Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER

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Luxo

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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #30 em: Junho 21, 2015, 09:12:00 am »
Isto da GNR ter barcos, blindados ligeiros e helicópteros (pelo menos, ja teve alouette II) não tem nada de extraordinário. E só olhar para as congéneres Guardia civil, Gendarmerie, Carabinieri.... O problema e existir duplicação de forcas e de meios e não haver especialização das FS (tipo modelo belga: uma forca mais local com missões de policia de proximidade e outra mais nacional com missões de ordem publica, controlo fronteiras.), articuladas com as FA.
Concordo totalemente que se um dia o estado vier à comprar aviões tipo Canadair, estes devem ser atribuídos à FAP.
 
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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #31 em: Junho 21, 2015, 10:35:55 am »
Citação de: "Luxo"
Isto da GNR ter barcos, blindados ligeiros e helicópteros (pelo menos, ja teve alouette II) não tem nada de extraordinário. E só olhar para as congéneres Guardia civil, Gendarmerie, Carabinieri.... O problema e haver duplicação de forcas e de meios e não haver especialização das FS (tipo modelo belga: uma forca mais local com missões de policia de proximidade e outra mais nacional com missões de ordem publica, controlo fronteiras.), articuladas com as FA.
Concordo totalemente que se um dia o estado vier à comprar aviões tipo Canadair, estes devem ser atribuídos à FAP.
Tudo países com a dimensão e o dinheiro de Portugal.  :roll: Aliás, Portugal precisa de duas policias para que? Uma não chegava? O que uma faz também pode fazer a outra caso a legislação o permita, mas como Portugal é o pais das "capelinhas" agora temos uma policia a fazer de exercito e marinha (basta ver o que se passou no Iraque). :roll:


E escrevam o que o Get_it disse: As próximas capelinhas serão o SAR e transporte Vip (pelo menos).  E acabar com a UALE? Esqueçam! Onde colocavam aquela gente toda (ha-de continuar mesmo sem meios aéreos por mais 20 anos)?  :twisted:
Citar
http://www.exercito.pt/sites/UALE/Noticias/Documents/Boletim%20Informativo%20UALE%203%C2%BATrimestre%202014.pdf


Por ultimo, fala-se de Canadair e que tal extender a outros aparelhos como o Fireboss ou air Tractor, com um preço diferente e igualmente adequados À realidade Portuguesa?  :roll:



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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #32 em: Junho 21, 2015, 11:08:24 am »
Mesmo os Kamov, independentemente de terem sido uma boa ou má escolha, deveriam ter sido desde o primeiro momento integrados na FAP.

E obviamente outros meios a serem adquiridos, e até concordo com o Mafets relativamente ao Air Tractor e Fireboss, devem fazer parte da FAP.

A nível dos incêndios em Portugal não há assim tanto a dizer, uma coisa torna-se óbvia, quem combate os incêndios não pode lucrar com essa actividade, é simples.

E quem de forma indirecta lucrar com o combate aos incêndios (por exemplo fornecedores de equipamentos dos bombeiros, etc.) tem de ser mantido sob o olhar atento das autoridades e serviços de informação a nível de ligações pessoais, contactos, comunicações, contas bancárias, etc.
 

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Luxo

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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #33 em: Junho 21, 2015, 11:39:27 am »
Falei no modelo belga por ser um país com uma população similar à portuguesa (menos no poder de compra). Depois pode existir prioridades diferentes entre o poder local (luta contra estacionamento ilegal,  gráfitis,. ..entre otros exemplos) e o poder central.
Isto pode tamben ser feito por unidades diferentes dentro de uma mesma força.
Mas é verdade que tenho uma preferência por um modelo dual, com uma das FS de estatuto militar, mas com especializacao das FS (mas é só uma preferência minha )
Ao nível dos aviões, como já foi aqui escrito, países como a Grécia o Croácia também têm Canadair.
Aliás, a força aérea grega tem Canadair e Fireboss.
Em Espanha, a força aérea tem Canadair e algumas regiões tem Fireboss (deles ou contratados ao ano, isto não sei)
 

