NATO a desaparecer

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Re: NATO a desaparecer
« Responder #30 em: Abril 04, 2016, 11:55:59 am »
The history of NATO - video timeline
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Re: NATO a desaparecer
« Responder #31 em: Julho 06, 2016, 07:48:24 pm »

Why does NATO still exist? Discover our current challenges
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Re: NATO a desaparecer
« Responder #32 em: Março 07, 2017, 08:32:24 pm »
 Country Risk
'Two-speed defence' in Europe now a real prospect, say EU officials

Brooks Tigner, Brussels - IHS Jane's Defence Weekly
07 March 2017



Once politically taboo, the concept of a 'two-speed' Europe in defence where a core of countries shifts ahead of the others into so-called permanent structured co-operation (PESCO) is now a real prospect for the EU's future.

Meeting in Brussels on 6 March, EU foreign and defence ministers formally acknowledged PESCO's potential to develop defence capabilities and called on the European Commission and European Defence Agency (EDA) to map the "common commitments, goals, and criteria" for invoking PESCO and the projects that countries could pursue through it.

The spirit of their declaration was matched by that of joint statements from the EU's four most populous countries - France, Germany, Italy, and Spain - which met the same day in Versailles to prepare for initiatives marking the EU's 60th anniversary in Rome on 25 March.


http://www.janes.com/article/68534/two-speed-defence-in-europe-now-a-real-prospect-say-eu-officials
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: NATO a desaparecer
« Responder #33 em: Junho 08, 2017, 05:46:38 pm »
Citar
Bruxelas lança Fundo Europeu de Defesa orçado em 5,5 mil milhões euros por ano


A Comissão Europeia instituiu esta quarta-feira o Fundo Europeu de Defesa, dotado com 5,5 mil milhões de euros por ano, que visa reforçar a autonomia e capacidades de defesa da Europa.

...

A UE garantirá o cofinanciamento com um total de 500 milhões de euros para 2019 e 2020, no âmbito de um programa específico de desenvolvimento industrial e de defesa, e mil milhões de euros por ano a partir de 2020.

Em toda a Europa, as pessoas estão preocupadas com a sua segurança e com a segurança dos seus filhos. Complementarmente à nossa cooperação com a NATO, precisamos de fazer mais e melhor. Hoje mostramos que estamos a passar da teoria à prática. O Fundo servirá de catalisador para uma indústria europeia da defesa forte, capaz de desenvolver tecnologias e equipamentos de ponta e plenamente interoperáveis”, afirmou em conferência de imprensa o vice-presidente Jyrki Katainen.

http://observador.pt/2017/06/07/bruxelas-lanca-fundo-europeu-de-defesa-orcado-em-55-mil-milhoes-euros-por-ano/ 

Citação de: European Commission
Europe can no longer afford to piggy-back on the military might of others.

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Re: NATO a desaparecer
« Responder #34 em: Julho 06, 2017, 08:39:04 pm »

NATO: What is it, why does it still exist, and how does it work?
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Re: NATO a desaparecer
« Responder #35 em: Julho 21, 2017, 10:51:12 am »
http://www.nato.int/cps/en/natohq/news_146283.htm?utm_campaign=170719%2Bmontenegro%2Bsupport&utm_source=facebook&utm_medium=smc
Citar
NATO Allies and partners are providing aircraft and helicopters to help Montenegro deal with forest fires in the Lustica peninsula. Montenegro approached NATO’s Euro-Atlantic Disaster Response Coordination Centre (EADRCC) for assistance on Monday (17 July 2017), and the request was immediately circulated to NATO Allies and partners. A Ukrainian fire-fighting aircraft Antonov 32P has been in Montenegro since Tuesday, and two helicopters – contributed by Bulgaria and Switzerland – arrived in Montenegro on Wednesday. Two more fire-fighting aircraft will be deployed from Israel in the coming days.

NATO Secretary General Jens Stoltenberg welcomed the assistance today, saying: “I welcome that Allies and partners came forward in a matter of hours to help Montenegro deal with its devastating forest fires. Montenegro is our newest Ally, having joined the NATO family just over a month ago. Our rapid response demonstrates that we stand with our Allies. This is what Euro-Atlantic solidarity is all about.”

