Sector Aeroportuario/Aeronautica

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cmc

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #30 em: Dezembro 18, 2012, 09:44:09 pm »
Cabe, na cabeça de quem vende prédios por 1 milhão para os alugar a seguir por 100 mil ao mês... :P
 

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HSMW

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #31 em: Dezembro 18, 2012, 10:38:33 pm »
E Regimentos...  :censurado:
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #32 em: Janeiro 11, 2013, 12:23:53 pm »
Ligação aérea entre Trás-os-Montes e Lisboa retomada em Março


A Câmara de Bragança divulgou hoje que o Governo prevê retomar em meados de março a ligação aérea entre Trás-os-Montes e Lisboa interrompida em novembro para reavaliação do modelo de financiamento.A previsão foi adiantada aos presidentes das câmaras de Bragança e Vila Real numa reunião com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, na terça-feira, em Lisboa, em que esteve também presente o secretário de Estado dos Transportes, segundo um comunicado distribuído pela autarquia de Bragança.

Na nota assinada pelo presidente, o social-democrata Jorge Nunes, é explicado que reunião foi pedida pelos autarcas, que saíram com a «previsão do reinício da ligação aérea para meados de março, um mês depois do prazo anteriormente anunciado pelo Governo».

Lusa
 

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miguelbud

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #33 em: Janeiro 14, 2013, 03:49:56 pm »
Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.

Será o início do fim da TAP.
 

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #34 em: Janeiro 14, 2013, 08:05:15 pm »
TACV de Cabo Verde quer voltar a voar para Beja


A empresa de transportes aéreos de Cabo Verde (TACV) está a negociar ligações entre o aeroporto de Beja e a Ilha do Sal, disse hoje o delegado para região ibérica da companhia cabo-verdiana, Mário Almeida. “Nós temos neste momento, em conjunto com a câmara de Ferreira do Alentejo, um pedido para realizar seis operações, em Julho e Agosto, entre Beja e a Ilha do Sal (Cabo Verde), declarou à Lusa o responsável da TACV.

Mário Almeida fez estas declarações hoje à margem do seminário “Aeroporto de Beja – Oportunidades de cooperação estratégica Portugal/Cabo Verde”, em Lisboa.

“Nós ainda estamos em negociações (com os responsáveis da administração do aeroporto), já que estão envolvidos vários parceiros, como os hoteleiros e os operadores de turismo”, disse, esperando um “entendimento na próxima semana”.

Para Mário Almeida, o aeroporto de Beja “tem alguma importância em termos de potencial”, recordando que a TACV opera em várias cidades europeias, como Paris e Amsterdão.

“Se operamos com os (Boeing) 737", o aeroporto de Beja "é o ponto ideal para escalas técnicas e comerciais, servindo "as regiões de Évora e Faro". Isso "tudo para nós é economicamente viável”, acrescentou, sem citar o montante de investimentos necessários para tais operações.

A TACV pretende que os voos não tenham somente uma vertente turística. “Cabo Verde tem muitos estudantes nesta região, que poderiam ser um potencial público-alvo”, sublinhou.

O responsável da companhia cabo-verdiana referiu ainda que estão a discutir também o potencial do aeroporto de Beja para o transporte de carga.

“Estamos a discutir o potencial de Beja como cargo, pois naquela região há algumas frutas, como as uvas, que poderiam ser exportadas. Temos sempre duas toneladas de carga disponíveis por cada voo, sendo também um outro negócio”, indicou.

A TACV realizou o voo inaugural do aeroporto, a 13 Abril de 2011, numa viagem que ligou Beja e a Ilha do Fogo, em Cabo Verde, evento promovido por várias entidades e empresas, entre os quais, a autarquia de Ferreira do Alentejo.

O presidente da câmara municipal de Ferreira do Alentejo, Aníbal Reis da Costa, disse que é preciso “tornar visíveis as potencialidades do aeroporto de Beja" e promover as sinergias com empresas de diversos setores.

De acordo com o autarca, o seminário hoje realizado - promovido pelo município de Ferreira do Alentejo e outros parceiros - e outros que já decorreram visam dinamizar o desenvolvimento do aeroporto de Beja e da região.

