Fuzileiros da Armada Portuguesa

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ricardonunes

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« Responder #45 em: Outubro 14, 2006, 09:41:39 pm »
Esse exercicio de tiro não foi filmado cá?
Potius mori quam foedari
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #46 em: Outubro 16, 2006, 12:19:36 pm »
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Operação "MAR PORTUGUÊS"
 
Publicado em:
 2006-10-03



No passado dia 29 de Setembro, a Marinha numa operação conjunta com a Polícia Judiciária e a Força Aérea, denominada "Mar Português", interceptou a 180 milhas a Oeste da costa portuguesa uma embarcação que transportava 82 volumes de cocaína, com destino declarado para Granada, nas Caraíbas.

Nesta operação estiveram envolvidos agentes da Polícia Judiciária, a Fragata "Vasco da Gama", uma equipa de Fuzileiros e um P3 Orion da Força Aérea.
A operação consistiu na inserção de cinco Fuzileiros através do helicóptero Lynx, projectado a partir da fragata, com técnica de abordagem por "fast rope" (inserção vertical por cabo) e em simultâneo de três Fuzileiros por semi-rígido, por técnica de abordagem directa. Os quatro tripulantes foram surpreendidos pelos Fuzileiros, enquanto dormiam, eliminando assim capacidade de resposta e tornando a embarcação segura.
As técnicas de abordagem em mar alto fazem parte das perícias dos Fuzileiros e da utilização de uma Marinha de duplo uso empregando para o efeito o binómio fragata / helicóptero.
O iate depois de ser considerado seguro e controlado pela equipa de Fuzileiros, foi vistoriado por dois inspectores da polícia Judiciária que embarcaram por semi-rígido.
Da vistoria resultou a apreensão de cerca de 800 Kg de Cocaína que se encontrava escondida dentro dos forros entre a ponte de comando e a ponte descoberta.

O iate de 18 metros com o nome "Lady Mary" de pavilhão das Ilhas Virgens Britânicas, tinha uma tripulação composta por 4 elementos de nacionalidade canadiana, os quais foram detidos e apresentados à autoridade judiciária competente.


http://www.marinha.pt/NR/rdonlyres/FA40 ... et_wmv.wmv
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lancero

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« Responder #47 em: Outubro 23, 2006, 02:22:08 pm »
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RDCongo/Eleições: Militares portugueses no Gabão vão 3ª feira para Kinshasa

Lisboa, 23 Out (Lusa) - Os fuzileiros portugueses da missão militar europeia para a República Democrática do Congo (RDCongo) estacionados no Gabão vão para Kinshasa terça-feira para reforçar a segurança no terreno, disse hoje à Agência Lusa o comandante Jorge Lourenço.

      "Este reforço de militares (à) não se baseia em nenhuma previsão da ocorrência de graves problemas de segurança em concreto", afirmou o comandante português.

      Segundo a mesma fonte, o reforço "decorre de uma preocupação da EUFOR (força militar da União Europeia) em ter no terreno as condições e capacidades para enfrentar qualquer desenvolvimento mais violento ou degradação das condições de segurança".

      O comandante Jorge Lourenço, oficial superior de ligações, referiu igualmente que a Força de Operações Especiais dos Fuzileiros da Marinha vai permanecer em Kinshasa até 04 de Novembro, podendo "ser de novo projectada" para a capital da RDCongo entre 18 e 23 de Novembro.

      A EUFOR foi criada para apoiar aos 17.000 capacetes azuis da força militar da ONU (MONUC) estacionados no país durante o processo eleitoral na RDCongo.

      A missão militar da UE é composta por cerca de 2.000 homens de nacionalidade alemã, francesa, espanhola, polaca, portuguesa, sueca, belga, italiana, grega e britânica.

      Comandados a partir de Potsdam, na Alemanha, 1200 soldados estão em Kinshasa, enquanto os restantes 800 se encontram estacionados no Gabão.

      O reforço do número de efectivos militares europeus em Kinshasa ocorre durante a campanha para a segunda volta das eleições presidenciais, prevista para o próximo domingo, de acordo com o processo de transição democrática no país, iniciado após um acordo de paz que terminou com a guerra civil.

      O actual Presidente do país, Joseph Kabila, e Jean-Pierre Bemba, principal líder da oposição, disputam a segunda volta, pois foram os mais votados na primeira volta a que concorreram mais 30 candidatos.

