Conflitos em Africa

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nelson38899

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Conflitos em Africa
« em: Novembro 12, 2011, 03:08:43 pm »
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Fighting has erupted in the capital of DR Congo, Kinshasa, between government troops the militiamen supporting opposition leader Jean-Pierre Bemba.

The United Nations mission in the city says several people have been killed.

UN peacekeepers say they used armoured personnel carriers to evacuate more than 450 civilians from areas affected by the fighting.

Mr Bemba, a former rebel leader, was defeated by Joseph Kabila in landmark presidential elections last October.

The UN Security Council has expressed "serious concern" over the fighting and has called for an immediate ceasefire.

http://news.bbc.co.uk/2/hi/6479625.stm
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Lusitano89

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #1 em: Novembro 14, 2011, 07:18:49 pm »
País mais novo do mundo está à beira da guerra


O espectro da guerra já está a pairar sobre um dos países mais novos do mundo. Com a sua independência proclamada em Julho, o Sudão do Sul vê iminente o espoletar de um conflito com o Sudão, nação da qual se separou originalmente após um referendo à sua população.
Os presidentes de ambos os países avisaram para a possibilidade do início de uma nova guerra. Além dos avisos por parte dos líderes, vários relatos apontam para que ambos os países estejam a colocar tropas junto às suas fronteiras.

Apesar do Sudão do Sul ter alcançado a sua independência por via pacífica, fruto da realização de um referendo, houve várias questões que permaneceram sem resolução. A principal prende-se com a divisão dos lucros da venda do petróleo, matéria-prima que abunda em ambos os territórios.

Além do petróleo, restam ainda dúvidas quanto ao estabelecimento das fronteiras. E, sobretudo, a divisão deixou vários grupos de sudaneses do sul ainda no Sudão, grupos que o território classifica de rebeldes.

O estalar de um conflito entre as duas nações poderá atirar os holofotes da comunidade internacional para a região. Os EUA foram o primeiro país a apelar à «cabeça fria» dos líderes sudaneses.

O co-fundador do Enough Project, entidade que luta contra os genocídio e crimes contra a humanidade, John Prendergast, afirmou mesmo que cada «faísca» entre os dois países aumenta as possibilidades para o eclodir de uma guerra.

O Sudão do Sul proclamou a sua independência a 9 de Julho e, cinco dias depois, tornou-se um membro oficial da ONU. O território conquistou a sua autonomia após duas guerras civis, primeiro entre 1955 e 1972, e depois entre 1983 e 2005.

Os conflitos internos devastaram a região e fizeram o Sudão do Sul nascer sob um contexto de pobreza extrema e precárias condições de saúde.

SOL
 

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Lusitano89

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #2 em: Janeiro 08, 2012, 10:30:34 pm »
Perigos de guerra civil na Nigéria


O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, admitiu que a situação do país "é pior do que a guerra civil" dos anos 60. Falando numa cerimónia religiosa em honra das forças armadas, o líder nigeriano afirmou que o grupo islamista Boko Haram, responsável por ataques mortíferos contra cristãos, tem apoios e simpatias nos órgãos do poder.

"Alguns deles estão no executivo, alguns estão no parlamento, outros atuam no seio do sistema judicial, outros ainda nas forças armadas, polícia e serviços de segurança", disse Goodluck Jonathan, que é cristão. A guerra civil, conhecida por guerra do Biafra, provocou um milhão de mortos.

A instabilidade na Nigéria deve-se sobretudo ao surto de violência religiosa no norte do país, mas muitas pessoas estão a protestar contra o fim dos subsídios para combustíveis, que tornava a gasolina mais acessível. A medida foi anunciada a 1 de Janeiro e é a causa de uma greve geral marcada para amanhã, que já provocou escassez de carburante, devido ao açambarcamento. O governo diz que vai poupar 8 mil milhões de dólares, cerca de 6 mil milhões de euros.