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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #34 em: Junho 21, 2015, 02:05:24 pm »
Citação de: "Luxo"
Falei no modelo belga por ser um país com uma população similar à portuguesa (menos no poder de compra). Depois pode existir prioridades diferentes entre o poder local (luta contra estacionamento ilegal,  gráfitis,. ..entre otros exemplos) e o poder central.
Isto pode tamben ser feito por unidades diferentes dentro de uma mesma força.
Mas é verdade que tenho uma preferência por um modelo dual, com uma das FS de estatuto militar, mas com especializacao das FS (mas é só uma preferência minha )
Ao nível dos aviões, como já foi aqui escrito, países como a Grécia o Croácia também têm Canadair.
Aliás, a força aérea grega tem Canadair e Fireboss.
Em Espanha, a força aérea tem Canadair e algumas regiões tem Fireboss (deles ou contratados ao ano, isto não sei)
Mas o problema aqui é o "poder de compra". Portugal não o têm para ter duas forças policiais e umas FA com toda a gente a querer ter helicópteros (bastaria um comando conjunto como se chegou a pensar), blindados, lanchas, etc,  quando as mesmas F.A. tem carência de determinados meios, manutenção, pessoal. etc.  


Além disso o combate aos incêndios é um negocio. E por isso a Fap foi afastada, quando usava os C130 com o MAFFS, algo que ainda muitos países usam (sobre as experiências feitas com os c295 espanhóis já se falou cá alguma coisa?).  




Lembram-se novamente dos PUMA que ninguém quis? Pois, custavam aquando da recepção dos EH101, à volta de 6 milhões ao ano e ficariam por 25 milhões a reconversão para ANPC. Os KAVOV é só segundo o novo contrato de 36 milhões por 4 anos dá qualquer coisa como 9 milhões por ano, sendo que a actual empresa que ainda faz manutenção até ao final do ano ainda acabou de receber à pouco mais 14 milhões. E quantos KAMOV estão operacionais? Foi importante criar mais outra "capelinha" que sempre deu prejuízo. Lá fora, usa-se  além dos C130, Pumas e Alouette, como reforço aos meios existentes, publicos e privados, Fireboss/Airtractor e Canadair.


Portanto, antes de mais era dotar alguns dos meios existentes na FAP,dar treino às tripulações e investir alguns milhões na aquisição de equipamento, depois dotar a FAP com mais alguns Fireboss/Airtractor (quem sabe dava para fora a epoca de incêndios ser armado como o N4247U  :roll: ) e mandassem a UALE às "malvas". Só que da mesma forma que o MAI quer ter a suas "F.A." também o exercito não desarma com os helis. Mas são apenas meras opiniões pessoais alicerçadas em factos. :roll:



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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #35 em: Junho 21, 2015, 06:59:17 pm »
Citação de: "Luxo"
Isto da GNR ter barcos, blindados ligeiros e helicópteros (pelo menos, ja teve alouette II) não tem nada de extraordinário. E só olhar para as congéneres Guardia civil, Gendarmerie, Carabinieri.... O problema e existir duplicação de forcas e de meios e não haver especialização das FS (tipo modelo belga: uma forca mais local com missões de policia de proximidade e outra mais nacional com missões de ordem publica, controlo fronteiras.), articuladas com as FA.
Eu acho que o principal problema não é o da GNR ter barcos, blindados ligeiros ou helicópteros/UAVs ou até existir até certo ponto uma duplicação de forças e de meios. O problema é a dimensão da coisa e a mentalidade que o MAI e a GNR anda a ter que acaba por ser como foi escrito aqui: o MAI a querer ter as suas próprias "forças armadas". O Iraque é um bom exemplo e é bom olharmos lá para fora e vermos o que anda a acontecer com as forças policiais nos Estados Unidos.

Citação de: "Luxo"
Depois pode existir prioridades diferentes entre o poder local (luta contra estacionamento ilegal,  gráfitis,. ..entre otros exemplos) e o poder central.
Isto pode tamben ser feito por unidades diferentes dentro de uma mesma força.
A existência de prioridades diferentes entre os poderes (comandos) locais e o poder (comando) central não pode ser visto como o principal motivo para estar a dividir as forças em diferentes organizações e entidades. Essas diferenças vão sempre existir de alguma forma e para sermos eficientes as unidades territoriais e regionais devem ter alguma autonomia e o comando central deve estar consciente dessas necessidades.

Citação de: "Luxo"
Mas é verdade que tenho uma preferência por um modelo dual, com uma das FS de estatuto militar, mas com especializacao das FS (mas é só uma preferência minha )
Sim, tudo bem. Mas temos então de escolher um modelo e segui-lo. Não é deixar cada uma das quintas (entidades) e os donos das plantações (ministérios) decidirem o que querem fazer como está a acontecer agora.

