Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #15 em: Março 01, 2017, 02:30:49 pm »
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a Marinha, o montante de 89,7 M€ destina-se essencialmente à edificação da capacidade
oceânica de superfície, principalmente através da modernização das fragatas (MLU) e
modernização dos helicópteros, da capacidade de fiscalização, através dos projetos de
construção dos navios de patrulha oceânicos (NPO) e de reequipamento dos navios patrulhas
costeiros (lanchas da classe “Tejo”) e da capacidade submarina, onde merece referência a
primeira reparação intermédia dos submarinos.

Limitaram-se a agarrar o valor previsto na LPM para 2017 para a Marinha e suponho que mais coisa menos coisa fizeram o mesmo para os outros ramos.
                                                        2015                                    2016                           2017                          2018
Para as fragatas                    44.605.000,00                 46.089.000,00          52.732.000,00         46.426.000,00
Para os NPO  + (Tejo???)                        0,00                 30.000.000,00          29.000.000,00            6.000.000,00
Para os submarinos                7.024,000,00                   3.837.000,00             5.469.000,00         20.197.000,00
Pelo menos para o ano de 2016 disseram de ter gasto 97% da verba prevista para os três ramos das forças armadas pelo que os valores apresentados terão sido utilizados.

Se se mantiverem as intenções teremos até 2018 189.852.000,00€ gastos na modernização das fragatas e helicópteros, 65.000.000,00€ na aquisição dos NPO e 36.526.000,00€ nos Tridente

Se a marinha fizer o favor de apresentar este ano o relatório de gestão, como fizeram os outros ramos no ano passado, talvez se consiga ter um melhor ideia onde foram gastas as diversas verbas em 2016.

nota: LPMhttps://dre.pt/application/file/a/67241977
 

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tenente

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #16 em: Março 02, 2017, 06:48:40 am »
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a Marinha, o montante de 89,7 M€ destina-se essencialmente à edificação da capacidade
oceânica de superfície, principalmente através da modernização das fragatas (MLU) e
modernização dos helicópteros, da capacidade de fiscalização, através dos projetos de
construção dos navios de patrulha oceânicos (NPO) e de reequipamento dos navios patrulhas
costeiros (lanchas da classe “Tejo”) e da capacidade submarina, onde merece referência a
primeira reparação intermédia dos submarinos.

Limitaram-se a agarrar o valor previsto na LPM para 2017 para a Marinha e suponho que mais coisa menos coisa fizeram o mesmo para os outros ramos.
                                                        2015                                    2016                           2017                          2018
Para as fragatas                    44.605.000,00                 46.089.000,00          52.732.000,00         46.426.000,00
Para os NPO  + (Tejo???)                        0,00                 30.000.000,00          29.000.000,00            6.000.000,00
Para os submarinos                7.024,000,00                   3.837.000,00             5.469.000,00         20.197.000,00
Pelo menos para o ano de 2016 disseram de ter gasto 97% da verba prevista para os três ramos das forças armadas pelo que os valores apresentados terão sido utilizados.

Se se mantiverem as intenções teremos até 2018 189.852.000,00€ gastos na modernização das fragatas e helicópteros, 65.000.000,00€ na aquisição dos NPO e 36.526.000,00€ nos Tridente

Se a marinha fizer o favor de apresentar este ano o relatório de gestão, como fizeram os outros ramos no ano passado, talvez se consiga ter um melhor ideia onde foram gastas as diversas verbas em 2016.

nota: LPMhttps://dre.pt/application/file/a/67241977

Eu pergunto quase 200 milhões a modernizar cinco fragatas em que três delas deveriam estar a ser substituidas daqui a uns cinco anos ????
Continuamos na merda do costume, em vez de aplicarmos o dinheiro dos nossos impostos em equipamento actual e digno do nome dos homens e mulheres que envergam os uniformes das nossas FFAA, andamos sempre a pedinchar lá fora por chassos velhos que de valor combativo nada tem, em vez de serem construidos em território Nacional, mas, mais grave ainda como pode o orçamento das FFAA de 2017 ter rubricas como os MDN,  gab do ministro e gab do Secretário de estado com os valores que tem ????
Andamos a pagar o quê????

Rubricas como restantes despesas, RESTANTES DESPESAS ????????
com mais de 200 milhões de euros ?????
SÓ PODEM ESTAR A BRINCAR MAIS DE 10% DO ORÇAMENTO DA DEFESA PARA RESTANTES DESPESAS ???????

