Sector Aeroportuario/Aeronautica

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #195 em: Maio 10, 2019, 08:46:33 pm »
Alguém sabe o que este avião anda a fazer, está a calibrar o quê?




VOR07 https://fr24.com/VOR07/2075ef76

A pista que não vai ser utilizada no futuro, se acontecer, aeroporto do Montijo, a 08/26 !

Abraços
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #196 em: Maio 13, 2019, 10:06:34 pm »
Inacreditável, é o que eu digo !!

“É uma grande honra para o aeroporto de Lisboa receber esta distinção. Lisboa é uma cidade extraordinária que cresceu de forma exponencial nos últimos anos, e o aeroporto vem correspondendo às expectativas das companhias aéreas e passageiros, enfrentando de forma positiva os enormes desafios decorrentes de um rápido crescimento. Quero salientar o empenho da equipa do Aeroporto de Lisboa, que se dedica, diariamente, e com excelência, pelo que este prémio significa muito para o reconhecimento do esforço desta equipa e também para as restantes equipas da ANA Aeroportos de Portugal – VINCI Airports.”, referiu Thierry Ligonnière,

https://www.noticiasaominuto.com/economia/1247282/e-o-aeroporto-do-ano-e-o-aeroporto-humberto-delgado

Abraços

E esta hein ????
Afinal quem tem razão ????

http://www.msn.com/pt-pt/noticias/sociedade/pior-aeroporto-do-mundo-%c3%a9-portugu%c3%aas/vi-AABiW6X?ocid=UE12DHP

Abraços
 

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #197 em: Maio 17, 2019, 07:02:32 pm »
É urgente acordar com militares aumento de capacidade do aeroporto de Lisboa, diz easyJet


A companhia de aviação easyJet defendeu hoje a urgência de fechar um acordo até setembro com os militares relativamente à libertação de espaço aéreo para aumentar a capacidade do aeroporto de Lisboa já no verão de 2020.

Em declarações à agência Lusa, o diretor da easyJet para Portugal recordou que há já dois verões consecutivos (2018 e 2019) que a companhia regista um “crescimento zero” no aeroporto Humberto Delgado, devido aos constrangimentos de capacidade daquela infraestrutura, e avisou que há uma pressão crescente de destinos turísticos do leste do Mediterrâneo, para os quais Portugal arrisca perder terreno.

“Se não houver uma declaração de crescimento de capacidade para a Portela [até ao prazo limite de 05 de setembro], o verão de 2020 vai ser o nosso terceiro verão consecutivo com crescimento zero. A economia portuguesa não se pode dar a este luxo, especialmente quando estamos a começar já a sentir uma pressão de retoma no leste do Mediterrâneo. Vamos estar a perder oportunidades que já não vão voltar e isto será muito mau para a economia portuguesa”, sustentou José Lopes.

De acordo com o responsável, “as obras de saídas rápidas da pista e de melhoria da operacionalidade no terreno são bem vindas, mas não chegam”, impondo-se que “seja fechado de uma vez por todas o acordo entre Governo, militares e controladores de tráfego aéreo (NAV) para que exista libertação também de espaço superior”.

“É que podemos estar a aumentar capacidade operativa na pista, mas se depois não tivermos mais espaço superior não vamos ter mais espaço para operar e, portanto, não servirá de nada”, avisou.

Em causa estão as várias bases militares – Alverca, Montijo, Sintra e Alcochete – existentes em torno do aeroporto da Portela, que limitam os fluxos de tráfego civil.

Segundo José Lopes, o acordo com os militares tem que ser fechado até setembro, já que até dia 05 desse mês tem de ser efetuada a declaração de capacidade dos aeroportos, de forma a fechar o próximo verão: “É urgente que os ‘stakeholders’ [partes envolvidas] apressem as suas decisões e os seus acordos e que sejam implementadas medidas para que seja possível haver mais ‘slots’ já para o verão de 2020 e isso tem de ser feito antes do início de setembro, senão já não vamos a tempo”, reiterou.

