Não sei se deva rir ou chorar

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HSMW

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #45 em: Setembro 06, 2013, 08:21:04 pm »
Citação de: "mafarrico"
Agentes da desinformação a passearem-se pela BBC. Ao ponto a que isto chegou.


Esse vídeo é de 2011 e já foi debatido cá no fórum.
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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P44

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #46 em: Setembro 06, 2013, 09:02:22 pm »
Portas colocou dinheiro em banco depois de este ficar protegido por lei alemã
06 Setembro 2013, 11:04 por Jornal de Negócios

O Deutsche Bank deixou, no ano de resgate de Portugal, de ser uma entidade de direito português e ficou protegido face ao risco da dívida nacional. As declarações de rendimentos do vice-primeiro-ministro mostram que, depois de Agosto de 2011, colocou 80 mil euros na instituição, tirando dinheiro de um banco espanhol. Governo português sempre garantiu confiança na banca nacional.

A 6 de Abril de 2011, Portugal solicita intervenção financeira externa. A 16 de Junho de 2011, há uma outra notícia de relevo: “Deutsche Bank foge ao risco em Portugal”. Como? O banco optou por passar a ser uma sucursal do banco alemão e deixou de ser um banco de direito português. O objectivo foi, segundo o que foi dito na altura, escapar à exposição ao risco de Portugal – à época, alvo de sucessivas descidas de “rating”.

 
Foi depois desta alteração do estatuto jurídico do Deutsche Bank que Paulo Portas, então ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, abriu uma conta solidária na instituição. Foram colocados, aí, 80 mil euros após Agosto de 2011, conforme conta esta sexta-feira o “Correio da Manhã”. Não se sabe se há alguma relação entre os dois acontecidos. O agora vice-primeiro-ministro não fez comentários ao jornal.

 
Na declaração de rendimentos que o governante entregou no Tribunal Constitucional nessa altura, quando deixou de ser deputado para passar a ser ministro, não constava o depósito no Deutsche Bank. Estava declarada uma conta superior a 159 mil euros no Banco Popular.

 
Na declaração feita dois anos depois, quando deixou de ser ministro dos Negócios Estrangeiros para assumir o cargo de vice-primeiro-ministro, Portas declara a conta de 80 mil euros no Deutsche Bank. No Popular, tem apenas 52 mil euros em obrigações, além de 100 mil euros num depósito a prazo no Santander, de acordo com o “Correio da Manhã”.

 
No caso de instituições nacionais, o número dois do Governo liderado por Passos Coelho investiu, desde Agosto de 2011, 2.584 euros na compra de obrigações do BCP e 2.500 euros num investimento na Caixa Geral de Depósitos.

 
Portugal nunca sofreu uma fuga de depósitos, como se temeu que acontecesse noutros países como a Grécia e a própria Espanha. Contudo, quando o Deutsche Bank alterou o estatuto jurídico, o passo foi entendido no sistema financeiro como uma forma de deixar de estar exposto ao risco português. Segundo notícias citadas pelo “Correio da Manhã”, o Deutsche Bank conseguiu captar mais depósitos a prazo depois de ter passado a ser protegido pela lei germânica.

 
O Governo de Passos Coelho sempre garantiu confiança na banca nacional e nos seus depósitos. “Tenho toda a confiança na capacidade de gestão dos bancos portugueses. Na minha opinião, os bancos portugueses têm tido um comportamento muito positivo no quadro muito exigente em que tem estado a operar desde o início da crise global”, disse, por exemplo, o ex-ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a 12 de Julho de 2011, pouco depois do pedido de resgate de Portugal.

http://www.jornaldenegocios.pt/economia ... alema.html
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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mafarrico

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #47 em: Setembro 12, 2013, 05:57:47 pm »
nao e so no nosso querido portugal que temos estorias destas. mas ha uma diferenca. na america sao despedidos  :mrgreen:

http://rt.com/usa/elizabeth-obagy-syria ... fired-736/

Syria researcher cited by McCain, Kerry fired for fabricating credentials

Published time: September 12, 2013 00:40


The Syria researcher and commentator who was cited by US leaders who have called for military action against the Middle Eastern country has been fired from her Washington-based think tank for lying about her qualifications.

“The Institute for the Study of War has learned and confirmed that, contrary to her representations, Ms. Elizabeth O’Bagy does not in fact have a Ph.D. degree from Georgetown University,” the research group announced in an online statement Wednesday. “ISW has accordingly terminated Ms. O’Bagy’s employment, effective immediately.”

