REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #510 em: Setembro 22, 2018, 07:09:26 pm »
Preferiria que o Exército (e as FS também) tivessem os seus meios aéreos próprios, mas se as circunstâncias não o permitem (recorde-se não foi culpa do Exército que os seu meios próprios previstos tivessem sido cancelados, apesar de esta organização ter cometido muitos erros), então não vejo qual é a impossibilidade de haver equipas mistas Exército/FAP a operar os helis, mesmo mantendo-se estes sobre propriedade/controlo da FAP. O mesmo racional das esquipas mistas (FAP/Marinha/Exército) podia ser aplicado aos EH101 CSAR, se algum dia estes vierem a operar a partir dos eventuais LPD e AOR. Mesmo não existindo um comando conjunto de helicópteros, como no RU, esta seria, quanto a mim, uma medida positiva para a integração operacional dos meios e uma forma de combater as habituais quintinhas.

Quanto à artilharia, acho que era tempo de se adquirirem M777 (e uns MLRS) e os L119 podiam ser distribuídos da seguinte forma: 6 obuses nos Açores, 6 obuses na Madeira, 6 obuses para os Fuzileiros e os restantes 3 obuses na Escola de Armas, para treino. Isto permitiria uma reforço substancial na defesa das ilhas e um salto brutal para os fuzileiros que, com um meio relativamente ligeiro, ganhariam um poder e alcance de fogo que lhes tem sido vedado pelas mais variadas circunstâncias.

Ainda para o Exército, deveriam ser adquiridos os restantes Pandur e viaturas 4x4 previstos inicialmente. Todas as  viaturas anti-carro (Pandur e 4x4) deviam ser equipadas com Spike. Todos os Pandur APC deviam ser equipados com RWS. Uns 30 Centauro da Itália para colmatar os 33 Pandur com canhão que nunca foram adquiridos. Um esquadrão extra de Leo II e carros de engenharia e recuperação baseados no chassis do Leo II seriam também bem vindos. Sistemas SAM de alcance médio, mais radares de artilharia, etc.

Mas não havendo recursos suficientes, a prioridade deve ser sempre a Marinha e a FAP. Acho que estamos todos de acordo neste ponto. No entanto, com esta história da UE apoiar algumas aquisições militares, se trabalharmos bem a coisa, os NPO, o NavPol e o AOR podem facilmente tornar-se fortes candidatos à recepção de fundos europeus. Eventualmente, até o KC-390 e uns C-295 adicionais poderiam receber fundos europeus, pois todos se tratam de meios que podem ter emprego comum (ao serviço da UE). O mesmo se aplicaria ao MLU dos EH101 e à modernização dos Hercules, caso os mantivéssemos para combate a FF. Se viermos a receber alguns destes fundos, então acho que o Exército tem toda a legitimidade em reclamar uma modernização mais profunda dos seus meios.
 
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #511 em: Setembro 22, 2018, 08:00:05 pm »
Preferiria que o Exército (e as FS também) tivessem os seus meios aéreos próprios, mas se as circunstâncias não o permitem (recorde-se não foi culpa do Exército que os seu meios próprios previstos tivessem sido cancelados, apesar de esta organização ter cometido muitos erros), então não vejo qual é a impossibilidade de haver equipas mistas Exército/FAP a operar os helis, mesmo mantendo-se estes sobre propriedade/controlo da FAP. O mesmo racional das esquipas mistas (FAP/Marinha/Exército) podia ser aplicado aos EH101 CSAR, se algum dia estes vierem a operar a partir dos eventuais LPD e AOR. Mesmo não existindo um comando conjunto de helicópteros, como no RU, esta seria, quanto a mim, uma medida positiva para a integração operacional dos meios e uma forma de combater as habituais quintinhas.

Quanto à artilharia, acho que era tempo de se adquirirem M777 (e uns MLRS) e os L119 podiam ser distribuídos da seguinte forma: 6 obuses nos Açores, 6 obuses na Madeira, 6 obuses para os Fuzileiros e os restantes 3 obuses na Escola de Armas, para treino. Isto permitiria uma reforço substancial na defesa das ilhas e um salto brutal para os fuzileiros que, com um meio relativamente ligeiro, ganhariam um poder e alcance de fogo que lhes tem sido vedado pelas mais variadas circunstâncias.