Deixem-se de merdas e levantem-se, refiro-me aos Oficiais Generais, tenham respeito por vós Próprios, pela Instituição Militar que servem, pela nossa História, Pelo Nosso País, e façam ver a estes politicozecos da trampa que se agora são livres,  bem são livres para cometerem todo o tipo de roubos e desvios que assistimos diariamente do nosso dinheiro para offshores e afins, pagamento dos roubos descarados dos amigos Banqueiros e pandilha associada, e todo o tipo de trafulhices que pela classe politica são cometidas descaradamente, o devem aos Militares !

Sr Oficias generais deixem de ser palhaços deste circo politico, e não compactuem com esta cambada de incompetentes e corruptos, tão ladrão é que vai á vinha como o que fica á porta !!

Tenho dito
 
« Última modificação: Março 02, 2017, 11:58:11 am por tenente »
 
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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #18 em: Junho 09, 2017, 12:32:53 pm »
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a Marinha, o montante de 89,7 M€ destina-se essencialmente à edificação da capacidade
oceânica de superfície, principalmente através da modernização das fragatas (MLU) e
modernização dos helicópteros, da capacidade de fiscalização, através dos projetos de
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costeiros (lanchas da classe “Tejo”) e da capacidade submarina, onde merece referência a
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Limitaram-se a agarrar o valor previsto na LPM para 2017 para a Marinha e suponho que mais coisa menos coisa fizeram o mesmo para os outros ramos.
                                                        2015                                    2016                           2017                          2018
Para as fragatas                    44.605.000,00                 46.089.000,00          52.732.000,00         46.426.000,00
Para os NPO  + (Tejo???)                        0,00                 30.000.000,00          29.000.000,00            6.000.000,00
Para os submarinos                7.024,000,00                   3.837.000,00             5.469.000,00         20.197.000,00
Pelo menos para o ano de 2016 disseram de ter gasto 97% da verba prevista para os três ramos das forças armadas pelo que os valores apresentados terão sido utilizados.

Se se mantiverem as intenções teremos até 2018 189.852.000,00€ gastos na modernização das fragatas e helicópteros, 65.000.000,00€ na aquisição dos NPO e 36.526.000,00€ nos Tridente

Se a marinha fizer o favor de apresentar este ano o relatório de gestão, como fizeram os outros ramos no ano passado, talvez se consiga ter um melhor ideia onde foram gastas as diversas verbas em 2016.

nota: LPMhttps://dre.pt/application/file/a/67241977

Eu pergunto quase 200 milhões a modernizar cinco fragatas em que três delas deveriam estar a ser substituidas daqui a uns cinco anos ????
Continuamos na merda do costume, em vez de aplicarmos o dinheiro dos nossos impostos em equipamento actual e digno do nome dos homens e mulheres que envergam os uniformes das nossas FFAA, andamos sempre a pedinchar lá fora por chassos velhos que de valor combativo nada tem, em vez de serem construidos em território Nacional, mas, mais grave ainda como pode o orçamento das FFAA de 2017 ter rubricas como os MDN,  gab do ministro e gab do Secretário de estado com os valores que tem ????
Andamos a pagar o quê????

Rubricas como restantes despesas, RESTANTES DESPESAS ????????
com mais de 200 milhões de euros ?????
SÓ PODEM ESTAR A BRINCAR MAIS DE 10% DO ORÇAMENTO DA DEFESA PARA RESTANTES DESPESAS ???????

Deixem-se de merdas e levantem-se, refiro-me aos Oficiais Generais, tenham respeito por vós Próprios, pela Instituição Militar que servem, pela nossa História, Pelo Nosso País, e façam ver a estes politicozecos da trampa que se agora são livres,  bem são livres para cometerem todo o tipo de roubos e desvios que assistimos diariamente do nosso dinheiro para offshores e afins, pagamento dos roubos descarados dos amigos Banqueiros e pandilha associada, e todo o tipo de trafulhices que pela classe politica são cometidas descaradamente, o devem aos Militares !

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Caramba! É assim que se fala! A bisonhice que permite este estado de coisas tem que acabar! Pode ser que este fórum sirva para combater isso. Mas até aqui se assiste um pouco a essa postura...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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perdadetempo

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #19 em: Junho 14, 2017, 11:40:26 pm »
Continuando a tentar a identificação dos gastos da defesa o link para o relatório de actividades do DGRDN em 2016

https://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwinuZ6Oqr7UAhWBXBoKHRhRDnMQFggsMAA&url=http%3A%2F%2Fwww.dgprm.pt%2Ffls%2Fgestao%2Fdgrdn_relatorioatividades_2016.pdf&usg=AFQjCNGZ3rH2of3s9U5bO2gaGmzAmbs_FQ

