Não sei se deva rir ou chorar

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #255 em: Março 26, 2019, 11:59:16 am »
Patrão santo, funcionário posto fora da loja

por José Diogo Quintela

Estou chocado. Nunca pensei que o PCP não cumprisse a lei laboral. Mas o PCP está ainda mais chocado: nunca pensou ser obrigado a cumprir a lei laboral. É que escrevê-la é uma coisa, obedecê-la outra.

Quando os caubóis brasileiros querem atravessar um rio cheio de piranhas, escolhem uma vaca velha, põem-na na água e esperam que os peixes se banqueteiem com ela. Chamam-lhe o “boi de piranha”. Com as piranhas distraídas, passam o resto da manada em segurança. Foi isso que Jerónimo de Sousa fez na entrevista da semana passada. Lançou o já batido tema da Coreia do Norte como “boi de piranha”, a atenção mediática atirou-se a isso como, lá está, piranha a boi, e o resto das declarações passaram incólumes.

Como toda a gente, sucumbi ao anti-comunismo primário e foquei-me no já habitual amparo do PCP à ditadura coreana, quando devia ter tido calma e ouvido o meu anti-comunismo sofisticado, que me dizia para prestar atenção à disputa laboral entre o PCP e Miguel Casanova. Casanova é um ex-funcionário do Partido que foi assediado pelo patronato, castigado por delito de opinião e, posteriormente, despedido – ou, como sumarizou o Secretário-Geral do PCP, “questões internas”.

Com a manobra de diversão, Jerónimo sacrificou a já esgaçada coerência em questões de democracia, por um bem maior, a postura do PCP nas relações laborais. E lá fui eu, como patinho, apontar impostura no extremo-oriente, quando a tinha aqui tão perto, na margem sul.

Miguel Casanova, filho de um antigo dirigente comunista (o que significa que não tem a desculpa de ter sido apanhado de surpresa pela tolice ideológica) era funcionário da Organização Regional de Setúbal. A partir de 2015 começou a criticar abertamente a opção do PCP em apoiar o Governo do PS. Em retaliação, o PCP transferiu-o para a Quinta da Atalaia, no Seixal. De um trabalho burocrático, passou para uma “função técnica” no recinto da Festa do Avante. Casanova recusou a transferência, continuou a apresentar-se no posto antigo e acabou despedido. Agora, está tudo no Tribunal do Trabalho. (Quer dizer, tudo, tudo, não: Jerónimo, apesar de arrolado como testemunha, aproveitou-se do seu estatuto de deputado para se furtar a comparecer).

Estou chocado. Nunca pensei que o PCP não cumprisse a lei laboral. Mas o PCP está ainda mais chocado: nunca pensou que fosse obrigado a cumprir a lei laboral. Pelos vistos, escrevê-la é uma coisa, obedecê-la é outra. Como José Capucho, dirigente comunista, disse em Tribunal, “as normas de funcionamento do Partido são superiores a qualquer lei laboral. É-se funcionário do Partido enquanto o Partido quiser”. Frase que terá colocado todos os funcionários do PCP de sobreaviso sobre a segurança dos seus postos de trabalho. Tirando, obviamente, José Capucho: ao dizê-la, agradou ao patrão e garantiu o emprego durante mais alguns anos.

A questão aqui não é a incoerência de quem defende afincadamente uma posição e, na prática, age de maneira diferente. (Substitua “Partido” por “Sonae”, depois envie para o Partido, conte até 15 e veja o que o Partido diz sobre a Sonae). Este é o tipo de hipocrisia expectável em organizações com elevado grau de radicalismo. A questão é que o PCP participa na elaboração de leis sobre uma realidade que desconhece.

Vejamos: parece-me óbvio que Miguel Casanova é aquilo que, no mundo das empresas, se convencionou chamar de “chato”. Além de questionar as decisões da entidade patronal, deve ter começado a aborrecer os colegas com quem discordava, que se fartaram da superioridade moral de um comunista puro a acusá-los de se terem vendido à burguesia socialista. Inquinou o ambiente de trabalho e é natural que tenham querido correr com ele. Mesmo no PCP, é muito giro o fanático que grita num comício, mas já não é tão divertido quando continua a gritar na secretária ao lado. Devia ser possível despedi-lo. Só que a legislação laboral portuguesa faz com que seja quase impossível demitir alguém pela ninharia de dizer mal do patrão em público e de não se relacionar cordialmente com os colegas. Legislação laboral essa que deve muito ao PCP. Que, está visto, faz as leis com base numa ideia de relações laborais que não corresponde à realidade. Mais do que sonsice, o problema do PCP é a falta de conhecimento numa área onde teima em interferir, apesar de ser incompetente para o fazer.

