CIA

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P44

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Re: CIA
« Responder #45 em: Março 08, 2017, 11:34:49 am »
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/wikileaks-apple-samsung-e-microsoft-reagem-aos-documentos-da-cia

WikiLeaks: Apple, Samsung e Microsoft reagem aos documentos da CIA

Documentos vazados pela rede apontam que a agência de espionagem norte-americana consegue fazer escutas através de telemóveis e de televisões, assim como atacar computadores à distância.

Algumas das maiores empresas tecnológicas do mundo reagiram às revelações sobre a CIA feitas pelo WikiLeaks. A rede de divulgação de informações secretas publicou milhares de documentos que revelam as técnicas que a agência de espionagem norte-americana utiliza para fazer escutas através dos microfones dos telemóveis e das televisões inteligentes, e para atacar computadores. A CIA não fez comentários sobre a autenticidade dos documentos.

Em reacção, a Apple disse que "trabalha constantemente" para aumentar a segurança dos iPhones e que muitas das vulnerabilidades identificadas nos documentos já foram resolvidas na última versão do sistema operativo Ios. A marca norte-americana aconselha também os seus clientes a descarregarem a versão mais actualizada do Ios, disse citada pela BBC esta quarta-feira, 8 de Março.

Já a Google recusou comentar as alegações que a CIA era capaz de "penetrar, infestar e controlar" telemóveis que usam o sistema operativo Android.

Nos mais de 8.700 documentos vazados - conhecido por "Vault 7" - também surge informação sobre como é que a CIA consegue fazer escutas através dos televisores inteligentes da Samsung, série F8000.

Os documentos relatam que a CIA consegue "infestar" estas televisões e programá-las para ficarem aparentemente desligadas, em modo "Fake Off". Desta forma, as televisões servem de escuta, gravando as conversas que estão a decorrer na sala, e enviando-as via internet para um servidor da CIA, relata o Guardian.

Em resposta, a companhia sul-coreana disse que "proteger a privacidade dos consumidores" é uma "prioridade na Samsung", que diz estar a "olhar urgentemente para a matéria".

Os documentos também indicam que a CIA criou software malicioso para atacar computadores que usem o sistema operativo Microsoft Windows. "Estamos conscientes do relatório e estamos a olhar para ele", disse um porta-voz da Microsoft citado pela BBC.

A Fundação Linux, por seu turno, não reagiu às alegações que a CIA criou sistemas de "controlo e ataque" com o poder de atacar computadores que funcionam à base de software Linux.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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perdadetempo

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Re: CIA
« Responder #46 em: Março 11, 2017, 10:51:55 pm »
Instruções para como um agente que vá ao estrangeiro:
Citar
...    Have a travel credit card. You will need the PIN to get a cash advance.  Advance and conversion fees are accountable on your TDY voucher.  Government Travel Cards work great for this (built-in accounting).
    You are allowed write checks for euros at the Consulate Cashier if you are in TDY status.  So if you would rather get cash that way, remember your checkbook.
    If you are using a personal credit card, be sure to call your credit card company and notify them of your travel to Germany.

 

    Oh, did I mention to "Talk to CCIE/Engineering?"

During Your Flight...

    Flying Lufthansa: Booze is free so enjoy (within reason)!    Flying United:  My condolences, but at least you are earning a United leg towards a status increase.
    If you have an overnight flight (most likely), try and get some sleep.  It will help you adjust faster to the time difference. (6-7 hours ahead!) continua...

https://wikileaks.org/ciav7p1/cms/page_26607630.html

Por isto é que os ingleses fazem filmes do James Bond e os americanos fizeram uma série com o Archie Bunker.

Cumprimentos,
 

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dikaarer

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Re: CIA
« Responder #47 em: Maio 08, 2017, 09:37:07 am »
 

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Lusitano89

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Re: CIA
« Responder #48 em: Maio 21, 2017, 05:38:28 pm »
China elimina informantes da CIA


 

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Lusitano89

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Re: CIA
« Responder #49 em: Janeiro 17, 2018, 04:02:03 pm »
Ex-agente da CIA suspeito de espiar para a China


 

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Cabeça de Martelo

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Re: CIA
« Responder #50 em: Janeiro 30, 2018, 11:12:51 am »
Segurança. Quando dar uma corrida revela uma base da CIA



Uma conhecida aplicação de fitness recolheu e publicou as corridas de milhares de militares, revelando também instalações e dados secretos.