As estações de serviço estão vazias porque muitos nigerianos correram a encher os depósitos. A Nigéria é o maior produtor de petróleo em África e os protestos devem-se ao facto das pessoas considerarem o combustível subsidiado como único fruto dessa produção, que beneficia sobretudo a elite corrupta.

O conflito social pode aumentar a insegurança, mas a Nigéria enfrenta sobretudo uma onda de violência de caráter religioso. Os ataques dos radicais do Boko Haram visam a comunidade cristã e sucedem-se desde o Natal, tendo provocado mais de 80 mortos no norte do país, onde a maioria da população é muçulmana.

O ultimato do Boko Haram para a saída de todos os cristãos dos estados a norte terminou na quarta-feira e sucederam-se os atentados, o pior dos quais em Mubi, onde morreram 17 cristãos. Em outro ataque, dois homens numa motorizada mataram seis pessoas que jogavam às cartas nas proximidades de uma igreja, ferindo uma dezena. Os dirigentes locais falam em padrão de limpeza étnica e religiosa.

DN
 

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Lusitano89

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #3 em: Abril 01, 2012, 02:11:59 pm »
Mali: Caos no Saara


Terroristas, ex-mercenários de Kadhafi e traficantes de droga preenchem vazio africano. Rebeldes tuaregues assumem controlo da capital regional Kidal e estão às portas de Gao. Ganhou velocidade nas últimas 48 horas a avalanche tuaregue que varre o norte do Mali. A rebelião desencadeada em Janeiro, a quarta na história do Mali independente, abrange já toda a metade setentrional do país, onde os revoltosos pretendem proclamar a República do Azawad. Kidal caiu na sexta-feira e neste sábado os combates aproximaram-se de Gao, a maior cidade da região. As forças governamentais controlam uma única grande cidade da zona, a histórica Timbuctu.
O movimento armado parece ter ganhado força após o golpe militar de dia 22 em Bamako, capital do Mali, onde militares descontentes com os sucessivos e humilhantes desaires no campo de batalha derrubaram o Governo do Presidente Amadou Toumani Touré.

Herança líbia

Kadhafi, al-Qaeda e cocaína são os três ingredientes teoricamente imiscíveis do caos que varre o interior desolado da África Ocidental e que preocupa cada vez mais a comunidade internacional. A organização que agrupa os países da região, a CEDEAO, mobiliza esforços para sanar a crise maliana e evitar o contágio aos países vizinhos, mas a diplomacia parece fracassar. Na quinta-feira, os chefes de Estado do Burkina Faso, Costa do Marfim, Benim e Níger tentaram aterrar na capital maliana, Bamako, onde iriam tentar convencer o líder dos militares revoltosos, capitão Amadou Haya Sanogo, a restaurar a ordem constitucional e devolver o poder ao Presidente Touré.

No entanto, o avião em que seguiam deu meia volta e regressou à Costa do Marfim depois de manifestantes pró-Sanogo terem invadido a pista do aeroporto. A CEDEAO deu depois um ultimato de 72 horas, que vence na segunda-feira, para Sanogo entregar o poder ou enfrentar uma intervenção militar.

O Presidente Touré, no poder desde 2002, foi derrubado a um mês de eleições presidenciais às quais não era sequer candidato. Depois de uma semana desaparecido, declarou na terça-feira à imprensa internacional estar em Bamako, a salvo e em liberdade.

Na origem do golpe, condenado unanimemente pela comunidade internacional, está a situação embaraçosa que o Mali vive no Azawad. Os separatistas tuaregues encontram-se fortalecidos com o regresso dos mercenários que lutaram ao lado do falecido líder líbio Muammar Kadhafi, e que herdaram parte do arsenal, incluindo lança-mísseis capazes de abater aviões comerciais.

Guerra, fome e terrorismo

Do outro lado do campo de batalha, um depauperado exército maliano sem mantimentos nem munições não pôde suster a avalanche tuaregue.

