Guerra contra o terrorismo

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #750 em: Janeiro 31, 2018, 07:03:17 pm »
Combatentes do ISIS chegaram a Itália e poderão tentar chegar a outros países


A Interpol elaborou uma lista com os nomes de 50 combatentes do Estado Islâmico que, acredita, terão conseguido chegar a Itália de barco e que poderão tentar entrar em outros países europeus, avança o The Guardian. De acordo com esta fonte, essa listagem inclui nomes, apelidos e datas de nascimento.

Todos os nomes que constam da lista serão de pessoas de nacionalidade tunisina, tendo algumas delas sido identificadas à chegada a solo italiano. O ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália terá recebido a listagem a 29 de novembro do ano passado e tê-la-á partilhado com as agências antiterrorismo europeias.

Quatro dos combatentes identificados na listagem são conhecidos das autoridades, segundo conta o The Guardian, sendo que um deles terá já passado a fronteira para França, com o objetivo de chegar a Gard, no sul do país.

Os combatentes do Estado Islâmico terão chegado à Europa entre julho e outubro do ano passado, viajando de barco até à Sicília. A maioria terá partido de Ben Guerdane, uma cidade tunisina junto à fronteira com a Líbia, e terá desembarcado em Agrigento.

As autoridades europeias lançaram no verão do ano passado um alerta para a possibilidade de ocorrerem ataques terroristas em solo europeu após a derrota do Estado islâmico no Médio Oriente. O The Guardian lembra que, em julho, a Interpol elaborou uma outra lista com 173 nomes de militantes do grupo extremista e que poderiam tentar atos de vingança em solo europeu.

Segundo dados do governo italiano citados pelo jornal britânico, mais de 5500 tunisinos chegaram e foram identificados em Itália em 2017. Desses 2193 foram repatriados.


>>>>>  https://www.dn.pt/mundo/interior/combatentes-do-isis-chegaram-a-italia-e-poderao-tentar-chegar-a-outros-paises-9087525.html
« Última modificação: Fevereiro 01, 2018, 01:25:27 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #751 em: Fevereiro 04, 2018, 11:55:04 pm »
Bélgica julga Salah Abdeslam por tiroteio com a polícia


 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #752 em: Fevereiro 08, 2018, 07:47:34 pm »
Terrorismo força mudanças nas cidades




Cidades do mundo inteiro adotaram sistemas de retenção de veículos de forma a prevenir eventuais ataques terroristas com recurso a viaturas. Essa ameaça criada por objetos comuns também muda a organização urbana.

No último ano, uma série de ataques terroristas com recurso a veículos atingiram cidades em toda a Europa, incluindo Londres, Barcelona, Berlim e Nice, e também os Estados Unidos. Isto alterou não apenas a perceção de segurança dos cidadãos destes países, mas também o urbanismo das cidades. Muitas optaram pela colocação de barreiras de segurança e outras medidas mais visíveis a olho nu, como o policiamento fortemente armado. Também em Portugal algumas, como Lisboa, instalaram este tipo de dispositivos em áreas de maior fluxo de pessoas. Uma forma de se prepararem para a eventual ameaça.

Embora Portugal não seja um alvo evidente ou até provável de um ataque terrorista, forças de segurança e sistemas de segurança interna estão atentos a essa possibilidade, pelo que a face das cidades começa a sofrer alterações. Logo após os ataques na Catalunha, em agosto, Lisboa optou por colocar blocos de betão nas zonas mais movimentadas e turísticas da capital, como o Mosteiro dos Jerónimos, Chiado e a Rua Augusta, para evitar um ataque com viaturas. Mas a capital não é a única cidade portuguesa a fazê-lo. Já anteriormente, as autarquias de Coimbra, Albufeira e Portimão tinham implementado medidas de segurança nas vias públicas, nomeadamente pilaretes. No Porto, no final de agosto, aquando do Red Bull Air Race, foram colocadas barreiras de betão. E no S. João de Braga, em junho, aconteceu o mesmo.

Embora as autoridades nacionais não tenham aumentado o nível de alerta, a PSP informou que desde há alguns meses que tinha reforçado a vigilância e segurança em áreas e locais de maior concentração de pessoas. O mesmo sucedeu recentemente, no Natal e Ano Novo, com a PSP a reforçar o policiamento junto dos transportes públicos, zonas comerciais, históricas e locais de diversão noturna.