Both US Secretary of State John Kerry and Senator John McCain referenced an editorial she had written in the Wall Street Journal during congressional hearings during which they argued in favor of US military strikes against Syria. The 26-year-old wrote that “contrary to many media accounts, the war in Syria is not being waged entirely, or even predominantly, by dangerous Islamists and Al-Qaeda die-hards.”

She told McClatchy that she was merely waiting for Georgetown to confer her degree after submitting and defending her dissertation, also claiming she was in a dual master’s and doctorate program at the private Washington university.
O’Bagy said the dissertation was titled “With Both Rifle and Child: The Role of Female Militancy in Islamic Societies.” She wrote that she was “talking to some publishers about possibly turning it into a book.”

Kimberly Kagan, who founded the Institute for the Study of War in 2007, said she was “deeply saddened” by the revelation but does not discount any of O’Bagy’s work.

“Everything I’ve looked at is rock solid,” she told Politico. “Every thread that we have pulled upon has been verified through multiple sources.”  

O’Bagy also served as the political director of the Syria Emergency Task Force (SETF), a Syrian rebel advocacy group that has lobbied the White House and Congress to lend support to opposition groups. The Wall Street Journal was criticized earlier this week for failing to disclose O’Bagy’s ties to the group. O’Bagy told The Daily Caller Wednesday that she was not employed by the SETF, but an independent contractor who was not involved in their lobbying efforts.

She also resisted the Obama administration’s decision to deem al-Nusra a terror organization in December.

“I’m not saying they aren’t a terrorist group,” she told McClatchy last year. “But given the circumstances and given their disastrous cooperation with the opposition as a whole, designating them now would be disastrous.”

The powerful Syrian rebel group formally allied itself with Al-Qaeda less than five months later and O’Bagy later admitted her initial comments were wrong.

Kerry said the op-ed was a “very interesting article” and remarked on O’Bagy’s “enormous” experience, including learning Arabic. But Janine Di Giovanni, a veteran foreign correspondent who has covered the conflict on the ground, told the Huffington Post that O’Bagy “exaggerated wildly her experience inside Syria.

“Those of us who work in Syria, as reporters or researchers, are a very small group of people,” she said. “It’s not a war to cut your teeth in. A lot of people were quite shocked when a 26-year-old Ph.D, so-called Syria expert who appeared to have never worked in the region, and whom no one had heard of, appeared on CNN and other networks as a Syrian expert.”
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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #48 em: Setembro 13, 2013, 12:01:03 am »
Citação de: "mafarrico"
nao e so no nosso querido portugal que temos estorias destas. mas ha uma diferenca. na america sao despedidos  :mrgreen:

http://rt.com/usa/elizabeth-obagy-syria ... fired-736/

Syria researcher cited by McCain, Kerry fired for fabricating credentials

Published time: September 12, 2013 00:40


The Syria researcher and commentator who was cited by US leaders who have called for military action against the Middle Eastern country has been fired from her Washington-based think tank for lying about her qualifications.

“The Institute for the Study of War has learned and confirmed that, contrary to her representations, Ms. Elizabeth O’Bagy does not in fact have a Ph.D. degree from Georgetown University,” the research group announced in an online statement Wednesday. “ISW has accordingly terminated Ms. O’Bagy’s employment, effective immediately.”

Both US Secretary of State John Kerry and Senator John McCain referenced an editorial she had written in the Wall Street Journal during congressional hearings during which they argued in favor of US military strikes against Syria. The 26-year-old wrote that “contrary to many media accounts, the war in Syria is not being waged entirely, or even predominantly, by dangerous Islamists and Al-Qaeda die-hards.”

She told McClatchy that she was merely waiting for Georgetown to confer her degree after submitting and defending her dissertation, also claiming she was in a dual master’s and doctorate program at the private Washington university.
O’Bagy said the dissertation was titled “With Both Rifle and Child: The Role of Female Militancy in Islamic Societies.” She wrote that she was “talking to some publishers about possibly turning it into a book.”

Kimberly Kagan, who founded the Institute for the Study of War in 2007, said she was “deeply saddened” by the revelation but does not discount any of O’Bagy’s work.

“Everything I’ve looked at is rock solid,” she told Politico. “Every thread that we have pulled upon has been verified through multiple sources.”  

O’Bagy also served as the political director of the Syria Emergency Task Force (SETF), a Syrian rebel advocacy group that has lobbied the White House and Congress to lend support to opposition groups. The Wall Street Journal was criticized earlier this week for failing to disclose O’Bagy’s ties to the group. O’Bagy told The Daily Caller Wednesday that she was not employed by the SETF, but an independent contractor who was not involved in their lobbying efforts.

