OGMA

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nelson38899

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Re: OGMA
« Responder #45 em: Maio 04, 2015, 12:45:59 pm »
coincidência ou não aqui fica uma coisa interessante no site das Ogma.

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OGMA is the MRO company selected by Embraer to provide in-house or on-site support to the Tucano / Super-Tucano aircraft, with solutions ranging from the lighter maintenance checks to avionics upgrades and full fleet support.

PRODUCT-SPECIFIC SERVICES:

Cockpit/Avionics Upgrade Programmes
Aircraft Painting and Lettering
Rewiring
Field Team
Technical Representatives

http://www.ogma.pt/index.php?page=tucano_en
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Lightning

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Re: OGMA
« Responder #46 em: Setembro 23, 2015, 07:44:16 pm »
 

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olisipo

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Re: OGMA
« Responder #47 em: Novembro 17, 2015, 12:15:37 pm »
 

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Charlie Jaguar

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Re: OGMA
« Responder #48 em: Junho 14, 2016, 01:12:34 pm »
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Ogma aposta em novos mercados e atinge lucro recorde de 11,6 milhões
 Jorge Talixa   
12/06/2016 - 20:56

Fabricante de Alverca vai inaugurar hangar de pintura de oito milhões e inicia este ano a produção em série de componentes para o novo KC-390


Diversificar capacidades e conquistar novos mercados são as grandes apostas estratégicas da Ogma – Indústria Aeronáutica de Portugal, que fechou o ano de 2015 com um lucro recorde de 11,6 milhões de euros. A empresa de Alverca não conseguiu evitar o impacto da crise económica que afecta vários países africanos e o mercado português já representa menos de 4% das suas encomendas, mas tem conseguido novos contratos importantes na Europa. Até final do ano, a Ogma inaugura um hangar de pintura onde investiu oito milhões de euros e inicia a produção em série de componentes para o novo KC-390.

Com 1595 postos de trabalho e um volume de negócios de 188 milhões de euros (cresceu 13% em 2015), a Ogma é a maior indústria portuguesa do sector aeronáutico e o maior empregador do concelho de Vila Franca de Xira. Ocupa uma área de 44 hectares junto à cidade de Alverca e completa, no final deste mês, 98 anos de existência – nasceu a 29 de Junho de 1918 como Parque de Material Aeronáutico, passou dez anos depois a Oficinas Gerais de Material Aeronáutico e adoptou a actual designação em 1994.

“Se queremos manter os nossos actuais empregos e aumentar a empresa, temos de mudar muita coisa para nos adaptarmos ao mercado”, sustenta Rodrigo Rosa, presidente da comissão executiva da Ogma, em declarações ao PÚBLICO. O gestor brasileiro, de 40 anos, sublinha que a política da empresa está, sobretudo, centrada na diversificação, procurando paulatinamente reduzir a sua tradicional dependência da manutenção de aviões militares e dos serviços prestados à Força Aérea Portuguesa (FAP). Nesse sentido, Rodrigo Rosa faz um balanço francamente positivo dos 11 anos de gestão liderada pela Embraer, grupo brasileiro que, em 2005, adquiriu 65% do capital da Ogma – o Estado português mantém os restantes 35%.

Diversificar para sobreviver

Em 2015, a Indústria Aeronáutica de Portugal alcançou o seu melhor resultado de sempre, com lucros de 11,6 milhões de euros (mais 4,8 milhões do que no exercício anterior). O sector de fabrico de componentes já representa 30% dos negócios e é notória a diversificação do trabalho feito na área de manutenção, com o segmento dos aviões comerciais a crescer bastante. “A empresa tem procurado distanciar-se de realidades do passado. Há muitos anos, a Ogma dependia de uma só actividade e a FAP era, quase só ela, responsável por todo o negócio da empresa. Transitar para uma outra realidade é bom e saudável para a Ogma”, diz Rodrigo Rosa, frisando que sair da dependência de uma linha muito assente na manutenção de aviões militares foi outra questão determinante para “equilibrar o negócio”.

“A nossa estratégia tem sido muito no sentido de nos estruturarmos de forma a atacar outros mercados que compensem possíveis dificuldades. E temos tido sucesso noutros mercados onde grandes concorrentes já estavam estabelecidos. Capacitámo-nos para ir para outros mercados”, afiança o presidente da empresa.