Relativamente ao aeroporto do Montijo, com a transformação da atual base aérea para criação de um novo aeroporto complementar de Lisboa, José Lopes adverte que, se vier a ser aprovado o estudo de impacto ambiental, o projeto só será uma realidade em 2023.

“E até 2023 eu quero crescer em Portugal e no [aeroporto] Humberto Delgado. A economia portuguesa não pode estar à espera até 2023 para crescer, seria dramático para o nosso país”, sustentou, salientando que “até lá tem que se continuar a apostar na Portela”.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/e-urgente-acordar-com-militares-aumento-de-capacidade-do-aeroporto-de-lisboa-diz-easyjet
 

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #198 em: Maio 17, 2019, 07:51:00 pm »
Organismo de investigação de acidentes alerta para riscos na operação de pista do Aeroporto de Lisboa


O organismo que investiga acidentes alerta as companhias aéreas e as entidades aeronáuticas para os riscos das descolagens com potência reduzida na principal pista do Aeroporto de Lisboa, podendo ter "graves consequências" em caso de avaria de motor.

A “preocupação” é manifestada numa nota informativa do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF), a que a agência Lusa teve hoje acesso, sobre um “incidente grave” com um A320 da easyJet, que, na noite de 24 de abril, descolou da pista 21 (na direção da Segunda Circular — sentido Norte-Sul), abaixo da altitude estipulada.

O GPIAAF delegou a investigação na sua congénere do Reino Unido (AAIB), por esta ter muito trabalho desenvolvido naquele tipo de incidentes, e por ter recentemente emitido diversas recomendações sobre o assunto, mas com base na informação que recolheu numa fase preliminar, desde já alerta a ANA — Aeroportos de Portugal, gestora do aeroporto, e a Autoridade Nacional da Aviação Civil para avaliarem se existe a necessidade de o risco na operação da pista 21 ser reavaliado.

“Dada a crescente tendência do número de relatos de descolagens marginais e os estudos atualmente disponíveis sobre esta matéria, a Autoridade Nacional de Aviação Civil e a direção do Aeroporto de Lisboa poderão, enquanto as recomendações já emitidas pelo AAIB às autoridades internacionais não são implementadas, considerar avaliar se existe a necessidade de revisão da avaliação de riscos para a operação da pista 21″, frisa o GPIAAF.

Aos operadores aéreos (companhias aéreas), este organismo destaca a “extensa preocupação da indústria em relação aos procedimentos de descolagem com potência reduzida”.

Nesse sentido, o GPIAAF “considera apropriado manifestar a sua preocupação formalmente aos operadores aéreos do Aeroporto Humberto Delgado, bem como às entidades aeronáuticas nacionais relevantes, para os riscos envolvidos na operação de descolagem com potência reduzida na pista 21″.

No incidente em causa, a descolagem estava inicialmente planeada para acontecer na pista 21 do ponto de intersecção TWY U5 com 2.410 metros disponíveis, mas “por razões ainda a serem determinadas”, a tripulação reprogramou o computador de voo para a totalidade da extensão da pista, com os seus 3.805 metros de comprimento.

Esta seleção, segundo o GPIAAF, “foi realizada sem cruzar os dados das cartas” com a nova distância de pista programada para descolagem, tendo o A320, com 181 pessoas a bordo, descolado do Aeroporto de Lisboa, com destino a Londres, usando o TWY U5, conforme inicialmente previsto, embora com os dados introduzidos referentes à pista completa.

“Apesar da ausência de obstáculos na zona de subida da pista 21, a natureza do espaço envolvente, com a conhecida densidade urbana no rumo da descolagem, é uma preocupação séria no caso da falha de motor em momento crítico durante a descolagem com potência reduzida, podendo ter graves consequências”, sublinham os investigadores do GPIAAF.