Ainda para o Exército, deveriam ser adquiridos os restantes Pandur e viaturas 4x4 previstos inicialmente. Todas as  viaturas anti-carro (Pandur e 4x4) deviam ser equipadas com Spike. Todos os Pandur APC deviam ser equipados com RWS. Uns 30 Centauro da Itália para colmatar os 33 Pandur com canhão que nunca foram adquiridos. Um esquadrão extra de Leo II e carros de engenharia e recuperação baseados no chassis do Leo II seriam também bem vindos. Sistemas SAM de alcance médio, mais radares de artilharia, etc.

Mas não havendo recursos suficientes, a prioridade deve ser sempre a Marinha e a FAP. Acho que estamos todos de acordo neste ponto. No entanto, com esta história da UE apoiar algumas aquisições militares, se trabalharmos bem a coisa, os NPO, o NavPol e o AOR podem facilmente tornar-se fortes candidatos à recepção de fundos europeus. Eventualmente, até o KC-390 e uns C-295 adicionais poderiam receber fundos europeus, pois todos se tratam de meios que podem ter emprego comum (ao serviço da UE). O mesmo se aplicaria ao MLU dos EH101 e à modernização dos Hercules, caso os mantivéssemos para combate a FF. Se viermos a receber alguns destes fundos, então acho que o Exército tem toda a legitimidade em reclamar uma modernização mais profunda dos seus meios.

Estou de acordo contigo em três dos quatro parágrafos, no que diz respeito ao da Artilharia estou parcialmente de acordo.
Quando estive na madeira em 82 foi elaborado um estudo sobre o emprego da artilharia nas ilhas e á excepção das peças AA e na altura de Artilharia de Costa, a Artilharia de campanha não se torna eficaz devido á orografia do terreno e modo de emprego da mesma em batarias de quatro ou seis BF.

Nas ilhas o que o Exército deve possuir são vários pelotões de morteiros 81mm, 10,7cm e 12cm alocados os primeiros ás companhias e os segundos e terceiros aos batalhões/grupos para apoio dessas unidades de manobra.
Os morteiros são dos armamentos colectivos de emprego mais simples e rápido o tiro expedito dos mesmos pode ser feito sem PCT, uma simples prancheta de tiro e o caso está resolvido, já quanto á artilharia para partires uma bataria em pelotões de duas BF tens de possuir pessoal qualificado para os PCT .

Já quanto a dotar os fuzos com uma bataria de M ou L119 venham elas que eles não diziam que não em termos de apoio de fogos o BLD ou pelo menos três FFZ ficavam com esse problema resolvido.

Abracos 
 
 
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #512 em: Setembro 22, 2018, 09:13:09 pm »
Sinceramente, alguem sabe se o Koala tem certificação militar para operar armas? Possui blindagem ?

O AW-139 seria boa opção, no entanto continuo a achar que o UH-60M para Exército/FAP e SH-60R, para as fragatas da Marinha seriam a melhor opção.

Cá na europa, são usados pela Marinha Dinamarquesa, Exército Sueco e Austríaco e futuramente o Exército Polaco.

Defendo uns 6 para a Marinha e 10 para uso conjunto FAP/Exército.

Já agora, se os Koala forem fazer apoio de fogo em missões, vão com o ver,elho dayglo ? ::)
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #513 em: Setembro 22, 2018, 10:48:46 pm »
@tenente Tu é que és o artilheiro de serviço  :Bajular:  Mas sempre pensei que o L119 desse para fazer tiro directo e, nesse caso, poderia servir como artilharia de costa, que era o que tinha em mente. Mas pensando melhor, um meio naval mais sofisticado tem elevada capacidade de contra-fogo e, a menos que os meios de artilharia fossem auto-propulsionados, facilmente seriam aniquilados devido à fraca mobilidade. Para o que tinha em mente, uns Spike ER eram capazes de ser mais eficazes e baratos a danificar (ou afundar) lanchas de desembarque de um hipotético invasor.
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #514 em: Setembro 23, 2018, 12:16:23 pm »
Na minha opinião o Exército devia apostar no :

A) Recompletamento dos dois BI's orgânicos da BrigInt, e na constituição do 3º BI, unidade que seria formada pelo RI19;

B) Recompletamento dos dois BInf paraquedista;

C) Aquisição de mais light guns para constituir um segundo GAC, apenas possuímos 21 BF de 10,5cm, necessitamos de, pelo menos mais 15 BF para possuirmos as seis BBF ;