A empresa de transportes internacional UTI anunciou hoje, durante o seminário, que irá fazer seu primeiro transporte de cargas a partir do aeroporto de Beja em Fevereiro, com uma encomenda que será levada para Frankfurt, na Alemanha.

Lusa
 

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Edu

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #35 em: Janeiro 14, 2013, 11:51:29 pm »
Citação de: "miguelbud"
Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.

Será o início do fim da TAP.

Se a TAP soubesse jogar com isso não seria, seria certamente o fim das rotas de pequeno curso, mas poderia ser uma oportunidade para TAP atrair o maior numero de pagasseiros que a Ryanair poderá trazer para as viagens de longo curso.
Muita gente viaja para Barajas vindos de fora da europa em companhias tradicionais e depois apanham voos da Ryanair para o resto da Europa, ou o contrario, voam da Europa para Barajas pela Ryanair e depois usam outras companhias para voar para fora da Europa. A TAP podia tentar fazer algo parecido em Lisboa.

E outra questão, quem voa de TAP dificilmente passa a voar de Ryanair, eu se tivesse mais dinheiro escolheria sempre outra companhia que não a Ryanair para voar para dentro da Europa, simplesmente odeio voar de Ryanair, mas se não houvesse Ryanair não fazia as viagens que faço, e não era por não haver Ryanair que passava a voar de TAP.

As companhias ditas tradicionais têm é que começar a saber jogar melhor com os problemas das low-cost, não há nenhuma pessoa que não prefira voar numa companhia de bandeira do que no degredo que é a Ryanair, o problema é que estas são muito mais caras, se a TAP fosse ao dobro do preço que na Ryanair compro bilhetes não pensava duas vezes em ir pela TAP.
 

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miguelbud

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #36 em: Janeiro 15, 2013, 09:26:44 pm »
Citação de: "Edu"
Citação de: "miguelbud"
Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.

Será o início do fim da TAP.

Se a TAP soubesse jogar com isso não seria, seria certamente o fim das rotas de pequeno curso, mas poderia ser uma oportunidade para TAP atrair o maior numero de pagasseiros que a Ryanair poderá trazer para as viagens de longo curso.
Muita gente viaja para Barajas vindos de fora da europa em companhias tradicionais e depois apanham voos da Ryanair para o resto da Europa, ou o contrario, voam da Europa para Barajas pela Ryanair e depois usam outras companhias para voar para fora da Europa. A TAP podia tentar fazer algo parecido em Lisboa.

Para isso a TAP teria de aumentar a frota de longo curso e nao tem dinheiro para investir. As low cost ou companias alternativas como eu lhes chamo, criando uma base num país rebentam com a companhia local, veja-se o exemplo da alitalia, malev, iberia (se bem que neste caso os espanhois foram bem encavados pela British Aiways).
 

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Edu

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #37 em: Janeiro 16, 2013, 02:20:11 pm »
Mas a Ryanair já tinha base no Porto. Será que vai mudar assim tanto o facto de agora ir para Lisboa? Sinceramente não sei.

O que vai acontecer não sei, provavelmente até irá acontecer o que o miguelbud está a dizer. Mas a TAP tinha hipotese de usar isto como possibilidade para conseguir mais passageiros nomeadamente que vêm da america latina e africa. E como eu disse, quem pode voar noutra companhia não voa na Ryanair, e eu próprio só voo na Ryanair por não ter outra hipotese. Se tivesse maiores posses financeiras não me importaria de pagar o dobro para ir melhor sentado, com mais bagagem e com alimentação a bordo.
 

