Não sei se deva rir ou chorar

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PereiraMarques

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #15 em: Julho 25, 2013, 10:41:10 pm »
Aquela Licenciatura em Economia na Lusíada do Passos Coelho deve ser tão boa com a do Relvas e do Sócrates...A Setora Maria Luís deve ter sido só facilidades para o menino Pedrinho sacar um belo 16 no seu curso...
 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #16 em: Julho 26, 2013, 10:07:14 am »
Citação de: "PereiraMarques"
Aquela Licenciatura em Economia na Lusíada do Passos Coelho deve ser tão boa com a do Relvas e do Sócrates...A Setora Maria Luís deve ter sido só facilidades para o menino Pedrinho sacar um belo 16 no seu curso...


e mm assim só conseguiu a licenciatura aos 36 anos de idade, mm sendo dada  :roll:

"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #17 em: Julho 26, 2013, 12:13:14 pm »
Citar
Maria Luís não mente. Mas parece.
Nicolau Santos
11:32 Sexta feira, 26 de julho de 2013

A dra. Maria Luís Albuquerque começou por dizer que na pasta de transição entre governos que lhe foi entregue pelo seu antecessor, Costa Pina, não havia informação sobre os contratos de swaps de diversas empresas públicas. Foi desmentida por Costa Pina nas declarações que este fez esta semana na comissão parlamentar de inquérito.

A atual ministra das Finanças disse que desde que este Governo entrou em funções não foram celebrados contratos de swaps. Equivocou-se. Ela própria autorizou a transferência de alguns destes contratos para a Parpública.

Também afirmou que quando ocupou a pasta de secretária de Estado do Tesouro não encontrou uma proposta nem qualquer referência ao problema. Constata-se agora que logo no dia da sua tomada de posse como secretária de Estado, o ex-director geral do Tesouro e das Finanças lhe falou sobre o caso, tendo-lhe enviado no dia seguinte um documento com o ponto da situação, onde era alertada para as perdas potenciais dos contratos de swaps de quatro empresas públicas.

A ministra diz agora que não havia informação sobre o problema, só numérica. A questão semântica é interessante mas sabe-se agora que três semanas depois de tomar posse pediu e recebeu informação num ficheiro Excel das dívidas das empresas, organizadas por bancos, bem como dos swaps.

Não adianta continuar, embora os e-mails agora conhecidos fragilizem cada vez mais o que a ministra das Finanças tem dito sobre o assunto, nomeadamente que não recebeu informação do anterior Governo, que desconhecia a sua existência e que não foi alertada para a sua gravidade.

Acumulam-se as provas documentais que a contrariam. O ex-ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, mostrou na comissão parlamentar de inquérito o documento que entregou ao antecessor de Maria Luís, Vítor Gaspar, onde existe uma parte especificcamente dedicada à questão dos swaps.

O anterior secretário de Estado também sustenta que alertou Maria Luís para o assunto. E os e-mails trocados com o ex-director geral do Tesouro mostram que a então secretária de Estado sabia que o problema existia e o que se estava a passar.

Dito isto, não há volta a dar. Foi o anterior Governo que fez a maior parte dos contratos de swaps mas foi o atual que demorou dois anos a tomar uma decisão sobre o assunto quando três semanas depois de tomar posse já tinha informação sobre o tema. O atraso custou aos contribuintes milhares de milhões de euros. E a demora na decisão tem obviamente um rosto.

Maria Luís bem pode continuara  dizer que não mente. Mas que parece que o faz, lá isso parece.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/maria-luis-nao- ... z2a9J4gvAm
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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #18 em: Julho 26, 2013, 02:00:54 pm »
Se não é crime, mentir ao parlamento devia ser crime.

E sendo crime isto resolvia-se facilmente, ia para tribunal, os envolvidos apresentavam provas em como a realidade é diferente das afirmações da senhora, e a senhora em causa ia presa.

Simples, barato e poupava milhões a todos nós.
 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #19 em: Julho 27, 2013, 11:55:41 am »
topa-me lá esta, ó Edu:

Rui Machete presidiu a comissão de inquérito que ilibou Oliveira Costa de fraude fiscal


Cristina Ferreira

26/07/2013 - 21:57

O actual ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, ouvido na comissão de inquérito à nacionalização do BPN, em 2009, garantiu que tinha pouca informação sobre o que se passava no grupo, apesar de ser presidente do conselho consultivo.

No início dos anos noventa o actual ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, presidiu à comissão parlamentar de inquérito aos alegados perdões fiscais concedidos pelo ex-secretário de Estado de um Governo do PSD e, mais tarde, presidente do BPN, Oliveira Costa, a empresas do centro do país, nomeadamente, à Cerâmica Campos. No relatório final, os deputados ilibaram Oliveira Costa, que é hoje o principal arguido do caso BPN (onde o Estado já injectou cerca de 4 mil milhões de euros), de qualquer “actividade discriminatória culposa imputável”.