Se é para manter a GNR como uma força de segurança com estatuto militar então que se passem grande parte das outras missões estritamente civis e nas regiões urbanos para outras entidades (PSP, SEF, ASAE, etc.) e que se acabe com algumas das unidades nas forças armadas (polícias militares, PJM) ou que se passem algumas das missões dessas unidades para a GNR. Algo um bocado ao estilo do que é feito na Holanda.

Outra coisa que também precisamos de deixar de fazer é que cada vez que uma entidade receba mais meios e responsabilidades que outra entidade venha exigir também a sua parte: ao estilo do que quase aconteceu com a PSP absorver o SEF.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 
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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #36 em: Junho 21, 2015, 08:04:00 pm »
Citação de: "Get_It"
Não é deixar cada uma das quintas (entidades) e os donos das plantações (ministérios) decidirem o que querem fazer como está a acontecer agora.
Esse é que é o problema!! Não é haver quintas, porque elas têm de existir sempre, é o desgoverno que existe! No fundo é tudo uma questão de mentalidade, a mentalidade portuguesa! Podemos dar as voltas que quisermos que vamos parar sempre ao mesmo sítio: não há Estado! Existem governos que se vão sucedendo mas é só isso. Mas está tudo OK porque o povo votou...
 

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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #37 em: Junho 29, 2015, 05:39:09 pm »
Citação de: "Edu"
Os meios aéreos de combate aos incêndios deviam estar todos na FAP, sendo operados exclusivamente por pilotos da FAP e manutenção tendencialmente feita da mesma maneira como é feita para outras aeronaves da FAP.

Não há nada que inventar aqui, não se compreende porque não é feito.

Digo mais, no dia em que o combate aéreo de incêndios passar a ser exclusivamente da responsabilidade da FAP (provavelmente nunca virá a acontecer) a taxa de incêndios nesse ano ver-se-á reduzida em 50% ou mais. Provavelmente nesse momento deixaríamos de precisar de uma grande parte dos meios aéreos adquiridos.

1000% de ACORDO !!!!!!

Aqui neste caso, e na aviação, refiro uma máxima que transmitimos diariamente aos mais maçaricos, quando agranelam ou fazem merda, durante as operações de voo, ou de handling : " Na aviação está tudo inventado, não inventes ................. " as reticências são os impropériozitos, adequados á situação, não fossemos nós Lusos !!!
Não vale a pena estarmos com delongas ou desvios de percurso, todas as derivas que neste caso tomarmos irão apenas prolongar os gastos inúteis atribuídos aos amigos de A, B ou C alimentando os tão acostumados compadrios !
A FAP, deve ser a entidade a tomar as rédeas da gestão dos meios  AEREOS, alocados ao Combate dos fogos florestais, enquanto tal não aconteça continuamos a perder tempo, dinheiro e esforços, não inventemos e atribuamos aos especialistas na matéria, leia-se FAP, os meios humanos e materiais para que a missão seja cumprida eficazmente.

Cumprimentos
Ten
 

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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #38 em: Junho 30, 2015, 10:34:28 am »
Entretanto:  :roll: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ministra-alertada-ha-cinco-meses-que-helicopteros-podiam-nao-estar-a-funcionar-no-verao-1700535
Citar
A ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, recebeu uma carta no início de Fevereiro, alertando-a para a possibilidade de os helicópteros pesados Kamov, que integram a frota de meios aéreos do Estado, não estarem a operar na época em que habitualmente se concentram mais incêndios florestais.

A carta foi enviada por Pedro Silveira, presidente da Heliportugal, a empresa que vendeu os aparelhos e esteve a assegurar a sua manutenção até ao início deste mês. E a realidade veio dar-lhe razão: a um dia de entrar na fase Charlie, a mais crítica dos fogos, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) só tem um dos seis Kamov a operar. E com o acidente desta segunda-feira, também os helicópteros ligeiros, inicialmente quatro Ecureuil B3, estão reduzidos a duas aeronaves.

