de 1990 para trabalhar no Japão.

“Mas aí ficou meio que um arrependimento de ter saído, eu acho, aí ele incentivou a gente a entrar”, lembrou a tenente. “Ele sempre comentava como era o serviço na polícia e isso influenciou e muito. Tanto que sou tenente e meu irmão também. Então nós dois seguimos a carreira que seria do meu pai”, contou.

“Ingressei em 2005, com 17 anos, era bem nova, mas a polícia me ensinou muita coisa. A formação na polícia ensina muita coisa. Então, apesar de ter ingressado bem jovem, a gente tem bastante ocorrência, bastante vivência, que fazem a gente amadurecer um pouco mais rápido por causa dessas situações que a gente acaba vivendo”, declarou.

Quando se formou, em 2008, a tenente Mayara passou a trabalhar no 18º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Presidente Prudente, e um ano depois seguiu para o 42º BPM/I, em Presidente Venceslau. Em 2013, a oficial ingressou no Grupamento Aéreo, sendo que desde 2015 atua na Base de Aviação de Presidente Prudente.

FONTE: https://www.defesa.tv.br/tenente-pm-mayara-se-torna-primeira-mulher-comandante-de-helicoptero-da-policia-militar-do-estado-de-sao-paulo/



 

 

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