Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa

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Get_It

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #30 em: Fevereiro 15, 2018, 10:49:41 pm »
-Inicio do programa de substituição dos P-3C por P-8 Poseidon;

Entretanto à nossa volta:
Canada and Poland Join Six NATO Allies in Developing Next-Generation Maritime Multi Mission Aircraft
(15 de Fevereiro de 2018)
Citação de: NATO
On Thursday (15 February 2018), Canada and Poland joined a multinational effort for developing follow-on solutions for aging maritime anti-submarine and intelligence, surveillance and reconnaissance aircraft. At a signing ceremony at NATO Headquarters in Brussels, Defence Ministers from France, Germany, Greece, Italy, Spain and Turkey welcomed Canada and Poland to the multinational effort on "Cooperation on Multinational Maritime Multi Mission Aircraft Capabilities."

"This joint effort recognises the fact that the majority of Allies’ maritime patrol aircraft fleets will be reaching the end of their operational lives between 2025 and 2035" said NATO Deputy Secretary General Rose Gottemoeller during the signing ceremony. She further encouraged the participants to "push on to the implementation phase. The goal here isn't just a drawing board design – we need a new generation of aircraft, in the air, fulfilling what is an increasingly important mission".

The initiative offers participants the opportunity to adopt common solutions in this critical capability area. This will deliver better value for money, as well as operational benefits. Since 2017, the six Allies have started to define a common requirements document for future capabilities in this area, which should be completed in 2018. This work will provide a foundation for developing and fielding follow-on solutions.
Fonte: https://www.nato.int/cps/en/natohq/news_152066.htm

Visto que estamos numa de investir, não faria sentido também nos juntarmos a esta iniciativa?

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Lightning

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #31 em: Fevereiro 15, 2018, 11:26:03 pm »
Nós vamos investir no da Embraer ;D.
 

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typhonman

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #32 em: Fevereiro 17, 2018, 06:39:37 pm »
Se entrassemos nesse programa ia acabar como o A-400 M e NH-90!

Mas como sempre em Portugal a defesa e segurança ficam para 4º plano !

Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Daniel

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #33 em: Julho 11, 2018, 02:39:30 pm »
NATO: Portugal vai dedicar 1,66% do PIB à Defesa até 2024
https://24.sapo.pt/economia/artigos/nato-portugal-vai-dedicar-166-do-pib-a-defesa-ate-2024

Citar
“Portugal irá apresentar hoje na cimeira [da NATO], pela primeira vez, um quadro anualizado de convergência com o compromisso que foi assumido em 2014 na Cimeira de Gales. É um quadro de evolução gradual, sustentado, e compatível com as diferentes necessidades orçamentais do país nos mais diversos domínios”, indicou António Costa.

Em declarações aos jornalistas aquando da inauguração da delegação de Portugal na nova sede da NATO em Bruxelas, António Costa esclareceu que, na carta entregue ao secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, o Governo português se compromete a consagrar 1,66% do PIB a despesas em Defesa até 2024, um valor que fica abaixo dos 2% acordados pelos Aliados na cimeira do País de Gales em 2014.

Todavia, de acordo com o primeiro-ministro português, o investimento pode atingir os 1,98% do PIB se o país conseguir obter os fundos comunitários a que se irá candidatar no âmbito do próximo Quadro Financeiro Plurianual da União Europeia para o período 2021-2027, nomeadamente através do Horizonte Europa e do Fundo Europeu de Defesa.

“A carta que entregarei ao princípio da tarde ao secretário-geral da NATO mostra bem a forma responsável e credível como estamos e nos propomos a cumprir as nossas responsabilidades, diferenciando bem aquilo que podemos ter por adquirido e seguro, que é a trajetória que devemos seguir, e aquilo que depende de acessos a fundos da UE”, sustentou.

De acordo com os dados publicados na terça-feira pela Aliança Atlântica, Portugal destinou no ano passado 2.398 milhões de euros a despesas em Defesa, o que equivale a 1,24% do seu PIB, devendo este ano aumentar para 2.728 milhões de euros, o equivalente a 1,36% da riqueza nacional.

António Costa disse ainda que Portugal pretende destinar 1,41% do PIB nacional à Defesa em 2019.