O piloto estava na função de comandante há poucos meses e este era o seu segundo voo no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. Ainda assim, “declarou ter percecionado que a corrida de descolagem foi mais longa do que esperava, no entanto, sem selecionar a potência máxima de descolagem e borrego”.

A redução de potência dos motores à descolagem abaixo do valor máximo possível é projetada para minimizar a temperatura na turbina do motor e, consequentemente, o desgaste do motor.

Esta redução de potência “não pode nunca comprometer os parâmetros de performance de certificação da aeronave para operar em determinado aeroporto”, sublinha a nota informativa.

O GPIAAF confirmou à Lusa que, apesar de ter a perceção de que nem todas estas ocorrências são reportadas, incidentes deste tipo já aconteceram mais vezes no Aeroporto de Lisboa, o último dos quais em 7 de maio, posterior àquele a que a nota informativa se refere.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/organismo-de-investigacao-de-acidentes-alerta-para-riscos-na-operacao-de-pista-do-aeroporto-de-lisboa

 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #199 em: Maio 24, 2019, 05:47:21 pm »
Uma vez mais o sr Costa mente com quantos dentes tem na boca !!!!!

.......A ANA e o Estado assinaram em 08 de janeiro o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, com um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 para aumentar o atual aeroporto de Lisboa (Humberto Delgado) e transformar a base aérea do Montijo no novo aeroporto de Lisboa.

Em 11 de janeiro, António Costa admitiu que "não há plano B" para a construção de um novo aeroporto complementar de Lisboa caso o EIA chumbe a localização no Montijo e voltou a garantir que "não haverá aeroporto no Montijo" se o Estudo de Impacto Ambiental não o permitir.


https://www.noticiasaominuto.com/pais/1258613/reorganizacao-do-espaco-aereo-de-lisboa-preve-transferencia-de-esquadras

Mesmo que o EIA chumbe a dita localização, a construção do dito apeadeiro do Montijo, vai para a frente.
Mas há alguém que tenha dúvidas ????

Abraços
« Última modificação: Maio 24, 2019, 05:48:09 pm por tenente »
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #200 em: Maio 30, 2019, 06:41:51 pm »
ANAC quer trabalho em "uníssono" para obra avançar rapidamente

O presidente da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), Luís Miguel Ribeiro, manifestou-se hoje a favor da construção do novo aeroporto no Montijo, apelando às entidades envolvidas que trabalhem em "uníssono" para que o projeto seja "rapidamente" implementado.

 ANAC quer trabalho em "uníssono" para obra avançar rapidamente 

"A minha expectativa é de receber toda a documentação para poder certificar o novo aeroporto o mais depressa possível, é esse o meu papel mas, acima de tudo, aquilo que nós esperamos é que todo o sistema se movimente de forma articulada para que este projeto seja possível", disse o presidente do Conselho de Administração da ANAC.

Para Luís Miguel Ribeiro, que falava no painel "Powering human capital- contributo das organizações no desenvolvimento económico do país", inserido na cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que está a decorrer no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor (Portalegre), os 'players' deste projeto têm que trabalhar em uníssono para que a obra se concretize.

"Não é só construir a pista, não é só colocar lá os instrumentos, não é só formar e reconfigurar todo o espaço aéreo, é também a colaboração militar, é também a colaboração da ANA, são as obras no aeroporto da Portela. Há todo um conjunto de 'players' que têm de se mover em uníssono para que este projeto funcione e seja implementado rapidamente", disse.

Também no mesmo painel, Isabel Heitor da ANA - Aeroportos de Portugal afirmou que o aeroporto do Montijo vai ser "um aeroporto da nova geração", sublinhando que a empresa mantém uma "preocupação redobrada" para com as questões ambientais.

"É um aeroporto, mais um, que vai contribuir para o desenvolvimento económico e social, vai contribuir para que nós tenhamos mais rotas, das pessoas estarem mais conectadas que é uma coisa tão importante", acrescentou.

