Combate a fogos pela F.A.P.

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Igor

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #825 em: Novembro 06, 2018, 10:45:20 pm »
Infelizmente já estou a ver o final do filme, o Kamov acidentado em 2012 será dado para abate, os outros 2 Kamov que estão inoperacionais desde 2015 continuarão encostados pois a sua reparação é muito onerosa. Ficando somente os restantes 3 Kamov integrados no dispositivo de combate, pois cá em Portugal é preferivél alugar aeronaves ao invés de reparar as nossas, depois acontece como este ano contratos por ajuste directo de aeronaves iguais aos nossos Kamov, mas nada de ficar admirado pois estamos  em Portugal.
 

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tenente

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #826 em: Novembro 07, 2018, 01:38:39 pm »
Infelizmente já estou a ver o final do filme, o Kamov acidentado em 2012 será dado para abate, os outros 2 Kamov que estão inoperacionais desde 2015 continuarão encostados pois a sua reparação é muito onerosa. Ficando somente os restantes 3 Kamov integrados no dispositivo de combate, pois cá em Portugal é preferivél alugar aeronaves ao invés de reparar as nossas, depois acontece como este ano contratos por ajuste directo de aeronaves iguais aos nossos Kamov, mas nada de ficar admirado pois estamos  em Portugal.

E mesmo os três KA-32 que estão encostados não sei se voltarão a ser utilizados, resta saber os motivos que levaram a estes três  AOG's, se for muito oneroso coloca-los operacionais quase de certeza que não serão recuperados !!

Abraços
 

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Barlovento

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #827 em: Novembro 07, 2018, 01:59:17 pm »
Uma pergunta lateral, porém dentro do tópico: e a idade das 2 células CL-215, nomeadamente o EC-GBS e EC-HET? Sei que pelo menos o último destes dois CL-215-1A10, com o número de constructor 1034 (o EC-GBS tem o c/n 1052), foi fabricado em 1974(!).

Por acaso vi-os quando estive de férias uma semana no Gerês no final de Setembro a recolher água no Rio Cávado no combate a um incêndio em Vila Verde, e embora sendo do modelo mais antigo pareciam estar ali para as curvas. No entanto tendo sido construídos no início/meados da década de 70 e servido anteriormente na Força Aérea Espanhola, quanta mais vida útil restará naquelas células?  :-\




Parto do pressuposto de que ninguém está a ver os 2 aparelhos serem ao menos modernizados para a versão CL-215T...  ::)

El EC-HET tubo un pequeño accidente en 2014 al tocar con un ala la copa de un árbol.

https://cabezadeincendio.wordpress.com/2014/09/05/incidente-del-ec-het-en-portugal/
 

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Charlie Jaguar

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #828 em: Novembro 25, 2018, 04:40:23 pm »
Citar
Grandes aviões não são solução para combater fogos em Portugal
Presidente do Centro de Estudos e Intervenção em Proteção Civil critica opção

Manuel Carlos Freire
23 Novembro 2018 — 21:54

https://www.dn.pt/poder/interior/grandes-avioes-nao-sao-solucao-para-combater-fogos-em-portugal-10227168.html?fbclid=IwAR3uApQVClO-9Jzvry9WYdyfiD19_ACzWWt8Sa_Qpb3C0busOFodssJuabk
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #829 em: Novembro 25, 2018, 05:20:05 pm »
Que grande centro de estudos!!!
Há mais de um ano e dez páginas para trás neste tópico que isso já foi dito!!

http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10072.msg292803#msg292803

E mais inúmeras vezes durante 56 páginas...
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #830 em: Novembro 25, 2018, 05:26:04 pm »
Logo na 1ª página!!
O saudoso Chaimites em 04 de Julho de 2011!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10072.msg213705#msg213705

E agora passado 7 anos ainda andam a chegar a conclusões?!
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #831 em: Novembro 25, 2018, 07:25:39 pm »
Logo na 1ª página!!
O saudoso Chaimites em 04 de Julho de 2011!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10072.msg213705#msg213705

E agora passado 7 anos ainda andam a chegar a conclusões?!
País de inúteis...

Burros até dizer chega.
Especialistas de Merda, ainda não se aperceberam que as melhores aeronaves de asa fixa para os combates aos FF, já andam por cá há anos a operar, são é poucas........ Iluminados da treta, andam a tentar inventar o que já está inventado !!!