Segundo o relatório:

Citar
Centro Financeiro Dotação Corrigida           Execução           Execução (%)
LPM                            137.926.718,00            127.487.712,68           92,43
Citar
6. A Lei de Programação Militar apresentou uma execução de 92,43%, esta
execução diz respeito às rendas de locação do EH101, C-295 e à
manutenção do contrato FISS e manutenção de motores do EH-101.
Releva-se que no final do ano, procedeu-se a uma transição de saldos
no montante de 6.007.269,77 €
na pág 60

A execução orçamental está nos anexos e começa na pág 353 (353 de 385 páginas) na régua do Acrobat Reader e a parte da LPM começa na pág 362

A outra grande parcela ( ceca de 40.000.000,00) começa na 354, dos quais 28.761.130,00 serão investimentos militares?

Cumprimentos,
 

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perdadetempo

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #20 em: Outubro 15, 2017, 12:40:24 am »
Chegou aquela época do ano

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Leia aqui a proposta do Orçamento do Estado para 2018
13/10/2017, 23:35

A proposta de Orçamento do Estado para 2018 acaba de ser entregue pelo ministro das Finanças, Mário Centeno. Leia aqui o documento.

É oficial: a proposta de Orçamento do Estado para 2018 foi entregue pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, ao presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, e deverá ser apresentada em conferência de imprensa, no salão nobre do Ministério das Finanças. Depois de várias horas de atraso motivadas por dificuldades técnicas com o documento, já pode ler a proposta para 2018, neste link e o relatório que acompanha a proposta neste outro link.

http://observador.pt/2017/10/13/leia-aqui-a-proposta-do-orcamento-do-estado-para-2018/

O relatório da proposta de orçamento para 2018
http://s3cdn.observador.pt/wp-content/uploads/2017/10/13234203/rel-2018.pdf
A parte da defesa começa na pág. 98 (ou 108 se seguirem a numeração no Acrobat Reader). A LPM aumenta 27M de euros. Pelo texto parece que 2018 vai ser o ano da aquisição dos sistemas AA de defesa próxima para o exército.
Na prática orçamento forças armadas quadro Quadro IV.6.4. Defesa (PO06) , medida 007 = 1.732,6 M € ?

Cumprimentos,

nota: os 270 M € para o LPM é o valor que já estava estabelecido para 2018 na LPM- Lei Orgânica 7/2015, de 18 de Maio
https://dre.pt/application/file/67241977

« Última modificação: Outubro 15, 2017, 12:53:48 am por perdadetempo »
 

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #21 em: Outubro 15, 2017, 02:55:50 pm »
Quem nos dera que os valores apresentados fossem de facto utilizados nas forças armadas. Se calhar muita coisa que andamos sempre a sonhar neste forum já era realidade, mas a verdade é que há muita dessa guita que se "perde" pelo caminho.....
 

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Daniel

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #22 em: Fevereiro 13, 2018, 02:47:02 pm »
Secretário-geral da NATO diz que Portugal tem margem para aumentar gastos com Defesa
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/secretario-geral-da-nato-diz-que-portugal-tem-margem-para-aumentar-gastos-com-defesa


Citar
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, defendeu hoje que Portugal deve aproveitar o crescimento económico para gastar mais em Defesa e mostrou-se confiante de que todos os aliados possam atingir os 2% de investimento até 2024.“Portugal começou a aumentar o orçamento da Defesa e vemos que, com o crescimento económico que está a registar, há mais margem para o aumento dos gastos em Defesa”, disse, defendendo ainda que os Aliados têm de investir mais e melhor neste setor.

O secretário-geral da NATO recordou que cada país apresentou um plano para atingir o compromisso estabelecido em 2014, quando, na cimeira da Aliança Atlântica, realizada no País de Gales, os aliados se comprometeram a, no espaço de 10 anos (até 2024), destinar 2% do Produto Interno Bruto a despesas militares. Atualmente, Portugal canaliza 1,32% do PIB para este setor.

Jens Stoltenberg congratulou-se ainda pelo crescimento de 5% alcançado em 2017 no investimento dos aliados na organização, lembrando que o reforço é “muito maior” do que se poderia pensar em 2014.

“Depois de anos de queda, desde 2014 que assistimos ao crescimento no investimento em Defesa por toda a Europa. Os planos nacionais demonstram que podemos esperar um crescimento ainda maior. Este ano, esperamos que oito Aliados atinjam o objetivo dos 2%, e que até 2024 outros 15 países o façam”, enunciou em conferência de imprensa, na sede da organização, em Bruxelas.