“Procurámos construir um quadro que, simultaneamente, procurasse reforçar as capacidades das nossas Forças Armadas para assegurar a soberania nacional, em particular dos vastos recursos marítimos a nosso cargo, e por outro lado, que pudesse constituir um instrumento de robustecimento do nosso sistema científico e também da nossa indústria nacional”, sublinhou.

Antes do arranque dos trabalhos oficiais da cimeira, que decorre hoje e quinta-feira em Bruxelas, o primeiro-ministro apontou os novos objetivos em matéria de capacidades, destacando a aquisição de um conjunto de KC390, “que têm sido o motor do desenvolvimento do cluster aeronáutico nacional”, e de novos navios de patrulha oceânica.

“[A aquisição dos navios] contribuirá para o desenvolvimento da indústria naval, com o desafio acrescido da construção de um novo navio logístico polivalente que assegurará, além do mais, a capacidade de podermos intervir em zonas distantes do nosso território, o que é absolutamente essencial para um país que tem comunidades emigrantes tão dispersas como nós temos, ou amigos tão dispersos como os que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”, sustentou.

António Costa anunciou ainda que o compromisso apresentado à NATO prevê cerca de mil milhões de euros a mobilizar para a área da investigação e desenvolvimento, “com um potencial de incidência em áreas tão diversas quanto a indústria, as ciências do espaço, o desenvolvimento de viaturas não tripuladas submarinas ou aeronáuticas, ou o desenvolvimento de calçado técnico em setores em que a indústria nacional se tem especializado”.

“Este grande investimento permite à indústria poder vir a desenvolver um conjunto de produtos e serviços que sejam utilizáveis não só pelas nossas Forças Armadas, mas também por outras e por civis”, concluiu, indicando que o Governo estima ter um potencial de retorno de 3.800 milhões de euros em exportações.

A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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tenente

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #34 em: Julho 11, 2018, 06:58:33 pm »
NATO: Portugal vai dedicar 1,66% do PIB à Defesa até 2024
https://24.sapo.pt/economia/artigos/nato-portugal-vai-dedicar-166-do-pib-a-defesa-ate-2024

Citar
“Portugal irá apresentar hoje na cimeira [da NATO], pela primeira vez, um quadro anualizado de convergência com o compromisso que foi assumido em 2014 na Cimeira de Gales. É um quadro de evolução gradual, sustentado, e compatível com as diferentes necessidades orçamentais do país nos mais diversos domínios”, indicou António Costa.

Em declarações aos jornalistas aquando da inauguração da delegação de Portugal na nova sede da NATO em Bruxelas, António Costa esclareceu que, na carta entregue ao secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, o Governo português se compromete a consagrar 1,66% do PIB a despesas em Defesa até 2024, um valor que fica abaixo dos 2% acordados pelos Aliados na cimeira do País de Gales em 2014.

Todavia, de acordo com o primeiro-ministro português, o investimento pode atingir os 1,98% do PIB se o país conseguir obter os fundos comunitários a que se irá candidatar no âmbito do próximo Quadro Financeiro Plurianual da União Europeia para o período 2021-2027, nomeadamente através do Horizonte Europa e do Fundo Europeu de Defesa.

“A carta que entregarei ao princípio da tarde ao secretário-geral da NATO mostra bem a forma responsável e credível como estamos e nos propomos a cumprir as nossas responsabilidades, diferenciando bem aquilo que podemos ter por adquirido e seguro, que é a trajetória que devemos seguir, e aquilo que depende de acessos a fundos da UE”, sustentou.

De acordo com os dados publicados na terça-feira pela Aliança Atlântica, Portugal destinou no ano passado 2.398 milhões de euros a despesas em Defesa, o que equivale a 1,24% do seu PIB, devendo este ano aumentar para 2.728 milhões de euros, o equivalente a 1,36% da riqueza nacional.

António Costa disse ainda que Portugal pretende destinar 1,41% do PIB nacional à Defesa em 2019.

“Procurámos construir um quadro que, simultaneamente, procurasse reforçar as capacidades das nossas Forças Armadas para assegurar a soberania nacional, em particular dos vastos recursos marítimos a nosso cargo, e por outro lado, que pudesse constituir um instrumento de robustecimento do nosso sistema científico e também da nossa indústria nacional”, sublinhou.

Antes do arranque dos trabalhos oficiais da cimeira, que decorre hoje e quinta-feira em Bruxelas, o primeiro-ministro apontou os novos objetivos em matéria de capacidades, destacando a aquisição de um conjunto de KC390, “que têm sido o motor do desenvolvimento do cluster aeronáutico nacional”, e de novos navios de patrulha oceânica.