Abraços
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #832 em: Dezembro 17, 2018, 11:01:43 am »
Notícia no diário "Público" de ontem.  ::)

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Entrega de helicópteros do Estado à Força Aérea em Janeiro em risco
Auditorias aos helicópteros do Estado ainda não foram realizadas e concurso para aluguer de meios em falta ainda não foi lançado. Defesa espera ter processo de aquisição de meios próprios concluído até 2023.

LILIANA VALENTE 16 de Dezembro de 2018, 9:19

A gestão das aeronaves de combate a incêndios é uma das pastas que tem provocado mais dores de cabeça ao Governo e que este ano ameaça de novo ser uma tarefa complicada. O ano passado por esta altura, era lançado o concurso internacional para aluguer de helicópteros e aviões, num prazo que se revelou impossível de cumprir. Este ano ainda não se sabe quando será lançado. A pasta passou tarde para a Força Aérea tornando a tarefa ainda mais difícil. Alêm disso, os militares passarão a gerir os meios próprios do Estado a partir de Janeiro, mas para isso acontecer os helicópteros têm de ser alvo de auditorias, o que ainda não aconteceu.

Só a 25 de Outubro é que foi criado o grupo para a reforma do modelo de gestão dos meios aéreos e que define como será a transição da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) para a Força Aérea. Desde então que oito elementos dos ministérios da Defesa Nacional e da Administração Interna têm trabalhado para resolver os vários problemas, a começar pelos meios para 2019. Um “processo longo e complexo”, responde fonte do Ministério da Defesa. Para já, a ANPC ainda não formalizou quais os meios exactos que prevê para o verão do próximo ano e 2020, mas “não se perspectivam grandes alterações, com a excepção de que os contratos, quer os relativos aos meios aéreos próprios atuais quer aos locados, passarão a ser geridos pela Força Aérea”, diz a mesma fonte da Defesa.

Para 2019, a ANPC só tem assegurados 22 meios - os que estão ao abrigo de contratos plurianuais que começaram este ano – dos 59 previstos (50 alugadas e nove do Estado), faltando-lhe mais de metade do dispositivo. É aqui que começam os problemas. A prioridade nos trabalhos do grupo criado “é continuar a efectuar os procedimentos que garantam os meios aéreos definidos para o DECIR de cada ano”. Para o fazer, o Estado tem de lançar um concurso internacional para pelo menos 28 aeronaves, que este ano foram contratadas por ajuste directo depois de os concursos, envoltos em polémica, terem falhado, porque as poucas empresas do mercado apresentaram valores acima do pedido. É este concurso internacional que ainda não saiu. Mas além destes, os problemas também se assomam na gestão dos meios próprios. A Força Aérea passará a gerir os três helicópteros Ecureil B3 e os seis Kamov.

No Conselho de Ministros desta quinta-feira foi dado o primeiro passo para este processo. Foi aprovada “a aquisição, pela Força Aérea, dos serviços relativos à operação, gestão da aeronavegabilidade permanente e manutenção dos helicópteros ligeiros Ecureuil AS350B3, durante os anos de 2019 a 2022”. Na prática, esta é a autorização de despesa necessária para que a Força Aérea lance o concurso para a gestão e operação destes três helicópteros ligeiros. O resultado deste concurso não sairá a tempo do termo do contrato, que termina no final deste ano, tendo de ser encontrada uma solução até que haja novo contrato.

Mas o maior calcanhar de Aquiles chama-se Kamov. Parados desde o início do ano, dificilmente os helicópteros pesados serão aceites pela Força Aérea se não for resolvido o problema identificado pela Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC), que levou a que a frota ficasse impedida de voar. A ANAC exigia à empresa que geria estes helicópteros, a Everjets, a substituição de uma peça vital, que já tinha ultrapassado o prazo de vida, o contrato foi rasgado e o braço de ferro corre em tribunal arbitral. Para que a Força Aérea receba os Kamov (e os três ligeiros), ficou definido que primeiro tem de haver uma auditoria a avaliar o seu estado, aceitando os militares receber os meios do Estado e os contratos, mas limpos de problemas judiciais ou outros. Ora os Kamov têm vários problemas, a começar pela peça em falta, e outros que possam ser encontrados nas auditorias que ainda não aconteceram.