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miguelbud

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #38 em: Janeiro 17, 2013, 12:17:06 pm »
Caro Edu,
mas a TAP já faz isso, estive a agora a simular uma viajem de LX para o Rio de Janeiro com partida a 16 de Maio e regresso a 23 do mesmo mes. O preco dessa viajem é de €795. Fiz também a simulaçao com as mesmas datas de Budapeste para para o Rio e o preço foi €842, ou seja a viajem de BUD para LX, que custa á volta de €350, se for a fazer transfer para um destino de longo curso fica apenas a €47. Se tivermos em conta que isto engloba refeiçoes a bordo e 25kg de bagagem, a Ryan air é cara. Ah, e ainda temos a vantagem de nao termos as hospedeiras a berrar a cada 5 minutos para venderem jornais, sandes, cafes, raspadinhas, calendários, etc. O que disse sobre a Ryanair ser complementar a TAP nos voos de longo curso, poderá fazer sentido se for para cidades para as quais a TAP nao voe e estejam longe de qualquer outro destino TAP. No entanto, aquando em Maio passado a Ryanair apresentou as sua proposta para rotas a partir de LX, mais de 50% dos destinos eram cidades para as quais a TAP voava, de modo a poder roubar passageiros.

Em relaçao á base no Porto, talvez alguém ligado a transportes (como o forista Pedro I), ou alguém ligado a aviaçao comercial possa explicar melhor, mas parece-me que o aeroporto do Porto nunca foi muito relevante para a TAP, pois tem muito poucas rotas e acabar por ser usado mais como transfer de passageiros para Lisboa. Atrevo-me até a dizer que o aeroporto Francisco Sá Carneiro beneficiou imenso das bases low cost, pois estava muito carenciado de ligaçoes para o resto da Europa.
 

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Edu

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #39 em: Janeiro 17, 2013, 12:31:31 pm »
Talvez tenha razão e a Ryanair até venha prejudicar bastante a TAP, vamos ver, espero que não. O futuro das companhias lowcost também não é assim tão risonho e garantido como às vezes se possa pensar.  A Ryanair até tem tido bastantes lucros mas outras companhias lowcost não andam assim tão abonadas. E a Ryanair mesmo com lucros é uma companhia que anda sempre no fio da navalha, uma pequena mudança na legislação ou nas condições económicas pode levar a que de um momento para outro a mesma passe a ter muita deficuldade em operar, é importante referir que a Ryanair baseia muito do seu lucro em receitas das taxas de excesso de bagagem e coisas afins, uma legislação que aparecesse no sentido de limitar o valor da taxa de excesso de bagagem por kg ou de obrigar a oferecer um minimo de condições podia deitar por água abaixo o negócio da ryanair.

E é sabido também que a Ryanair tem tido bastantes problemas na negociação para a compra de substituto para os 737-800, estando agora à espera de comprar o C-919 que ainda não existe e será chinês.

Isto na aviação neste momento nunca nada é certo. Basta olhar para o Dreamliner que era o avião "prodigio" da Boeing e agora está no chão por tempo indeterminado. Entretanto o A350XWB vai entrar em operação podendo roubar muitas ecomendas ao 787.
 

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miguelbud

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #40 em: Janeiro 17, 2013, 01:16:28 pm »
Citação de: "Edu"
também que a Ryanair tem tido bastantes problemas na negociação para a compra de substituto para os 737-800, estando agora à espera de comprar o C-919 que ainda não existe e será chinês.
Nao sabia disso, mas li em qualquer lado que a razao pela qual eles estao constantemente a renovar a frota é que em 2011 depois do 9/11, compraram 100 avioes á boeing e como o mercado estava em baixo negociaram muito bem o preço. Aliás negociaram-no tao bem que se dao ao luxo de vender a aeronave usada quase ao mesmo preço a que a compraram.

Uma coisa é certa, apesar do CEO da Ryanair ser um ordinarao de primeira, é de facto dos poucos homens de negócios que compreendem o facto de que nao existe boa ou má publicidade, apenas publicidade barata ou cara. A ryanair está sempre nas bocas do mundo. Veja-se nos ultimos dias, é anunciado que ele vem a LX, depois dá uma conferencia de imprensa que esta a negociar a base, depois vem a Vinci dizer que é mentira, mas entretando é só publicidade grátis feita á companhia.
 

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #41 em: Fevereiro 03, 2013, 03:07:32 pm »
Beja pode vir a ser centro de carga aérea


O aeroporto de Beja poderá transformar-se num centro logístico de carga aérea para as zonas centro e sul do país. Esta é uma das propostas do grupo de trabalho, nomeado pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para estudar as possibilidades de expansão do aeroporto de Beja, que recebeu altos investimentos nos últimos anos. A utilização desta infra-estrutura, porém, tem sido escassa – em 2012, recebeu apenas 1925 passageiros em voos low cost.