No documento, o presidente da Heliportugal diz escrever à ministra depois “de vários pedidos de reunião quer por telefone, quer por email, quer por carta registada ao senhor presidente da ANPC”, manifestando uma “enorme apreensão com o que se está a passar com os helicópteros Kamov”. “É nosso sentimento que o país vai ficar sem estes meios aéreos disponíveis (...) exactamente no pior momento”, acrescentava a carta.  

No dispositivo de combate estava previsto que a ANPC tivesse ao seu dispor 49 meios aéreos para combater os incêndios entre 1 de Julho e 30 de Setembro. Mas, pelo menos no início desta fase, apenas poderá contar com 44 aparelhos, a esmagadora maioria ligeiros. Os meios aéreos pesados, usados no combate aos fogos de maior dimensão, estão reduzidos a um helicóptero Kamov e a dois aviões bombardeiros pesados, um número que contrasta com os sete previsto no dispositivo, que integra a frota do Estado e os aparelhos alugados.  

Em resposta ao PÚBLICO, a ANPC diz que conta ter durante o próximo mês os dois Kamov “com problemas mais ligeiros” a funcionar. Mas estas duas aeronaves ainda continuam paradas à espera da chegada de novos motores. Estes helicópteros estão inoperacionais, um desde 30 de Dezembro do ano passado e outro uns dias mais tarde, ou seja, ambos há mais de seis meses.

No penúltimo dia do ano, um dos Kamov teve um incidente grave em São Brás de Alportel, no Algarve, durante um voo para treinar a utilização do guincho usado para as missões de resgate e salvamento. Na sequência deste incidente, foi determinada uma inspecção aos motores de todos os helicópteros pesados, tendo-se detectado fissuras num outro motor, o que obrigou o aparelho a parar, explica o responsável pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves, Álvaro Neves. Foi aberta uma investigação e, neste momento, as aeronaves ainda estão à guarda desta investigação. “Mal a Autoridade Nacional de Protecção Civil tenha os motores, liberto os aparelhos da investigação”, garante Álvaro Neves.

A ANPC não explica porque não mandou reparar mais cedo os aparelhos, atirando as culpas para a Heliportugal que diz era responsável pela “manutenção das aeronaves”. Pedro Silveira responde que a manutenção contratualizada era apenas a programada e, como tal, não incluía este tipo de reparação. Insiste que isso mesmo foi reconhecido pelo Ministério da Administração Interna que lançou um concurso no final de Maio para reparar estes aparelhos, com um preço base de três milhões de euros. Mas nem a Heliportugal, nem nenhuma outra empresa concorreu.

“O Estado foi atrasando o conserto destes helicópteros e depois queria obrigar-nos a fazer a reparação em 30 dias, o que era manifestamente impossível”, justifica Pedro Silveira. Mas isto só explica porque há dois helicópteros parados.

Um outro teve um acidente grave em Setembro de 2012 e, desde então, ou seja, há mais de dois anos e meio que não funciona. O Estado nunca teve dinheiro para o reparar. Isto porque, como se tem optado por não fazer seguros para aeronaves, cada vez que há um acidente ou um incidente grave o MAI fica com o total dos encargos. Por isso mesmo, o Estado nunca substituiu o helicóptero ligeiro destruído num acidente em Novembro de 2007, que provocou a morte do piloto da aeronave. Tal não acontecerá, contudo, com o aparelho acidentado esta segunda-feira, já que, actualmente, os helicópteros estão a ser operados por privados que possuem seguro dos aparelhos.

Um outro esteve envolvido num incidente em Agosto de 2013, que obrigou o aparelho a aterrar de emergência no aeródromo de Viseu. Esteve sem funcionar até há cerca de um mês, altura em que a Heliportugal o entregou à protecção civil após o Estado ter autorizado a reparação. Contudo, entretanto, foi detectado um problema num dos motores, tendo a ANPC responsabilizado a Heliportugal pela deficiente reparação. Pedro Silveira garante que o motor era novo e não tinha qualquer problema, atribuindo o problema às sete horas que a aeronave operou após a reparação.  



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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #39 em: Junho 30, 2015, 07:08:24 pm »
Citação de: "mafets"
Entretanto:  :roll: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ministra-alertada-ha-cinco-meses-que-helicopteros-podiam-nao-estar-a-funcionar-no-verao-1700535
Citar
A ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, recebeu uma carta no início de Fevereiro, alertando-a para a possibilidade de os helicópteros pesados Kamov, que integram a frota de meios aéreos do Estado, não estarem a operar na época em que habitualmente se concentram mais incêndios florestais.