A guerra fez já quase 200.000 refugiados e a situação humanitária vai agravar-se com a seca e a fome que grassam em todo o Sahel (a faixa meridional do Saara). Há ainda relatos de crimes de guerra como o massacre de dezenas de soldados malianos desarmados, embora os tuaregues apontem o dedo à filial regional da rede terrorista criada por Osama bin Laden, a al-Qaeda do Magrebe Islâmico (AQMI).

As acções da AQMI, responsável por dezenas de raptos de ocidentais, são apontadas como um dos principais motivos para a quarta rebelião tuaregue desde a independência do Mali, em 1960. O turismo está paralisado e a população do norte acusa Bamako de não combater o terrorismo.

Na rota do narcotráfico

De resto, e segundo o Le Monde e a Al Jazeera, elementos das forças de segurança do Mali e da vizinha Argélia são acusados de utilizar a AQMI como fachada para o tráfico de droga da América do Sul para a Europa. Na Argélia, aponta-se a colaboração passada entre dirigentes da AQMI e os serviços secretos. Em Gao, no Mali, nasceu um improvável bairro de luxo apelidado pelos locais de «Cocaine City» (Cidade da Cocaína), refere o diário francês.

A rápida desestabilização do Mali causa apreensão em países próximos como a Nigéria, onde as autoridades combatem o movimento extremista Boko Haram (com ligações à AQMI), e a Mauritânia, que tem liderado com a ajuda francesa a perseguição aos terroristas.

O farol de Dacar

Em contra-ciclo, o Senegal continua afinal a ser o bom aluno da região, após a bem-sucedida segunda volta das presidenciais. No domingo, o chefe de Estado Abdoulaye Wade assumiu prontamente a derrota frente a Macky Sall, candidato de uma oposição unida contra o apego ao poder do envelhecido Presidente, que tentara contornar o limite constitucional de dois mandatos. Nas ruas de Dacar, milhares celebraram o triunfo de Sall, com 65% dos votos.

As Nações Unidas, pela voz da alta comissária para os direitos humanos Navi Pillay, pediu ao Mali e à Guiné-Bissau para seguirem o exemplo senegalês. Em Bissau, permanece em dúvida a realização da segunda volta das presidenciais, marcada para 22 de Abril. Kumba Yalá, segundo candidato mais votado, recusa participar no escrutínio por não reconhecer a vitória de Carlos Gomes Júnior no primeiro turno, validado pela comunidade internacional.

SOL
 

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Lusitano89

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #4 em: Abril 02, 2012, 05:00:29 pm »
França afasta hipótese de intervenção militar no Mali


O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Alain Juppé, afirmou hoje que a "França não se vai envolver militarmente" no Mali, onde "a situação se degrada muito rapidamente", mas está preparada para dar "ajuda logística".

"A situação é perigosa, razão pela qual pedi aos nossos cidadãos cuja presença não é indispensável que deixem o país. Devemos tomar o máximo de precauções", disse Juppé à imprensa em Dacar.

"Podemos ajudar no plano logístico ou de formação, mas não está em causa colocar soldados franceses no terreno", afirmou.

O ministro manifestou preocupação com a influência dos grupos armados que lutam ao lado da rebelião tuaregue do Movimento Nacional para a Libertação de Azawad, que desde domingo afirma controlar todo o norte do Mali.

"Parece que esta fação islâmica extremista está prestes a suplantar as diferentes fações tuaregues", disse.

Juppé recordou que França tem seis cidadãos sequestrados pela Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (Aqmi) no Sahel, o que, afirmou, tornam o país "um alvo".

Alain Juppé está hoje no Senegal para assistir à tomada de posse do novo Presidente senegalês, Macky Sall, cerimónia que será seguida de uma cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) para discutir a situação no Mali, na qual também vai participar.