“[A aquisição dos navios] contribuirá para o desenvolvimento da indústria naval, com o desafio acrescido da construção de um novo navio logístico polivalente que assegurará, além do mais, a capacidade de podermos intervir em zonas distantes do nosso território, o que é absolutamente essencial para um país que tem comunidades emigrantes tão dispersas como nós temos, ou amigos tão dispersos como os que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”, sustentou.

António Costa anunciou ainda que o compromisso apresentado à NATO prevê cerca de mil milhões de euros a mobilizar para a área da investigação e desenvolvimento, “com um potencial de incidência em áreas tão diversas quanto a indústria, as ciências do espaço, o desenvolvimento de viaturas não tripuladas submarinas ou aeronáuticas, ou o desenvolvimento de calçado técnico em setores em que a indústria nacional se tem especializado”.

“Este grande investimento permite à indústria poder vir a desenvolver um conjunto de produtos e serviços que sejam utilizáveis não só pelas nossas Forças Armadas, mas também por outras e por civis”, concluiu, indicando que o Governo estima ter um potencial de retorno de 3.800 milhões de euros em exportações.


A construção de mais NPO's, que muita falta fazem, já se devia ter iniciado mas como o Português diz, mais vale tarde que nunca, Já no que diz respeito á construção do NPL a ser concretizada pelas nossas empresas, dará um impulso enorme ás industrias de Construção Naval Portuguesas  e não só, mas eu tenho sérias reservas que se venha a concretizar. a ver vamos.

Abraços
 

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rbp

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tenente

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #36 em: Outubro 20, 2018, 07:17:51 pm »

Portugal proposes defence spending increase to parliament

Victor Barreira, Rio de Janeiro - IHS Jane's Defence Weekly
18 October 2018

Key Points
•   The Portuguese government's proposed 2019 budget includes EUR2.339 billion for defence
•   It has allocated EUR275 million for defence equipment and EUR6.9 million for military co-operation

The Portuguese government submitted its proposed 2019 budget to parliament on 15 October.

It has allocated EUR2.339 billion (USD2.688 billion) for defence, a 17.5% increase compared with the EUR1.991 billion spent in 2018. However, the budget for defence in 2018 was EUR2.151 billion.

The government has allotted EUR275 million for equipment in 2019; EUR6.9 million is planned for military co-operation with other countries; and EUR60 million will support Portuguese participation in peacekeeping missions, with the UN providing an additional EUR5 million.

https://www.janes.com/article/83889/portugal-proposes-defence-spending-increase-to-parliament

Abraços
 

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Lightning

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #37 em: Outubro 23, 2018, 12:45:26 pm »
Defesa com aumento de 17,5%

Para combate a incêndios estão reservados 49 milhões de euros.

https://www.publico.pt/2018/10/16/politica/noticia/defesa-com-aumento-de-175-1847729
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #38 em: Novembro 06, 2018, 03:26:19 pm »
Para 2019 temos isto no site do governo:

Citar
Defesa

Prosseguir o processo de modernização das forças armadas; consolidar uma resposta eficaz às necessidades de segurança e defesa do país; e valorizar aqueles que trabalham diariamente para garantir a defesa nacional

Reforçar o investimento em capacidades militares, mediante o aumento da verba disponível na Lei de Programação Militar tendo em vista capacitar as empresas, centros de investigação e universidades no quadro das evoluções recentes no âmbito da UE, fomentando o desenvolvimento da inovação, reforçando o emprego qualificado e estimulando a especialização e a capacidade de exportação das empresas do setor.

Valorizar a condição militar e o exercício de funções na Defesa Nacional, destacando-se as medidas que visam prosseguir a valorização remuneratória e o apoio específico à condição militar, incluindo o desenvolvimento sustentável da ação social complementar, o reforço do apoio social e da assistência na doença, com especial enfoque nos Deficientes das Forças Armadas e Antigos Combatentes, bem como a implementação dos novos Regimes de Incentivos e do Contrato de Duração Especial.

Reforçar o prestígio internacional de Portugal como promotor de segurança global, incrementando as dotações para as Forças Nacionais no Exterior.