O presidente da OGMA- Industria Aeronáutica de Portugal, Marco Tulio Pellegrini, defendeu que o país "não pode perder o momento de crescer", defendendo também a construção do novo aeroporto no Montijo.

"O crescimento da economia é fundamental para novos postos de trabalho, não existe coisa mais importante para uma sociedade do que a geração de emprego e neste momento Portugal tem-se posicionado bastante bem do ponto de vista da segurança, clima, gastronomia, tem tudo ponto para receber mais turistas e desenvolver a economia", disse.

Segundo o responsável não pode existir "uma restrição" aérea ou aeroportuária que bloqueie o crescimento, pelo que as autoridades precisam de avançar, se não "vai bloquear uma oportunidade em Portugal" e quem vai "pagar o preço é toda a sociedade".

Arlindo Duarte, representante Embraer Portugal e com duas fábricas em Évora, também defendeu a construção do novo aeroporto, desejando "que se encontre um bom equilíbrio entre todos os interesses" e que "se avance" com a obra.

A ANA e o Estado assinaram em 8 de janeiro o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, com um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 para aumentar o atual aeroporto de Lisboa (Humberto Delgado) e transformar a base aérea do Montijo no novo aeroporto de Lisboa.

Em 11 de janeiro, António Costa admitiu que "não há plano B" para a construção de um novo aeroporto complementar de Lisboa caso o EIA chumbe a localização no Montijo e voltou a garantir que "não haverá aeroporto no Montijo" se o Estudo de Impacto Ambiental não o permitir.

https://www.noticiasaominuto.com/economia/1262675/anac-quer-trabalho-em-unissono-para-obra-avancar-rapidamente

PS : pergunto eu, se já praticamente todos os envolvidos querem que o projecto do apeadeiro Montijo, avance e a todo o vapor, então para que serve, e porque esperamos, pelo EIA ????

Abraços
« Última modificação: Maio 30, 2019, 07:37:49 pm por tenente »
 

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #201 em: Junho 01, 2019, 03:20:52 pm »
Companhias aéreas dizem que Montijo "não é a escolha desejável"


O diretor executivo da Associação Representativa das Companhias Aéreas em Portugal (RENA), António Portugal, considerou este sábado que a decisão de construir um novo aeroporto no Montijo "não é a desejável" para o setor.


Olhamos para o Montijo como uma solução menos má, não é a desejável, para nós o que seria desejável seria naturalmente a criação de um novo aeroporto" de raiz, disse.

António Portugal falava no decorrer de um painel subordinado ao tema "O Novo Aeroporto de Lisboa", inserido no terceiro dia da cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que decorre no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre.

Questionado sobre a localização que consideraria ideal para a construção de um novo aeroporto, António Portugal escusou-se a apontar um espaço em concreto.

"O Montijo tem uma capacidade de crescimento limitada, diria que dentro de 10, 15 anos, vamos estar a ter novamente a mesma conversa, para onde é que iremos daqui a um tempo", disse.

Defensor da construção de um novo aeroporto de raiz, o diretor executivo da RENA manifestou-se também preocupado com as questões relacionadas com o financiamento de um novo aeroporto no Montijo.

"A nossa grande preocupação é que a solução do Montijo seja financiada à custa dos utilizadores atuais do aeroporto Humberto Delgado (Lisboa), que não nos parece que seja algo curial", afirmou.

Também presente no painel, o secretário-geral da Associação Portuguesa de Transporte e Trabalho Aéreo (APTTA), Rogério Pinheiro, considerou que faz parte de uma solução "temporária" a construção de um novo aeroporto no Montijo.

"Esta realidade é incontornável, perante o alargamento da discussão, chegamos a uma situação de tal emergência que qualquer coisa serve. E este qualquer coisa era uma coisa que já estava semifeita, que é a Base Aérea do Montijo, e que tem os menores custos de adaptação", disse.