"Apoiamos a 100 por cento as iniciativas da CEDEAO", disse Juppé, afirmando a necessidade de, em primeiro lugar, "trabalhar no plano político para que a ordem constitucional seja restabelecida" no Mali, onde a 22 de março uma junta militar tomou o poder ao Presidente Amadou Toumani.

"Há razões para pensar que a vertente política pode ser desbloqueada", disse o ministro francês, um dia depois de o líder golpista, o capitão Amadou Sanogo, ter anunciado o restabelecimento das instituições dissolvidas após o golpe de Estado e a "devolução" do poder aos civis.

Depois, disse Juppé, "há a questão militar", tendo em vista "que a ofensiva tuaregue parece dirigir-se para sul", a qual "merece uma concertação mais aprofundada, que cabe à CEDEAO decidir".

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #5 em: Abril 23, 2012, 11:00:34 pm »
Escalada de violência entre sudaneses


Aviões sudaneses atingiram hoje um mercado numa grande cidade do Sudão do Sul. Um rapaz morreu e há pelo menos 10 feridos. Os atacados ripostaram e é cada vez maior a ameaça de uma guerra em larga escala entre os dois países. As três bombas caíram com um sibilar de dois MiG 29 e explodiram sobre o local onde comidas e outros bens para a casa eram negociados. Além de um rapaz morto, houve pelo menos 10 pessoas feridas, de acordo com um responsável do hospital de Bentiu.

Camiões com soldados do Sudão do Sul deslocaram-se a toda a velocidade na direcção do local onde as bombas caíram os militares começaram a disparar para os aviões do Sudão.

O vice-director dos Serviços de Informação do Sudão do Sul, major-general Mac Paul, disse à Associated Press que «os bombardeamentos equivalem a uma declaração de guerra».

Esta não foi a primeira vez que o Sudão alvejou a ponte que liga Bentiu a Rubkona.

Ontem, as forças armadas sudanesas lançaram um ataque ao país vizinho, entrando cerca de nove quilómetros além da fronteira. Na semana passada, o Sul anunciara que retiraria as suas tropas de Heglig – um território disputado devido aos recursos petrolíferos, que invadira e reclamara no início deste mês – para evitar uma guerra, mas a tensão manteve-se elevada.

A disputa das fronteiras (e, acida de tudo, dos recursos energéticos) tem impedido a paz entre o Sudão e o mais novo país do mundo e além dos confrontos militares, também os civis se mantêm desentendidos.

Sábado à noite, uma turba de muçulmanos sudaneses incendiou naquele território uma igreja católica frequentada na sua maioria por vizinhos do sul.

Mac Paul admite que o Sudão do Sul está a contar e reunir espingardas pois acredita que os vizinhos estão a fazer o mesmo.

SOL
 

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typhonman

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #6 em: Janeiro 23, 2013, 10:23:39 pm »
Citação de: "Lusitano89"
França afasta hipótese de intervenção militar no Mali


O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Alain Juppé, afirmou hoje que a "França não se vai envolver militarmente" no Mali, onde "a situação se degrada muito rapidamente", mas está preparada para dar "ajuda logística".

"A situação é perigosa, razão pela qual pedi aos nossos cidadãos cuja presença não é indispensável que deixem o país. Devemos tomar o máximo de precauções", disse Juppé à imprensa em Dacar.

"Podemos ajudar no plano logístico ou de formação, mas não está em causa colocar soldados franceses no terreno", afirmou.

O ministro manifestou preocupação com a influência dos grupos armados que lutam ao lado da rebelião tuaregue do Movimento Nacional para a Libertação de Azawad, que desde domingo afirma controlar todo o norte do Mali.

"Parece que esta fação islâmica extremista está prestes a suplantar as diferentes fações tuaregues", disse.

Juppé recordou que França tem seis cidadãos sequestrados pela Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (Aqmi) no Sahel, o que, afirmou, tornam o país "um alvo".