Os resultados dessa estratégia reflectiram-se já nos últimos exercícios e o impacto das dificuldades que atravessam alguns países africanos como Angola foi, de certo modo, atenuado. “Se dependêssemos só de um mercado estaríamos mal. Percebemos que teríamos de diversificar para minimizar riscos”, observa Rodrigo Rosa, citando exemplos como o contrato com a Força Aérea Francesa (dez anos de manutenção de aviões) e os contratos recentemente estabelecidos na Suécia e na Holanda.

Motores decisivos

Curiosamente, o maior contributo para a melhoria dos resultados da Ogma até resultou, em certa medida, das dificuldades previstas pela britânica Rolls Royce, o maior cliente da empresa portuguesa na área da reparação de motores, que alertou, em 2014, para uma previsível quebra de encomendas. “O mais diferenciador foi mesmo a linha de negócios de motores. Saímos para o mercado para desenvolver outros negócios que compensassem, mas o volume de negócio da Rolls Royce acabou por ser melhor do que eles estimavam. A nossa iniciativa de ir ao mercado para trazer novos negócios também foi bem-sucedida e contribuiu muito positivamente para este resultado”, salienta.

Já na área do fabrico, a Ogma está envolvida desde início no projecto do KC-390, um novo avião da Embraer que pretende ocupar o espaço do antigo C-130. A empresa portuguesa investiu 34 milhões de euros no projecto e ficou responsável pelo fabrico da fuselagem. Já produziu componentes para dois protótipos e inicia, este ano, o fabrico em série. O processo tem ficado, todavia, aquém das expectativas iniciais e revelou-se mais lento do que previsto. Até ao momento, a encomenda de 28 aeronaves para a Força Aérea Brasileira (FAB) será o único contrato já firmado, mas a FAB também atravessa dificuldades financeiras e reprogramou (atrasou) as entregas.

Ainda este ano, a Ogma vai inaugurar um novo hangar vocacionado para a pintura de aviões, que utiliza as mais modernas tecnologias e equipamento robotizado. Um investimento de oito milhões de euros que Rodrigo Rosa acredita que vai abrir novas perspectivas. “Nos últimos anos, investimos uma média de dez milhões de euros por ano. Agora, passamos a ter também a capacidade de ter um negócio de pintura. Com essa capacidade, precisamos de desenvolver mercado nesta área”, conclui.       

https://www.publico.pt/economia/noticia/ogma-aposta-em-novos-mercados-e-atinge-lucro-recorde-de-11-6-milhoes-1734876?page=-1
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 

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nelson38899

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Re: OGMA
« Responder #49 em: Fevereiro 02, 2017, 03:59:20 pm »
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A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, S. A. deu mais um passo para que o KC-390, aeronave de transporte multimissão concebida pela construtora aeronáutica brasileira Embraer, seja uma realidade a partir de 2018. A empresa portuguesa iniciou a entrega dos componentes destinados à primeira aeronave de série de um conjunto de 28 destinadas à Força Aérea Brasileira. O trabalho envolveu 50 pessoas de áreas diversas como produção, engenharia, qualidade e planeamento.

No total foram produzidos e entregues 10 painéis que compõem a fuselagem central do avião. Para além destes componentes estruturais, a OGMA enviará para o Brasil durante os primeiros quatro meses do ano as primeiras carenagens do trem de aterragem (sponsons) bem como os painéis em compósito que formam o seu revestimento. A junção dos painéis de fuselagem será realizada na fábrica da Embraer, localizada em Gavião Peixoto, no Brasil, estando previsto que a aeronave fique pronta no final de 2017.

Para Rodrigo Rosa, CEO e presidente da OGMA, “a entrega do primeiro kit de componentes para a produção em série do KC-390 constitui um marco para a OGMA e em particular para a Área de Negócio de Aeroestruturas. É o culminar do empenho e da dedicação de uma vasta equipa que tem dado o melhor de si para que o KC-390 seja uma realidade a partir de 2018”.

“Para a OGMA, 2018 será um ano duplamente marcante. No ano em que assinalaremos o Centenário, algo pouco comum no universo da indústria aeronáutica, a OGMA colocará o nome de Portugal a voar mais alto num dos mais importantes programas aeronáuticos a nível mundial”, afirma o CEO da OGMA.

