Combate a fogos pela F.A.P.

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Charlie Jaguar

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #855 em: Março 19, 2019, 10:52:36 am »
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Força Aérea está a avaliar condições de operação dos Kamov
Chefe da Força Aérea diz que os helicópteros Kamov só serão aceites pelo ramo se estiverem em condições para operar.

Manuel Carlos Freire
18 Março 2019 — 20:13

A Força Aérea considera que os helicópteros russos Kamov são "um excelente" aparelho para combater fogos florestais, "mas têm de estar em boas condições de operação" para serem usados nessa missão, afirmou esta segunda-feira o general Joaquim Borrego. O chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) falava aos jornalistas no final da cerimónia de brevetamento dos oito novos alferes pilotos-aviadores do ramo, na base aérea de Sintra e onde a secretária de Estado da Defesa, Ana Pinto, realçou o papel que o ramo vai desempenhar já este ano em matéria de comando e gestão centralizados dos meios aéreos do Estado empregues no combate aos fogos."Está a ser feita a avaliação do estado dos Kamov e depois iremos ver" se há condições para a Força Aérea assumir a responsabilidade pela sua operação e manutenção, sublinhou o CEMFA, dizendo estar em curso a celebração de acordos e protocolos com diferentes entidades envolvidas na missão de combate aos fogos.

A secretária de Estado, na sua intervenção, destacou precisamente "a atitude de colaboração adotada pela Força Aérea na identificação de soluções" e em "coordenação operacional" com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC). Ana Pinto elogiou também a "formação exemplar e necessariamente exigente" dos pilotos-aviadores na Academia da Força Aérea, que desafiou a procurar novas "formas de recrutar e formar quadros de elevado valor" para servirem nas Forças Armadas."A qualidade superior de todos os quadros aqui formados, incluindo os seus pilotos-aviadores, é reconhecida internacionalmente e é demonstrativa da importância que a Força Aérea atribui a uma formação com os mais elevados padrões de exigência", afirmou Ana Pinto.

Policiamento ou patrulhamento?

A secretária de Estado destacou ainda o o contributo da Força Aérea - através dos caças F-16 - para a "missão de policiamento aéreo nos Bálticos", a última das quais no ano passado e nos Bálticos. Essa missão militar da NATO designa-se em inglês como "Baltic Air Policing", mas a sua tradução literal para português coloca os militares a fazer algo que estão constitucionalmente proibidos de fazer - além de que uma missão militar não é policial. Questionada sobre isso, a secretária de Estado da Defesa insistiu que "a missão da NATO é policiamento aéreo" e que "essa tradução é feita ao nível" do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) - que, no entanto e como a própria Força Aérea, opta atualmente por manter a designação em inglês (evitando escrever "patrulhamento aéreo").

Ter uma "asa tão grande" ao peito

Um dos oito novos alferes pilotos-aviadores da Força Aérea é Tiago Oliveira, natural de Vila Nova de Gaia e que disse sentir "muto orgulho em acabar o curso e ter esta asa tão grande ao peito" - que assinala a entrada naquele grupo de elite militar."É difícil ter estas asas" após um curso de seis anos e meio em que o último "foi o mais marcante e mais difícil", mas agora "o que queremos é continuar a voar, a ir para os céus", afirmou o militar no final da cerimónia. Tiago Oliveira, 24 anos, vai agora concretizar "o sonho desde criança" na esquadra de transporte dos C-295, sedeada na base do Montijo.

https://www.dn.pt/poder/interior/forca-aerea-esta-a-avaliar-condicoes-de-operacao-dos-kamov-10695346.html
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #856 em: Março 19, 2019, 06:17:37 pm »
AW119MKII ( FIRE ) attack helicopter.

As más ou boas línguas dizem que não vai ser empregue nos combates aos FF, mas quando os nossos iluminados descobrirem isto, vão a correr equipar a frota Koalitas/Koalões, com estes equipamentos, e colocar os oito pilotos maçaricos aos comandos. :mrgreen:



http://s412751056.initial-website.com/fire-attack/agustawestland-aw119/

Abraços
« Última modificação: Março 19, 2019, 06:24:02 pm por tenente »
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #857 em: Março 19, 2019, 10:52:15 pm »
Oh camarada tenente, confessa lá que querias escrever Koalhões mas faltou-te a coragem.  :mrgreen:
Everyone you will ever meet knows something that you don't.
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #858 em: Março 20, 2019, 07:16:56 am »
Oh camarada tenente, confessa lá que querias escrever Koalhões mas faltou-te a coragem.  :mrgreen:

Olha que é verdade sim senhor, nem me lembrei dessa, dos ditos Koalhões, está bem visto, Koalitas e Koalhões, vou gostar de saber que sensores trazem os Koalhões para custarem os 8.8 milhões/unidade, só mais do dobro que um Koalita, uma vez que na questão do armamento, este é adquirido a outras empresas, bem, assim como no caso dos NPO's.

