U. S. Navy

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AtInf

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Re: U. S. Navy
« Responder #135 em: Dezembro 13, 2010, 09:40:46 am »
Sob pena de me repetir, mas isto é revolucionário, e as pesquisas em decurso ainda prometem mais:

Na sexta-feira passada foi efectuado um teste de demonstração pelo gabinete da pesquisa naval resultando num recorde mundial. Obtiveram uma potência de disparo de 33 megajoule com um Railgun eletromagnético no centro naval de guerra de superfície. O CAlm Nevin Carr, chefe da pesquisa naval, disse " o tiro de 33 megajoule significa que a marinha pode disparar projécteis a pelo menos 110 milhas náuticas, colocando marinheiros e fuzileiros navais a uma distância de segurança e fora de perigo." As velocidades elevadas igualmente fazem o sistema taticamente relevante para defesas aereas e anti-míssil.
Para põr o em alguma perspectiva, o tiro de 33 megajoule poderá alcançar uma velocidade do Mach 5 em distâncias prolongadas, em talvez mais de 200 milhas náuticas.  
Agora imaginem: 1 megajoule é equivalente ao impacto de 1 Ton a 160 Km/h !!!

http://www.youtube.com/watch?v=6BfU-wMw ... r_embedded
 

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Edu

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Re: U. S. Navy
« Responder #136 em: Dezembro 13, 2010, 12:04:23 pm »
Isso dos 33 megajoules em si não diz muito se de facto 1 megajoule é uma tonelada a 160km/h. Tendo em conta que para a energia cinética a velocidade vem ao quadrado 33 megajoules significa um corpo de uma tonelada a cerca de 919km/h, se não estou em erro os grandes canhões navais da segunda grande guerra disparavam projeteis de 1 tonelada a velocidades maiores...

Penso que o que é inovador nesta tecnologia é conseguir colocar enormes quantidades de energia cinética em pequenos corpo, transportando-os a grande velocidade.
 

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AtInf

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Re: U. S. Navy
« Responder #137 em: Dezembro 13, 2010, 02:07:20 pm »
O que julgo ser mais importante é a distância a que se consegue alcançar os alvos. Os couraçados  da 2ª GM conseguiam de facto colocar projecteis bem pesados  1,900 a 2,700 lbs (860 a 1,200 kg) com uma velocidade de  820 m/s  a um alcance maximo de 38,720 m. Agora este sistema dá uma potência de destruição semelhante mas a um alcance actual de 110 milhas nauticas ( cerca de 200 km ), de futuro preveêm chegar às 200 milhas ( mais de 350 km ). Isto para os Super Dragões uiii !!! :mrgreen:
 

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Upham

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Re: U. S. Navy
« Responder #138 em: Dezembro 14, 2010, 03:38:49 pm »
Citação de: "Edu"
Isso dos 33 megajoules em si não diz muito se de facto 1 megajoule é uma tonelada a 160km/h. Tendo em conta que para a energia cinética a velocidade vem ao quadrado 33 megajoules significa um corpo de uma tonelada a cerca de 919km/h, se não estou em erro os grandes canhões navais da segunda grande guerra disparavam projeteis de 1 tonelada a velocidades maiores...

Penso que o que é inovador nesta tecnologia é conseguir colocar enormes quantidades de energia cinética em pequenos corpo, transportando-os a grande velocidade.

Boa tarde!

Presumo que esta tecnologia exija uma quantidade monstruosa de energia eléctrica, a exemplo do dispositivo laser a bordo do Boeing 747 experimental?
A bordo de um navio (Com propulsão nuclear)?????? a solução talvez fosse mais simples que a bordo de um avião?
O que pensam?

Cumprimentos
"Nos confins da Ibéria, vive um povo que não se governa, nem se deixa governar."

Frase atribuida a Caio Julio César.
 