      A guerra civil na RDCongo começou em Agosto de 1998 entre dois grupos rebeldes, apoiados pelo Ruanda, Uganda e Burundi, e as forças governamentais, apoiadas pelos exércitos angolano, namibiano e zimbabueano.

      O conflito, que durou quatro anos, provocou cerca de três milhões de mortos e mais de quatro milhões de deslocados.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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fealcap

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« Responder #48 em: Outubro 23, 2006, 02:38:37 pm »
Citação de: "Lancero"
Não tinha ainda visitado a galeria do site do emgfa. Encontrei lá esta foto: uma G36 com carregador de 100 munições.



Para ser exactos es el G-36K con el cargador C-MAG



Saludos
 

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Tropinha

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« Responder #49 em: Outubro 25, 2006, 01:25:10 pm »
Chiça...Isso quantas balas dispara por minuto??100?

Cumprimentos,

Tropinha
Rompendo as dunas da praia,
Ao chegar a tua vez,
Mostra a fibra de que és feito,
Fuzileiro Português.

Sente o teu dever cumprido,
Sem ângustias nem porquês,
E serás, por toda a vida,
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Cabeça de Martelo

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« Responder #50 em: Outubro 25, 2006, 02:02:32 pm »
Tropinha se esta versão da G-36 dispara-se 100 munições por minuto era muitissimo lenta. Ela tem é um tambor que leva 100 munições.  :wink:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Tropinha

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« Responder #51 em: Outubro 25, 2006, 03:16:51 pm »
Madre!!!!!!100 munições é lenta??Ve-se bem que não pesco nada disto=P...mas quero aprender..lol

E sabes quantas dispara num minutos?

Cumprimentos,

Tropinha
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ricardonunes

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« Responder #52 em: Outubro 25, 2006, 04:34:28 pm »
Citação de: "Tropinha"
Madre!!!!!!100 munições é lenta??Ve-se bem que não pesco nada disto=P...mas quero aprender..lol

E sabes quantas dispara num minutos?

Cumprimentos,

Tropinha


De acordo com o fabricante 750 rpm (disparos por minuto).

http://www.heckler-koch.de/core.php?dat ... VGbGFzaD0x
Potius mori quam foedari
 

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Tropinha

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« Responder #53 em: Outubro 25, 2006, 06:16:19 pm »
Isso equivale a 750 munições num minuto????

E muita bala pa uma arma...lol

Cumprimentos,

Tropinha
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Get_It

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« Responder #54 em: Outubro 25, 2006, 06:28:16 pm »
Citação de: "Tropinha"
Isso equivale a 750 munições num minuto????

E muita bala pa uma arma...lol

Cumprimentos,

Tropinha


Então a Tavor com o seu rate of fire entre os 750—900 disparos por minuto... :roll:

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Tropinha

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« Responder #55 em: Outubro 25, 2006, 06:38:45 pm »
Meu deus...isso sao muitas balas...ainda eu pensava que 100 balas num minuto era muito :shock: ...lol

Cumprimentos,

Tropinha
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PereiraMarques

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« Responder #56 em: Outubro 25, 2006, 07:41:23 pm »
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A guerra colonial contada pelos comandantes

Manuel Carlos Freire    
 
A história e evolução da guerra colonial em África (1961-1974), vista pelos comandantes das unidades de fuzileiros que andavam no mato, vai estar no centro das cerimónias do próximo dia 10 de Novembro na sua escola, em Vale de Zebro, Coina.

O papel de António de Spínola no emprego das unidades de fuzileiros na Guiné, que mudou por completo com a chegada a Bissau (1968) do novo governador militar desse território, é um dos aspectos que maior curiosidade suscitam nessa história. "Não dou opinião, falo pelos comandantes" e pelos almirantes que se viram obrigados a aceitar as regras daquele brigadeiro do Exército, disse ao DN o comandante Luís Sanches de Baena, autor da obra (em quatro volumes) que é lançada a 10 de Novembro.

"Há um antes e um depois" de Spínola na história dos fuzileiros na Guiné, sendo este segundo período traduzido pelo profundo "desalento" contido numa carta escrita pelo então chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Reboredo e Silva, e que Luís Baena cita de memória: "Só me resta registar e sofrer...."