A nomeação de Rui Machete para ministro de Estado e chefe da diplomacia portuguesa surpreendeu os meios políticos e suscitou críticas à esquerda pela sua relação com o BPN. “No momento em que as fraudes do BPN e da SLN pesam tanto nas contas públicas e no bolso de cada contribuinte, julgo tratar-se de uma escolha de muito mau gosto”, afirmou o deputado João Semedo do Bloco de Esquerda. O ministro dos Negócios Estrangeiros respondeu após ter sido empossado. “Isso denota uma certa podridão dos hábitos políticos”, criticou, assegurando estar “de consciência tranquila há muitos anos.”

Em Junho de 1991 a imprensa noticiava que o então presidente do conselho de administração da Cerâmica Campos, Mota Figueiredo, tinha ido a São Bento garantir à comissão parlamentar de inquérito que o despacho de Oliveira Costa constituía um perdão de dívida fiscal de 2,5 milhões de euros (500 mil contos) para que a Celulose do Caima fosse comprada pela Caima. E informou que a operação tinha ficado “combinada” numa reunião realizada a 3 de Maio de 1990, na Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, na presença de Oliveira Costa, de Mota Figueiredo, de Robin J. Edmeades, da Caima, assim como do delegado da Ernst & Young (Albino Jacinto) e da empresa que fez a avaliação da Campos, a Deco (Helen de Castro). Uma versão que coincidiu com a que o então administrador da Celulose do Caima, Richard Howson, deu aos mesmos deputados. Freitas do Amaral e Marcelo Rebelo de Sousa emitiram mesmo dois pareceres jurídicos onde apontaram para o carácter “executório e definitivo” do despacho de Oliveira Costa.

Mas a comissão de inquérito parlamentar, presidida pelo então deputado social-democrata Rui Machete, ilibou Oliveira Costa de quaisquer ilicitudes, ainda que considere o seu despacho, de 21 de Maio de 1990, que perdoa à Cerâmica Campos as multas e os juros fiscais compensatórios, “pouco claro e fundamentado”. O PS e o PCP não concordaram com a maioria parlamentar, centrada no PSD, e votaram contra.

Oito anos depois de ter sido ilibado pelos deputados, e após ter passado pelo Finibanco, como presidente, Oliveira Costa ascendia à liderança do BPN/SLN, autorizado a exercer as funções pelo Banco de Portugal. E iniciou um novo ciclo marcado por uma estratégia de negócio generosa que se destacava no mercado por remunerar os depósitos acima dos dois dígitos, quando a prática então mais comum se ficava pelos 3%. E expandiu um modelo empresarial complexo e opaco, centrado na figura do presidente executivo, a quem cabia articular as relações do grupo com os investidores, pequenas e médias empresas, e os órgãos sociais.

Foi neste contexto que dois anos depois, Machete assumiu funções na SLN/BPN, onde chegou a presidente do conselho superior (CS), uma estrutura não executiva e onde tinham assento os grandes accionistas. Um período que coincidiu também com várias polémicas, tornadas públicas à volta do crescimento meteórico da SLN/BPN. Ainda que muitos membros da SLN/BPN (nomeadamente no CS) tenham sido colocados à margem dos esquemas que contribuíram para a gigantesca burla. Aliás, Machete ouvido na comissão de inquérito ao BPN garantiu que tinha pouca informação sobre o que se passava no grupo e que ao CS chegavam dados escassos.

Na sua carta de renúncia a este órgão consultivo, datada de 7 de Janeiro de 2009, cerca de dois meses depois da nacionalização do BPN (o principal activo da SLN), o actual ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Passos Coelho justificava a sua presença no grupo de Oliveira Costa com o facto de a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) “ter adquirido 2.267.000 acções do BPN em Dezembro de 2000, acções que veio posteriormente a vender em alienações sucessivas, sendo a última em 2 de Março de 2007”. Nessa altura, a instituição criada com capitais americanos deixou “em definitivo” de ser accionista do banco.

Machete explicou, ainda, que se manteve no CS após 2007, porque os restantes membros “insistiram para que continuasse” dado “que a sua presença poderia ter utilidade para o esclarecimento do funcionamento do BPN e da SLN”. Com a nacionalização do BPN a existência do conselho superior na SLN perdeu sentido. Mas para além do investimento realizado pela FLAD, Machete terá igualmente comprado, a título pessoal, entre 2001 e 2005, cerca de 25.496 acções da SLN. Os títulos seriam depois vendidos, em 2006 e 2007, à FLAD, a que presidia (funções que exerceu entre 1985 e 2010). Esta informação foi revelada esta quinta-feira pelo Correio da Manhã.