Durante a quadra, o policiamento foi especialmente mais visível nas zonas comerciais, transportes públicos, zonas históricas ou de maior concentração turística. Houve ainda lugar ao reforço da fiscalização nas zonas de diversão noturna e foi mantido o policiamento "mais musculado" em Lisboa e no Porto junto aos grandes terminais ferroviários e aeroportos, tendo em conta a ameaça .

Na passagem de ano, todos os acessos ao Terreiro do Paço estiveram controlados, com barreiras de cimento e estruturas com espigões metálicos a bloquear as viaturas em caso de emergência. Medidas extensivas à festa no Porto, que teve lugar na Avenida dos Aliados.

"Em qualquer situação temos de avaliar a possível ameaça, temos de clarificá-la em termos de perigosidade e possibilidade", explica ao JN o tenente-general Leonel Carvalho. Segundo o ex- secretário geral do Gabinete Coordenador de Segurança, o país "não está livre" de ser alvo de um atentado, mas adianta que "não está na prieira linha dos terroristas" porque, em termos de população suspeita, "praticamente não existe" e porque "Portugal não é um país muito mediático".

O militar considera que as barreiras de cimento são uma medida razoável para prevenir uma das formas mais modernas de ataques terroristas, nomeadamente em zonas com maior concentração de pessoas, como praças e monumentos mais visitados e terminais de transportes. Mas esta é apenas uma das medidas mais visíveis a olho nu. Outras há que escapam ao conhecimento dos cidadãos.

"A Polícia está sempre atenta e se houver informação de que há um atentado em preparação outras medidas serão tomadas. Os ataques com recurso a viaturas são um dos meios mais utilizados pelos terroristas por serem de fácil atuação. Podem furtar um veículo sem que isso revele as intenções, ao contrário do que acontece com a aquisição de explosivos", observa o oficial.

A colocação destas barreiras é da responsabilidade das autarquias, mas também da Polícia. Há estruturas destas permanentes, que são colocadas nas cidades e não têm a ver com eventos específicos. São responsabilidade das câmaras, apoiadas em avaliação policial. Outra coisa são os eventos. Aí a PSP faz a avaliação de segurança e define o que tem de existir. É o que sucedeu por exemplo na passagem de ano em Lisboa.

Para além deste tipo de medidas, e tendo em conta a prevenção de possíveis ataques, desde 2015 que a Polícia adotou aquilo a que chama policiamento com visibilidade reforçada: equipas do comando são reforçadas por elementos da Unidade Especial de Polícia e deslocadas para áreas de maior fluxo de pessoas.

"Aí sim, há uma presença mais musculada do efetivo policial com um objetivo dissuasor e também para garantir uma resposta mais rápida numa hipotética situação", acrescenta.

Também a GNR está atenta ao fenómeno. Segundo o major Bruno Marques, porta-voz do Comando Geral da GNR, foi feita uma análise das várias cidades e vilas e verificou-se que na sua área de atuação existem momentos em que o fluxo de pessoas é muito grande. Como medidas, destaca que "umas são mais visíveis, outras menos, como a troca de informação entre diversas entidades nacionais e estrangeiras que é feita todos os dias, e a investigação criminal que está permanentemente no terreno a recolher informação, que é o mais importante para a prevenção deste tipo de situações".

Já as ações mais visíveis ocorrem quando há grandes eventos, como aconteceu na visita do Papa, em maio do ano passado, em que "houve um trabalho muito grande de recolha de informação de diversas entidades com responsabilidade nesta matéria", segundo o oficial da GNR.

A intervenção no terreno envolveu largos meses de recolha de informação e também a presença de milhares de militares e a utilização de algumas medidas preventivas, como viaturas e outro material, como as barreiras físicas.

Se a colocação de barreiras nas cidades é considerada uma medida essencial para a prevenção de ataques terroristas, a sua adoção nem sempre gera consenso. Para o urbanista Rio Fernandes, "há vantagens e desvantagens". Assinala, porém, que é conveniente "entender que as cidades e todos os lugares do Mundo sempre tiveram algum perigo". Sublinha ainda que "nos ataques terroristas não morrem tantas pessoas num ano como de violência familiar em meia dúzia de cidades, mas é um problema que chama muito a atenção".

"Acho bizarro que exista agora uma valorização dos ataques terroristas. Parece-me interessante até para a perceção de segurança que haja mais polícia, que esteja mais armada e mais visível em zonas de maior movimentação de pessoas. Agora levar a questão ao extremo de interferir de forma mais ou menos violenta com o bem-estar das pessoas é algo que tem de ser ponderado. Agora todas as cidades do Mundo têm de ter barreiras, pessoas que são revistadas, uma loucura securitária", conclui o geógrafo.