Alain Juppé está hoje no Senegal para assistir à tomada de posse do novo Presidente senegalês, Macky Sall, cerimónia que será seguida de uma cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) para discutir a situação no Mali, na qual também vai participar.

"Apoiamos a 100 por cento as iniciativas da CEDEAO", disse Juppé, afirmando a necessidade de, em primeiro lugar, "trabalhar no plano político para que a ordem constitucional seja restabelecida" no Mali, onde a 22 de março uma junta militar tomou o poder ao Presidente Amadou Toumani.

"Há razões para pensar que a vertente política pode ser desbloqueada", disse o ministro francês, um dia depois de o líder golpista, o capitão Amadou Sanogo, ter anunciado o restabelecimento das instituições dissolvidas após o golpe de Estado e a "devolução" do poder aos civis.

Depois, disse Juppé, "há a questão militar", tendo em vista "que a ofensiva tuaregue parece dirigir-se para sul", a qual "merece uma concertação mais aprofundada, que cabe à CEDEAO decidir".

Lusa


quase um ano depois, aconteceu..
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Lightning

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #7 em: Janeiro 24, 2013, 12:16:19 am »
Citação de: "typhonman"
quase um ano depois, aconteceu..

É mais uma prova de que o que hoje é verdade, amanhã é mentira, o mundo está sempre a mudar, e muita coisa muda num ano.
É como aqueles politicos que dizem que não vão aumentar os impostos e depois acabam por aumentar.
 

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HSMW

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #8 em: Maio 24, 2013, 10:16:43 pm »
Citação de: "Lusitano89"
Escalada de violência entre sudaneses

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #9 em: Outubro 03, 2013, 06:03:09 pm »
EUA anunciam sanções contra o Ruanda por apoio ao recrutamento de crianças


Os Estados Unidos anunciaram esta quinta-feira sanções contra o Ruanda pelo caso de recrutamento de crianças como soldados ligados à rebelião do movimento M23 na República Democrática do Congo (RDC), que Kigali teria apoiado. «Anunciamos uma lei relativa à protecção das crianças-soldados. Vários países, incluindo o Ruanda, estão sujeitos a sanções nos termos desta lei», disse a nova secretária adjunta de Estado para a África, Linda Thomas-Greenfield.

A responsável máxima do Departamento de Estado para o continente africano não informou quando a lei foi aprovada e quais são as sanções previstas contra Kigali.

«O nosso objectivo é trabalhar com os países em causa para assegurar o fim de todo envolvimento nesses actos de crianças-soldados e no recrutamento de crianças como soldados. Esta questão está ligada ao M23 e continuaremos a conversar com o governo do Ruanda», disse Thomas-Greenfield.

Os rebeldes do M23 estão activos no leste da RDC. O grupo é composto principalmente por ex-rebeldes tutsis congoleses que ingressaram no exército da RDC, quando assinado o acordo de paz em 2009.

Rebelaram-se em Abril de 2012, alegando que o acordo não foi respeitado.

A ONU acusa o Ruanda e Uganda de apoiar o M23, o que é negado pelos dois países.

As negociações de paz avançam na capital do Uganda, Kampala.

Lusa
 

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borisdedante

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #10 em: Dezembro 06, 2013, 11:48:33 pm »
França inicia intervenção militar na República Centro-Africana

http://www.publico.pt/mundo/noticia/fra ... na-1615350
 

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #11 em: Dezembro 07, 2013, 12:45:02 am »
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Re: Conflitos em Africa
« Responder #12 em: Dezembro 07, 2013, 01:23:07 am »
E lá vai a França retomando a sua "mission civilisatrice" ...
 

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Re: Conflitos em Africa
« Responder #13 em: Dezembro 07, 2013, 05:22:11 pm »
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Re: Conflitos em Africa
« Responder #14 em: Dezembro 15, 2013, 04:35:28 pm »
 

 

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