Efetivar a instalação do Centro para a Defesa do Atlântico, na ilha Terceira, que se pretende que seja um centro de excelência no domínio da Defesa no contexto internacional, promovendo a identificação, a análise e a definição de estratégias e planos de ação no domínio da capacitação, assim como de projetos para enfrentar as ameaças e desafios que afetam a segurança e defesa no espaço Atlântico e que representa um importante passo na cooperação no domínio da defesa.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #39 em: Abril 03, 2019, 11:42:33 am »
Portugal consagra 1,66% à Defesa até 2024, mas fica aquém dos 2% acordados na NATO


Portugal vai consagrar 1,66% do Produto Interno Bruto (PIB) a despesas em Defesa até 2024, mas ficará aquém do objetivo de 2% acordado entre os países membros da NATO na cimeira de Gales em 2014.

O compromisso foi assumido pelo primeiro-ministro português, António Costa, em julho do ano passado aquando da inauguração da delegação de Portugal na nova sede da NATO, em Bruxelas.

Na ocasião, António Costa sublinhou que, “pela primeira vez”, o país estabeleceu “um quadro anualizado de convergência com o compromisso que foi assumido em 2014 na Cimeira de Gales” da Aliança Atlântica, de caminhar para o objetivo dos 2%.

“É um quadro de evolução gradual, sustentado, e compatível com as diferentes necessidades orçamentais do país nos mais diversos domínios”, indicou o chefe do executivo português, assinalando, porém, que o investimento poderá atingir os 1,98% do PIB se o país conseguir obter os fundos comunitários a que se irá candidatar no âmbito do próximo Quadro Financeiro Plurianual da União Europeia para o período 2021-2027, nomeadamente através do Horizonte Europa e do Fundo Europeu de Defesa.

De acordo com dados da NATO, em 2017 Portugal destinou 2.398 milhões de euros a despesas em Defesa, o que equivale a 1,24% do seu PIB, tendo em 2018 aumentado a participação para 1,35%.

Para o ano em curso, António Costa disse que Portugal pretende destinar 1,41% do seu PIB.

“Procurámos construir um quadro que, simultaneamente, procurasse reforçar as capacidades das nossas Forças Armadas para assegurar a soberania nacional, em particular dos vastos recursos marítimos a nosso cargo, e por outro lado, que pudesse constituir um instrumento de robustecimento do nosso sistema científico e também da nossa indústria nacional”, sublinhou o primeiro-ministro, em declarações aos jornalistas em julho do ano passado.

O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, advertiu há cerca de um mês que é desadequado medir os contributos dos países aliados para a NATO “apenas em percentagem do PIB”, defendendo que devem ser valorizados projetos de “partilha de responsabilidades”.

“Falar apenas de contributos medidos em percentagem do PIB é uma abordagem redutora e desadequada à complexidade dos desafios à segurança internacional”, defendeu Cravinho numa cerimónia em Oeiras, acrescentando que “contribuir para capacitar a Aliança Atlântica, em todos os vetores de atuação”, é um exemplo de “partilha de responsabilidades.

o desenvolvimento de capacidades militares dos países europeus “é essencial”, defendeu o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, almirante Silva Ribeiro, em entrevista à Lusa no início de março.

Para o almirante, “tudo o que se fizer” no âmbito do desenvolvimento de capacidades militares da União Europeia deve ter “utilidade para a NATO”, organização que “é verdadeiramente a aliança militar estruturante da defesa euro-atlântica, da qual a Europa faz parte”.

“Ainda vai levar tempo até que a União Europeia tenha uma capacidade de resposta militar como tem a NATO. A NATO tem um ator essencial que são os EUA, com um potencial diferenciador, com o que investem em investigação e desenvolvimento, a edificação das capacidades, é incomparável com qualquer outro país do mundo e portanto a NATO é que é verdadeiramente a aliança militar estruturante da defesa euro-atlântica, da qual a Europa faz parte”, disse.

Portugal tinha no início do mês passado 215 militares empenhados na missão da NATO no Afeganistão, na proteção do aeroporto de Cabul, em funções de quartel-general, de apoio e de operações especiais.

Na República Centro-Africana, estão empenhados 193 militares na missão das Nações Unidas, 179 dos quais constituem-se como força de reação imediata, sediados em Bangui, mais 14 no quartel-general, cujo segundo comandante é o general português Marcos Serronha.