Sem estes seis helicópteros pesados, o Estado deverá voltar a optar por mais um ajuste directo para os substituir, como fez em 2018, uma vez que apesar de estar em curso uma mudança de paradigma, com a vontade de ter cada vez mais meios próprios reduzindo a dependência de privados, esse processo só tem previsão de estar concluído em 2023. Depois de resolver os problemas de imediato, a Defesa e a Força Aérea preparam, numa segunda fase, “o reforço dos meios aéreos próprios do Estado, mas também a formação de pessoal e a adaptação de infraestruturas para o efeito”. Processo também ele longo, que se estima que tenha “modelo concluído em 2023”, responde fonte do Governo.

https://www.publico.pt/2018/12/16/politica/noticia/atrasos-dificultam-entrega-helicopteros-estado-forca-aerea-janeiro-1854785
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #833 em: Dezembro 23, 2018, 01:05:10 pm »
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The New Canadair 515 by Viking


Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #834 em: Janeiro 10, 2019, 02:34:18 pm »
A Força Aérea está autorizada a realizar um concurso público de quase 12 milhões de euros para a "operação, gestão da aeronavegabilidade permanente e manutenção" dos três helicópteros ligeiros do Estado de combate a incêndios entre 2019 e 2022. A resolução do Conselho de Ministros que autoriza a Força Aérea a realizar despesa com a aquisição dos serviços relativos à operação, gestão da aeronavegabilidade permanente e manutenção da frota de helicópteros ligeiros próprios do Estado Ecureuil B3 foi publicada nesta quarta-feira em Diário da República.

https://expresso.sapo.pt/sociedade/2019-01-09-Incendios.-Forca-Aerea-autorizada-a-lancar-concurso-de-quase-12-milhoes-para-helicopteros-ligeiros?fbclid=IwAR0TJiLTbCMcseNKH2heRkKjgOZO_9DhR5EgCaWfJ38-GHmTU-qVcECSHZQ#
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #835 em: Janeiro 10, 2019, 03:50:10 pm »
A Força Aérea está autorizada a realizar um concurso público de quase 12 milhões de euros para a "operação, gestão da aeronavegabilidade permanente e manutenção" dos três helicópteros ligeiros do Estado de combate a incêndios entre 2019 e 2022. A resolução do Conselho de Ministros que autoriza a Força Aérea a realizar despesa com a aquisição dos serviços relativos à operação, gestão da aeronavegabilidade permanente e manutenção da frota de helicópteros ligeiros próprios do Estado Ecureuil B3 foi publicada nesta quarta-feira em Diário da República.

https://expresso.sapo.pt/sociedade/2019-01-09-Incendios.-Forca-Aerea-autorizada-a-lancar-concurso-de-quase-12-milhoes-para-helicopteros-ligeiros?fbclid=IwAR0TJiLTbCMcseNKH2heRkKjgOZO_9DhR5EgCaWfJ38-GHmTU-qVcECSHZQ#

ou seja um milhão/ano/heli, e/ou 83000€/mês/heli, quase 3000€/dia/heli, muito bom !!

Abraços
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #836 em: Janeiro 10, 2019, 07:05:12 pm »
Força Aérea vai utilizar drones na prevenção e combate a incêndios


A Força Aérea vai utilizar veículos aéreos não tripuláveis (‘drones’) na prevenção e combate aos incêndios rurais, segundo uma resolução que autoriza despesa com o aluguer de meios aéreos, publicada esta quinta-feira em Diário da República.

Segundo a resolução, a Força Aérea está autorizada a realizar despesa até 650 mil euros (mais IVA) com a aquisição de bens e serviços para “o acompanhamento permanente e fiscalização” da execução dos vários contratos relacionados com o aluguer de meios aéreos e para iniciar a edificação das capacidades associadas a este novo modelo no âmbito da prevenção e combate aos incêndios rurais, incluindo a utilização de ‘drones’.

O documento permite também à Força Aérea lançar um concurso público para o aluguer de até 35 meios aéreos adicionais de combate a incêndios florestais, sendo o valor previsto para este ano de cerca de 51 milhões de euros.