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bidas

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Re: U. S. Navy
« Responder #139 em: Dezembro 15, 2010, 12:28:31 am »
Citação de: "Upham"
Citação de: "Edu"
Isso dos 33 megajoules em si não diz muito se de facto 1 megajoule é uma tonelada a 160km/h. Tendo em conta que para a energia cinética a velocidade vem ao quadrado 33 megajoules significa um corpo de uma tonelada a cerca de 919km/h, se não estou em erro os grandes canhões navais da segunda grande guerra disparavam projeteis de 1 tonelada a velocidades maiores...

Penso que o que é inovador nesta tecnologia é conseguir colocar enormes quantidades de energia cinética em pequenos corpo, transportando-os a grande velocidade.

Boa tarde!

Presumo que esta tecnologia exija uma quantidade monstruosa de energia eléctrica, a exemplo do dispositivo laser a bordo do Boeing 747 experimental?
A bordo de um navio (Com propulsão nuclear)?????? a solução talvez fosse mais simples que a bordo de um avião?
O que pensam?

Cumprimentos


1 megajoule = 0,277777778 quilowatt hora
32 megajoule = 8,888888889 quilowatt hora

Apenas para terem a noção de megajoule (MJ) em quilowatt hora (kWh), e também é óbvio que é uma aproximação à energia eléctrica pois existe sempre perdas.  
Existe também outras questões, como a dimensão do sistema, mas é experimental.  :wink:

Cumprimentos,

bidas
 

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Edu

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Re: U. S. Navy
« Responder #140 em: Dezembro 15, 2010, 12:41:48 am »
Tal como eu já havia tentado referir no meu outro post 33 MJ não é assim uma quantidade de energia tão expectacular, grandes canhões da 2º GM disparavam projecteis com energias bem superiores. Um automovel vulgar em autoestrada a 100km/h consome esta quantidade de energia em 15 minutos . No artigo fala em recorde mundial atinjido, mas só se for para este tipo de arma, porque noutras armas 33 MJ não é nada de por ai além.

O inovador como já referi está em conseguir colocar este energia em pequenos corpos, dando-lhes assim uma grande velocidade.
 

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AtInf

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Re: U. S. Navy
« Responder #141 em: Dezembro 15, 2010, 09:00:54 am »
Citação de: "Edu"
Tal como eu já havia tentado referir no meu outro post 33 MJ não é assim uma quantidade de energia tão expectacular, grandes canhões da 2º GM disparavam projecteis com energias bem superiores. Um automovel vulgar em autoestrada a 100km/h consome esta quantidade de energia em 15 minutos . No artigo fala em recorde mundial atinjido, mas só se for para este tipo de arma, porque noutras armas 33 MJ não é nada de por ai além.

O inovador como já referi está em conseguir colocar este energia em pequenos corpos, dando-lhes assim uma grande velocidade.

Eu volto a explicar: O importante é o alcance, a energia com que o projectil atinge o alvo também tem como é obvio a sua importância, mas passar de um alcance de cerca de 30 Km para os 200 km faz uma diferença enorme nas operações navais. Significa que um destroier com esta capacidade pode dar apoio a forças a uma distância relativamente segura. O espaço que os os explosivos ocupam actualmente provavelmente vai ser ocupado pelo sistema, mas isso só vai contribuir para a segurança a bordo do navio. Deixam de se preocupar com o reabastecimento de cargas exposivas.
Possivelmente só a nova classe Zumwalt é que vai ter este tipo de arma devido às quantidades enormes de energia que são necessárias ( atenção que são libertadas numa fracção de segundo e não durante uma hora ).
As dimensões do actual sistema tambem não nada económicas: aproximadamende as mesmas que um autocarro.
A Marinha dos EUA conta ter o sistema operacional e instalado a bordo dos seus navios por volta de 2020.
 