No dispositivo de combate estava previsto que a ANPC tivesse ao seu dispor 49 meios aéreos para combater os incêndios entre 1 de Julho e 30 de Setembro. Mas, pelo menos no início desta fase, apenas poderá contar com 44 aparelhos, a esmagadora maioria ligeiros. Os meios aéreos pesados, usados no combate aos fogos de maior dimensão, estão reduzidos a um helicóptero Kamov e a dois aviões bombardeiros pesados, um número que contrasta com os sete previsto no dispositivo, que integra a frota do Estado e os aparelhos alugados.


Saudações

À parte do restante discurso comento apenas esta parte sobre o período em que os meios aéreos estão operacionais/alocados ao combate ao fogos florestais de 01JUL/30SET !!!????

Então o mês de junho não é considerado como período de risco para os incêndios florestais meus senhores ???? :?  :?
Só este anos já tivemos mais uns 3570 incêndios que no mesmo mês de 2014 com uma área ardida de mais 14.971 hectares, só mais 9.446 do que no mesmo período de 2014, quando as chamas consumiram 5.525 hectares !!!! :N-icon-Gun:

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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #40 em: Julho 02, 2015, 10:15:32 am »
A propósito do Helicóptero que caiu: http://www.bps.pt/geral/operacao-de-remocao-helicoptero-caido-em-lago-em-lamoso-imagens/
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Remoção de helicóptero que caiu durante uma operação de combate a incêndios, numa lagoa no interior de uma pedreira em Lamoso, Paços de Ferreira





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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #41 em: Julho 06, 2015, 03:47:38 am »
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Não será agora tempo de atribuir os meios da ex. EMA à uma instituição mais seria.
Estou à pensar na GNR porque e à instituição que mais uso poderá ter fora da época dos fogos florestais (controlo rodoviário, controlo fronteiras terrestres e marítimas, SAR com os GIPS, ...e outros). Na época dos fogos florestais, Claro que à missão principal será o combate aos fogos florestais como fizeram os Pumas da policia federal alemã em Portugal.
Nada impede à GNR ter um acordo com à FAP (mais ou menos igual ao da marinha) para à formação dos pilotos, manutenção, disposição de bases aéreas). Isto no espírito de à GNR ser uma forca intermediara entre forcas armadas e forca de segurança civil.

Temos que partir do princípio que todas as instituições são sérias. O problema é que os meios não chegam ou o que existe não dá.
O estado pecou por incompetência na decisão de adquirir meios que não se conseguem rentabilizar de forma eficiente. E mesmo o que temos nem a funcionar está.

A melhor ideia para os kamov é: vendê-los o mais rapidamente possível. É na única coisa em que acredito.  Assim, ainda estávamos a tempo de ir buscar algum.  

Só por curiosiodade, os franceses (armé de l ´air) utilizam os “esquilos” para intercepção de avionetas.  

http://rpdefense.over-blog.com/tag/masa/

06/02/2015 Sources : Armée de l'air
 Embarqués à bord d’hélicoptères Fennec, ils assurent la protection aérienne du territoire français, contribuant à la posture permanente de sûreté (PPS).
 Du 2 au 4 février 2015, une campagne de tir air-sol organisée au profit des équipes « mesures actives de sûreté aérienne » (MASA) s’est déroulée sur le champ de tir de Captieux (33).
 Des spécialistes des escadrons de protection des bases aériennes 115 d’Orange et 107 de Villacoublay et du commando parachutiste de l’air n°30 (CPA 30) de Bordeaux participaient à cet exercice, tout comme l’équipage d’un Fennec de l’escadron d’hélicoptère 5/67 « Alpilles ».
 Cette campagne de tir a permis la reconduction des licences opérationnelles délivrées à une vingtaine de chefs d’équipe et de tireurs embarqués. Chaque équipe MASA a réalisé deux séances de jour, ainsi qu’un tir de nuit, délivrant plusieurs types de munitions (calibre 7,62 mm de fusil HK 417, calibre 12 de fusil à pompe TPS, fusées éclairantes, etc.).
 365 jours par an, 24 heures sur 24, l’armée de l’air est responsable en toutes circonstances de la défense aérienne du territoire national. S’appuyant sur un dispositif permanent interarmées et interministériel travaillant en réseau (radars, centre national des opérations aériennes), des hélicoptères et des avions de chasse de la permanence opérationnelle (PO) répartis sur l’ensemble de l’Hexagone, se tiennent prêts à décoller à tout moment pour effectuer des missions MASA.