No fundo, é o que aconteceu no BE, com o caso de Robles. O problema não foi um dirigente querer fazer um negócio milionário, contra os princípios éticos da agremiação. Foi acharem, Robles e o Bloco, que comprar aquele prédio por 6 milhões de euros, para Alojamento Local, era, de facto, um negócio milionário. É que bastava fazer contas ao investimento (aquisição, IMT, decoração dos apartamentos) e aos custos de exploração (salários, seguros, manutenção, electricidade, IRC, etc.), para perceber que as receitas não cobriam as despesas do investidor. Aquilo não era um negócio milionário porque nem chegava a ser negócio. Robles não foi ganancioso, foi ignorante sobre o que implica ser empresário. E, ao não perceber a diferença, o BE mostrou que, tal como Robles, não sabe o que é ter negócios. No entanto, não faz outra coisa senão indicar às pessoas como devem gerir os seus.

Se já não deixamos que sejam padres a dizerem como é que nos devemos comportar na fornicação, porque é que continuamos a deixar que sejam comunistas a dizerem como nos devemos comportar na economia? Quer uns, quer outros, não têm prática nas áreas que pretendem regular. Deve ser isso que leva os padres a serem económicos na fornicação e os comunistas a fornicarem a economia.

https://observador.pt/opiniao/patrao-santo-funcionario-posto-fora-da-loja/
 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #256 em: Março 26, 2019, 01:37:10 pm »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #257 em: Abril 17, 2019, 10:56:07 pm »
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #258 em: Abril 29, 2019, 05:38:13 pm »
Quase 300 pessoas morreram de exaustão a contar votos nas eleições indonésias



Quase 300 trabalhadores da organização das eleições indonésias de 17 de Abril morreram e mais de 2 mil ficaram doentes devido sobretudo a exaustão, depois de passarem várias horas a contar à mão milhões de boletins de voto
A terceira maior democracia do mundo realizou pela primeira vez este ano eleições presidenciais no mesmo dia das eleições parlamentares nacionais e regionais. A ideia era reduzir custos, mas acabou por tornar-se um dos mais complicados processos logísticos de sempre.
O país conta com 192.8 milhões de eleitores, espalhados pelas 17 mil ilhas do arquipélago, resultando num total de 800 mil locais de votos. Estima-se que 80% da população apta para votar se tenha dirigido às urnas durante as oito horas de votação, sendo que cada eleitor teve de preencher cinco boletins de voto diferentes.
Agora, as autoridades revelam que pelo menos 296 trabalhadores morreram e 2.151 ficaram doentes depois de mais de 24 horas a contar votos à mão ou a exercer tarefas de supervisão nos 800 mil colégios eleitorais do país. Os funcionários não resistiram às longas horas de trabalho durante as quais tiveram de contar à mão milhões de votos, fechados em salas com elevadas temperaturas ao longo de toda a noite, e atravessar rios a pé para entregar os boletins de voto depois de contados.
As famílias dos mortos vão receber 36 milhões de rupias (cerca de 2.270 euros), os incapacitados receberão 30 milhões de rupias (1.890 euros) e os doentes ou lesionados terão direito ao equivalente a 1.040 euros para os casos graves e 520 euros para os ligeiros, divulgou a Comissão Eleitoral.
A situação está a criar uma onda de apoio às vítimas e muitas críticas ao sistema eleitoral da Indonésia.
"Heróis das eleições indonésias" ou "mártires da democracia" são algumas das declarações divulgadas por milhares de cidadãos locais nas redes sociais que criticam o trabalho esgotante e as condições de calor extremo dos mais de sete milhões de trabalhadores temporários contratados para a organização das eleições.
"Estavam extenuados porque tiveram de assumir as suas responsabilidades, em alguns casos, durante mais de 24 horas seguidas", disse o porta-voz da Comissão Eleitoral.
Ishak Sarawiajo liderou o grupo de trabalho numa mesa eleitoral no norte da capital, onde um dos seus companheiros, Hamid Baso, de mais de 50 anos, esteve em coma durante dois dias a seguir às eleições, estando agora a tentar recuperar num hospital do norte da cidade.
Para Sarawiajo, os que morreram merecem ser chamados de "heróis da democracia", já que estavam no cumprimento do seu dever.
O próprio vice-presidente, Jusuf Kalla, pediu que não se volte a fazer coincidir tantas eleições numa mesma jornada.
Os resultados eleitorais oficiais serão divulgados a 22 de Maio, sendo que a provável vitória pertence ao actual Presidente, Joko Widodo, e ao seu partido, de acordo com as contagens não oficiais.