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte considerou que este é “um progresso substancial”, mas sublinhou que ainda há um longo caminho a percorrer

Questionado sobre se o reforço do investimento em Defesa da União Europeia, nomeadamente através do Fundo Europeu de Defesa e da PESCO (Cooperação Estruturada Permanente nas áreas da defesa e segurança na Europa), pode levar a entidade comunitária a competir com a NATO, Stoltenberg foi perentório.

“Os esforços da UE na Defesa vão ser complementares à NATO. Vão ser uma alternativa, não vão competir com a NATO. Penso que esse esforço pode fortalecer a NATO, a Europa e a UE. Ao fortalecermos o pilar da defesa na Europa, estamos a fortalecer a NATO”, advogou.

O secretário-geral, que falava na antevisão da reunião de ministros da Defesa da Aliança Atlântica, que vai decorrer quarta e quinta-feira, em Bruxelas, recordou que “mais de 90% das pessoas que vivem na UE fazem parte da NATO”.

“Os nossos Aliados estão cientes que a sua defesa depende da NATO, sobretudo depois do ‘Brexit’. 80% das nossas forças militares depois da saída do Reino Unido [da UE] virá de países não comunitários. Não há forma de a UE substituir a NATO, mas o maior investimento na defesa vai fortalecer o pilar da defesa da Europa. Os nossos aliados asseguraram-nos que não querem duplicar a NATO. Isto foi-nos reiterado pela UE, nas várias conversas que tivemos”, sublinhou.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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typhonman

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #23 em: Fevereiro 13, 2018, 06:45:02 pm »
Está na hora de fazer o planeamento nos três ramos, para se aumentar as capacidades de combate, a meu ver:

- Força Aérea

- Substituição dos F-16, por F-35A ( entre 12 a 18 aeronaves) ou adquirir 10 F-35A e modernizar 20 F-16 para o padrão V.

-Aquisição de stocks de munições SMART ( JDAM, JSOW, GBUs etc)

-Inicio do programa de substituição dos P-3C por P-8 Poseidon;

-Capacidade de transporte estratégico A-400M

-Capacidade de transporte táctico KC-390

-Sistemas SAM ( defesa das bases importantes)

-CI4

-Long Range UAV

-KC-46
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Lightning

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #24 em: Fevereiro 13, 2018, 09:59:33 pm »
Para mim seria

Força Aérea:

No combate ou F-16V ou F-35A se a verba for suficiente

No transporte substituir os C-130

Comprar mais helicópteros ligeiros até o total de 12.

Completar o equipamento para os EH101 CSAR.

Na Marinha:

Comprar navio reabastecedor.
Comprar LPD.
Construir todos os NPOs necessários.
Equipar os Fuzileiros.
Modernizar as Vasco da Gama ao nível das Bartolomeu Dias.
Comprar um terceiro U209PN se existir verba.

No Exercito:

Substituir completamente a G-3.
Substituir os M113.
Substituir a Artilharia rebocada da Brigint.
Constituir um grupo de helicópteros tácticos, com helicópteros médios e ligeiros se existir verba.

E o mais importante, verba para se poder completar os quadros de pessoal, completar as brigadas, os batalhões, completar os pilotos em falta nas esquadras de voo, completar as guarnições dos navios, não interessa ter mais coisas se não existe pessoal suficiente para os operar.
 

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HSMW

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #25 em: Fevereiro 13, 2018, 10:10:09 pm »
Essas ideias são antes ou depois da Autoeuropa ir com os porcos?
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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LM

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #26 em: Fevereiro 14, 2018, 10:01:32 am »
http://observador.pt/2018/02/13/azeredo-lopes-responde-a-nato-e-promete-portugal-vai-reforcar-investimento-na-defesa-sera-a-compra-de-avioes/

O secretário-geral da NATO avisou que mais crescimento tem de significar mais investimento na Defesa. Na resposta, o ministro Azeredo Lopes comprometeu-se a gastar mais. Terá a ver com os KC-390.

O Estado português vai gastar mais com a área da Defesa. O compromisso é do ministro Azeredo Lopes, que reagiu de imediato aos avisos do secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg: o norueguês tinha desafiado o Governo de António Costa a aproveitar o crescimento económico para investir mais, lembrando que há uma meta de 2% do seu Produto Interno Bruto (PIB) para cumprir até 2024. Na resposta, Azeredo Lopes deixou a garantia: “Portugal assume os seus compromissos e cumpre-os”. O aumento real dos gastos militares em Portugal terá a ver com a eventual compra de cinco aviões KC-390, com um valor que deve rondar os 400 milhões de euros, sabe o Observador.