Dezenas de governos e forças armadas passaram este fim de semana debruçados sobre um mapa mundo de tons quentes. O mapa foi publicado pela Strava, a empresa proprietária da aplicação de fitness para smartphones e outros dispositivos inteligentes com o mesmo nome, que regista, compara, partilha e avalia trilhos e sessões de corrida, marcha, jogging, circuitos de bicicleta e natação. No essencial, a Strava é uma espécie de rede social para atletas e amantes de exercício. Desde este fim de semana, é também um inesperado pesadelo para exércitos e governos do mundo.

O mapa colorido que a Strava publicou apresenta com muito detalhe mais de mil milhões de trilhos recolhidos pelos seus utilizadores entre 2014 e este mês. Os percursos mais vezes percorridos estão mais iluminados e o mapa ainda contém, em algumas instâncias, informações como o nome do corredor, por exemplo, a data e a duração de uma corrida.

Na esmagadora maioria dos casos, estas informações são pouco ou nada relevantes para governos. Mas um grupo de analistas revelou que muitos dos trilhos iluminados no mapa descrevem com minúcia mapas de localizações confidenciais ou muito sensíveis, como, por exemplo, bases militares secretas, corredores subterrâneos em centros nucleares ou os perímetros de instalações de mísseis desconhecidas.

O mapa da Strava provocou tamanha comoção na comunidade militar e de espionagem que o governo australiano e as Forças Armadas norte-americanas anunciaram esta segunda-feira que estão a rever as diretivas internas para a utilização de aplicações de fitness e de acesso a GPS. O mapa não parece ter revelado instalações militares desconhecidas, mas ainda falta muito até que se termine de varrer o oceano de informação publicado no fim de semana.

Apesar disso, já há indicações de edifícios suspeitos em países com pouca atividade de dispositivos móveis como, por exemplo, o Djibuti, onde os Estados Unidos têm uma forte presença militar e cada trilho de corrida registado pelos seus soldados destaca-se por não haver mais engenhos modernos na região. Perto do conhecido Campo Lemonnier já se revelou a existência de um edifício que parece pertencer à CIA.

Mísseis e túneis

A Strava afirmava esta segunda que a responsabilidade da informação divulgada é dos próprios utilizadores, que podem escolher não partilhar os detalhes das suas corridas ou passeios de bicicleta. O problema, como alerta o especialista em matérias de segurança do Daily Beast, ultrapassa o simples revelar de perímetros dos muros, pistas de aterragem, túneis e outras passagens mais ou menos secretas de bases militares dentro e fora de um país: a aplicação, afinal de contas, possui uma montanha de informação em bruto sobre o período em que um utilizador militar esteve destacado numa base e quando foi enviado para outra.

Jeffrey Lewis defende que, a partir destes dados, hackers e governos rivais podem elaborar um documento com as rotinas e até os números arredondados de militares e ramos em diferentes instalações, sejam elas bases militares ou edifícios de embaixadas. O mapa deste fim de semana, por exemplo, descreve com muita precisão a base de mísseis que Taiwan tem reservada para um eventual confronto com a China.

As instalações já eram conhecidas, mas agora há um mapa detalhado de um dos alvos mais críticos para Pequim. “A noção de que é possível esconder mísseis em camiões só faz sentido numa era em que as pessoas não andam por todo o lado com telefones no bolso que capturam mapas digitais”, escreve Lewis, dizendo que a nova tecnologia de informação é hoje um dos principais desafios ao secretismo militar.

https://ionline.sapo.pt/artigo/598444/seguranca-quando-dar-uma-corrida-revela-uma-base-da-cia?seccao=Mundo_i
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: CIA
« Responder #51 em: Março 13, 2018, 07:32:49 pm »
A primeira directora da CIA tem historial negro de tortura




Gina Haspel sobe à liderança da CIA pouco mais de um ano depois de se ter tornado número dois da agência. O seu passado numa prisão clandestina na Tailândia gerou polémica aquando da sua promoção.

Gina Haspel chegou a número dois da CIA em Fevereiro do ano passado, pela mão de Mike Pompeo, que tinha sido nomeado por Donald Trump para liderar a agência. Na altura, a escolha de Haspel gerou críticas devido ao seu papel na supervisão de uma prisão clandestina da CIA na Tailândia e pelos métodos de interrogatório aí praticados. Agora, será a primeira mulher da história dos Estados Unidos a liderar a agência, na sequência de mais uma dança de cadeiras provocada pelo Presidente norte-americano.