http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2019-04-29-Quase-300-pessoas-morreram-de-exaustao-a-contar-votos-nas-eleicoes-indonesias

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #259 em: Maio 11, 2019, 11:26:38 am »
Tenente-coronel agride general com soco na cara

Um encontro entre dois oficiais (um do Exército, o outra da Força Aérea) num parque de estacionamento terá acabado mal. Carlos Chaves acusa o antigo colega Brandão Ferreira de o agredir com um soco. ‘Espirrava o sangue que parecia um touro’, diz uma testemunha.



O que tinha começado como uma troca de argumentos entre militares nas páginas do jornal i terá acabado, doze dias depois, em vias de facto. Carlos Chaves, major-general do Exército e antigo conselheiro militar de Passos Coelho, acusa o tenente-coronel da Força Aérea João José Brandão Ferreira, seu antigo colega na Academia Militar, de o ter agredido com um soco na testa. «Foi uma agressão traiçoeira, maldosa, inqualificável», refere.

Na tarde de 30 de abril, por volta das 16h, Carlos Chaves estava a preparar-se para abandonar o estacionamento subterrâneo do centro comercial Dolce Vita, em Miraflores, quando foi surpreendido. «Estava a pôr o carro a trabalhar, para sair do estacionamento, e sinto alguém a bater-me ao vidro. Abri». Do lado de fora, descreve, estava Brandão Ferreira, que lhe terá dito:«Nunca mais te metas comigo». Ao que respondeu: «Ó Brandão, mas não sou eu que me tenho metido contigo, tu é que te metes comigo». No instante seguinte, relata o major-general, sentiu o impacto de um soco. Aquilo que esperava que fosse um diálogo mais aceso transformara-se muito rapidamente numa cena de pugilato.

«Através da janela do carro enfiou-me um murro e abriu-me a testa. Não sei se foi com um anel, mas fiquei com um corte», explica Chaves, que nos disponibilizou uma fotografia do ferimento. «Fiquei um bocado tonto e quando consegui sair do carro cruzei-me com um senhor».

Henrique Trindade, de 79 anos, proprietário de um talho, descreve-nos o que viu e ouviu. «Arrumei o meu carro e fui a pé aquele bocadinho, para subir ao Pingo Doce. Nisto, ouço uma pessoa a gritar: ‘Malandro, malandro, hás-de pagar’. E fui ter com ele. ‘Não me diga que ele lhe bateu no carro e fugiu’».

Não tardou muito a perceber que o problema era outro. «Ele não bateu no carro. Bateu foi na minha cara», respondeu-lhe Chaves. «Quando ele sai do carro, vejo o sangue a cair do lado esquerdo. Espirrava o sangue que parecia um touro.

Tinha a camisa branca toda manchada de vermelho». Henrique Trindade revela que só viu o alegado agressor «de costas, a fugir». Contactado pelo SOL, o tenente-coronel Brandão Ferreira foi taxativo:«Não tenho comentários a fazer».

Carlos Chaves, por sua vez, entregou uma queixa-crime na Polícia.

https://sol.sapo.pt/artigo/657726/tenente-coronel-agride-general-com-soco-na-cara

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #260 em: Maio 17, 2019, 11:28:10 am »
"Não tenho dívidas". Os momentos da audição a Berardo

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #261 em: Junho 21, 2019, 12:00:56 pm »
Researchers 'Lost' 17,000 Wallets in Hundreds of Cities to See What People Would Actually Return



https://gizmodo.com/researchers-lost-17-000-wallets-in-hundreds-of-cities-t-1835666685
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #262 em: Julho 20, 2019, 12:55:58 pm »
Alguém andou a ver demasiado a série Vikings!

Meet the first Norse Heathen airman to grow a beard in the Air Force
By: Stephen Losey 


Staff Sgt. Garrett Sopchak, an airman at Hill Air Force Base in Utah, follows the Heathen religion based on old Norse gods such as Odin and Thor. This month, he became the first Heathen airman to receive permission to grow a beard in accordance with his religion. He is shown wearing a pendant of Mjölnir, the hammer of Thor. (Courtesy of SSgt Garrett Sopchak)
For a long time, the old Norse mythology of Odin, Thor and Ragnarök was just that for Staff Sgt. Garrett Sopchak — mythology, a collection of interesting stories but little more.