She also resisted the Obama administration’s decision to deem al-Nusra a terror organization in December.

“I’m not saying they aren’t a terrorist group,” she told McClatchy last year. “But given the circumstances and given their disastrous cooperation with the opposition as a whole, designating them now would be disastrous.”

The powerful Syrian rebel group formally allied itself with Al-Qaeda less than five months later and O’Bagy later admitted her initial comments were wrong.

Kerry said the op-ed was a “very interesting article” and remarked on O’Bagy’s “enormous” experience, including learning Arabic. But Janine Di Giovanni, a veteran foreign correspondent who has covered the conflict on the ground, told the Huffington Post that O’Bagy “exaggerated wildly her experience inside Syria.

“Those of us who work in Syria, as reporters or researchers, are a very small group of people,” she said. “It’s not a war to cut your teeth in. A lot of people were quite shocked when a 26-year-old Ph.D, so-called Syria expert who appeared to have never worked in the region, and whom no one had heard of, appeared on CNN and other networks as a Syrian expert.”


Caramba! Tresanda, ou não tresanda esta história???
Já não é tão fácil enganar o pessoal, como dantes. Até o Zbigwnwwwywy Brjwskwkky o diz (certamente a pensar nos seus colegas papa-tangas deste mundo)

http://www.storyleak.com/brzezinski-glo ... difficult/

During a short interview with Germany’s DW News last Monday, former US National Security Adviser and Trilateral Commission co-founder Zbigniew Brzezinski commented on the growing inefficiency of war due to the increased political knowledge of the public.

Brzezinski-global-awakening-news“Given the contemporary reality of what I have called in my writings ‘Global Political Awakening,’ a policy of force based primarily on Western and in some cases former colonial powers does not seem to me a very promising avenue to an eventual solution to the regional problem,” said Brzezinski, referring to the situation in Syria.

Despite Brzezinski’s noted long-term relationship with Obama which included a top foreign policy adviser position, Brzezinski denied any specific knowledge of his plans regarding Syria, saying that if the administration has a strategy, it’s a “very well-kept secret.”

Obama’s Middle Eastern strategy has been a mere continuation of the policies seen under Bush, exemplified by former four star general and NATO commander Wesley Clark’s admission of the Bush-era Pentagon plan to overthrow several countries including Libya and Syria.

Although Brzezinski at times attempts to appear opposed to military interventionism, President Obama’s actions in Syria, which include the support of admitted Al Qaeda fighters, closely mirrors several of Brzezinski’s previous policies, most notably the opposition to the Soviet Union in 1979, where decisions made by Brzezinski led to the creation of Al Qaeda through the CIA funding of the Afghan Mujaheddin.

Brzezinski’s call of warning to the “global political awakening” has only intensified in recent years. Last year during a speech in Poland, Brzezinski noted that it has become “increasingly difficult to suppress” and control the “persistent and highly motivated populist resistance of politically awakened and historically resentful peoples.” Brzezinski also blamed the accessibility of “radio, television and the Internet” for the “universal awakening of mass political consciousness.”
 
“[The] major world powers, new and old, also face a novel reality: while the lethality of their military might is greater than ever, their capacity to impose control over the politically awakened masses of the world is at a historic low. To put it bluntly: in earlier times, it was easier to control one million people than to physically kill one million people; today, it is infinitely easier to kill one million people than to control one million people,” said Brzezinski during a 2010 Council on Foreign Relations speech in Montreal.

Despite attempts by both the Republican and Democratic leadership to gain support for a war in Syria, a new Reuters poll revealed that only 9 percent of Americans support military intervention in Syria. If the United States intervenes, it will be the least popular war in American history.

The massive and growing evidence forced out by the alternative media, which points to a US backed chemical attack by Al Qaeda led rebel forces to be blamed on Assad, has only accelerated the inevitable downfall of the corporate press that is now only trusted by 23 percent of the public.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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mafarrico

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #49 em: Setembro 13, 2013, 08:22:40 pm »
Lentamente o povo americano começa a perceber quem é que puxa os cordelinhos. Ninguém quer esta guerra. Só os interesses obscuros.