Só espero que não aconteça como nos NPO, daqui a três meses faz um ano que o NRP Sines navega sem o Armamento principal, será que nos Koalhões também vai ser assim, os equipamentos/armamentos vão chegar ás michinhas ??

Abraços
« Última modificação: Março 20, 2019, 07:18:46 am por tenente »
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #859 em: Março 20, 2019, 07:43:37 pm »
Oh camarada tenente, confessa lá que querias escrever Koalhões mas faltou-te a coragem.  :mrgreen:

Olha que é verdade sim senhor, nem me lembrei dessa, dos ditos Koalhões, está bem visto, Koalitas e Koalhões, vou gostar de saber que sensores trazem os Koalhões para custarem os 8.8 milhões/unidade, só mais do dobro que um Koalita, uma vez que na questão do armamento, este é adquirido a outras empresas, bem, assim como no caso dos NPO's.

Só espero que não aconteça como nos NPO, daqui a três meses faz um ano que o NRP Sines navega sem o Armamento principal, será que nos Koalhões também vai ser assim, os equipamentos/armamentos vão chegar ás michinhas ??

Abraços

Esses 8.8M€ pode ser que sejam uns H145M com o desconto das contrapartidas.
Mas o mais provável é ser um valor já com a comissão da central de vendas da NATO e incluindo motores extra.
 

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Charlie Jaguar

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #860 em: Março 28, 2019, 08:52:53 pm »
Três anos volvidos a engenharia financeira continua a ser incapaz de suportar a compra de aviões pesados? ::)

https://expresso.pt/sociedade/2016-08-28-Portugal-recusou-50-milhoes-da-UE-para-compra-de-avioes#gs.2ut08m
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #861 em: Abril 02, 2019, 05:11:30 pm »
Três anos volvidos a engenharia financeira continua a ser incapaz de suportar a compra de aviões pesados? ::)

https://expresso.pt/sociedade/2016-08-28-Portugal-recusou-50-milhoes-da-UE-para-compra-de-avioes#gs.2ut08m

Segundo eles a manutenção é muito cara, assim aluga-se que ao fim de 2/3 anos já fica mais caro do que se fossem nossos.

Contudo ficamos a saber que foi o anterior governo, a fazer pressão para que se pudesse comprar os aviões com os fundos comunitário e que já estava a planear passar os meios aéreos para a FAP. Entretanto foi tudo cancelado e ficou como ficou.
 

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Charlie Jaguar

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #862 em: Abril 03, 2019, 03:15:09 pm »
O ano passado não era aceitável, mas este ano já é por se tratar da proposta mais barata? ::)

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Empresas investigadas por cartel ganham concurso de combate a fogos
Nuno Miguel Ropio
Hoje às 08:46

HeliBravo recruta hélis a empresas investigadas para garantir meios por quatro anos. Concorrência contesta concurso ganho com valor muito inferior ao previsto.

A empresa FAASA, investigada em Espanha e Portugal por concertação dos preços de meios aéreos de combates a fogos, e a Elitellina, a braços com idênticos problemas em Itália, vão fornecer a maioria dos 30 helicópteros que a portuguesa HeliBravo precisou de garantir para ganhar o concurso lançado pela Força Aérea.

A empresa nacional apresentou valores muito abaixo dos 66,256 milhões que o Estado estava disposto a pagar por sete de nove lotes de aeronaves, de acordo com o relatório do júri do concurso a que o JN acedeu. A empresa vai cobrar 35,5 milhões de euros, quase metade do que previa o concurso. Recorde-se que, no ano passado, o primeiro-ministro acusou as empresas de cartelização por terem pedido o dobro do valor nos concursos de meios aéreos para dois anos, pedindo uma investigação à PGR.

https://www.jn.pt/nacional/interior/empresas-investigadas-por-cartel-ganham-concurso-de-combate-a-fogos-10754898.html
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #863 em: Abril 03, 2019, 06:08:52 pm »
Solo voy a decir una cosa...mientras mas medios tenga el Estado portugues contra los fuegos, menos empresas privadas habrá "ganando dinero de los fuegos"

Eso conllevará a que haya menos fuegos...... :G-clever:

No acuso a ninguna empresa....pero si mi empresa vive de que haya fuegos.....habrá fuegos si o si, no se si me explico.