Este é um dos projetos mais ambiciosos da Embraer e tem Portugal como maior parceiro internacional. Presente desde a fase inicial de conceção da aeronave, a OGMA tem contribuído decisivamente para o sucesso desta aeronave, nomeadamente no desenvolvimento e gestão de uma cadeia de fornecimento sustentada, competitiva e flexível, preferencialmente nacional.

A empresa líder da indústria aeronáutica portuguesa tem a seu cargo o fabrico da fuselagem central, fabrico e montagem dos sponsons direito e esquerdo (conjuntos com cerca de 12 metros de dimensão que compõem a carenagem do compartimento do trem de aterragem) bem como dos lemes de profundidade. Estas peças são fabricadas em material compósito e ligas metálicas.


http://newsavia.com/ogma-entrega-componentes-para-primeiro-aviao-kc-390-de-serie/
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Lusitano89

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Re: OGMA
« Responder #50 em: Março 20, 2018, 01:24:58 pm »
Ministro da Defesa insta OGMA a participar em projetos internacionais





O ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, disse hoje na conferência que assinala o centenário da OGMA que a área da defesa pode criar riqueza e instou a empresa a participar em projetos internacionais.

“Portugal comprometeu-se junto da NATO e da União Europeia (UE) a reforçar o investimento na Defesa num movimento de adesão aos novos e exigentes desafios representados pelos avanços dramáticos ao nível da defesa europeia, e digo dramáticos no sentido naturalmente positivo”, disse Azeredo Lopes sublinhando os projetos que vão ser aprovados a nível europeu.

O ministro da Defesa recordou que recentemente a UE aprovou um pacote de 17 projetos multinacionais e que Portugal, na fase inicial, assumiu um compromisso de participação em pelo menos seis.

“A OGMA tem de pensar se porventura não tem um interesse estratégico fundamental em pensar na eventual projeção da empresa através da participação num projeto. Já agora se quiserem um ‘roadmap’ — a partir do terceiro de 2019 haverá novos projetos a serem apreciados pela União Europeia”, disse Azeredo Lopes.

Segundo o ministro tratam-se de oportunidades de investimento e de desenvolvimento tecnológico que a Europa nunca conheceu no plano da Defesa durante as últimas décadas.

“A Defesa é capaz de contribuir de forma muito relevante para o crescimento económico do nosso tecido empresarial. A Defesa Nacional gera valor, sobretudo no atual contexto que vivemos no continente”, disse Azeredo Lopes, sem especificar.

O ministro referiu-se também envolvimento da OGMA no processo de modernização dos (aparelhos) F16 e dos C130, na manutenção dos C130 e dos P3 da Força Aérea Portuguesa e de outros países.

Azeredo Lopes referiu-se também ao compromisso representado pelo Estado Português no reforço da capacidade do transporte aero tático e estratégico nacional e na concretização da aeronave KC390.

“Um grande contributo português ao nível da conceção, engenharia e produção e cujo sucesso negocial com vista à respetiva aquisição está a decorrer serenamente entre Portugal e a Embraer”, disse.

Na conferência em que participam empresários, militares, economistas e autarcas, entre outros, o presidente do Conselho de Administração da OGMA, Marco Tulio Pellegrini falou dos 100 anos da empresa que emprega atualmente cerca de 1.900 trabalhadores e disse que a indústria aeronáutica é uma área que permite crescimento.

“A indústria da aviação civil deve crescer 40%, na Europa, nos próximos anos 15 anos e é sem dúvida uma oportunidade para explorarmos o negócio e esse é o principal objetivo do nosso encontro de hoje”, disse Marco Pellegrini.

A conferência decorre nas instalações da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A., em Alverca, Vila Franca de Xira, e vai contar ainda com a participação do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.


>>>>>>>>>  https://24.sapo.pt/economia/artigos/ministro-da-defesa-insta-ogma-a-participar-em-projetos-internacionais
 

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oi661114

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Re: OGMA
« Responder #51 em: Maio 03, 2018, 08:50:20 pm »
Vamos a ver o que se vai passar com a aquisição pela Boeing da Embraer! E já agora com as fábricas de Évora!

Boeing conclui aquisição da brasileira Embraer. Como ficam as fábricas em Portugal?
António Freitas de Sousa
18:18

Portugal e Marrocos passam a ser duas geografias de grande importância para o grande rival do grupo europeu Airbus. O negócio foi uma resposta à compra da canadiana Bombardier pela Airbus.