A RT como sabemos é controlada assim como a CNN, mas quando as comadres se zangam descobrem-se as verdades. Às vezes é bom dar um pulo lá para descobrir algumas coisas.

obrigado pela partilha Luso, não conhecia o site.
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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #50 em: Setembro 21, 2013, 04:03:00 pm »
Artigo de opinião:

Citar
Declarada a morte da social-democracia
Daniel Oliveira
ontem às 8:00  
 
Dando voz ao programa dos sociais-democratas (coligados com os liberais, centristas), o Rei Guilherme anunciou ontem o fim do Estado Social na Holanda. Será substituído pela "sociedade participativa", o que passa, na prática, por cada um se desenrascar sozinho. Traduzido por miúdos, o governo holandês vai fazer um corte de seis mil milhões de euros nas despesas públicas. Espera-se que o desemprego suba e que o poder de compra dos holandeses caia 0,5%. Os social-democratas holandeses chegaram ao poder com um discurso contra a austeridade. Uma sondagem da televisão pública diz que 80% da população é contra estes planos governamentais. E, como tem sido habitual na Europa, eles avançarão na mesma.

Faço notar que não há falta de dinheiro na Europa. Pelo contrário, há enormes excedentes que explicam, aliás, como consegue a Alemanha financiar-se a juros negativos. O que há na Europa, em toda a Europa, é a vitória de uma agenda ideológica e dos interesses financeiros que se apoderaram dos principais centros de poder e que sonham com a privatização de todas as funções sociais do Estado. Não espanta que essa vitória venha pela mão de governos social-democratas. Gerhard Schroeder fez mais no ataque ao Estado Social e na contração dos salários dos trabalhadores alemães (o que contribuiu decisivamente para a crise do euro) do que Angela Merkel alguma vez sonhou. Foram os governos socialistas e social-democratas, e não a direita, que construíram o essencial das regras de uma moeda única disfuncional. E, em todos os países europeus onde têm recuperado o poder, não o usaram para travar esta loucura. François Hollande limita-se a anunciar, como um tonto, o fim da crise do euro. Na esperança de não ter de chegar a fazer realmente alguma coisa do que prometeu. Nem um rasgo de coragem se vislumbra na generalidade dos partidos socialistas e social-democratas europeus. O PS português incluído.

O papel que os partidos social-democratas desempenham e desempenharam, nas duas últimas décadas, na destruição do Estado Social e na desregulação económica e financeira é o mais inacreditável gesto de traição de um movimento político à sua própria história. Transformados em meras federações de interesses, os partidos socialistas e social-democratas não estão apenas a enterrar o Estado Social. Estão a enterrar a esperança na democracia, que depende de uma alternativa a este caminho (a confiança nos políticos e no governo atingiu, na Holanda, como em tantos outros países, mínimos históricos). E estão, afinal de contas, a enterrar-se a si mesmos. O comunismo morreu com a queda do muro de Berlim. A social-democracia morreu com esta crise financeira.
 

 :arrow: http://expresso.sapo.pt/declarada-a-mor ... ia=f831256
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #51 em: Setembro 21, 2013, 09:49:20 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Artigo de opinião:

Citar
(...)Uma sondagem da televisão pública diz que 80% da população é contra estes planos governamentais. E, como tem sido habitual na Europa, eles avançarão na mesma

Cai a máscara da fraude que é a "democracia" que nos venderam.

Um sistema político vale sobretudo pela confiança que inspira na população E TAMBÉM - por isso mesmo - na eficácia que esse sistema tem no controlo da população.
Quem manda já se está a marimbar para a "democracia" e já sabe que NÃO precisa democracia para alcançar os seus intentos, ao conhecer a qualidade dos eleitores, qualidade (falta dela) aliás para a qual muito investiu.
Um povo estúpido não precisa das ineficiências da democracia, porque não compreende realmente as vantagens, nem as obrigações, nem os perigos que a ameaçam, e muito menos quer saber. E estaria tudo muito bem, não fossem ou outros que, não concordando, vão ter que viver com as consequências da estupidez, desinteresse e negligência da maioria.

Já agora, grandes golos tem marcado o Cristinaldo ultimamente! :shock:
 E viram quanto ganha? Que homem! Quem me dera que o meu carequinha lindo seja como ele!
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FoxTroop

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #52 em: Setembro 21, 2013, 10:00:53 pm »
Teorias da conspiração, tudo teorias da conspiração. A porra é que as teorias, afinal, estão a sair do papel e, infelizmente, bem se pode dizer que a realidade está a passar a ficção e não é por pouco. A propósito, já repararam que os rapazinhos da Wells Fargo estão a apostar numa quebra de 30% do mercado até ao fim do ano e os "tubarões" aceleraram a trocar os papeizitos de Bolsas por "coisas palpáveis"?!!  Hmmmmm....Ah, percebo, não veio na Maria nem na Nova Gente nem sequer na Bola....... i see......
 