O evento de 10 de Novembro, que deverá atrair milhares de antigos e actuais membros daquele corpo de forças especiais, junta diversas efemérides: o aniversário dos 45 anos da partida do primeiro destacamento para a guerra em África, o da criação da Escola de Fuzileiros (também em 1961) e a sua condecoração com a grã-cruz da Ordem de Aviz - atribuída pelo Presidente da República, Cavaco Silva - ou o Dia do Corpo de Fuzileiros.

Um momento particularmente significativo desse dia será o descerrar das lápides com os nomes dos 74 fuzileiros mortos em combate - na parada da escola dos fuzos. As originais "desapareceram" a seguir ao 25 de Abril e as que depois foram mandadas fazer estavam "no fundo do museu" dos fuzileiros, um edifício do tempo de D. Afonso IV recuperado nos anos 1980 e onde se faziam os biscoitos com que se alimentavam as guarnições das naus portuguesas.

A par do desfile de cerca de 800 militares da chamada infantaria de Marinha vão ser lançados também os volumes da obra com que Luís Baena documenta a participação dos fuzileiros - entre 7500 e 8000 - na guerra colonial. Os relatórios diários dos comandantes dos destacamentos de fuzos - nem sempre rigorosos, segundo antigos combatentes - permitiram construir, quase em paralelo, a história do envolvimento dos fuzileiros nas guerras de Angola, Moçambique e, principalmente, na Guiné.

"Fuzileiros, factos e feitos na guerra de África 1961-1974" revela ainda histórias desconhecidas do Corpo de Fuzileiros nesse período, como, por exemplo, as que envolviam o transporte das lanchas de desembarque por centenas de quilómetros de picadas até aos rios do Leste de Angola - que não tinham água em grande parte do ano.

Segundo o comandante José Rodrigues de Castro , que ajudou Baena, o trabalho acaba por ser o testemunho que os poucos elementos da "última geração de fuzileiros que esteve em África" ainda em actividade deixam aos novos membros do corpo. "Eles só sabem andar na guerra com telemóveis, computadores, tendas com ar condicionado. Não fazem ideia do que [a guerra colonial] era", em termos de privações e improvisação.

As cerimónias de 10 de Novembro culminam um ano de consolidação dos fuzileiros como força operacional, de que é exemplo a sua presença na missão na RD Congo.  

Fonte: http://dn.sapo.pt/2006/10/25/nacional/a ... _coma.html
 

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Lancero

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« Responder #57 em: Novembro 21, 2006, 06:23:49 pm »
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RDCongo: Fuzileiros portugueses começam a chegar a Kinshasa

Lisboa, 21 Nov (Lusa) - Quinze fuzileiros das Forças Especiais da Marinha Portuguesa, integrados na Eufor para a República Democrática do Congo e estacionados no Gabão, chegaram hoje a Kinshasa para reforçar a segurança, disse à Agência Lusa o comandante Jorge Lourenço.

      Segundo a mesma fonte, os restantes 13 dos 28 elementos chegam quarta-feira à capital da República Democrática do Congo (RDCongo), ficando na cidade até ao próximo dia 27.

      A tensão em Kinshasa tem aumentado, tendo sido hoje registados confrontos junto do Supremo Tribunal de Justiça de Kinshasa na sequência de uma audição ao candidato Jean-Pierre Bemba, que denunciou irregularidades na segunda volta das presidenciais, realizadas a 27 de Outubro e que deram a vitória ao actual Presidente do país, Joseph Kabila.

      Segundo o comandante português, os apoiantes de Bemba concentraram-se junto aos escritórios do candidato, dirigindo- se depois para junto das instalações do tribunal.

      "Um efectivo da Polícia Nacional Congolesa utilizou gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes que aumentaram e desenvolveram atitudes hostis contra elementos da MONUC (Missão das Nações Unidas no país), destacados para manter a segurança no local", afirmou Jorge Lourenço.

      Por outro lado, elementos da DPP (força de segurança de Bemba) dirigiram-se para o local e começaram a disparar para o ar, tendo saqueado e incendiado uma viatura da Polícia da União Europeia (EUPOL).

      A EUPOL é comandada por um superintendente português e coopera com diferentes unidades da polícia congolesa.

      O comandante Jorge Lourenço disse também que um grupo de manifestantes conseguiu "furar a segurança do tribunal e pegar fogo a alguns documentos".