Na missão de formação e aconselhamento da União Europeia neste país, comandada por Portugal até ao próximo mês de julho, estão 63 militares, segundo dados do Estado-Maior-General das Forças Armadas.

No Iraque, no âmbito da coligação internacional de combate ao Daesh [acrónimo árabe que designa o grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico], “Inherent Resolve”, estão 52 militares portugueses que dão formação e treino às forças iraquianas.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-consagra-166-a-defesa-ate-2024-mas-fica-aquem-dos-2-acordados-na-nato
 

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Lusitano89

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #40 em: Abril 08, 2019, 07:02:14 pm »
Imóveis militares renderam 6,3 milhões em 2018 mas Defesa só recebeu 20%


Foi só no final do ano que as Finanças transferiram 1/5 das verbas de 2018 e quase seis milhões de anos anteriores, dinheiro que só pode ser usado em 2019. Defesa tem direito a 90% das verbas geradas pela rentabilização do património militar.

A rentabilização dos imóveis militares em 2018 rendeu 6,3 milhões de euros, dos quais só um quinto foi transferido para a Defesa e no final do ano, pelo que só em 2019 poderão financiar a melhoria e ou construção de novas instalações.

A informação consta do relatório de execução da Lei de Infraestruturas Militares (LIM) relativo a 2018, enviado ao Parlamento pelo Ministério da Defesa e a que o DN teve acesso esta segunda-feira.

Em rigor, a Defesa apenas tem direito a 90% das verbas geradas pelos diversos mecanismos de rentabilização - venda, aluguer, concessão, permita e parcerias, entre outros - do património militar sem utilização pelas Forças Armadas, que se destinam a ser investidos na construção de novas instalações ou na conservação, manutenção e modernização das existentes.

Assim, dos 5,7 milhões gerados para os cofres da Defesa, as Finanças transferiram apenas 1,15 milhões (20%) "no final do ano" - que só este ano podem ser utilizados para os fins a que se destinam. O relatório é taxativo: "Não foi possível" contabilizar aquela verba e a "respetiva afetação, na medida em que a disponibilização da mesma ocorreu no final do ano e, ainda assim, foi somente uma pequena parte."

A alienação de parte da estação radionaval Almirante Ramos Pereira e a cedência de uso do Forte de São João Baptista (ambos em Esposende), as alienações da carreira de tiro de Esgueira (Aveiro) e de uma parcela de terreno na base aérea das Lajes (Açores) ou a venda do Quartel de São Brás (Porto) foram alguns dos imóveis executados em 2018.

A Defesa recebeu ainda das Finanças 5,97 milhões de euros relativos à gestão de imóveis militares feita em anos anteriores a 2018 - transferidos também no fim do ano, pelo que só podem ser usados este ano.

O relatório indica, porém, que as infraestruturas militares beneficiaram em 2018 de 2,8 milhões de euros de saldos relativos a 2017 e 31,5 mil euros de anos anteriores. Como foram investidos 2,7 milhões de euros, resultou um saldo de 154 mil euros.

Em termos de saldos a transitar para 2019, o relatório diz haver 11,4 milhões de euros. Por comparação, o valor que transitou de 2017 para 2018 era de 17,5 milhões de euros.

O relatório diz ainda que no ano passado foi paga uma despesa de 8,5 milhões de euros.

Programa Revive

No caso dos imóveis históricos a concessionar a investimentos privados, no âmbito do Programa Revive e "para serem recuperados como recurso estratégico turístico", a Defesa diz que "teve em 2018 resultados positivos" e espera "que o mesmo ocorra em 2019".

O relatório sugere ainda parcerias com as autarquias para rentabilizar e preservar o "património que, pela sua especificidade, não é suscetível de ser transacionado ou tem menos potencial económico".

Com a previsível atualização da lista de imóveis militares a rentabilizar "e presumindo-se que a Direção-Geral do Tesouro e Finanças em 2019 irá realizar hastas públicas, perspetiva-se um ano de 2019 bastante mais prolífico" que o anterior. lê-se ainda no relatório.


:arrow: https://www.dn.pt/poder/interior/imoveis-militares-renderam-63-milhoes-em-2018-mas-defesa-nada-recebeu-10773993.html?fbclid=IwAR3DRytE9hgNGSFFoL9CAHRdmMPYY8tTKCqgJBnW3lj4Y6WqhO1KyBfMj0Y
 

 

Defesa: Prioridade de "segunda linha"

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