Os meios aéreos a contratar pertencem às tipologias de helicópteros ligeiros, médios e pesados, aviões anfíbios médios e helicópteros de reconhecimento e coordenação, incluindo um helicóptero para a Região Autónoma da Madeira.

“A locação destes meios aéreos adicionais corresponde na íntegra à proposta do DECIR [Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais] para 2019, apresentada pela ANPC [Autoridade Nacional de Proteção Civil], dando-se assim resposta plena ao levantamento das necessidades efetuado”, refere o documento, precisando que este concurso público é feito para os anos de 2019 a 2021 no valor de cerca de 82,5 milhões, a que acresce IVA.

A resolução autoriza o recurso a ajuste direto devido ao “relevante interesse público que se procura assegurar com os serviços a adquirir e os meios aéreos a locar e por forma a prevenir a eventual situação em que o procedimento, ou algum dos seus lotes, possa ficar deserto ou as propostas apresentadas sejam excluídas”.

A estes 35 meios aéreos juntam-se outros 22, cujos contratos de aluguer foram feitos em 2018 pela ANPC e que se prolongam até este ano, designadamente oito aviões médios anfíbios, dois aviões pesados anfíbios, dois aviões de coordenação e 10 helicópteros ligeiros.

A Força Aérea assumiu a 1 de janeiro a posição contratual da ANPC, sendo que a resolução hoje publicada permite a realização de despesa até 26,3 milhões de euros (mais IVA) para o pagamento previsto na execução destes contratos.

“Verificando-se a impossibilidade de, no imediato, a Força Aérea edificar e sustentar uma capacidade própria para assegurar a totalidade das missões no âmbito do DECIR, impõe-se que este ramo das Forças Armadas contrate a disponibilização e locação dos referidos meios aéreos prontos a operar, incluindo assim a sua operação nos anos mais próximos, à semelhança do que no passado foi contratado pela ANPC”, justifica o Governo.

A resolução ressalva que a contratação dos 35 meios aéreos “será posteriormente ajustada em função do reforço e disponibilidade dos meios aéreos próprios do Estado para o DECIR”.

Na quarta-feira, foi também publicado em Diário da República a resolução que autoriza a Força Aérea a realizar um concurso público de quase 12 milhões de euros para a “operação, gestão da aeronavegabilidade permanente e manutenção” dos três helicópteros ligeiros do Estado entre 2019 e 2022.

A frota do Estado é ainda composta por seis helicópteros pesados Kamov, mas estão todos parados.

O ministro da Administração Interna já anunciou que o dispositivo de combate a incêndios vai contar este ano com 61 meios aéreos, mais cinco do que em 2018.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/forca-aerea-vai-utilizar-drones-na-prevencao-e-combate-a-incendios
« Última modificação: Janeiro 10, 2019, 07:08:08 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #837 em: Janeiro 14, 2019, 11:32:23 am »
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INCÊNDIOS
Força Aérea autorizada a pagar 122 milhões para meios aéreos de combate a fogos
Conselho de Ministros aprovou utilização de 94 milhões de euros para os vários concursos de locação e para pagamentos dos existentes. Ainda não há solução à vista para os três Kamov na posse do Estado.

LILIANA VALENTE 13 de Janeiro de 2019, 7:50

A Força Aérea já está autorizada a lançar os concursos para locação de meios aéreos para combate a fogos e para pagar os que já actuaram no ano passado. No bolo total há cerca de 110 milhões de euros disponíveis todos os meios locados entre 2018 e 2022. Um valor a que acrescem 11,8 milhões para o concurso de gestão dos três helicópteros ligeiros do Estado, entre 2019 e 2022, o que perfaz um total de cerca de 121,8 milhões. Os dados constam de duas resoluções do Conselho de Ministros que foram publicadas na última semana em Diário da República, autorizando a Força Aérea a assumir despesa com os vários concursos que tem de lançar para ter meios aéreos para combate aos incêndios nos próximos anos. O concurso internacional ainda não foi lançado, mas deverá sê-lo em breve. Faltava esta primeira burocracia para que os militares pudessem agora lançar os concursos.