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«Eu até noutros tempos concordaria com isso a 100%, no entanto a GNR nos últimos anos tem-se transformado num monstro.»
«o MAI a querer ter as suas próprias "forças armadas".»
«O problema é a dimensão da coisa e a mentalidade que o MAI e a GNR anda a ter que acaba por ser como foi escrito aqui: o MAI a querer ter as suas próprias "forças armadas".»
Citar
Além disso não concordo com o estatuto que a GNR tem vindo a adquirir porque o MAI entende que deve ter umas "forças armadas" sobre a sua tutela onde "mande e desmande" sem que o PR possa dizer seja o que for (não que o actual diga alguma coisa mas nunca se sabe o futuro  ). Qualquer dia, para juntar aos blindados, às lanchas e aos helis da ANPC ainda se arranja uma "esquadrilha de F16 pintadinha de azul" e lá vai a rapaziada fazer novamente uma perninha no Iraque (que por lá está muito perigoso para andar pelo chão  )
.  

Eu ainda não entendi por que razão o MAI e afins desejam ter as suas próprias “FAs”!
Não é mais do mesmo? Há falta de meios!
A propósito do Iraque 2ª guerra do golfo: Foram exatamente as forças da GNR que avançaram e não o exército, num cenário de guerra autêntica. Qualquer meio do exército “pintado á GNR” não terá sido mal empregue. Foi pela discordância na questão do envolvimento português no Iraque entre PM e PR, na altura, que avançou a GNR e não o exército, se não me falha a memória.  

Citar
«O Iraque é um bom exemplo e é bom olharmos lá para fora e vermos o que anda a acontecer com as forças policiais nos Estados Unidos.»
:?:


http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-administracao-interna/mantenha-se-atualizado/20140226-mai-incendios-bombeiros.aspx

 
Citar
PORTUGAL VAI COMPRAR DOIS AVIÕES DE COMBATE A FOGOS FLORESTAIS

2014-02-26 às 15:04

O Ministro da Administração Interna afirmou que está a decorrer o processo de compra de dois aviões Canadair de combate a incêndios florestais, na reunião do grupo de trabalho para Análise da Problemática dos Incêndios Florestais, da Assembleia da República. Miguel Macedo acrescentou que Portugal precisa de ter no dispositivo mais meios aéreos próprios, para ter capacidade de combater grandes incêndios florestais
Embora no passado tenha sido feita a opção de alugar a outros países este tipo de aviões, agora «há um consenso que Portugal precisa de ter, pelo menos, um aparelho Canadair», afirmou o Ministro que acrescentou que os aviões custam cerca de 37 milhões de dólares cada, sendo comprados com recurso a fundos comunitários.

Miguel Macedo afirmou que não é fácil adquirir estes aviões no mercado a preços razoáveis, uma vez que «estes meios não abundam», mas Portugal «não pode, por sistema, em cada verão, recorrer à generosidade de outros países».
Relativamente à rede nacional de postos de vigia para deteção de incêndios, atualmente da responsabilidade da GNR, o Ministro informou que esta deve passar a ser gerida pelas autarquias locais a partir do próximo ano. Os 231 postos de vigia da GNR funcionam durante o verão e, nesses meses, costumam dar emprego a cerca de 1000 pessoas.

Miguel Macedo referiu também que há falta de condições de treino dos bombeiros voluntários, uma matéria em que «há quase tudo para fazer» e na qual estamos «muito longe» de ter as condições de «treino que deviam ser adequadas para este tipo de situações».
Está a decorrer uma «revisão completa ao programa da Escola Nacional de Bombeiros», que passa em aproximar a formação aos corpos de bombeiros e recorrer às novas tecnologias, acrescentando que, antes da época de fogos, vão realizar-se ações de formação em estruturas espalhadas pelo País.
Miguel Macedo informou que estão a ser criadas bases logísticas, em vários pontos do País, para apoiar as estruturas de bombeiros durante a época de fogos, locais onde será possível aos profissionais descansar, tomar banho e comer, pois «ficou bem visível», durante os incêndios de 2013, que há falta de estruturas de apoio.
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Incêndios. Governo vai comprar dois meios aéreos
 
Portugal vai recorrer a financiamento europeu, anunciou a ministra da Administração Interna.