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mafarrico

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #53 em: Setembro 21, 2013, 11:39:40 pm »
1+1 na minha terra costuma ser 2

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mafarrico

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #54 em: Setembro 22, 2013, 01:37:06 pm »

http://rethink911.org/news/new-poll-fin ... agecontent

New Poll Finds Most Americans Open to Alternative 9/11 Theories

One in Two Surveyed Have Doubts About Government’s Account of 9/11.

46% Suspect Controlled Demolition of World Trade Center Building 7 after Viewing Video Footage of Collapse.

On the 12th anniversary of 9/11, a new national survey by the polling firm YouGov reveals that one in two Americans have doubts about the government’s account of 9/11, and after viewing video footage of World Trade Center Building 7’s collapse, 46% suspect that it was caused by a controlled demolition. Building 7, a 47-story skyscraper, collapsed into its own footprint late in the afternoon on 9/11.

The poll was sponsored by ReThink911, a global public awareness campaign launched on September 1. The campaign includes a 54-foot billboard in Times Square and a variety of transit and outdoor advertising in 11 other cities, all posing the question, “Did you know a third tower fell on 9/11?”

Among the poll’s findings:

    38% of Americans have some doubts about the official account of 9/11, 10% do not believe it at all, and 12% are unsure about it;
    46%, nearly one in two, are not aware that a third tower collapsed on 9/11. Of those who are aware of Building 7’s collapse, only 19% know the building’s name;
    After seeing video footage of Building 7′s collapse:
        46% are sure or suspect it was caused by controlled demolition, compared to 28% who are sure or suspect fires caused it, and 27% who don’t know;
        By a margin of nearly two to one, 41% support a new investigation of Building 7′s collapse, compared to 21% who oppose it.

“The poll shows quite clearly what we already knew. Most people who see Building 7’s collapse have trouble believing that fires brought it down,” said Richard Gage, a member of the American Institute of Architects and founder of Architects & Engineers for 9/11 Truth, the campaign’s major sponsor. “It simply doesn’t look like a natural building collapse, and that’s because all the columns have been removed at once to allow it to come down symmetrically in free-fall. The evidence of controlled demolition is overwhelming. As more and more people learn about Building 7, public demand for a new investigation grows. People want the truth.”

According to the National Institute of Standards and Technology (NIST), normal office fires caused the failure of a single column, starting a chain reaction that brought Building 7 down. More than 2,000 architects and engineers have signed the Architects & Engineers for 9/11 Truth petition that questions NIST’s explanation of the building’s collapse.

“Even the government’s own computer model disproves its theory. It looks nothing like the actual collapse,” said Tony Szamboti, a mechanical engineer from the Philadelphia area. “Not only that, they refuse to release the data that would allow us to verify their model. In the world of science, this is as bad as it gets. I’m glad most people can look at the collapse and see the obvious.”

The ReThink911 campaign calls for a new investigation into Building 7’s collapse, as well as the destruction of the Twin Towers. The YouGov poll and the ad campaign were financed with more than $225,000 in donations from thousands of supporters.

All figures, unless otherwise stated, are from YouGov Plc. Total sample size was 1194 adults. Fieldwork was undertaken between 27th – 29th August 2013. The survey was carried out online. The figures have been weighted and are representative of all US adults (aged 18+).
"All the world's a stage" William Shakespeare

 

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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #55 em: Setembro 27, 2013, 08:06:55 pm »
A velha questão da falta de formação...

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mafarrico

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #56 em: Setembro 30, 2013, 01:29:32 am »
os tipos da Stasi eram mesmo levados da breca

http://pt.scribd.com/doc/46459438/Who-is-Who-in-the-CIA
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Carlos Rendel

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Fogo nos Grandes Armazéns
« Responder #57 em: Setembro 30, 2013, 12:46:52 pm »
Pusemos toda a Europa a rir com as comemorações do incêndio no Chiado.De quem seria a peregrina ideia de relembrar

         um sinistro que destruiu parte da Lisboa pombalina,ainda  mais com a recreação dos acontecimentos vestindo  o pessoal

         com  roupas da época, e presença de repórteres dos media a fazer perguntas tais como : "o que fazia quando começou  o

         sinistro"? ou  "sabe quem avisou os bombeiros"?

         E ainda  há  quem não considere o povo português "special".
CR
 

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mafarrico

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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #59 em: Outubro 18, 2013, 05:03:58 pm »
Ok, quem vai pedir isto ao Pai Natal?! :arrow: http://www.heinnie.com/Tactical-Duty-Kilt/p--11300/

É "tático"!!! :lol:  :N-icon-Axe:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

Aqueles que fizeram a Abrilada de 74 a chorar!

Iniciado por Miguel

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Última mensagem Novembro 16, 2010, 06:59:02 pm
por typhonman