Haspel passou grande parte da sua carreira da CIA como agente clandestina e foi nesse papel que, entre 2002 e 2005, supervisionou um programa ultra-secreto da agência que sujeitou dezenas de suspeitos de terrorismo a interrogatórios que a revista New Yorker descrevia, num artigo do ano passado, como “selvagens”.

Como noticiou, também no ano passado, o The New York Times, Haspel liderou o primeiro local de detenção da CIA no âmbito deste programa no estrangeiro (um “black site”). Foi na Tailândia, e, nesse local, dois suspeitos de terrorismo, os sauditas Abu Zubaydah e Abd al-Rahim al-Nashiri, ainda hoje presos em Guantánamo, foram brutalmente torturados. Por exemplo, foi-lhes aplicado o chamado waterboarding (ou afogamento simulado). Abu Zubaydah, foi sujeito a essa tortura 83 vezes num mês e a sua cabeça foi repetidamente lançada contra a parede, entre outras agressões, até que foi concluído que o suspeito não tinha informações úteis a oferecer.

Porém, foi o que se passou a seguir ao regresso de Haspel aos Estados Unidos que motivou as maiores críticas, na grande maioria por parte de congressistas democratas, à sua nomeação como vice-directora da CIA.

Os métodos de interrogatório utilizados na Tailândia tinham sido todos gravados em vídeo e as gravações guardadas num arquivo naquele país. Mas, em 2005, numa altura em que Haspel, que é altamente respeitada no seio da agência, tinha já regressado à sede da CIA nos EUA, as gravações foram destruídas.

A versão oficial é a de que a ordem para a destruição destes registos foi dada por Jose Rodriguez, então líder do serviço clandestino da CIA e patrão de Haspel. Porém, alguns anos depois, em 2013, a senadora democrata Dianne Feinstein, que tinha a liderança do seu partido na comissão dos serviços secretos do Senado, impediu uma promoção da agora directora da CIA devido ao seu papel quer nas torturas realizadas na Tailândia, quer na destruição dos vídeos.

A organização Human Rights Watch garantiu que a ordem de destruição dos registos foi dada em conjunto por Rodriguez e por Haspel.

Durante a campanha eleitoral de 2016, Trump chegou a defender que a tortura resultava e que era uma boa via para extrair informações de terroristas. Também Mike Pompeo, agora secretário de Estado dos EUA, disse que métodos como os afogamentos simulados não podiam ser considerados tortura e que quem os aplicava na luta contra a Al-Qaeda deveria ser elogiado por ser “patriota”.


>>>>>>>> https://www.publico.pt/2018/03/13/mundo/noticia/a-primeira-directora-de-sempre-da-cia-tem-um-historico-negro-com-a-tortura-1806480
 

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Vitor Santos

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Re: CIA
« Responder #52 em: Maio 22, 2018, 12:23:33 pm »
Programa espacial do Brasil foi alvo da CIA


Papéis mostram que satélites americanos espionaram complexo militar brasileiro

A CIA (Agência Central de Inteligência) usou satélites para espionar o programa espacial brasileiro e o complexo industrial militar do País entre 1978 e 1988. Documentos desclassificados pelo governo americano em dezembro de 2016 mostram análises de fotos aéreas das instalações de fábricas, da base de lançamentos de foguetes em Natal (RN), e do campo de provas de armamentos da Serra do Cachimbo, onde a Força Aérea Brasileira (FAB) construía um poço que poderia ser usado em testes de artefatos nucleares.

Além de satélites, os papéis mostram que os adidos de defesa e a embaixada americana dispunham de uma rede de informantes que permitiu aos Estados Unidos saber detalhes das negociações secretas entre Brasil e Arábia Saudita e as vendas de blindados e foguetes para o regime de Saddam Hussein, no Iraque, e para a Líbia, governada então por Muamar Kadafi. Os americanos temiam que, por meio dessas vendas, a tecnologia ocidental fosse parar nas mãos da União Soviética. Tinham ainda restrições às entregas a nações hostis aos Estados Unidos. Mas também enxergavam uma vantagem: o equipamento brasileiro podia roubar dos russos mercados inacessíveis a Washington.

Produzido pelo Centro Nacional de Interpretação Fotográfica, o relatório com o título Alcance de Mísseis: Instalações Mísseis Estratégicos SSM (Míssil Terra-Terra) lista dez locais de interesse da espionagem americana. O primeiro a ser fotografado foi a Base Aérea de São José dos Campos.