11-01-2015 14:32
A ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, anunciou este domingo, em Torres Vedras que o Governo vai comprar dois meios aéreos para o combate aos incêndios florestais.

"O Governo iniciou esta semana o processo que levará à aquisição pelo Estado Português de dois meios aéreos, pesados, anfíbios de asa fixa, para combate a incêndios florestais", afirmou Anabela Rodrigues, durante a tomada de pose dos órgãos da Liga Portuguesa de Bombeiros.
A governante adiantou que a aquisição daqueles equipamentos "será possível com recurso a financiamento europeu e foi ponderada de forma a permitir que os respectivos fundos continuem a estar disponíveis para outras áreas de equipamento dos bombeiros".

O presidente da Liga, Jaime Marta Soares, sublinhou a necessidade de a lei do financiamento dos bombeiros entrar em vigor com rapidez, para resolver o problema da falta de sustentabilidade financeira de muitas corporações e, com isso, melhorar a resposta de socorro às populações.
Sem apontar prazos e sem responder aos jornalistas, Anabela Rodrigues afirmou, durante o seu discurso, que "o trabalho está concluído no que diz respeito ao financiamento pela administração central, representando um aumento do financiamento em mais de 10%, estando neste momento em curso um esforço final de negociação com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP)" para responderem também ao financiamento.
À alegada falta de respostas da ANMP, o presidente da Liga mostrou-se "estupefacto" e disse que irá sensibilizar os autarcas para a necessidade de assumirem a sua "responsabilidade" e financiamento por terem competências de Proteção Civil.

A liga dos Bombeiros Portugueses pediu a reforma da lei orgânica do Instituto Nacional de Emergência Médica e da Autoridade Nacional da Proteção Civil de modo a englobar os bombeiros nas decisões, bem como a criação do cartão social do bombeiro e do Observatório Nacional para os Incêndios Florestais.
A ministra da Administração Interna respondeu que também é intenção do Governo criar esse observatório, enquanto "espaço de reflexão, análise, diálogo e partilha constantes, na busca das melhores soluções em três áreas fundamentais: prevenção, fiscalização e combate".
Quanto ao cartão social do bombeiro, Anabela Rodrigues manifestou "disponibilidade para analisar e discutir" uma proposta a ser apresentada pela Liga dos Bombeiros Portugueses.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.as ... did=174411

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=828580&tm=8&layout=121&visual=49

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Especialista diz que faltam bombeiros florestais e há muitos meios aéreos
Lusa 14 Mai, 2015, 15:01
O especialista em incêndios florestais Paulo Tavares considerou hoje que há "um desequilibro no investimento ao combate" aos fogos, apontando a falta de bombeiros florestais e o excesso de meios aéreos.
"O nosso dispositivo, para a dimensão do país, talvez se possa considerar sobredimensionado", disse à agência Lusa o investigador do Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), a propósito da fase Bravo de combate a incêndios florestais, que começa na sexta-feira.

Como exemplo, referiu que "é excessivo" o número de meios aéreos, que se reflete num "desequilíbrio de investimento no combate".
Paulo Tavares adiantou que "os meios aéreos têm uma relação custo/benefício muito alta" e "aquilo que fazem não compensa de modo nenhum os custos que têm".
"Existe a perceção pública de que com mais meios aéreos se consegue atacar melhor os incêndios, a verdadeira solução está no terreno, não está no ar", disse, apontando a falta de "especialização e profissionalização" dos bombeiros, apesar de Portugal ter os meios e feito investimento nos últimos anos.
O investigador da UTAD explicou que a falta de especialização está relacionada com "combatentes mais aptos em enfrentar o fogo florestal", uma vez que bombeiros portugueses "estão mais treinados para defender pessoas e bens" e não as florestas.
"Apesar de todo o investimento, não vemos grandes avanços na eficácia, como em Espanha e em outros países, que conseguiram melhorar as estatísticas de fogos", sustentou.