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bidas

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Re: U. S. Navy
« Responder #142 em: Dezembro 17, 2010, 05:44:20 pm »
Citação de: "AtInf"
Citação de: "Edu"
Tal como eu já havia tentado referir no meu outro post 33 MJ não é assim uma quantidade de energia tão expectacular, grandes canhões da 2º GM disparavam projecteis com energias bem superiores. Um automovel vulgar em autoestrada a 100km/h consome esta quantidade de energia em 15 minutos . No artigo fala em recorde mundial atinjido, mas só se for para este tipo de arma, porque noutras armas 33 MJ não é nada de por ai além.

O inovador como já referi está em conseguir colocar este energia em pequenos corpos, dando-lhes assim uma grande velocidade.

Eu volto a explicar: O importante é o alcance, a energia com que o projectil atinge o alvo também tem como é obvio a sua importância, mas passar de um alcance de cerca de 30 Km para os 200 km faz uma diferença enorme nas operações navais. Significa que um destroier com esta capacidade pode dar apoio a forças a uma distância relativamente segura. O espaço que os os explosivos ocupam actualmente provavelmente vai ser ocupado pelo sistema, mas isso só vai contribuir para a segurança a bordo do navio. Deixam de se preocupar com o reabastecimento de cargas exposivas.
Possivelmente só a nova classe Zumwalt é que vai ter este tipo de arma devido às quantidades enormes de energia que são necessárias ( atenção que são libertadas numa fracção de segundo e não durante uma hora ).
As dimensões do actual sistema tambem não nada económicas: aproximadamende as mesmas que um autocarro.
A Marinha dos EUA conta ter o sistema operacional e instalado a bordo dos seus navios por volta de 2020.

Boas, aqui fica mais informação sobre este projecto:

Segundo o director do projecto Dr. Amir Chaboki o "DDG 100 Destroyer" é um dos candidatos a usar estes sistema porque este usa um sistema de propulsão de 72 MW( propulsão eléctrica com base no LM2500 combinado com geradores eléctricos)  e segundos os cálculos dele, o sistema de 64 MJ necessita de 16 MW para disparar 6 vezes por minuto, o pulso eléctrico necessário pode ser fornecido por condensadores eléctricos ou alternadores de pulso.
Os vários objectivos deste projecto são, ter um tempo de voo menor e um custo por projéctil muito inferior e produzir danos iguais ou superiores ao BGM-109 Tomahawk.  
Fontes:
http://www.popularmechanics.com/technology/military/4231461
http://en.wikipedia.org/wiki/Railgun
http://www.redorbit.com/news/technology/1964895/navys_electromagnetic_railgun_demo_sets_new_record/

Para informação sobre armas navais actuais e antigas :
http://www.navweaps.com/Weapons/index_weapons.htm
 

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AtInf

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Re: U. S. Navy
« Responder #143 em: Dezembro 21, 2010, 09:28:31 am »
O EMALS ( Electro Magnetic Aircraft Launch System ) conseguiu lançar com sucesso no passado Sábado um F18 tripulado. Este sistema vai equipar a nova classe de PA ( a começar pelo Gerald Ford ), substituindo as catapultas a vapor. Até ao momento não houve registo de interferências nem nos sistemas electónicos das aeronaves nem no armamento. No próximo ano vão prosseguir em testes com os C2 e T45.
 

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AtInf

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Re: U. S. Navy
« Responder #144 em: Dezembro 22, 2010, 01:04:06 pm »
 

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Re: U. S. Navy
« Responder #145 em: Dezembro 23, 2010, 03:17:18 pm »
Agora já é o que é!! E estão a mudar tudo ainda mais para sistemas Electricos, tou para ver quando alguém tiver "armas EMP" funcionais...
The way of the Warrior(s) - www.warriors.pt:
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Re: U. S. Navy
« Responder #146 em: Dezembro 23, 2010, 03:31:24 pm »
Citação de: "ACADO"
tou para ver quando alguém tiver "armas EMP" funcionais...
Quando isso acontecer voltamos ao inicio. Armadura de ferro e cargas de cavalaria...
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Re: U. S. Navy
« Responder #147 em: Dezembro 23, 2010, 04:10:38 pm »
Citação de: "ACADO"
Agora já é o que é!! E estão a mudar tudo ainda mais para sistemas Electricos, tou para ver quando alguém tiver "armas EMP" funcionais...