>>>>>>>  https://www.jn.pt/nacional/especial/interior/terrorismo-forca-mudancas-nas-cidades-9098739.html
« Última modificação: Fevereiro 09, 2018, 05:05:59 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #753 em: Fevereiro 25, 2018, 08:57:10 pm »
França já evitou dois atentados no país em 2018


 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #754 em: Março 22, 2018, 11:05:54 am »
Bruxelas assinala 2° aniversário dos atentados com homenagem às vítimas


 

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Cabeça de Martelo

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #755 em: Março 24, 2018, 12:54:55 pm »
França. Morreu o tenente-coronel herói que trocou de lugar com uma refém

Arnaud Beltrame, que substituiu uma refém e ficou sozinho com o atirador, morreu durante a madrugada deste sábado. Tinha 45 anos, foi conselheiro do Governo e agraciado com a Legião de Honra.



Arnaud Beltrame, o polícia francês que se ofereceu para trocar de lugar com uma refém durante o ataque  a um supermercado em Trèbes, perto da localidade francesa de Carcassonne, morreu durante a madrugada deste sábado. O presidente Emmanuel Macron prestou homenagem ao oficial, afirmando que Beltrame “caiu como um herói” no ataque perpetrado no sudoeste de França e que merece “a admiração da nação inteira”.

O anúncio da morte do polícia, gravemente ferido durante o ataque de sexta-feira, foi feito pelo ministro do Interior francês, Gérard Collomb, no Twitter. “O tenente-coronel Arnaud Beltrame deixou-nos. Morreu pela pátria. França nunca esquecerá o seu heroísmo, a sua bravura, o seu sacrifício”, escreveu o ministro na rede social. “De coração pesado, encaminho o apoio do país inteiro à sua família, aos seus amigos e aos seus companheiros” da polícia, acrescentou.

O primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, também reagiu à morte do oficial. No Twitter, Philippe admitiu ter ficado muito triste com a notícia da morte de Beltrame, “um homem de honra”. “O seu heroísmo marcará para sempre a nossa memória”, afirmou.

Na sexta-feira, Macron já tinha saudado particularmente “a coragem” do “oficial superior da polícia que se deu como voluntário para substituir os outros reféns e que foi muito gravemente ferido”, frisando que este “salvou vidas e honrou a sua profissão e o país”. A morte de Arnaud Beltrame eleva para quatro o número de vítimas do ataque em Trèbes.

O ex-conselheiro do Governo que tinha sido agraciado com a Legião de Honra
Enquanto Redouane Lakdim mantinha vários reféns dentro de um supermercado no sul de França esta sexta-feira, Arnaud Beltrame acabou por se tornar um herói. O tenente-coronel da Gendarmerie Nacional Francesa ofereceu-se para trocar de lugar com uma refém que o atirador estava a usar para se proteger e entrou no local do crime. O oficial de 45 anos conseguiu convencer o sequestrador a deixar sair todos os reféns – em troca da sua permanência dentro do supermercado.

Redouane Lakdim acabou por disparar sobre Beltrame antes da investida policial: o Le Figaro indica que o oficial está “seriamente ferido” e não se conhecem quaisquer pormenores sobre o seu estado de saúde. Em conferência de imprensa já depois de o atirador ter sido abatido, o ministro do Interior francês saudou a “coragem” do polícia. “Foi um ato de heroísmo que é comum nos polícias que se dedicam à segurança dos nossos cidadãos”, afirmou Gérard Collomb.



Arnaud Beltrame — que ficou sozinho com o atirador durante duas horas — conseguiu manter o telemóvel ligado e com uma chamada ativa com quem comandava as operações fora do supermercado, o que permitiu às autoridades ouvir tudo o que se passava lá dentro e avançar com a investida assim que se ouviram tiros.

O jornal La Dépêche du Midi conta que, no dia 13 de dezembro de 2017, o tenente-coronel liderou um exercício de simulação de ataque terrorista em Carcassonne. Na altura, Beltrame queria colocar o batalhão que comanda à prova, contra uma ameaça provável: um assassinato em massa. Onde? Num supermercado. O treino recente pode explicar a rápida entrada das autoridades no estabelecimento e a eficaz neutralização do atirador.