Na mesma cidade, os satélites registraram o Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e a fábrica da Avibrás, que participava dos projetos de foguetes militares. Na vizinha Santa Branca, outra área da Avibrás foi vigiada, assim como em Piquete, uma fábrica de explosivos – os americanos pensavam que ali seria feito o combustível sólido do foguete meteorológico Sonda IV e do VLS (Veículo Lançador de Satélites).

O relatório de novembro de 1982 usa fotos da Base Aérea de Natal e de sua área de lançamento de foguetes e, por fim, do campo de teste de arma do Cachimbo. Os americanos previam que, em 1988, o País teria condições de lançar o VLS – ele só seria lançado em 1997 e seria abandonado após explodir em 2003 na Base Aérea de Alcântara, no Maranhão, deixando 21 mortos.

Em 1.º de outubro de 1982, os americanos fotografaram um protótipo do Sonda IV. Ele podia atingir mil quilômetros de altitude e levar uma carga de 300 quilos. Pelas coordenadas geográficas da foto é possível saber que ela foi feita sobre São José dos Campos. Em 27 de março de 1984, novo documento informava que se detectara a construção da torre de lançamento do Sonda IV, em Natal. Para os americanos “o Sonda IV podia ser adaptado para o transporte de arma”, o que nunca aconteceu
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Engesa

Os satélites americanos também espionaram a Engesa, maior indústria de armamentos brasileira. Fabricante dos blindados Cascavel e Urutu, ela pretendia produzir o tanque pesado Osório. Em 25 de agosto de 1978, o satélite identificou pela primeira vez na fábrica em São José dos Campos oito Urutus e um Cascavel. O Brasil passou a vender esses blindados a países como Líbia, Iraque e Colômbia.

Em 1980 e em 1984 a CIA produziria relatórios sobre as vendas, acusando o País de não se importar com o destino final das armas. Segundo eles, blindados Cascavel foram repassados pela Líbia aos rebeldes da Frente Polisário, que lutavam pela independência do Saara Ocidental (território ocupado hoje pelo Marrocos), e a rebeldes do Chade.

No papel de 1984, os americanos analisavam as vulnerabilidades da indústria bélica brasileira. A principal delas, segundo a CIA, era depender de vendas externas. Qualquer corte de compras podia ser letal para ao setor.

O documento secreto via risco de vazamentos de tecnologia para países hostis do Terceiro Mundo e para Moscou. O Brasil já teria despertado a atenção dos russos, mas não estaria preparado para proteger seus segredos. Também informava que os governo brasileiro vetara a vendas para Cuba e Coreia do Norte.

As vendas da indústria bélica a países árabes eram apontadas pelos americanos como a causa de o Brasil votar contra os Estados Unidos e Israel nas Nações Unidas. Por fim, o documento revelava um segredo: o Brasil teria feito um acordo secreto em janeiro de 1984 de US$ 2 bilhões para desenvolver e produzir o tanque Osório para a Arábia Saudita.

Só três meses depois os dois governos tornariam público um protocolo de cooperação militar, assinado em Brasília pelo ministro da defesa saudita, o príncipe Sultan Ibn Abdulaziz. Em 1989, os governos anunciariam a produção do Al Fahad, a versão saudita do Osório, que acabou não se concretizando – os sauditas compraram o tanque americano Abrams. Os Estados Unidos estavam certos: a quebra do acordo com os árabes foi letal à Engesa, que faliu em 1993.

Brigadeiro

A rede de informantes americana atuou ainda na espionagem das atividades da empresa Órbita, uma parceira montada nos anos 1980 com a participação da Engesa e da Embraer. Além dos informantes, a CIA recebia informações da embaixada americana, que mantinha contatos com empresários brasileiros.

Vito Antonio de Grassi, então presidente da Órbita é apontado no relatório de 20 de maio de 1988 como a fonte da informação de que a empresa ia produzir mísseis terra-ar, ar-ar e antitanque para as Forças Armadas brasileiras. O vice-presidente da Órbita era o brigadeiro Hugo Piva, que depois chefiaria uma missão técnica brasileira que desenvolvia armas para Saddam Hussein.

O mesmo relatório informava que a Avibrás estaria desenvolvendo um míssil tático terra-terra. A embaixada dos Estados Unidos não quis se manifestar sobre o caso, assim como a Força Aérea Brasileira, a Embraer, a Avibrás e Vito Antonio de Grassi.

FONTE: Estadão / http://www.forte.jor.br/2018/05/21/programa-espacial-do-brasil-foi-alvo-da-cia/