Caro ACADO, talvez não saiba, mas existem maneira de blindar equipamentos a impulsos electromagnéticos, é algo inviável quando se trata de blindar uma grande quantidade de sistemas mas quando se apenas localmente em dispositivos especificos faz-se com relativa facilidade. Este sistema, quando for instalado é bem provavel que venha a ser protegido de impulsos electromagnéticos.

Um pequeno aparte, os EMP não afectam os sistemas electricos mas sim os sistemas electrónicos...
 

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Cabeça de Martelo

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Re: U. S. Navy
« Responder #148 em: Janeiro 06, 2011, 12:51:50 pm »
Citar
:arrow: http://www.nytimes.com/2011/01/06/busin ... ml?_r=3&hp



It was supposed to be a tank that swims, a new way for the Marines to storm hostile beaches.


United States Marine Corps
The vehicle was conceived to carry Marines ashore and move inland without pausing on the beach. It has faced problems in combining its land and sea technology.
But as military budgets come under pressure, the 38-ton landing craft that turns into an assault vehicle seems destined to be the next bit of high-tech wizardry to bite the dust.

Pentagon and industry officials say the defense secretary, Robert M. Gates, is poised to cancel the long-delayed $14.4 billion program on Thursday, when he is expected to announce a new round of belt-tightening at the Pentagon. The hybrid vehicle, being built by General Dynamics, is the most expensive weapons system to be cut since Mr. Gates canceled or trimmed three dozen programs in April 2009.

Mr. Gates is also likely on Thursday to approve a two-year delay in the Marine Corps version of the F-35 Joint Strike Fighter aircraft, the military’s largest program, and spell out how he plans to save up to $100 billion on the Pentagon’s operations.

The military is facing intensifying political and economic pressures to restrain its budget, and Mr. Gates has sought to contain the demands by ending troubled weapons systems and squeezing more efficiency out of the Pentagon’s bureaucracy to pay for other programs. But Congress will have the final say on many of the decisions, including the fate of the hybrid Marine vehicle, and it remains hard to tell how it will balance the fiscal demands with concerns about jobs and military strength.

The Marine landing craft, called the Expeditionary Fighting Vehicle, was conceived in the late 1980s, and each one was meant to carry 17 Marines ashore and roar inland without pausing on beaches raked by enemy fire. But difficulties in marrying the land and sea technology have led to billions in cost overruns and years of delay, with an early cost estimate of $9 billion for 1,000 vehicles ballooning to $14.4 billion for 574 of them. The government has so far spent about $3 billion on its development.

Mr. Gates, moreover, has questioned whether amphibious assaults, which were crucial in World War II and the Korean War, make sense now that adversaries can fire missiles at ships and tanks from many miles away.

As a result, a decision to cancel the vehicle would represent a shift in war-fighting strategy and could diminish the role of the Marines. Even though they have handled some of the toughest fighting in Iraq and Afghanistan, the Marines have been eager to get back to their traditional role as an amphibious fighting force. And to be effective, some say, they need a better means to force their way onto heavily defended islands and coastlines, even if infrequently.

Current and former Marine officials said they would now extend the lives of their older landing vehicles, which must be released much closer to the beach, and see if they could come up with a less expensive version of the new vehicle.

“We’ll just pray that we don’t have to go into harm’s way in the next 10 years,” said Gregory S. Newbold, a retired Marine lieutenant general who served as director of operations for the Joint Chiefs of Staff from 2000 to 2002.