Arnaud Beltrame, casado e sem filhos, foi em 2014 designado conselheiro do secretário-geral do Ministério da Ecologia francês. Antes disso, em 2012, já tinha sido agraciado com a Ordem Nacional da Legião de Honra, a mais alta ordem de mérito militar em França.

Artigo atualizado às 9h45 de 24/3
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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jpthiran

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #756 em: Março 24, 2018, 10:39:30 pm »
...indo directo ao assunto...
...não há lugar num Ocidente livre e tolerante para o Islão que defende valores ditatoriais e violentos...
...pelos que não há lugar para os Árabes na Europa e quanto mais cedo forem embora melhor....
...devem ser repatriados com base em critérios, progressivamente e de forma ordeira, isto é civilizadamente...
...mas quanto mais cedo melhor...
...para evitar mais equívocos e barbaridades com esta...
 
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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #757 em: Março 30, 2018, 06:20:22 pm »
Autoridades italianas reforçam segurança em Roma durante a Páscoa


 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #758 em: Abril 08, 2018, 11:37:06 pm »
Polícia impede ataque na Meia-Maratona de Berlim


 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #759 em: Abril 26, 2018, 10:07:24 pm »
Combate ao financiamento de terrorismo reúne 70 países


 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #760 em: Abril 28, 2018, 12:52:10 pm »
Europol desfere ataque contra grupo Estado Islâmico


 

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Re: Guerra contra o terrorismo
« Responder #761 em: Maio 23, 2018, 11:55:34 am »
Manchester lembra vítimas de atentado suicida


 

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Re: Guerra contra o terrorismo Novo
« Responder #762 em: Julho 31, 2018, 04:02:25 pm »
Autor do atentado de Manchester foi resgatado na Líbia pela Marinha britânica


O britânico que matou 22 pessoas num atentado suicida em Manchester durante o concerto da cantora Ariana Grande, em 2017, terá sido resgatado da guerra da Líbia pela Marinha do Reino Unido três anos antes, informa o jornal Daily Mail.

Salman Abedi, em 2014, então um estudante de 19 anos da Universidade de Manchester que passava férias na Líbia, não terá conseguido regressar ao Reino Unido, a contas da guerra civil que assolava o país.

Esta terça-feira, o Daily Mail, dá mesmo conta que Abedi foi uma das pessoas resgatadas em agosto daquele ano pelo navio "HMS Enterprise". O seu irmão mais novo, Hashem, que atualmente aguarda julgamento por ter sido considerado cúmplice do atentado na Manchester Arena, também estava no navio que os levou até Malta, de onde viajaram para o Reino Unido.

"[O facto] deste homem ter cometido uma atrocidade destas no território do Reino Unido depois de o termos resgatado da Líbia, faz com que seja um ato de traição ainda maior", afirmou ao jornal uma fonte governamental não identificada.

Abedi, um jovem britânico de origem líbia, em maio de 2017, matou 22 pessoas e feriu mais de 700 ao fazer-se explodir durante um concerto da cantora norte-americana Ariana Grande no estádio de Manchester.

Num comunicado enviado à agência France-Press, o ministério da Defesa explica que o seu resgate  aconteceu "com base na informação disponível no momento".

"Como consequência da enorme violência em Tripoli [capital] e das ofensivas militares de grande escala contra os grupos jihadistas, aconselhámos os cidadãos britânicos que abandonassem a Líbia", recordou o ministério.

No momento da viagem à Líbia, Abedi era vigiado pelos serviços secretos britânicos, mas a investigação caiu por terra devido a um erro de identificação, informa o Daily Mail.

Uma fonte das forças de segurança colocou de parte a ideia de que Salman Abedi terá feito parte de uma milícia Líbia antes do resgate.

"[Abedi] fez as coisas principalmente sozinho. A internet teve um papel importante no seu treino", revelou fonte ao jornal.

A Líbia mergulhou no caos após o levantamento de 2011, que derrubou e matou o ditador Muammar Khadafi, estando devastada por conflitos entre milícias.

Duas autoridades disputam o poder no país: um governo de união nacional reconhecido pela comunidade internacional, sediado em Tripoli, e uma autoridade que exerce o poder no leste da Líbia, com o apoio do marechal Haftar e do ANL.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/autor-do-atentado-de-manchester-foi-resgatado-na-libia-pela-marinha-britanica

« Última modificação: Julho 31, 2018, 07:14:44 pm por Lusitano89 »
 
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