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #864 em: Abril 05, 2019, 10:08:01 pm »
E por acaso já há alguma decisão para a compra de canadairs CL215/415 ou até, melhor ainda os 415MP ??







Abraços
 

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asalves

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #865 em: Abril 06, 2019, 12:16:40 pm »
E por acaso já há alguma decisão para a compra de canadairs CL215/415 ou até, melhor ainda os 415MP ??







Abraços

A ultima coisa que ouvi:

Portugal recusou €50 milhões da UE para compra de aviões
https://expresso.pt/sociedade/2016-08-28-Portugal-recusou-50-milhoes-da-UE-para-compra-de-avioes
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #866 em: Abril 06, 2019, 02:43:41 pm »
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Portugal recusou €50 milhões da UE para compra de aviões
https://expresso.pt/sociedade/2016-08-28-Portugal-recusou-50-milhoes-da-UE-para-compra-de-avioes

Que comentários se pode fazer a uma noticia destas?, diga se que isto seria matéria de estudo. Um pais que anualmente gasta fortunas no aluguer deste tipo de aeronaves, tem necessidade constantemente de pedir ajuda externa de aeronaves pesadas de combate a incendios e que o seu dispositivo aereo de combate tem sempre uma quantidade de aeronaves deste tipo bastante reduzida, não se compreende uma decisão deste tipo, devemos ser dos poucos paises ao mundo em que é menos oneroso recorrer ao aluguer destas aeronaves do que possuir uma frota própria. Mas que mentes brilhantes.
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #867 em: Abril 06, 2019, 03:20:33 pm »
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Vencedor do concurso dos hélis deu falsas informações à Força Aérea
Nuno Miguel Ropio
Hoje às 09:48

HeliBravo omitiu à Força Aérea que precisa de subcontratar para garantir 30 aeronaves que o Estado quer. Explicações têm de chegar até segunda-feira.

A Força Aérea deu um prazo até segunda-feira à empresa que ficou em primeiro lugar no concurso internacional dos meios aéreos de combate a fogos para que esclareça diversas declarações alegadamente falsas detetadas na proposta que apresentou. A HeliBravo, que varreu toda a concorrência com os preços baixos que se diz disposta a fazer, terá omitido que não tem os 30 helicópteros que a Proteção Civil pretende para os próximos quatro anos e que terá de recorrer a subcontratações no estrangeiro.

De acordo com fonte ligada ao júri, presidido pelo major-general Paulo Guerra, na documentação entregue no concurso - que é organizado pela primeira vez pela Força Aérea Portuguesa (FAP) -, a empresa portuguesa assegurou ter todos os helicópteros ligeiros e médios de combate a fogos, quando só tem cinco, neste momento, e que estão já a ser usados num outro contrato com o Estado. Além disso, garantiu que não precisava de subcontratar outras empresas.

https://www.jn.pt/nacional/interior/vencedor-do-concurso-dos-helis-deu-falsas-informacoes-a-forca-aerea-10767648.html
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #868 em: Abril 19, 2019, 06:53:58 pm »
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Helicópteros para combater incêndios custam menos 20% do que o previsto
A HeliBravo vai fornecer ao Estado, por 52,9 milhões de euros, os 18 helicópteros ligeiros – um dos quais vai ficar na Madeira – e 12 médios.

Lusa
19 de abril de 2019 às 09:48

A Força Aérea Portuguesa deu por concluído o concurso dos 35 meios aéreos para combate aos fogos até 2022, noticia hoje o Jornal de Notícias, avançando que os helicópteros vão custar menos 20% do que o previsto. De acordo com o JN, as primeiras aeronaves começam a voar em 15 de maio e as restantes a 1 de junho."Pela primeira vez, o Estado vai pagar menos 20% pelos lotes de aeronaves que levou a concurso por 80,218 milhões de euros", escreve o JN.

O jornal diz que a Força Aérea desvalorizou acusações contra o vencedor do concurso, a HeliBravo, por parte de outros concorrentes, que acusaram a empresa de ter falseado declarações e de "esmagar as margens de lucro" do setor. De acordo com o diário, "foram desvalorizadas" as denúncias contra o vencedor, que apontavam o facto de "ter omitido que não possuía o número de aeronaves necessárias e que irá recorrer à subcontratação de duas empresas investigadas em Espanha e Itália por cartelização de preços – a Faasa e a Elitellina".