General Dynamics officials and some former Marine officials said they would appeal to Congress to consider buying a smaller number of the new vehicles — possibly 200 — to use in the most hazardous landings, while using other methods to conduct more routine operations. Company officials said the program could account for thousands of jobs in Michigan and Ohio.

Mr. Gates’s decision comes after a series of extensive reviews of the future of the Marine Corps, which have left many Marines feeling under siege. Though the smallest service, the Marines have long been known for their outsize political strength, because of their gung-ho desire to be “first to fight” whenever trouble flares.

The leaders of President Obama’s deficit reduction panel recommended in November that Mr. Gates cancel the fighting vehicle and also kill the Marine version of the F-35, which can take off and land almost vertically, and halt production of the V-22 Osprey, a combination of a winged plane and a helicopter that has also had a troubled history.

But Mr. Gates is likely to give the Marines two more years to solve problems with parts failures that have caused the testing of their version of the F-35, a fighter designed to attack ground targets, to fall behind that of the more conventional Air Force and Navy models, industry officials said. Mr. Gates is not expected to reduce production of the V-22, which the Marines use to speed the delivery of their forces.

Still, the Marines say they recognize that Pentagon spending is leveling off and is likely to decline over the next several years. Federal officials said Mr. Gates was seeking to increase the basic Pentagon budget, excluding war costs, to $566 billion for fiscal 2012, but had to push the White House to approve $554 billion, or just a slight increase over the $549 billion that the Pentagon sought for 2011. And even some Marines acknowledge that they made themselves vulnerable to the cost-cutting by becoming just as caught up in high-tech projects as the rest of the military.

“The Marine Corps used to say, ‘Our weapons system is the Marine,’ and tout its affordability as a service,” said Dakota Wood, a retired Marine lieutenant colonel who is now a senior fellow at the Center for Strategic and Budgetary Assessments, a research group in Washington. “But they seem to have become enamored with the very high-end programs that in previous years they would have criticized the Army or the Air Force for pursuing.”

The new fighting vehicle was supposed to replace the 40-year-old amphibious assault vehicle, which has less armor and can ferry the Marines only a couple of miles to shore. The new craft would have allowed Navy vessels to dispatch the Marines up to 25 miles from shore. It was also designed to travel three times as fast, which could have made it easier for the Marines to skirt the toughest defenses and land in more isolated spots.

But during the two decades that the vehicle has been in development, the range of antiship missiles has shot up to 75 miles, making Navy vessels vulnerable if they tried to bring in Marines to attack more sophisticated adversaries.

Mr. Gates has also said that a flat hull, needed for the vehicle to skim the surface of the water at 20 to 25 knots, would have exposed it to another threat — roadside bombs — once it came ashore.

But after years of breakdowns and poor reliability in testing, program officials said new prototypes had finally seemed on the verge of meeting minimal reliability standards.

Navy officials have suggested that Marines would only undertake assaults after enemy defenses had been largely subdued through weeks of bombing by ships and planes. But retired Marines say it is naïve to think that the military would always have such a luxury of time or that bombing works that well.

Thom Shanker contributed reporting for this article.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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nelson38899

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Re: U. S. Navy
« Responder #149 em: Janeiro 29, 2011, 01:06:52 pm »
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Porta-aviões norte-americano "USS Enterprise" está fundeado no Tejo
O USS Enterprise, o primeiro porta-aviões nuclear do mundo, chegou anteontem, quarta-feira, a Lisboa. A tripulação está satisfeita com a paragem na capital portuguesa e os poucos que tiveram oportunidade de visitar o interior do navio também.


http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=1769017
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

 

Royal Navy cancela um dos novos porta-aviões

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Última mensagem Novembro 08, 2009, 04:11:33 pm
por Lightning
Royal Navy reduzida em 50% daqui a 20 anos?

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FFG-14 no Naval Vessel Registration (NVR-US Navy)

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Marinha Grega (Hellenic Navy)

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Possiveis cortes na Royal Navy

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por João Oliveira Silva