O PÚBLICO tentou, hoje, ao final da manhã, por correio electrónico, confirmar a notícia junto de Rui Machete. No mesmo email, procurou saber qual o ganho obtido pessoalmente com a transacção e se a considerava compatível com as funções que então exercia na FLAD. Até às 21h o ministro não prestou quaisquer esclarecimentos.
 
http://www.publico.pt/politica/noticia/ ... al-1601473

para onde quer que nos viremos , é a podridão do BPN e dos amigos do anilhador de cagarras...
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Edu

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #20 em: Julho 27, 2013, 01:25:08 pm »
Mais um membro da turma do Cavaco Silva.

No meio disto tudo já de lá tiraram o que andava a tentar acabar com as rendas da EDP e das concessões rodoviárias.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #21 em: Julho 27, 2013, 06:45:19 pm »
Jel, dos Homens da Luta, é candidato à Câmara de Cascais

 :arrow: http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Int ... t_id=80493

Já parece o Brasil.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #22 em: Julho 28, 2013, 03:27:57 pm »
Citação de: "Edu"
Mais um membro da turma do Cavaco Silva.

No meio disto tudo já de lá tiraram o que andava a tentar acabar com as rendas da EDP e das concessões rodoviárias.

Comparado com estes o sócas era um menino de coro.

a ver o eixo do mal e o que rui machete disse do portas e do passos coelho, e agora vai sentar-se ao lado deles :lol: que canalhas!!!!

e mais um:

Agostinho "ongoing" Branquinho, novo secretário de estado da segurança social :G-bigun:
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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #23 em: Julho 28, 2013, 09:38:24 pm »
Está claro como nunca.
Eles ou nós.
Eles são o inimigo.

Veremos em breve, nas eleições autárquicas, o calibre deste povo.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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mafarrico

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #24 em: Julho 28, 2013, 11:20:43 pm »
"All the world's a stage" William Shakespeare

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #25 em: Julho 29, 2013, 07:28:52 pm »
Citação de: "Luso"
Está claro como nunca.
Eles ou nós.
Eles são o inimigo.

Veremos em breve, nas eleições autárquicas, o calibre deste povo.

pffff...para este povinho os partidos são como clubes de futebol, nada vai mudar :roll:
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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #26 em: Agosto 04, 2013, 01:00:40 am »
"All the world's a stage" William Shakespeare

 

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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #27 em: Agosto 04, 2013, 10:53:18 pm »
Oh mafarrico, e se boa parte disso for desinformação?
Uma boa maneira de manter ocultas descobertas científicas...
Não tem que ser tudo homenzinhos verdes ou cinzentos.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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mafarrico

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #28 em: Agosto 06, 2013, 12:23:38 am »
Boa noite Luso

Será desinformação?  :roll:

Neste video Mckinnon revela que o levou a investigar foi o Disclosure Project algo que o Luso "apadrinhou".

"All the world's a stage" William Shakespeare

 

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Cabecinhas

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #29 em: Agosto 12, 2013, 04:26:58 pm »
Citar
Portugal é um dos poucos países no mundo que pode fechar as suas fronteiras, pois a natureza da-lhe uma grande riqueza que contém tudo o que é necessário para que a sua povoação possa viver feliz e em paz!

 

A maior parte dos portugueses desconhece que o seu “pobre” país possuí:

    - A maior Zona Económica Exclusiva da UE, que é tão grande como todo o continente europeu.
    - 80% de solo arável, mas está quase em completo abandono.
    - Invejável rede hidrográfica a nível mundial.
    - Grandes reservas de água doce, em aquíferos subterrâneos, quase inesgotáveis.
    - As maiores reservas de ferro, da UE, de excelente qualidade.
    - As maiores reservas de cobre da Europa (segundas do mundo).
    - As maiores reservas de tungsténio (volfrâmio) da Europa.
    - As maiores reservas de lítio da Europa.
    - As maiores reservas de terras raras.
    - As segundas maiores reservas de urânio da Europa.
    - Grandes reservas mineiras de ouro, prata e platina.
    - Grandes reservas de carvão mineral de excelente qualidade.
    - E as incomensuráveis riquezas que as águas do Atlântico escondem.
    - Uma das maiores reservas de petroleo da europa ,que ja vão ser exploradas na costa do Algarve, por companhias alemães e espanhola. Vão pagar a Portugal apenas 20 centimos por barril, enquanto ele já passou à muito tempo os 100 dólares por barril.
    -Reservas de gás natural e de gisto, que dá para Portugal pelo menos para 100 anos sem precisar de ninguém.

 

E isto é apenas a ponta do iceberg que circula pela internet,…

Portugal, é possivelmente o país mais rico da UE, na sua dimensão, e é levado à ruína pelos seus governantes.

A ser verdade só me dá vontade de chorar!
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Aqueles que fizeram a Abrilada de 74 a chorar!

Iniciado por Miguel

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Última mensagem Novembro 16, 2010, 06:59:02 pm
por typhonman