Além da falta bombeiros sapadores, Paulo Tavares considerou também que há pouca visão técnica, fundamental para extinguir um incêndio o mais rápido possível.
"Com poucos meios de combate podemos fazer bastante melhor, é preciso ter uma visão técnica sob o incêndio, saber ler o incêndio, aplicar conhecimento técnico mais avançado que em Portugal é extremamente escasso", sustentou.
Para o docente, os passos dados em Portugal "têm sido muito tímidos", apesar de estar tudo diagnosticado há muito anos.
Paulo Tavares destacou a especialização e o investimento feito nas equipas mais vocacionadas para o fogo florestal, como foi o caso dos GIPS da GNR, bombeiros "Canarinhos" e sapadores florestais, mas considerou que o esforço foi escasso.
"Tinha que haver um investimento na formação a todos os níveis, desde o bombeiro treinado para usar a água, até ao técnico florestal que deveria ter as competências para fazer a análise de incêndios e dirigir as técnicas de combate", afirmou.

Devido a este modelo de combate, assente em bombeiros mais vocacionados para a proteção de bens e pessoas, o investigador considerou que em Portugal ainda se continua a usar mais água do que ferramentas de sapador ou máquinas de rasto.
Paulo Tavares reconheceu que este a ano houve avanços no número de bombeiros formados, mas o problema está nos formadores, que não têm as competências necessárias, nomeadamente conhecimento técnico no combate a incêndios.
O investigador defendeu ainda a existência de corpos de bombeiros "mais estáveis" e "com melhor formação".
"Enquanto o combate aos incêndios estiveram tão dependentes do voluntariado e dos bombeiros sazonais é muito difícil ter um corpo profissional estável a atuar nesta área e conseguir melhores resultados", concluiu.

Cump.
 
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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #42 em: Julho 07, 2015, 04:58:54 am »
Video impressionante de dois Canadair a reabastecerem.

https://www.facebook.com/ClimatologiaGeografica/videos/573048359455249/?fref=nf
Everyone you will ever meet knows something that you don't.
- Bill Nye
 

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Menacho

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Re: Os BOMBARDIER 415 MP QUE PORTUGAL DEVERIA TER
« Responder #44 em: Agosto 11, 2015, 09:32:14 am »
Citação de: "tenente"
Citação de: "mafets"
Entretanto:  :roll: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ministra-alertada-ha-cinco-meses-que-helicopteros-podiam-nao-estar-a-funcionar-no-verao-1700535
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A ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, recebeu uma carta no início de Fevereiro, alertando-a para a possibilidade de os helicópteros pesados Kamov, que integram a frota de meios aéreos do Estado, não estarem a operar na época em que habitualmente se concentram mais incêndios florestais.

No dispositivo de combate estava previsto que a ANPC tivesse ao seu dispor 49 meios aéreos para combater os incêndios entre 1 de Julho e 30 de Setembro. Mas, pelo menos no início desta fase, apenas poderá contar com 44 aparelhos, a esmagadora maioria ligeiros. Os meios aéreos pesados, usados no combate aos fogos de maior dimensão, estão reduzidos a um helicóptero Kamov e a dois aviões bombardeiros pesados, um número que contrasta com os sete previsto no dispositivo, que integra a frota do Estado e os aparelhos alugados.


Saudações

À parte do restante discurso comento apenas esta parte sobre o período em que os meios aéreos estão operacionais/alocados ao combate ao fogos florestais de 01JUL/30SET !!!????

Então o mês de junho não é considerado como período de risco para os incêndios florestais meus senhores ???? :?  :?
Só este anos já tivemos mais uns 3570 incêndios que no mesmo mês de 2014 com uma área ardida de mais 14.971 hectares, só mais 9.446 do que no mesmo período de 2014, quando as chamas consumiram 5.525 hectares !!!! :N-icon-Gun:

Cumprimentos

Parece-me que a 30JUN, quando escrevi o post acima, estava sem querer, a adivinhar o que ia acontecer neste verão ! A Área ardida é enorme, muito superior á dos anos anteriores e a fase Charlie ainda não terminou !! :G-beer2: ........... continuamos felizes e contentes!
Os nossos combatentes, aqueles milhares de Heróis, que diariamente andam no terreno, com mangueiras, pás e picaretas, esses, aos olhos de quem planeia as campanhas dos combates aos incêndios florestais, devem ser descartáveis, é como há uns dias uma das associação de Bombeiros afirmou, " Continuam a ser EXPLORADOS ", e eu assino por baixo !! :G-beer2:  :G-beer2:

Cumprimentos e gozem o pouco verde que vamos tendo no Nosso Portugal
 
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