The EADRCC is NATO’s principal civil emergency response mechanism in the Euro-Atlantic area. It is active all year round, operational on a 24/7 basis, and involves NATO’s 29 Allies and all partner countries. The Centre functions as a clearing-house system for coordinating both requests and offers of assistance mainly in case of natural and man-made disasters. More information is available here: www.nato.int/cps/en/natohq/topics_52057.htm.


Saudações

"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: NATO a desaparecer
« Responder #36 em: Setembro 22, 2017, 12:19:31 am »
Um artigo intitulado, como lidar com o autoritarismo na NATO. Na verdade acaba por dar uma breve história em que o proclamado amor da NATO pela democracia, a liberdade individual, e o respeito pela lei, tinha que acomodar países com sistemas políticos mais "musculados" como a Grécia a Turquia e Portugal por motivos geoestratégicos e os problemas que isso criava no seio da aliança e principalmente na opinião publica de alguns países do norte da Europa.

https://warontherocks.com/2017/08/how-to-deal-with-authoritarianism-inside-nato/

Por exemplo em 1971 na cimeira da NATO em Lisboa a Noruega confrontou Portugal e a Grécia sobre as suas políticas com os resultados que se esperava. Em 1974 em Portugal aconteceu o que se sabe, o que até foi um alivio para os Dinamarqueses, Noruegueses e Canadianos, enquanto que os Turcos e os Gregos entraram em conflito por causa de Chipre, que deu como resultado a decisão da Grécia de sair da NATO.

A verdade é que a NATO já teve crise bem maiores que o que se está  a passar actualmente.

Cumprimentos,
 

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perdadetempo

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Re: NATO a desaparecer
« Responder #37 em: Março 17, 2018, 02:11:20 am »
Comunicado da NATO com as despesas dos países membros entre 2010 e 2017

https://www.nato.int/nato_static_fl2014/assets/pdf/pdf_2018_03/20180315_180315-pr2018-16-en.pdf

Cumprimentos,

nota: na pág 9 do relatório com os dados do GDP dá para perceber os efeitos da crise em Portugal e nos outros países afectados. No nosso caso a recuperação económica  permitiu-nos ficar exactamente onde estávamos em 2010. Nesse espaço de tempo o resto do mundo continuou a seguir seu caminho.
 
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Re: NATO a desaparecer
« Responder #38 em: Março 20, 2018, 10:39:39 am »
What hurts Putin? Germany’s defense minister wants to find out
By: Sebastian Sprenger

COLOGNE, Germany — German Defence Minister Ursula von der Leyen railed against Russian President Vladimir Putin on Monday, saying in an interview that Europe must find new ways to determine “what hurts him.”

Her comments come as Putin claimed almost 77 percent of votes in Sunday’s national election, giving him another six years in office. Russian opposition activists have raised concerns about the fairness of the process.

Speaking to the Bild newspaper, von der Leyen said the West should not “make itself smaller than we are” in the face of Russian attempts to divide Europeans.

“NATO is the most powerful military alliance in the world,” she said.

However, she stopped short of saying Russia is at war with Europe, as other German lawmakers have suggested. If Berlin was to officially use that verbiage, a “discussion” would have to follow about “what that means for us,” von der Leyen explained, likely referring to the question of whether NATO mutual-defense plans would be triggered.


Asked whether she considers Putin an “opponent,” she also demurred. Such language has the potential to “slam doors shut” for Russia to return to “constructive” behavior, von der Leyen argued.

Russian policies for some time have followed a desire to return to the status of a great global power. Putin has given a voice to those aspirations by, for example, declaring earlier this month that Moscow had developed “invincible“ nuclear weapons.

Putin had no serious competition in Sunday’s election, building his appeal largely on foreign policy goals as the economy lags behind. Many Russian officials believe the West has humiliated them since the fall of the Soviet Union, now seizing every opportunity to flex what they consider a newfound geopolitical muscle.