O trabalho, entregue ao Governo em Setembro do ano passado, considera que se deve abandonar uma estratégia «convencional» e «repensar» o uso a dar a este terminal. Além da utilização por cargueiros puros, sugere «o entrosamento» com a Embraer, localizada em Évora, e a Airbus Military, em Sevilha, a criação de uma zona industrial nos terrenos adjacentes ao perímetro aeroportuário e a «integração com a componente agroindustrial» do Alqueva.

Em termos de aeroporto de passageiros, Beja deverá ser orientado para aviação executiva e turismo da zona.

As conclusões do grupo de trabalho foram reveladas pelo gabinete do primeiro-ministro, em resposta a um requerimento do PS. No documento, assinado pelo chefe de gabinete de Passos Coelho, o Governo assume ainda que a expansão de Beja, que com a privatização da ANA passou para a alçada da francesa Vinci, «é um processo moroso», mas necessário para «alavancar» o cluster da indústria aeronáutica e o potencial empresarial da região.

A intenção do Executivo é garantir a sustentabilidade do aeroporto de Beja, algo que «aquando do avultado investimento na concretização do terminal civil de Beja pelo Governo anterior não foi previsto e não ficou salvaguardado». O Governo socialista de Sócrates investiu neste projecto cerca 33 milhões de euros.

No final do ano passado, a empresa portuguesa AeroNeo anunciou que queria investir 11 milhões de euros numa unidade para desmantelar aviões e valorizar activos aeronáuticos no aeroporto de Beja.

Por sinal, esta semana, ficou concluído o processo de certificação do aeroporto de Beja pelo Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), que considera estarem «reunidas todas as condições» para a utilização da infraestrutura «por todos os tipos de tráfego, sem as restrições que vigoravam» antes, refere comunicado da ANA.

SOL
 

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miguelbud

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #42 em: Março 28, 2013, 08:51:14 pm »
Citar
O Aeroporto de Beja recebeu hoje (27/03/2013), pelas 13 horas, o primeiro voo de carga da responsabilidade da UTI.

O Operador Logístico Internacional fez deslocar de Beja para a Alemanha um voo com vários equipamentos. Nesta primeira operação esteve envolvida a companhia Bin Air.

Pedro Beja Neves assegura que esta operação “correu muito bem”. O director do Aeroporto de Beja, frisou à Rádio Pax que este “voo simbólico” permitiu “testar meios” e “conquistar posições de forma sustentada e equilibrada”.

IN: Rádio Pax

E ainda

Citar
O Governo está a estudar a criação no aeroporto de Beja de um centro logístico de carga aérea para as zonas Centro e Sul do País. A proposta foi avançada por um grupo de trabalho nomeado pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para propor formas de rentabilização desta infraestrutura, onde foram gastos 33 milhões de euros.
Na resposta a uma pergunta do grupo parlamentar do PS, o gabinete do primeiro-ministro refere que assente está o "abandono da estratégia convencional baseada apenas no potencial turístico", a favor de uma utilização mais centrada nas necessidades das empresas dos sectores logístico e aeronáutico (manutenção de aviões, componentes e formação profissional, por exemplo).
Constatando que o desenvolvimento do aeroporto de Beja no contexto regional e nacional é um processo "moroso e multidisciplinarmente articulado", o Governo diz-se empenhado em "viabilizar do ponto de vista técnico, económico e financeiro os custos de operação e manutenção" da infraestrutura.
"Se conseguirmos que o aeroporto de Beja seja altamente competitivo, poderá vir a ser um ponto de entrada de mercadoria na Europa, seguindo depois por comboio ou camião, ou também pode servir de plataforma para os aviões fazerem paragens técnicas e voarem para o resto da Europa", refere Carlos Seruca Salgado, manager de carga aérea da ANA - Aeroportos de Portugal, à Transportes em Revista. "Tenho visto interesse em vários operadores, inclusivamente de nível mundial, incluindo empresas europeias de grande dimensão, que pretendem fazer operação através de Beja com vários aviões. Beja pode servir de plataforma para o mercado marroquino, através de outros operadores", acrescenta Seruca Salgado, dizendo que uma vez feito o investimento, "há que rentabilizá-lo".