D) Substituição dos M113 por um IFV a sério, de modo a formar dois Bat inf Blindada;

Até podia vir esse material todo mas acho que o grande problema que o Exército tem aí é a falta de pessoal, nem os actuais batalhões estão a 100%, criarmos mais batalhões ainda vai ficar pior, vai haver é mais comandantes lol, nos actuais quadros de pessoal o exército tem falta de 3000 elementos, por isso ou o exército se reorganiza de modo a alocar mais pessoal às unidades operacionais, ou tem que aumentar o número de incorporações, pode aumentar os ordenados, implementar o SMO, etc,

Em relação aos GAC as peças 10,5 já não são modernas, as M777 pesam o mesmo e são 15,5. Outra hipótese mais para o GAC da Brigint são Caesar franceses, são autopropulsionadas, 15,5 e transportáveis em C-130.
« Última modificação: Setembro 23, 2018, 12:19:57 pm por Lightning »
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #515 em: Setembro 23, 2018, 02:39:09 pm »
Na minha opinião o Exército devia apostar no :

A) Recompletamento dos dois BI's orgânicos da BrigInt, e na constituição do 3º BI, unidade que seria formada pelo RI19;

B) Recompletamento dos dois BInf paraquedista;

C) Aquisição de mais light guns para constituir um segundo GAC, apenas possuímos 21 BF de 10,5cm, necessitamos de, pelo menos mais 15 BF para possuirmos as seis BBF ;

D) Substituição dos M113 por um IFV a sério, de modo a formar dois Bat inf Blindada;

Até podia vir esse material todo mas acho que o grande problema que o Exército tem aí é a falta de pessoal, nem os actuais batalhões estão a 100%, criarmos mais batalhões ainda vai ficar pior, vai haver é mais comandantes lol, nos actuais quadros de pessoal o exército tem falta de 3000 elementos, por isso ou o exército se reorganiza de modo a alocar mais pessoal às unidades operacionais, ou tem que aumentar o número de incorporações, pode aumentar os ordenados, implementar o SMO, etc,

As Alíneas A e B referem isso mesmo " recompletamento dos dois BI's da Brigint e dos dois Bat paraquedistas, a formação do 3º BI da BrigInt é necessário uma Brigada no mínimo tem de ter três batalhões de manobra e um de apoio de Fogos agora uma BrigInt com dois BI's e ainda por cima cada BI só com duas CAt's é que não é nada !
Com a autorização para incorporar nas FFAA  cerca de 2500 efectivos ao Exército deve calhar a parte de leão nunca menos de 1500 elementos e, se assim for dá para recompletar os quatro batalhões mais cerca de 700 homens para o RI19.

Citar
Em relação aos GAC as peças 10,5 já não são modernas, as M777 pesam o mesmo e são 15,5. Outra hipótese mais para o GAC da Brigint são Caesar franceses, são autopropulsionadas, 15,5 e transportáveis em C-130.

Quanto ás peças o apoio directo dos BI's deve ser efectuado por calibres ligeiros inferiores segundo a nossa doutrina, a 14cm, e só aos agrupamentos e brigadas deverá ser alocado um GAC Médio.
No entanto os Gac's lig quando completos, a 100% deverão possuir 3 batarias de 10,5 e uma média de 15cm ou 15,5 cm, para apoio de fogos de conjunto de unidades de manobra mais que BI empenhado em simultâneo.

Abraços
 

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Lightning

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #516 em: Setembro 23, 2018, 03:15:12 pm »
Com a autorização para incorporar nas FFAA  cerca de 2500 efectivos ao Exército deve calhar a parte de leão nunca menos de 1500 elementos e, se assim for dá para recompletar os quatro batalhões mais cerca de 700 homens para o RI19.

Pelo que vi nas notícias a FAP e a Marinha tem falta de 500 elementos cada, por isso na pior das hipóteses 1500 das vagas são para o Exército. :G-beer2:

Realmente os morteiros para a Madeira e os Light Gun para os Fuzos parece boa ideia.
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #517 em: Setembro 23, 2018, 03:33:20 pm »
Com a autorização para incorporar nas FFAA  cerca de 2500 efectivos ao Exército deve calhar a parte de leão nunca menos de 1500 elementos e, se assim for dá para recompletar os quatro batalhões mais cerca de 700 homens para o RI19.