Von der Leyen warned that choosing the wrong responses to Russia’s recent policies and actions ― annexation of Crimea from Ukraine, intimidating Eastern European NATO countries or propping up Syrian President Bashar Assad ― would play into Putin’s hands.

“He needs the enemy from outside,” she said, arguing that economic sanctions are the best way to punish Moscow.

An opportunity to tighten the sanctions already in place could come soon, as the United Kingdom reviews evidence in the poisoning of a former Russian spy and his daughter in Salisbury, England, earlier this month. The weapon of choice was a nerve agent linked to a Soviet-era chemical weapons program.

The Russian government has denied any involvement in the case. British and U.S. officials claim Moscow had a hand in it.

https://www.defensenews.com/global/europe/2018/03/19/what-hurts-putin-germanys-defense-minister-wants-to-find-out/
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Re: NATO a desaparecer
« Responder #39 em: Julho 17, 2018, 10:39:00 am »
A NATO, a Rússia e o fim de uma era (por Diana Soller)

A trave-mestra da estratégia norte-americana consiste em privilegiar a relação com a Rússia. Uma parceria para contrabalançar a China. Neste contexto os aliados europeus tornaram-se quase dispensáveis

Gostaria de fazer um ponto prévio: não se deve olhar para a viagem do presidente norte-americano como visitas-cimeiras distintas umas das outras, mas um todo indivisível. O mais importante não foi o que se disse nas conferências de imprensa. Foi a forma como a NATO e a Grã-Bretanha foram tratadas, como estados dependentes e pouco importantes para os Estados Unidos, enquanto a a Rússia foi alvo de todas as deferências.

A Cimeira de Bruxelas veio mostrar aquilo que já se suspeitava: acabou-se a aliança entre democracias, e deu-se início a uma nova organização que de semelhante com à anterior pouco mais tem o nome. Não houve propriamente nada de novo: os países reiteraram as suas promessas (feitas a Barack Obama na Cimeira de Gales de 2014) de aumentar paulatinamente a percentagem do seu PIB em gastos de defesa até 2024. Mas instalou-se uma espécie de drama diplomático em vários atos, com Tump a engasgar Merkel ao pequeno-almoço ao apontar a dependência energética alemã da Rússia, e a interromper as reuniões agendadas para voltar a falar do contributo dos aliados europeus.

Disse-se, inclusive, que o presidente americano terá ameaçado deixar a instituição. Mesmo que não tenham sido estas as palavras de Trump, o certo que houve “reunião de emergência”. Mas muito mais importante: não terá havido grandes debates sobre os temas regionais de segurança que estariam na agenda. E esta omissão acaba por ser a mais forte expressão de forma diminuída como os Estados Unidos da America vêm a Europa. Como um “foe” (prefiro a expressão em inglês, porque a tradução é dúbia, correspondendo mais ou menos a um entidade com a qual se está em competição) no qual não reconhece importância suficiente para discutir assuntos de defesa comum.

Esse papel coube à Rússia. Na primeira cimeira bilateral entre os dois países, Donald Trump e Vladimir Putin sentaram-se a debater todos os assuntos de segurança e economia que afetam a região. Do DAESH e da Síria à proliferação nuclear e à cooperação comercial. Ter-se-á até debatido a situação na Ucrânia. Ao contrário do que fez com os parceiros de sempre, o presidente americano tratou Putin como líder de uma grande potência com deveres e responsabilidades. Como parte da solução e não parte do problema. Mais significativo ainda, foram duas declarações que elucidam para onde querem que caminhe a relação bilateral: falaram de Xi Jinping e declaram estar no caminho da cooperação. E Trump ainda enalteceu a sua própria ousadia política em romper com a longa inimizade entre Washington e Moscovo.

Destes episódios, que não ocorreram por acaso em menos de uma semana (aos quais se podem acrescentar uma relação cada vez mais incómoda com o Canadá, um elogio a Boris Johnson e uma descompostura da Theresa May), podem  tirar-se várias conclusões. A primeira é prosaica, mas não menos importante – e já foi foi referida aqui noutras ocasiões. Trump pode ter uma personalidade que desconcerta os chefes de estado, mas já vai sendo tempo de percebermos que há uma estratégia concreta e coerente relativamente ao mundo em geral e ao espaço euro-asiático em particular.