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/...ECO120600.html
 

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miguelbud

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #43 em: Junho 19, 2013, 12:47:26 pm »
Hoje no Jornal de Negócios

Citar
Sector aeronáutico português vive período "dourado"

O director-geral da associação portuguesa de indústria aeroespacial (PEMAS), Sérgio da Cunha Oliveira, disse hoje à Lusa que "o sector aeronáutico português atravessa um período dourado" que pode significar um "ponto de viragem" para esta indústria.

Em declarações à margem do salão aeronáutico internacional de Le Bourget, arredores de Paris, Sérgio Oliveira sustentou que a indústria aeronáutica portuguesa beneficia neste período de forte investimento estrangeiro e de um programa de desenvolvimento industrial, duas situações que raramente se conjugam.

Ainda assim, o director geral da PEMAS realça a necessidade de "um claro apoio estatal e uma clara coordenação estratégica a longo prazo".

"Estamos num período muito particular no setor aeroespacial, em que temos um investimento estrangeiro muito forte em Portugal, o caso da Embraer, temos um alinhamento claro com as iniciativas geradas pela EEA - Empresa de Engenharia Aeronáutica, dentro do âmbito dos programas da Embraer. É uma ferramenta óptima para a dinamização do sector", afirmou.

Com o programa KC-390 da Embraer Portugal, desenvolve-se pela primeira vez numa fase inicial um programa aeronáutico, com a vantagem de acompanhar todo o processo de aprendizagem em conjunto com o fabricante, o que pode capacitar a indústria portuguesa para fazer parte da cadeia de fornecimento quando a aeronave estiver em processo de fabricação.

"Temos duas unidades de fabricação da Embraer em Portugal, a Embraer está bastante avançada no desenvolvimento de um avião novo. Será o maior avião da Embraer, até à data. É um avião de componente militar com características diferentes do que é normal ser feito", explica o director geral da PEMAS.

O investimento da Embraer em Portugal "em conjugação com um programa de desenvolvimento vai permitir a Portugal crescer de uma forma pouco normal para o setor" aeronáutico.

"Vai haver um investimento inicial, um suporte às empresas, a ideia é que daqui a 20 anos se multiplique o nosso investimento, seja em externalidades positivas, seja em retorno sobre o investimento directo com o aumento do PIB. Mas terá este resultado a 15/20 anos", acrescentou.

"Tem que haver uma intervenção estratégica e um alinhamento estratégico nacional, nomeadamente governamental. (...) Nunca damos o primeiro passo porque o primeiro passo é bastante doloroso, mas se não o dermos daqui a 20 anos estamos na mesma", concluiu Sérgio da Cunha Oliveira à margem 50.ª edição do Salão Internacional da Aeronáutica, Le Bourget.

O certame, na região de Paris, acolhe este ano 19 empresas portuguesas até ao próximo domingo.
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #44 em: Agosto 03, 2013, 05:22:20 pm »
Empresa de Guimarães quer conquistar mercado aeronáutico internacional


Uma empresa de Guimarães tem em fase de testes um "avançado" moto planador e ambiciona conquistar o mercado aeronáutico internacional dentro deste segmento de aeronaves de lazer que está em crescimento em vários países do mundo.

"Este é um projeto inovador que teve o seu início em 2009, sendo um misto entre um planador e uma avião ultraligeiro. Outra das novidades da aeronave é que a sua propulsão é feita através de motores elétricos", disse à agência Lusa Teófilo Leite, um dos mentores do protótipo.

Esta aeronave tem vários "elementos diferenciadores" que desde logo passam pelo seu sistema de propulsão, pelos seus materiais de construção, sistemas elétricos e eletrónicos, que fazem do aparelho "uma novidade tecnológica" no seu segmento.

Lusa
 

 

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