Enquanto a Airbus faz sofrer algumas das suas unidades industriais por causa dos cortes na produção dos modelos militares A400M e C295 e do superjumbo civil A380, a sua grande rival norte-americana, a Boeing, concluiu esta semana a compra dos negócios civis (jatos para aviação executiva e aviões de médio porte de passageiros) do grupo brasileiro Embraer. A operação, que está a ser negociada desde o início do ano, pretende responder à aquisição pela Airbus dos negócios civis da canadiana Bombardier.

No quadro destas movimentações, Portugal e Marrocos ganham revelo. A Embraer possui três fábricas em Portugal. A primeira é a Ogma, em Lisboa, onde o grupo brasileiro detém 65%, com o restante capital ainda em mãos estatais. A empresa faz estruturas aéreas e fornece serviços de manutenção para aviões civis, militares, motores e outros componentes.

As outras duas fábricas onde a Boeing assumirá o controlo são aquelas que a própria Embraer construiu há cinco anos em Évora. São fábricas de última geração que operam desde 2013 e no ano passado completaram uma modernização no valor de 63 milhões, dos quais 23 milhões eram fundos da União Europeia.

A Boeing tem outra frente de crescimento em Marrocos. Desde 2001, o grupo norte-americano tem sido o parceiro de referência do governo do país para o desenvolvimento do polo aeronáutico de Casablanca – onde se encontram também grandes grupos franceses como o Safran, o Stelia (subsidiária da Airbus) ou o Sagem, entre outros.

Segundo várias fontes, o governo marroquino está disposto a apoiar com até 2 mil milhões de dólares (cerca de 1,66 mil milhões de euros) uma unidade industrial que eventualmente a Boeing possa vir a decidir ali construir. O governo decidiu ainda colocar à disposição do grupo norte-americano mais 500 milhões de dólares (417 milhões de euros) para atrair novas empresas – possivelmente suas fornecedoras – para o polo de Casa Blanca.


http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/boeing-conclui-aquisicao-da-brasileira-embraer-como-ficam-as-fabricas-em-portugal-301819
 

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Tikuna

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Re: OGMA
« Responder #52 em: Agosto 04, 2018, 10:37:44 pm »
Pode ser que a OGMA fique com a manutenção de nossos C-130:

Parece que vai dar OGMA pros nossos C-130


[181301 C-130 Aircraft Maintenance] - Technical Phase

Lt Col RENATO ALVES DE OLIVEIRA   Solicitations   30 July 2018   
The President of Bidding Commission of the Brazilian Aeronautical Commission in Washington D.C. (“BACW”), located at 1701 22nd Street, N.W. - Washington, D.C. 20008 – USA, hereby notifies, to whom it may concern, that the bidders CASCADE received 19 points as its Technical Index and OGMA received 31 points as its Technical Index in accordance with the terms of the bid announcement 181301/CABW/2018 for the maintenance of aircraft C-130, for the provision of logistical support services for 12 (twelve) aircraft, excluding full T56A-15 engines, Aerial Fueling (REVO) and Modular Airborne Fire-fighting System (MAFFS), including the execution of maintenance services, repair and replacement of equipment, in accordance with terms, quantities, and other applicable requirements established in the solicitation package.

Notwithstanding, the participating bidders shall have 5 (five) business days to present any appeals to the qualification phase in accordance with Clause 36 of the IFB.
 

 

OGMA vão fazer upgrades em oito C130 norte-americanos

Iniciado por Tiger22Quadro Indústrias de Defesa

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Última mensagem Março 26, 2004, 10:32:48 pm
por Ricardo Nunes
Projecto Embraer/OGMA para Novo Avião de Transporte

Iniciado por Mar VerdeQuadro Indústrias de Defesa

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Última mensagem Fevereiro 23, 2010, 01:17:04 pm
por pedro
OGMA atinge mais de 100M€ de lucros operacionais

Iniciado por Tiger22Quadro Indústrias de Defesa

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Última mensagem Março 18, 2004, 04:23:08 pm
por Ricardo Nunes
Novo contrato das OGMA com a Força Aérea Francesa

Iniciado por Tiger22Quadro Indústrias de Defesa

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Última mensagem Julho 22, 2004, 05:10:05 am
por FinkenHeinle
OGMA pode fabricar peças para a Airbus

Iniciado por alfsaptQuadro Indústrias de Defesa

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Última mensagem Junho 16, 2005, 06:15:09 pm
por alfsapt