Em segundo lugar, a trave-mestra dessa estratégia consiste em privilegiar uma relação com a Rússia. Uma parceria até, se possível. É certo que Trump nunca escondeu a sua admiração por Putin, mas a razão principal é que a administração acredita que Moscovo é o único estado capaz de conter a China que, não tenhamos dúvidas, é a maior preocupação de Washington.

Em terceiro lugar, os aliados europeus tornaram-se praticamente dispensáveis por três razões. Porque a visão americana de que os Estados Unidos deviam valorizar as relações com as democracias acabou, e em vez dela surgiu uma nova em que a União Europeia prejudica os EUA não só em questões económicas (é importante não esquecer que há uma guerra comercial em curso), como em questões de segurança (os EUA pagam pela defesa europeia sem receberam nada em troca). Também porque Trump não se dá bem com fóruns multilaterais. Prefere chefes de estado com quem possa negociar de um para um do que complicadas relações institucionais burocráticas e demasiadas amarras normativas. Finalmente, porque, precisamente devido à sua fraqueza militar, a Europa tem pouco a contribuir para as necessidades de segurança dos Estados Unidos.

Em dois anos o mundo mudou consideravelmente. Ironicamente, não tanto pela ascendência chinesa, como esperávamos, mas porque a ainda única grande potência, os Estados Unidos, se tornou, novamente, revisionista. Partindo dos princípios que os EUA são um estado “normal” sem obrigações de criação de ordem e sem restrições normativas, e que todos os estados são inimigos dos Estados Unidos até prova em contrário, Trump reformulou toda a política externa do seu país até esta ficar quase irreconhecível. Mas não é uma questão de personalidade. É uma questão de visão do mundo em que os mais fortes cooperam e competem de acordo com os seus interesses. E os mais fracos adaptam-se.

Podemos argumentar que este é um revisionismo temporário, até pela resposta do Congresso, que parece não estar pelos ajustes com a política de Trump. Mas ainda assim, a Casa Branca tem um poder muito vasto no que respeita à política externa e estas mudanças uma vez implementadas, podem ser mais duradouras do que um (ou dois mandatos) de um presidente. E porque há muitas razões para se duvidar da viabilidade da parceria Washington-Moscovo. Mas entretanto a Europa não pode ficar de braços cruzados. É que, bem vistas as coisas, uma Rússia mais forte com a conivência americana, enquanto ainda estamos fragilizados pela nova visão geoestratégica dos EUA, pode ser uma ameaça à Europa, que surja bem mais depressa que a preponderância chinesa de facto no mundo.

https://observador.pt/opiniao/a-nato-a-russia-e-o-fim-de-uma-era/

Muito bom artigo que coloca a nú um objectivo claro, o que une Trump e Putin é o desejo de destruição/implosão da UE, por ser demasiado poderosa economicamente.
 
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Re: NATO a desaparecer
« Responder #40 em: Julho 17, 2018, 07:16:16 pm »
Capitalismo na sua forma mais pura.
Que se lixe a paz na Europa. O que interessa é o lucro das empresas americanas.

Um exemplo de que que não tem poder militar não tem poder de decisão.
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Re: NATO a desaparecer
« Responder #41 em: Julho 21, 2018, 07:25:13 pm »
Capitalismo na sua forma mais pura.
Que se lixe a paz na Europa. O que interessa é o lucro das empresas americanas.

Um exemplo de que que não tem poder militar não tem poder de decisão.

Bem verdade!

É inacreditável o que disse o Trump publicamente sobre o seu amigo Putin e a Rússia ao colocar em cheque os próprios serviços americanos de segurança!

Entretanto a guerra comercial EUA vs UE continua, agora foi a Google...... quem vai ser a empresa europeia a pagar a fava?!

Não percebo a aliança Putin/Trump. Para além de quererem destruir a UE, querem enfrentar a China?
 

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Re: NATO a desaparecer
« Responder #42 em: Julho 21, 2018, 07:40:25 pm »
Querem primeiro dividir o mundo entre ambos e a seguir "tratar" da China
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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