“O compromisso que nós temos para com as metas que foram estabelecidas em 2014 mantém-se. Portugal tem intenção de reforçar o investimento e aquilo que gasta em Defesa“, afirmou o ministro, em declarações à Antena 1.

Azeredo Lopes garantiu que transmitiu essa mesma informação ao secretário-geral da NATO quando Stoltenberg esteve em Portugal, a 26 de janeiro. Confrontado com a viabilidade das metas que o país tem de atingir — Portugal tem de canalizar 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para a Defesa até 2024, Azeredo Lopes não teve dúvidas: “Se não fosse viável, Portugal não afirmava o seu compromisso”.

“Portugal não estaria a negociar investimentos e aplicações se não fosse viável. É disso que se trata. É um reforço evidentemente significativo, mas Portugal assume os seus compromissos e cumpre-os”, insistiu Azeredo Lopes.

O ministro não explicitou, mas esse crescimento do orçamento da Defesa terá a ver com a compra dos seis aviões KC390, da Embraer, disse uma fonte da Defesa ao Observador. Essas aeronaves de fabrico brasileiro e que em parte serão produzidas em Portugal, servirão para substituir os C130, aviões de transporte estratégico. Algumas dessas unidades devem estar preparadas para combater fogos.

A Lei de Programação Militar (LPM) deve ser alvo de um processo de revisão a iniciar em março, para também contemplar este investimento. A discussão será ser “interessante”, como classifica uma fonte da Defesa, porque com a Força Aérea a absorver uma fatia tão significativa dos gastos em equipamento, isso pode frustrar, sobretudo, as aspirações da Marinha para adquirir mais navios patrulhas oceânicos. Com a nomeação do almirante António Silva Ribeiro como CEMGFA, essa será uma discussão que a Armada não deverá querer deixar cair. O problema, como o coloca uma fonte do ministério, tem a ver com estes objetivos: se o foco for nos KC-390 e nos patrulhas oceânicos, as Forças Armadas correm o risco de não ter dinheiro para mais aquisições nos próximos anos. E o ministério á fez saber que até ao início de 2019 quer comprar as substitutas das velhas metralhadoras G3.

Esta terça-feira, o secretário-geral da NATO defendeu que Portugal deve aproveitar o crescimento económico para gastar mais em Defesa, aproveitando o crescimento económico que se está a registar. “Há mais margem para o aumento dos gastos em Defesa”, afirmou Stoltenberg, defendendo ainda que os aliados têm de investir mais e melhor neste setor.

Neste momento, Portugal canaliza para a Defesa apenas 1,32% do seu PIB. O Orçamento do Estado para 2018 prevê uma despesa total consolidada de 2.151 milhões de euros, mais 7,5% face à estimativa de 2017.
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #27 em: Fevereiro 14, 2018, 02:46:50 pm »
Parlamento aprova audição do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas sobre falta de efetivos

Lisboa, 14 fev (Lusa) -- A comissão parlamentar de Defesa aprovou hoje um requerimento do CDS-PP para ouvir o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e o ministro da Defesa para que esclareçam as necessidades de efetivos nas Forças Armadas.

O requerimento do CDS-PP foi apresentado na sequência de uma notícia do Expresso, no passado dia 03, dando conta de um memorando subscrito pelo general Pina Monteiro, pelos chefes do Exército, Força Aérea e pelo vice-chefe do Estado-Maior da Armada.

Segundo noticiou o jornal, os chefes militares consideraram insuficiente o teto máximo de mais 200 militares a juntar ao efetivo autorizado para 2018, face às missões que têm de cumprir.

http://visao.sapo.pt/lusa/2018-02-14-Parlamento-aprova-audicao-do-chefe-do-Estado-Maior-das-Forcas-Armadas-sobre-falta-de-efetivos

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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nelson38899

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #28 em: Fevereiro 14, 2018, 09:00:14 pm »
Da última vez que falei com alguém no ministério sobre os 2% disseram-me que as coisas não estão definidas e que não se sabia onde se ia buscar essa quantidade de dinheiro, uma vez que o país neste momento não tem dinheiro nem há a intensão de investir esse dinheiro na defesa.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Get_It

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Re: Orçamentos Anuais do Ministério da Defesa
« Responder #29 em: Fevereiro 14, 2018, 10:05:02 pm »
Essa do MDN ou é mais areia para os olhos ou há aí algo que já deu barraca.

E é de notar que nessa notícia do Observador o número de aeronaves começa em cinco e depois sobe para seis.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

 

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