Pelo que vi nas notícias a FAP e a Marinha tem falta de 500 elementos cada, por isso na pior das hipóteses 1500 das vagas são para o Exército. :G-beer2:

Realmente os morteiros para a Madeira e os Light Gun para os Fuzos parece boa ideia.

E se os light guns fossem Helitransportados............o acompanhamento dos movimentos das FFZ com as alterações das posiçoes de tiro para o apoio directo eram efectuadas muito mais rápido.



Abra;os

PS quando mencionei os efectivos para o ExPor para o RI19 mencionei o efectivo total para um BI mas como o que faz falta s\ao a classe de Pra;as as necessidades para constituir um BI devem andar por volta de 450 soldados e cabos !
 

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PereiraMarques

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #518 em: Setembro 23, 2018, 04:38:27 pm »
Esses 2.500 são para completar os QOP já existentes, mas (bastante) incompletos... Não parece que esteja em cima da mesa novas unidades operacionais tipo Batalhão de Infantaria... Além disso a revisão da LPM deve privilegiar a Marinha e a FAP, Carros de Combate, Viaturas Blindadas de Lagartas, Obuses, não parecem estar a ser (seriamente) equacionados.
 

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Lightning

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #519 em: Setembro 24, 2018, 12:31:42 am »
Fiquei com uma dúvida sobre o tal atraso dos programas do exército, é que o exército já tinha vários concursos em avanço, novas armas individuais, viaturas blindadas 4x4, drones, novo sistema anti-aereo, camiões blindados e não blindados de comunicações.  Mas aqui fala é em modernização das Pandur e dos Leopard, apoio de fogos, serviços, etc.

Isso quer dizer que os concursos referidos no inicio não vão ser atrasados por causa dos programas da Marinha e da FAP?
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #520 em: Setembro 24, 2018, 01:35:25 am »
Fiquei com uma dúvida sobre o tal atraso dos programas do exército, é que o exército já tinha vários concursos em avanço, novas armas individuais, viaturas blindadas 4x4, drones, novo sistema anti-aereo, camiões blindados e não blindados de comunicações.  Mas aqui fala é em modernização das Pandur e dos Leopard, apoio de fogos, serviços, etc.

Isso quer dizer que os concursos referidos no inicio não vão ser atrasados por causa dos programas da Marinha e da FAP?

aqui a onde?

"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #521 em: Setembro 24, 2018, 07:57:32 am »
aqui a onde?

No artigo de jornal que fala da LPM.
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #522 em: Outubro 04, 2018, 09:54:18 pm »
Despacho n.º 9200/2018 - Diário da República n.º 189/2018, Série II de 2018-10-01 116525365
Finanças e Defesa Nacional - Gabinetes do Ministro das Finanças e do Secretário de Estado da Defesa Nacional
Vagas para a admissão, durante o ano de 2018, aos Cursos Tirocínios ou Estágios para ingresso nas várias categorias dos Quadros Permanentes

https://dre.pt/application/conteudo/116525365


Despacho n.º 9201/2018 - Diário da República n.º 189/2018, Série II de 2018-10-01 116525366
Finanças e Defesa Nacional - Gabinetes do Ministro das Finanças e do Secretário de Estado da Defesa Nacional
Número de militares a admitir no regime de voluntariado e no regime de contrato para o ano de 2018

https://dre.pt/application/conteudo/116525366
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #523 em: Outubro 11, 2018, 03:04:14 pm »
Decreto-Lei n.º 75/2018 - Diário da República n.º 196/2018, Série I de 2018-10-11116640899
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
Altera o regime de contrato especial para prestação de serviço militar

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/116640899/details/maximized?serie=I


Decreto-Lei n.º 76/2018 - Diário da República n.º 196/2018, Série I de 2018-10-11116640900
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
Aprova o Regulamento de Incentivos à Prestação de Serviço Militar nos Diferentes Regimes de Contrato e no Regime de Voluntariado

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/116640900/details/maximized?serie=I
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #524 em: Outubro 17, 2018, 10:42:51 am »
Despacho n.º 9719/2018 - Diário da República n.º 200/2018, Série II de 2018-10-17 116696204
Defesa Nacional - Gabinete do Secretário de Estado da Defesa Nacional
Quantitativo máximo de admissões de militares nos regimes de contrato e de voluntariado, na Marinha, no Exército e na Força Aérea, para o ano de 2018

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Forças mecanizadas do exército Espanhol à beira de Portugal

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