O jornal teve acesso a um relatório de 31 páginas, no qual o júri, presidido pelo major-general Paulo Guerra terá rebatido as alegadas graves irregularidades denunciadas por dois dos concorrentes, a multinacional Barbcock e a HTA. A HeliBravo vai fornecer ao Estado, por 52,9 milhões de euros, os 18 helicópteros ligeiros – um dos quais vai ficar na Madeira – e 12 médios.

Segundo as contas do JN, a HeliPortugal, que também foi alvo de contestação, fornecerá, por 4,4 milhões de euros, os quatro Kamov que já assegurou em 2018 e a portuguesa CCB estreia-se no setor com um contrato de 8,2 milhões de euros, para dois aviões anfíbios. A HeliBravo tem um contrato bianual de dez helicópteros, celebrado no ano passado, à semelhança da AgroMontiar, com quatro aviões, recorda-se no artigo, em que se assinala que faltam nove aeronaves para atingir o objetivo anunciado pelo governo de 61 aeronaves destinadas ao combate a incêndios este ano."Com o fim deste concurso, fica com 52, contando com os três hélis B3 do Estado entregues à HeliPortugal", lê-se no texto.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/helicopteros-para-combater-incendios-custam-menos-20-do-que-o-previsto
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #869 em: Abril 19, 2019, 07:18:11 pm »
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Helicópteros para combater incêndios custam menos 20% do que o previsto
A HeliBravo vai fornecer ao Estado, por 52,9 milhões de euros, os 18 helicópteros ligeiros – um dos quais vai ficar na Madeira – e 12 médios.

Lusa
19 de abril de 2019 às 09:48

A Força Aérea Portuguesa deu por concluído o concurso dos 35 meios aéreos para combate aos fogos até 2022, noticia hoje o Jornal de Notícias, avançando que os helicópteros vão custar menos 20% do que o previsto. De acordo com o JN, as primeiras aeronaves começam a voar em 15 de maio e as restantes a 1 de junho."Pela primeira vez, o Estado vai pagar menos 20% pelos lotes de aeronaves que levou a concurso por 80,218 milhões de euros", escreve o JN.

O jornal diz que a Força Aérea desvalorizou acusações contra o vencedor do concurso, a HeliBravo, por parte de outros concorrentes, que acusaram a empresa de ter falseado declarações e de "esmagar as margens de lucro" do setor. De acordo com o diário, "foram desvalorizadas" as denúncias contra o vencedor, que apontavam o facto de "ter omitido que não possuía o número de aeronaves necessárias e que irá recorrer à subcontratação de duas empresas investigadas em Espanha e Itália por cartelização de preços – a Faasa e a Elitellina".

O jornal teve acesso a um relatório de 31 páginas, no qual o júri, presidido pelo major-general Paulo Guerra terá rebatido as alegadas graves irregularidades denunciadas por dois dos concorrentes, a multinacional Barbcock e a HTA. A HeliBravo vai fornecer ao Estado, por 52,9 milhões de euros, os 18 helicópteros ligeiros – um dos quais vai ficar na Madeira – e 12 médios.

Segundo as contas do JN, a HeliPortugal, que também foi alvo de contestação, fornecerá, por 4,4 milhões de euros, os quatro Kamov que já assegurou em 2018 e a portuguesa CCB estreia-se no setor com um contrato de 8,2 milhões de euros, para dois aviões anfíbios. A HeliBravo tem um contrato bianual de dez helicópteros, celebrado no ano passado, à semelhança da AgroMontiar, com quatro aviões, recorda-se no artigo, em que se assinala que faltam nove aeronaves para atingir o objetivo anunciado pelo governo de 61 aeronaves destinadas ao combate a incêndios este ano."Com o fim deste concurso, fica com 52, contando com os três hélis B3 do Estado entregues à HeliPortugal", lê-se no texto.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/helicopteros-para-combater-incendios-custam-menos-20-do-que-o-previsto

uma pergunta de um gajo burro e ingénuo, com os 20% abaixo do concurso não haverá hipótese de usar essa verba para o estado comprar, pelo menos, um par de helis ligeiros, para aumentar a frota do Estado e ir aos poucos reduzindo os custos dos alugueres ???




Se o orçamentado rondava os 80 milhões e vamos pagar menos 16 milhões, esses 16 milhões davam para comprar qq coisita que voe, se fossem A119Kx só dava para comprar quatro, e grão a grão.

Abraços
« Última modificação: Abril 19, 2019, 07:23:30 pm por tenente »
 

 

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