      "Não chegaram a ser queimados boletins de voto", sublinhou.

      "Para estabilizar a situação chegou a sair do seu aquartelamento e a patrulhar a zona um pequeno efectivo das Forças Armadas da RDCongo, que, no entanto, não teve outra intervenção e voltou ao respectivo aquartelamento", acrescentou o comandante português, salientando que "agora a situação está calma".

      Segundo a mesma fonte, até ao momento só há registo de um ferido ligeiro e a MONUC reforçou o patrulhamento na cidade.

      A EUFOR, destacada para ajudar a MONUC, não chegou a intervir nos confrontos registados junto ao Supremo Tribunal de Justiça.
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Lancero

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« Responder #58 em: Novembro 29, 2006, 04:11:48 pm »
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RDCongo: Contingente militar português regressa sábado

Lisboa, 29 Nov (Lusa) - O contingente militar português que integrou a missão da União Europeia (EUFOR) durante o processo eleitoral na República Democrática do Congo (RDCongo, ex-Zaire) regressa sábado a Portugal, anunciou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas.

      Em comunicado, o EMGFA precisa que a força portuguesa regressa num avião C-130 à base aérea nº6, no Montijo, com chegada prevista para as 09:00 de sábado.

      O grupo de militares que regressa inclui 24 fuzileiros do destacamento de acções especiais da Marinha e 17 militares da Força Aérea.

      Na cerimónia da chegada dos militares estarão presentes os comandantes operacionais na Marinha, vice-almirante Vargas de Matos, e da Força Aérea, tenente-general Mendes de Oliveira.

      Os militares portugueses que integraram a EUFOR desde Julho, ficaram estacionados no Gabão, mas deslocaram-se várias vezes à República Democrática do Congo, para operações no terreno.

      A EUFOR, cujo papel era dar apoio aos 17.000 homens da missão das Nações Unidas no país (MONUC), era composta por cerca de 2.000 militares de nacionalidade alemã, francesa, espanhola, polaca, portuguesa, sueca, belga, italiana, grega e britânica.

      A UE vai continuar a apoiar a RDCongo mesmo depois da retirada dos militares, nomeadamente a nível da reforma das instituições policiais e militares.

      O ministro da Defesa português, Nuno Severiano Teixeira, afirmou em meados deste mês, após uma reunião com os seus homólogos dos 25 em Bruxelas, que os europeus desempenharam um papel "decisivo" nas eleições, principalmente quanto à garantia de condições de segurança.

      "A forma como as coisas decorreram permite dizer que foi um sucesso", afirmou Severiano Teixeira.

      O Supremo Tribunal da RDCongo divulgou segunda-feira os resultados oficiais da segunda volta das presidenciais, realizada a 29 de Outubro, de que saiu vitorioso o Presidente cessante, Joseph Kabila, com 58,05 por cento dos votos, contra 41,95 por cento obtidos pelo vice-presidente Jean-Pierre Bemba.

      O tribunal recusou a impugnação do escrutínio, pedida por Bemba, que alegava fraude eleitoral.

      O candidato derrotado já aceitou os resultados e afirmou-se disposto a trabalhar na oposição, factor que contribuiu para aliviar a tensão gerada com a divulgação dos resultados, com confrontos entre apoiantes dos dois candidatos.

      Kabila, no poder desde Janeiro de 2001, após o assassínio do pai, Laurent-Désiré Kabila, toma posse a 10 de Dezembro, tornando-se o primeiro chefe de Estado da RDCongo democraticamente eleito nos últimos 40 anos.

      Com estas eleições, termina um período de transição iniciado após a assinatura do acordo de paz em 2002, que pôs termo a quatro anos de guerra civil.

      O conflito, que opôs grupos rebeldes, apoiados pelo Ruanda, Uganda e Burundi, e as forças governamentais, sustentadas pelos exército de Angola, Namíbia e Zimbabué, provocou cerca de três milhões de mortos e mais de quatro milhões de refugiados.
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« Responder #59 em: Novembro 30, 2006, 04:32:46 am »
Considero que esta missão foi um excelente treino para os homens do DAE.
Certamente que puderam praticar operações de inserção e vigilância, entre outras, num ambiente mais próximo de um conflito "real" que qualquer exercício.


Cumptos
A realidade não alimenta fóruns....
 

 

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