Meios alugados

De acordo com o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, este ano, a Autoridade Nacional de Protecção Civil terá ao dispor 61 meios aéreos para o combate a incêndios, entre meios de combate e de coordenação, mas até à data só tem disponíveis os 22 aviões e helicópteros que foram contratados através do concurso plurianual lançado o ano passado. Faltam os restantes. Para pagar os 22 meios que estão já contratualizados – oito aviões médios anfíbios Fireboss, dois aviões pesados anfíbios Canadair, dois aviões de coordenação e dez helicópteros ligeiros para 2018 e 2019 –​, a Força Aérea está autorizada a fazer despesa de 26,3 milhões de euros, a que acresce a taxa de IVA, de acordo com a resolução do Conselho de Ministros. Isto porque na sequência dos incêndios de 2017, o Governo decidiu que passaria a ser a Força Aérea a gerir os contratos de todos os meios aéreos próprios do Estado e locados. Este valor será dividido pelos três anos de contrato, "tendo despesa prevista até 2020".

Agora, além destes, a Força Aérea poderá lançar os concursos para o aluguer de 35 novos meios adicionais, pedidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil para comporem o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) dos próximos anos. Assim, a Força Aérea vai tentar contratar "helicópteros ligeiros, médios e pesados, aviões anfíbios médios e helicópteros de reconhecimento e coordenação, incluindo um helicóptero para a Região Autónoma da Madeira". Para poder lançar este concurso, está autorizada a gastar até um máximo de 82,5 milhões de euros, 51,3 dos quais já este ano.

Tendo em conta as dificuldades do ano passado, quando o concurso lançado em Dezembro acabou por falhar por duas vezes e o Governo teve de recorrer a ajustes directos, desta vez a resolução admite já essa possibilidade de contratualização, tendo em conta o "relevante interesse público". Diz a resolução que é preciso "prevenir a eventual situação em que o procedimento, ou algum dos seus lotes, possa ficar deserto ou as propostas apresentadas sejam excluídas" e por isso "fica igualmente autorizado o recurso ao procedimento de ajuste directo". Ao PÚBLICO, a ANPC dizia a semana passada que, para já, não é necessário esse tipo de procedimento. Na sequência de uma destas resoluções publicadas em Diário da República ficou a saber-se também que a Força Aérea vai utilizar veículos aéreos não tripuláveis – drones – na prevenção e combate aos incêndios. O diploma autoriza a realização de despesa até 650 mil euros mais IVA para este fim.

https://www.publico.pt/2019/01/13/politica/noticia/forca-aerea-autorizada-pagar-111-milhoes-euros-meios-aereos-combate-fogos-1857504
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #838 em: Janeiro 16, 2019, 04:04:42 pm »
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Governo quer adquirir meios aéreos próprios do Estado para combater os incêndios até 2023
O ministro disse que esses meios próprios ainda "não existirão no verão de 2019".
Por Lusa|15.01.19

O ministro da Administração Interna revelou esta terça-feira no parlamento que está a ser definida a aquisição até 2023 de mais meios aéreos próprios do Estado de combate a incêndios florestais. "O grupo de acompanhamento que envolve a Autoridade Nacional de Proteção Civil e a Força Aérea está a definir a necessidade de gradualmente, num horizonte até 2023, reforçar a componente dos meios próprios do Estado para aquisição", disse Eduardo Cabrita aos deputados da Comissão de Agricultura e Mar, numa audição pedida pelo PCP.

O ministro adiantou que esses meios próprios "não existirão ainda no verão de 2019". Para este ano, em que a gestão e o comando dos meios aéreos de combate a incêndios é feita pela Força Aérea, o dispositivo vai contar com 61 aparelhos, mais cinco do que em 2018. Vinte e dois meios aéreos estão contratados desde 2018 por dois anos e 35 estão a ser agora objeto de concurso público. Atualmente fazem parte da frota do Estado três helicópteros ligeiros, cujo concurso público para gestão e manutenção foi publicado na semana passada em Diário da República, e seis helicópteros Kamov, que estão todos inoperacionais. Aos deputados, o ministro disse ainda que, neste momento, estão ao serviço da Proteção Civil 14 meios aéreos. "Temos neste momento mais meios aéreos que alguma vez tivemos em janeiro. Temos 14 meios aéreos a operar, que são bem suficientes para janeiro. Teremos já em março, mais de duas dezenas de meios aéreos", sustentou Eduardo Cabrita.

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/incendios-governo-quer-adquirir-meios-aereos-proprios-do-estado-ate-2023
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