But a little more than two years ago, Sopchak was seized by an overwhelming feeling that he needed to look further into these legends and the religion surrounding them. Something about what he found resonated, and Sopchak became a Norse Heathen.

Sopchak, a 28-year-old aerospace ground equipment craftsman at Hill Air Force Base in Utah, on July 8 become the first airman to get approval to wear a beard in accordance with his Heathen faith.

Sopchak said in a Tuesday interview that in the old sagas, a beard was a sign someone was a respected member of the community who could be trusted to help others. Central figures in Norse mythology such as Odin and Thor are commonly depicted as wearing beards.

“If you saw a man that had a beard, you could almost guarantee that they were a good person, that you could go to them for help," Sopchak said. "They were well-respected. If they didn’t have one, in some of the stories, they were actually ridiculed. It’s kind of a big thing, culturally.”

According to the memo, which was first posted on the unofficial Facebook page Air Force amn/nco/snco July 12, Sopchak can wear a “neat, conservative beard that presents a professional, well-groomed military appearance” and stays no more than two inches from the bottom of his chin. The memo said he can grow a longer beard if he rolls or ties it, but Sopchak said he’ll likely keep it within two inches to stay safe on the job and keep it simple.

He is now about two weeks into growing his beard, and is waiting for it to come in a little more before he can start shaping it.

“It’s a little scraggly right now,” Sopchak said.

It took Sopchak about 11 months to get his beard approved. Last August, he went to his unit’s chaplain — an evangelical Christian who Sopchak said was very supportive and curious about his Heathen religion — who helped him put together the paperwork for his religious accommodation request. It gradually worked its way up through the bureaucracy before ultimately being approved July 8 by Air Force personnel chief Lt. Gen. Brian Kelly.

He also consulted with The Asatru Community, a nonprofit group that advocates for followers of Norse pagan religions.

Sopchak said that something about the Heathen religion felt more “real” to him.

“In the stories, you could see even the gods themselves have flaws,” Sopchak said. “It was more relatable.”

In addition to believing in the old Norse gods, he said, Heathens believe that they are descended from them.

“They’re more like family members than they are divine beings,” Sopchak said. “There’s a lot of things that we learn from the past and our ancestry, and it’s just carrying on the line, really.”

Sopchak said he was originally raised Baptist, but has not been a Christian for a long time.


The Hammer of Thor is available to be placed on government headstones and markers in the United States.
Sopchak said he’s recently had some airmen, who were interested in exploring his religion, email him with questions, and he’s helping other Air Force Heathens get their beards approved.

He hopes to become a Gothi — essentially an ordained priest — and perhaps become an official Air Force chaplain. He also hopes to grow the Heathen community in the area around Hill. Because it’s a faith that hasn’t been practiced in about 1,000 years, he said, there’s no set way to practice it. But his community now meets in parks or homes to commemorate holidays such as Yule and the solstices.

They also make offerings — anything from food to drinks to physical objects — to their gods during a ceremony called a “blot,” he said.

It is unclear how many Norse pagans, Heathen, or Asatru followers are in the military, but they have become increasingly visible in recent years.

The hammer of Thor, also known as Mjölnir, in 2013 was added to the list of religious symbols authorized to be engraved on gravestones at military cemeteries such as Arlington National Cemetery.

The Army last year granted its first beard authorization to a Norse pagan soldier. And last December, a group of sailors on the aircraft carrier John C. Stennis held the Navy’s first Heathen lay service.

The Air Force also granted its first religious accommodation beard waiver, to a Muslim airman, in 2018. And in June, a Sikh airman received approval to wear a beard and turban.

Though some white supremacist groups in recent years have co-opted Norse symbols such as runes, Sopchak rejected that and said his faith is not racist in any way.

“We don’t believe that there’s a superior race,” Sopchak said. “All are welcome. If you’re willing to learn, we are willing to teach.”

https://www.airforcetimes.com/news/your-air-force/2019/07/18/meet-the-first-norse-heathen-airman-to-grow-a-beard-in-the-air-force/
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

Aqueles que fizeram a Abrilada de 74 a chorar!

Iniciado por Miguel

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Última mensagem Novembro 16, 2010, 06:59:02 pm
por typhonman