O presidente da Associação dos Pilotos Portugueses de Linha Aérea (APPLA), Miguel Silveira, igualmente defensor da construção de um novo aeroporto, como os restantes oradores do painel, considerou que a decisão de construir a infraestrutura no Montijo faz parte de uma solução, "com algum favor", a "médio prazo".

Em meados de abril, a ANA -- Aeroportos de Portugal anunciou estar concluído o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do aeroporto do Montijo, mas as conclusões não são ainda conhecidas, nem pelos ambientalistas nem pelos deputados.

A ANA e o Estado assinaram em 08 de janeiro o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, com um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 para aumentar o atual aeroporto de Lisboa (Humberto Delgado) e transformar a base aérea do Montijo no novo aeroporto de Lisboa.

Em 04 de janeiro, o então ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, assegurou que vão ser integralmente cumpridas eventuais medidas de mitigação definidas no estudo de impacto ambiental.

O primeiro-ministro, António Costa, por seu turno, afirmou que apenas aguarda o EIA para a escolha da localização do novo aeroporto ser "irreversível".

Em 11 de janeiro, António Costa admitiu que "não há plano B" para a construção de um novo aeroporto complementar de Lisboa caso o EIA chumbe a localização no Montijo e voltou a garantir que "não haverá aeroporto no Montijo" se o EIA não o permitir.


 :arrow:  https://www.dn.pt/pais/interior/escolha-de-aeroporto-no-motijo-nao-e-a-desejavel---companhias-areas--10966921.html?fbclid=IwAR0JO3hzU3tWAB4unoZuZHwOZ_CtrX6Hn6tavK0yQGP-TB1FcyodlTLtRDY
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #202 em: Junho 08, 2019, 06:19:38 am »

APA pede esclarecimentos adicionais à ANA sobre aeroporto do Montijo

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) pediu esclarecimentos adicionais à ANA -- Aeroportos de Portugal no âmbito do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do aeroporto do Montijo, tendo a gestora aeroportuária assegurado que vai responder dentro de um mês.

"A ANA Aeroportos de Portugal informa que a APA, no âmbito do procedimento habitual de tomada de decisão para a declaração de conformidade do Estudo de Impacte Ambiental (EIA), fez chegar um pedido de esclarecimentos adicionais. Estas questões vão ser respondidas dentro de um mês", avançou à Lusa fonte oficial da gestora dos aeroportos.

Em 12 de abril, a ANA disse à Lusa que o Estudo de Impacte Ambiental do aeroporto do Montijo estava concluído.

"A ANA confirma que, de acordo com o prazo previsto, o EIA está finalizado e a ser submetido, sendo a submissão feita através de carregamento do EIA na plataforma da Agência Portuguesa do Ambiente", afirmou, na altura, fonte oficial da gestora dos aeroportos portugueses.

A ANA e o Estado assinaram em 08 de janeiro o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, com um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 para aumentar o atual aeroporto de Lisboa (Humberto Delgado) e transformar a base aérea do Montijo no novo aeroporto de Lisboa.

Em 04 de janeiro, o então ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, assegurou que vão ser integralmente cumpridas eventuais medidas de mitigação definidas no Estudo de Impacto Ambiental.

O primeiro-ministro, António Costa, por seu turno, vincou que apenas aguarda o EIA para a escolha da localização do novo aeroporto ser "irreversível".

https://www.noticiasaominuto.com/economia/1267850/apa-pede-esclarecimentos-adicionais-a-ana-sobre-aeroporto-do-montijo

E a saga continua !!!

Abraços
« Última modificação: Junho 08, 2019, 06:21:40 am por tenente »
 

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PereiraMarques

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #203 em: Junho 12, 2019, 10:32:08 am »
Resolução do Conselho de Ministros n.º 94/2019 - Diário da República n.º 112/2019, Série I de 2019-06-12122549966
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
Autoriza a Força Aérea a realizar despesa para os anos de 2019 a 2024, no âmbito da deslocalização das Esquadras de Voo n.os 101 e 552

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/122549966/details/maximized
 

 

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